Qual a idade certa para dar um smartphone ao filho?

12 de abril de 2018, 09:56

Em uma era em que a tecnologia está cada vez mais presente, a dúvida persiste para muitos pais.

Cada adulto tem a sua forma de educar mas, generalizando o caso, podemos dividir os pais em dois grupos: os que deixam os filhos ter o seu próprio smartphone desde cedo e os que adiam ao máximo o uso desta ferramenta.

Dos que mais se preocupam com os efeitos deste aparelho – tanto pelos perigos que o fácil acesso à internet acarreta como pelos efeitos da radiação emitida – muitos se uniram a favor do movimento ‘Wait until 8th’ (Espera até ao 8º ano), criado com o intuito de diminuir a pressão social que muitos sentem e que os leva a deixar os seus filhos terem um smartphone porque ‘todos os colegas já o têm’.

O movimento foi criado há poucos meses e rapidamente ganhou visibilidade e seguidores através das redes sociais. Foi criada por uma mãe de três crianças de Austin, no Texas, que se preocupou ao ver que as crianças possuíam os seus celulares cada vez mais cedo, havendo até casos de colegas do seu filho mais novo que usavam iPhones ainda na pré-escola.

Ainda que o movimento tenha nascido da preocupação natural de uma mãe, a responsável pelo movimento baseou a escolha do oitavo ano (cerca de 13 anos de idade) na leitura de vários estudos sobre o tema, que apontaram problemas provenientes do uso prematuro de smartphone como cyberbullyng, dificuldades de dormir ou falta de concentração.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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