Prefeitura Municipal de Jacobina: Nota de Desmentido

08 de fevereiro de 2020, 10:36

O Conselho Gestor do HMATS , vem a público contestar e desmentir um vídeo que circula nas redes sociais protagonizado por uma suposta Pré-Candidata a Prefeita de Jacobina, a Srª. Katia Alves, no qual, a mesma afirma que os funcionários do Hospital Antonio Teixeira Sobrinho estão sem receber salários desde o mês de Dezembro de 2019, competência essa em que as obrigações de pagamentos de salários estão rigorosamente cumpridas e com documentação comprobatória de pronto.

Vale destacar que, até a presente data e absolutamente em nenhum mês da vigência dos Contratos de Gestão das Unidades UPA e o Hospital Antonio Teixeira Sobrinho, houve qualquer atraso de salários ou das obrigações financeiras assumidas com qualquer prestador ou funcionário, tendo em mais da metade do período do contrato, pago salários inclusive com antecedência.

Trata-se absolutamente de uma acusação criminosa por parte dessa Senhora, visto que ela mesma na condição de Diretora do Núcleo Regional de Saúde de Jacobina, não tem em relação a nossa Fundação, qualquer apontamento de uma única irregularidade ou registro de uma única denúncia formal em desfavor da nossa empresa quanto aos contratos de Gestão da UPA e HMATS, pois nessa na condição do cargo que ocupa de órgão fiscalizador de Saúde, tem ela também essa incumbência de fiscalizar de forma isenta assim como os setores da Prefeitura de Jacobina.

Em um vídeo caseiro, medíocre e criminoso, essa senhora faz apontamentos dos quais será interpelada judicialmente para fazer provas sob pena de responsabilização criminal e cível aplicáveis ao caso, devendo ainda no dia de hoje ser Registrado um Boletim de Ocorrência Policial em desfavor da mesma.

Atenciosamente,

Conselho Gestor do Hospital Municipal Antônio Teixeira Sobrinho

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Justiça multa Facebook em R$ 6,6 mi por compartilhar dados de usuários

OMinistério da Justiça e da Segurança Pública (MJSP) decidiu multar o Facebook em R$ 6,6 milhões por compartilhamento indevido de dados de usuários cadastrados na rede social. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta segunda-feira, 30.

A multa, aplicada pelo Departamento de proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), órgão do MJSP, acontece após investigação que identificou “prática abusiva” por parte da empresa de tecnologia, que teria deixado vulneráveis dados de 443 mil usuários.

Segundo nota publicada no site da pasta, “o caso começou a ser investigado após notícia veiculada pela mídia, em 4 de abril de 2018, informando que os usuários do Facebook, no País, poderiam ter sofrido com o uso indevido de dados pela consultoria de marketing político Cambridge Analytica”, que ganhou notoriedade global por ter trabalhado na campanha presidencial de Donald Trump, nos Estados Unidos, e também para a campanha do Brexit, como é conhecido o processo de saída do Reino Unido da União Europeia.

Pelo Twitter, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, destacou a decisão do ministério e afirmou que “as redes revolucionaram a forma pela qual nos comunicamos e expressamos, mas há questões sobre privacidade a serem consideradas”. O Facebook tem dez dias para recorrer da decisão.

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