Polícia de Veneza multa criança de 4 anos por usar patinete

21 de novembro de 2018, 13:43

(Foto: © Pixabay)

Cidade proíbe qualquer “acelerador de velocidade” em suas praças

Dois policiais municipais de Veneza, na Itália, multaram na última segunda-feira (19) uma criança de 4 anos que andava de patinete na piazzetta dei Leoncini. Por se tratar de um menor de idade, o total de 66,80 euros foi atribuído ao pai da criança. A foto da sanção foi parar nas redes sociais e, em pouco minutos, comentários contrários à atuação policial surgiram alegando “vergonha”, “loucura”, “tristeza”, entre outras coisas.

Muitos também diziam que crianças são crianças, devem e podem jogar, senão Veneza se tornará uma cidade fantasma.

“A pessoa consentia ao filho menor de idade utilizar um acelerador de velocidade (patinete) na proximidade da piazzetta dei Leoncini”, constava no registro da multa. O pai do menino, assim que recebeu a multa, foi até a sede policial protestar contra a aplicação da medida, ameaçando chamar um advogado. “Acho se tratar de uma sanção exagerada e absurda”, disse a chefe do Partido Democrático (PD) no Conselho Municipal, Monica Sambo. “Piazza San Marco não deve virar um parque de jogos, mas que dano pode ter causado uma criança de 4 anos?”, continuou.

Nas próxima semanas, estará em curso a aprovação de um novo regulamento da Polícia Municipal que prevê a derrogação à circulação sobre patinete para crianças menores de 10 anos, mas dispõe a tutela de áreas mais delicadas e artísticas da cidade, como San Marco e Rialto. Enquanto essas novas regras não são votadas, rege o regulamento antigo, que veta todo e qualquer acelerador de velocidade, incluindo patins, além de proibir jogos coletivos e individuais que envolvam o lançamento de objetos.

A Prefeitura de Veneza tem colocado nos últimos meses novas restrições a moradores e turistas, para maior controle da piazza San Marco e das suas proximidades. Algumas das medidas têm gerado polêmica na Itália. (ANSA)

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

VÍDEOS