Polícia Federal conclui que Adélio agiu sozinho em facada contra Bolsonaro

14 de maio de 2020, 19:13

De acordo com o delegado Rodrigo Morais, que presidiu o inquérito, Adélio Bispo de Oliveira agiu sozinho (Foto: Reprodução)

A Polícia Federal (PF) concluiu, em 2º inquérito, que o ataque contra o presidente Jair Bolsonaro, quando ainda era candidato à Presidência da República, em 2018, não houve mandantes.

De acordo com o delegado Rodrigo Morais, que presidiu o inquérito, Adélio Bispo de Oliveira agiu sozinho e não contou com ajuda de terceiros para planejar e executar a ação criminosa.

“O que a investigação comprovou foi que o perpetrador, de modo inédito, atentou contra a vida de um então candidato à Presidência da República, com o claro propósito de tirar-lhe a vida”, afirmou o delegado no inquérito, citado pelo G1.

De acordo com as investigações da Polícia Federal, não houve nenhuma comprovação de que quaisquer grupos partidários, facções criminosas ou grupos terroristas tenham participado em alguma das fases do atentado.

O inquérito investigou todo o material apreendido de Adélio Bispo, incluindo celulares, um computador e documentos, além de terem sido realizadas as quebras de sigilos bancários, fiscais e telefônicos.

A investigação ainda chegou a apurar teorias e vídeos disseminados nas redes sociais sobre suposta ajuda que Adélio teria recebido no crime, sem que qualquer relevância tenha sido encontrada.

PT se manifesta

A presidente nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann, se manifestou sobre a conclusão, pela Polícia Federal, das investigações sobre o ataque a faca contra Jair Bolsonaro. A dirigente petista anunciou que ingressará na Justiça contra o advogado de Bolsonaro, Frederico Wassef, Frederick Wassef, que disse ao vivo em um programa na Band na segunda (11) que uma suposta testemunha teria afirmado a ele que o “PT pagou Adélio Bispo para esfaquear Jair Bolsonaro”.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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