Quatro erros bastante comuns que deixam o cabelo mais oleoso

21 de março de 2020, 20:07

Sim, a presença excessiva de oleosidade no couro cabelo pode ser culpa sua! (Foto: Reprodução)

Lavou o cabelo antes de ir dormir, e a meio do dia seguinte nota que as raízes já estão a ficar com aquele ‘brilho estranho’ e os fios ‘colados’ à cabeça?

Calma. O hair stylist Charles Veiyga dá a conhecer no site Beleza na Web alguns erros que pode estar inadvertidamente a cometer. 

1. Mexer constantemente no cabelo

Trata-se de um hábito bastante comum – ajeitar o cabelo, enrolar as pontas ou mexer na franja. Porém, esta ação aparentemente inocente pode estar a contribuir para a acumulação de óleo nos fios capilares. “As nossas mãos nunca estão completamente limpas. E os resíduos por se depositar na raiz”, refere Charles.

“O calor faz aumentar a produção de sebo no couro cabeludo, inibindo inclusive o crescimento dos fios”, alerta o hair stylist. Opte por lavar o cabelo com água morna, que elimina a oleosidade eficazmente sem agravar a condição.

3. Passar amaciador na raiz

É um erro tremendo! O amaciador deve somente ser aplicado em pequenas quantidades no cumprimento e nas pontas do cabelo. “O produto promove o aumento da oleosidade e, como tapa os poros capilares, aumenta ainda a probabilidade de ter caspa”, explica. 

4. Dormir com o cabelo molhado

“Dormir com a raiz molhada nunca é bom – seja qual for o tipo de cabelo. E para quem tem cabelo oleoso, é ainda pior. O couro cabeludo fica húmido, absorve impurezas…”, diz o especialista. Ou seja, quando acordar de manhã muito provavelmente os seus fios já estarão novamente oleosos

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

VÍDEOS