Que coisa boa, conheci Ana Rita Tavares e sua luta em prol dos animais

27 de outubro de 2020, 12:57

Ana Rita Tavares cuida de verdade de animais vítimas de maus tratos (Foto: Notícia Limpa)

Nos 31 anos atuando como jornalista muitos fatos acompanhei, gerando um incontável número de pautas. Quem conhece as histórias dos profissionais que atuam no interior sabe que o repórter é uma espécie de coringas nas redações dos jornais impressos que ainda insistem em existir mesmo com a ascensão dos veículos de comunicação online. A atuação não é específica para determinada área, o mesmo que cobre polícia escreve política e daí por diante…

Muitas coisas me chamaram atenção, me indignaram, me emocionaram, me ensinaram, contribuindo diretamente para minha formação profissional, mas acima de tudo, para a minha formação social e principalmente moral. Um aprendizado de vida, vendo e vivendo as realidades cotidianas

Até poucos dias acreditava que já tinha visto de tudo, mas como se fosse um ‘foca’ (jornalista no início de carreira), me deparei com uma situação que misturou sentimentos positivos e negativos, sendo o primeiro gerado em abundância. Ao retornar para minhas atividades em Salvador tive o prazer de conhecer uma das figuras mais lindas nos meus 47 anos de vida, pela sua história e dedicação à causa animal, a vereadora Ana Rita Tavares; mulher guerreira que não se abate com os que tentam destruir o seu importante papel de cuidadora e defensora de gatos e cachorros em situação de abandono, vítimas dos mais diversos tipos de violência.

Visitei um dos locais onde se encontram quase cem cachorros dos mais de mil cuidados atualmente por Ana Rita e uma rede de colaboradores, inclusive veterinários. Fiquei impressionado como Ana trata os animais, mas, mais ainda por ela conhecer um por um e chama-los por um nome dado muitas vezes por ela, de acordo a situação e onde o animal fora resgatado. Cada um com sua história, geralmente muito triste.

Saber que existem ainda bons seres humanos nos faz não desistir de acreditar em dias melhores. Vendo os animais sendo bem cuidados, bem alimentados, medicados e amados não imaginamos nunca que ainda existem os desprovidos de seriedade, complacência, empatia e até mesmo de caráter que irresponsavelmente criticam os que buscam praticar o bem. Tentar prejudicar um trabalho verdadeiro, digno de elogios e que necessita de apoio é irracional.

Força Ana Rita, a população de Salvador conhece e reconhece o seu trabalho em prol dos animais.

Gervásio Lima
Jornalista e historiador

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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