Pilotos e comissários de bordo aprovam greve a partir de segunda-feira

24 de novembro de 2021, 21:13

Categoria reivindica reajuste salarial com reposição da inflação (Foto: Reprodução)

O Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) aprovou, na tarde desta quarta-feira, 24, o início de greve da categoria diante das disputas acerca da nova Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) com o patronal Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), informa o Valor.

A greve vai começar à 0h do dia 29 de novembro, em todo o país, por tempo indeterminado, segundo sindicato. O SNA argumenta, no entanto, que em respeito à sociedade e aos usuários do sistema de transporte aéreo, os aeronautas farão a paralisação de 50% dos tripulantes por dia, enquanto os outros 50% permanecerão em serviço.

“O setor tem papel central no transporte de insumos para o combate à pandemia – como a própria vacina”, destaca reportagem do Valor.

No dia 17 de novembro, pilotos e comissários rejeitaram a proposta feita pelas companhias aéreas para renovação da Convenção Coletiva de Trabalho.

“O pleito é, simplesmente, a recomposição inflacionária dos últimos 24 meses. Haja vista que a categoria aceitou reduções de salários desde o início da pandemia e é boa a situação das empresas nesse momento de retomada. A Azul tem a maior liquidez da sua história, a Gol efetuou a maior desalavancagem desde sua fundação e a Latam atingiu a maior redução de custo em mais de 10 anos”, disse Ondino Dutra, presidente do SNA.

Segundo o SNA, a entidade patronal teria adotado postura considerada pela categoria como temerária ao negar a manutenção das cláusulas atuais da CCT. Os aeronautas pediram reajuste considerando o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que calcula a inflação, dos últimos 24 meses. 

O Snea, no entanto, justifica que desde o início da pandemia da Covid-19 as empresas aéreas já acumulam um prejuízo bilionário e trabalham na retomada das operações para restabelecer patamares anteriores à crise sanitária.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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