Quatro superalimentos excelentes para a digestão das crianças

18 de novembro de 2020, 07:05

(Foto: Reprodução)

Determinados alimentos podem prevenir a prisão de ventre, gases e dores abdominais nas crianças, conforme explica um artigo publicado no jornal Metro Brasil.

“A obstipação na criança é resultado de vários fatores. O principal é a alimentação desequilibrada. Às vezes, a criança tem uma alimentação muito pobre em frutas e vegetais e, com isso, ingere menos fibras”, conta a nutricionista Denise Alves Brasileiro, em declarações ao Metro.

De modo a regularizar o funcionamento do intestino, a nutricionista salienta a relevância de consumir frequentemente alimentos saudáveis, tais como:

Banana

“A banana é rica em frutano, um amido resistente que ajuda a controlar o índice glicêmico e facilita a digestão”, diz Denise. Mais ainda, o frutano incita a produção e libertação de fezes e a absorção de minerais.

Melancia

Esta fruta estimula e facilita a digestão dos menores, por ser abundante em fibras e água, melhorando consequentemente o trânsito intestinal.

Iogurte

“Sabemos que os probióticos [nos iogurtes naturais] ajudam a equilibrar a flora intestinal que, uma vez equilibrada, melhora a digestão por vários motivos, principalmente pela metabolização de hidratos de carbono”, salienta a especialista.

Abacaxi

Denise afirma que o abacaxi: “é rico numa enzima chamada bromelina, que facilita muito a digestão, principalmente das proteínas”. Adicionalmente, a fruta contribui para a hidratação do corpo e fornece vitaminas A e C.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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