“Que o Natal seja luz para a humanidade ferida”, deseja o papa

25 de dezembro de 2019, 11:08

(Foto: REUTERS/Yara Nardi)

Neste dia em que os cristãos celebram o Natal, uma multidão se reuniu na Praça São Pedro no Vaticano para receber do papa a bênção Urbi et Orbi, à cidade e ao mundo. Antes da bênção apostólica nesta quarta-feira (25), o pontífice demonstrou-se preocupado com uma série de situações difíceis ao redor do mundo.

Francisco expressou seu desejo de que o Natal possa ser esperança para o continente americano marcado por um período de “convulsões políticas e sociais”, que têm colocado à prova sobretudo o povo venezuelano.

O papa pediu “segurança e convivência pacífica” para a Síria e “coexistência harmoniosa” no Líbano. Reiterou a necessidade de “dias de paz e prosperidade” para Israel e Palestina e “consolação” para Iêmen e Iraque. Como fez no ano passado, o pontífice voltou a pedir paz para a Ucrânia, assim como para a África, sobretudo para um cessar imediato dos conflitos no leste da República Democrática do Congo e dos ataques de grupos extremistas em Burkina Faso, Mali, Níger e Nigéria.

Em uma mensagem específica de felicitações pelo Natal assinada pelo papa, pelo primaz da Igreja Anglicana Justin Welby e pelo ex-moderador da Igreja Presbiteriana da Escócia, reverendo John Chalmers, foi enviada aos líderes políticos do Sudão do Sul reiterando a intenção dos líderes religiosos para que “sejam implementados prontamente os Acordos de Paz” no país africano. O papa reiterou nos meses passados o seu desejo de visitar o Sudão do Sul em 2020.

Migrantes

Em um recado à Europa, o papa recordou as milhares de pessoas que migram em busca de uma vida melhor. “É a injustiça que os obriga a atravessar desertos e mares, transformados em cemitérios; é a injustiça que os obriga a suportar abusos indescritíveis, escravidões de todo o gênero e torturas em campos de detenção desumanos; é a injustiça que os repele de lugares onde poderiam ter a esperança de uma vida digna e lhes faz encontrar muros de indiferença. Que o Natal seja luz para toda a humanidade ferida”, concluiu o papa.

A Basílica Vaticana ficou lotada para a Missa do Galo celebrada pelo papa na noite desta terça-feira (24), véspera de Natal. Muitos fiéis que não conseguiram entrar assistiram à celebração do lado de fora, apesar do frio, por meio de telões instalados na Praça São Pedro.

O papa disse que o “Natal recorda que Deus continua a amar todos os homens, até mesmo o pior, que seu amor é incondicional”. Francisco ainda convidou os presentes a “não perder a esperança” porque “amar jamais será tempo perdido”.

A celebração de Natal é uma das mais importantes para os católicos junto com a missa de Páscoa. Por tradição, somente nessas datas, o papa dirige-se aos fiéis a partir do balcão central da Basílica de São Pedro, de onde é apresentado ao mundo após a eleição no conclave na Capela Sistina.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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