Receita adia prazo para MEI fazer declaração anual e aderir a parcelamento

26 de abril de 2022, 10:32

A DASN-Simei é diferente da declaração do Imposto de Renda que precisa ser entregue pela pessoa física até 31 de maio (Foto: Reprodução)

Os MEIs (microempreendedores individuais) ganharam um prazo maior para apresentar a DASN-Simei, declaração anual simplificada da pessoa jurídica. Antes prevista para 31 de maio, a data final foi prorrogada para 30 de junho. A DASN-Simei é diferente da declaração do Imposto de Renda que precisa ser entregue pela pessoa física até 31 de maio. Em reunião na última quarta-feira (20), o CGSN (Comitê Gestor do Simples Nacional), vinculado ao Ministério da Economia, ainda prorrogou para 31 de maio o prazo para as micro e pequenas empresas aderirem ao Relp (Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos no Âmbito do Simples Nacional). Neste programa, empresas do Simples Nacional têm até 180 meses (15 anos) para parcelar dívidas. Segundo o CGSN, "o adiamento da adesão ao Relp se tornou necessário para adequação do calendário, até que seja definida a sua fonte de compensação, conforme exigência da Lei de Responsabilidade Fiscal". O comitê adiou também para 31 de maio o prazo para que micro e pequenas empresas regularizem dívidas e permaneçam no Simples Nacional. A ideia é permitir que essas empresas usem o Relp no processo. O Simples Nacional é um regime de arrecadação facultativo, exclusivo para microempresas e empresas de pequeno porte, que unifica a cobrança de tributos federais, estaduais e municipais (IRPJ, CSLL, PIS/Pasep, Cofins, IPI, ICMS, ISS e CPP). ENTENDA O QUE É O RELP O Relp permite parcelamentos em até 180 meses (15 anos) para empresas do Simples Nacional. A parcela mínima é de R$ 300 a quem aderir, com exceção dos MEIs, que poderão pagar, no mínimo, R$ 50 por mês. Pela regra, o empresário endividado precisa pagar uma parte dos valores, com desconto, assim que fizer a adesão ao Relp. O saldo devedor restante poderá ser parcelado em até 180 meses (15 anos), com exceção das dívidas com a Previdência, que têm prazo limite de até 60 meses (5 anos). O parcelamento vence em maio de cada ano, com início em maio de 2022. O desconto a quem aderir ao programa é proporcional à queda de faturamento de março a dezembro de 2020 em comparação com o período de março a dezembro de 2019. Haverá descontos sobre juros, multas e demais encargos. Empresas inativas no período também poderão participar. O contribuinte poderá parcelar qualquer dívida do Simples Nacional, desde que o vencimento da competência tenha ocorrido até um mês antes da publicação da lei. Dentre os impostos estão ISS (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza), PIS-Pasep/contribuição, Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), IRPJ (Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica), IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido), CPP (Contribuição Patronal Previdenciária) e ICMS (Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação). Quem aderir ao Relp não poderá fazer nenhum outro programa de parcelamento durante 15 anos e 6 meses. Além disso, poderá sair do programa se houver falência ou imposição de medida cautelar fiscal contra o contribuinte, caso deixe de pagar três parcelas seguidas ou seis alternadas, não pague a última parcela; for constatado esvaziamento patrimonial para fraudar o cumprimento do parcelamento e caso não pague os impostos que vençam após a adesão ao Relp ou não deposite o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). É preciso ainda desistir de recursos administrativos e de ações na Justiça contra o governo, mas não precisará pagar os honorários advocatícios de sucumbência. No entanto, garantias reais dadas administrativamente ou em ações de execução fiscal continuam valendo.

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Bahia: Zara vai indenizar homem acusado de roubar mochila comprada por ele

25 de abril de 2022, 15:01

Três meses depois de terem sido acusados de injúria racial, a varejista de roupas Zara e o Shopping da Bahia fecharam um acordo extrajudicial com o estudante estrangeiro e negro Luiz Fernandes Júnior, 28, para que ele não leve um processo judicial adiante (Foto: Reprodução)

Três meses depois de terem sido acusados de injúria racial, a varejista de roupas Zara e o Shopping da Bahia fecharam um acordo extrajudicial com o estudante estrangeiro e negro Luiz Fernandes Júnior, 28, para que ele não leve um processo judicial adiante. Nascido em Guiné-Bissau e morador de São Francisco do Conde, onde cursa mestrado na Unilab (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira), Fernandes registrou boletim de ocorrência policial após ser discriminado por uma atendente da loja e por um segurança do shopping em 28 de dezembro do ano passado. Na ocasião, ele foi acusado de ter furtado uma mochila que havia acabado de comprar por R$ 329. Segundo o advogado de Fernandes, Thiago Thobias, o acordo foi celebrado no dia 7 de abril. "Em 22 anos atuando na defesa de vítimas de racismo, esse é um caso inédito pra mim por três motivos: é a primeira vez que eu vejo uma empresa tomar a iniciativa de fazer um acordo extrajudicial, realizar esse acordo em tempo recorde e ainda por cima indenizar a parte ofendida com um valor muito superior ao que a Justiça brasileira costuma arbitrar", declarou. O termo de confidencialidade do acordo impede que as partes revelem o valor da indenização. À época do ocorrido, Thobias afirmou ao UOL que pediria R$ 1 milhão às empresas acusadas a título de "indenização civilizatória". Em entrevista ao UOL, Fernandes comentou o acordo. “Uma notícia negativa como essa, espalhada pelo mundo, afeta a imagem e interfere nos lucros. Não ia sair barato, então eles tiveram que refletir e olhar para o valor humano", disse Luiz Fernandes Júnior. Zara zerou Como parte do acordo, Luiz Fernandes Júnior se compromete a cessar qualquer ação individual contra as empresas. Mas a varejista o centro de compras continuam respondendo na esfera cível à ação coletiva proposta pela Educafro. "É um processo por danos coletivos, pois entendemos que foram causados danos não somente aos indivíduos, mas a toda a comunidade negra", disse o diretor executivo da entidade, Frei David Santos. A ação civil pública foi movida pela Educafro devido a outra acusação de discriminação racial praticada por funcionários de uma unidade da Zara em Fortaleza, em setembro de 2021. Na ocasião, a delegada Ana Paula Silva Santos Barroso denunciou ter sido impedida de entrar na loja sem justificativa. A Zara alegou que ela estava sem máscara e consumindo um sorvete. Ana Paula contestou a informação e argumentou que o gerente da loja atendeu antes dela outra cliente sem máscara. O caso ganhou repercussão após o delegado-geral da Polícia Civil do Ceará, Sérgio Pereira dos Santos, descobrir que a loja anunciava o código "Zara zerou" pelo alto-falante para informar aos funcionários quando pessoas negras entravam no estabelecimento. Segundo ele, a informação foi dada em depoimento por uma ex-funcionária da Zara. A empresa negou a existência do código. Além do processo movido pela Educafro, a Zara responde a outra ação civil pública promovida pelo Coletivo Cidadania Antiracismo e Direitos Humanos, em nome do Coletivo de Advogados em Nome da Democracia e da Soeu Afrobrasileira. Procurada pela reportagem do UOL para esclarecer por que firmou acordo com Fernandes e não com Ana Paula, a Zara declarou, por meio de sua assessoria de imprensa no Brasil, que não vai se manifestar sobre o assunto. Já o Shopping da Bahia confirmou em nota "que os envolvidos no caso chegaram a um entendimento, mas este exige confidencialidade". "O Shopping da Bahia reitera seu papel de combater qualquer tipo de discriminação e mantém um trabalho contínuo de conscientização e reeducação de todos os colaboradores, dada a importância e a urgência desse tema", informou. Fui entender o que é racismo no Brasil, diz guineense vítima de discriminação na Zara Banzo À época do ocorrido, Luiz Fernandes Júnior relatou que foi abordado no banheiro do Shopping da Bahia por um segurança que o acusou de ter roubado uma mochila. Mesmo comprovando que havia comprado o produto, foi levado de volta até a loja. “Eu dizia que tinha como provar que paguei pela mochila, mas ele não queria saber. Disse que eu tinha roubado e foi ficando com o tom de voz cada vez mais agressivo. Senti que ele podia atirar em mim ali mesmo, dentro do banheiro, e depois justificar que eu tentei atacá-lo. Senti medo de morrer. Nem terminei o que eu estava fazendo, vesti minhas calças e sai para o corredor em busca de um lugar onde outras pessoas pudessem testemunhar o que estava acontecendo”. O psiquiatra Lucas Mendes de Oliveira avaliou o quadro médico de Fernandes. Para resumir o estado de espírito inicial do paciente, ele usou a palavra "banzo", expressão utilizada para definir a apatia profunda que levava os negros africanos escravizados e transportados para terras distantes à inanição, à loucura e até mesmo ao suicídio. Em um relatório, porém, Oliveira constatou que o estudante sofre de uma "síndrome depressiva atípica com sinais de estresse pós-traumatico". Ele atestou que havia "sintomas de síndrome depressiva, com importante componente de desatenção, desesperança e desvalia, considerando desistir de suas atividades acadêmicas e laborais", além de "insônia inicial grave, pensamento ruminativo com a sensação de revivência do episódio traumático, evitação de ambientes que rememorassem o evento (shopping ou lojas similares), prejuízo na memória, inapetência com perda de peso". Desde o ocorrido, Fernandes não conseguiu retomar o mestrado na Unilab. A data de entrega da dissertação expirou e ele entrou com um recurso administrativo para abrir um prazo extra. "É difícil esquecer quando a gente é humilhado e destratado. É difícil esquecer que desfizeram da minha luta e do meu dinheiro suado que eu tinha economizado pra comprar ali", lamenta. Para o psiquiatra Oliveira, o sofrimento causado pela injúria racial é comparável ao tipo de estresse pós-traumático vivenciado por comissárias de bordo. "Essas pessoas passam 10, 20 anos sendo obrigadas a manter a calma dos passageiros durante períodos de turbulências. Um dia, elas passam por uma turbulência maior e não conseguem mais voltar a voar porque esse evento, mais agudo, funcionou como um gatilho para as dezenas de traumas que elas tiveram de reprimir", explica. Com a injúria racial, explica o especialista, não é diferente. Somente depois de um evento mais agudo é que o indivíduo percebe que foi vítima de uma série de infortúnios provocados não por sua própria responsabilidade, mas pelo preconceito alheio, diz Oliveira. Essa tomada de consciência, é um momento de muita dor e revolta e o trabalho do profissional de saúde mental é conduzir o paciente a um lugar de vítima, mas não de vitimização, continua o psiquiatra. Para ele, a indenização financeira é fundamental no processo de cura. "Num país em que a gasolina custa R$ 8, reparação histórica é dinheiro no bolso. É uma reparação parcial, mas vai ajudar muito. O Luiz melhorou, mas ainda vai precisar de uma terapia de longo prazo". Luiz não declara quanto ganhou, mas disse que pretende usar o dinheiro da indenização para reformar a casa onde residem seus irmãos Ivete, Antônio e Elvio nos arredores de Bissau, capital da Guiné-Bissau, na costa ocidental da África. "É a única coisa que eu penso que posso fazer para agradecer minha mãe, Maria Sábado, que partiu há 15 anos e nos deixou neste mundo como seus frutos", declarou Luiz, que tem mais nove irmãos por parte de pai. O episódio reforçou na vítima um desejo que estava adormecido: resgatar o nome original de família, Abuk Masak di Makua, que ele e seus ancestrais da etnia manjaco tiveram de abandonar durante o processo de colonização portuguesa em Guiné Bissau para não perderem suas terras. UOL

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Equívocos que donos de cães cometem o tempo todo

25 de abril de 2022, 14:21

(Foto: Reprodução)

Cães são animais de estimação maravilhosos, mas treinar e cuidar deles pode ser desafiador às vezes. Queremos que nossos cães se sintam amados, mas também queremos que eles se comportem e obedeçam aos nossos comandos. Há muitos benefícios em ter um cachorro, mas também há muitas responsabilidades e, às vezes, fazemos coisas que não deveríamos, mesmo com a melhor das intenções. Dar muitas guloseimas Depender demais de petiscos e biscoitos pode acabar fazendo seu cão responder apenas à comida e nada mais. Deixar seu pet dentro do carro A temperatura dentro de um carro pode subir rápido demais e mesmo só alguns minutos no carro quente pode ser fatal para o seu cão. Esperar para punir o cachorro O mau comportamento deve ser resolvido imediatamente. Cães só associam uma punição com um comportamento quando isso é feito na hora e no local. Ficar com raiva deles depois de terem feito algo que você não gostou só vai deixar o animal confuso. Não entender quais as recompensas favoritas dele Assim como os humanos, os cães têm preferências diferentes quando o assunto são recompensas. Para alguns, brincar de bola é a melhor coisa que podem receber, outros podem ficar extremamente felizes em ganhar carinho na barriga. Usar produtos pesados de limpeza Alguns produtos de limpeza, como alvejante e amoníaco, são perigosos para cães. Os peludos podem absorver as toxinas através de suas patas ao andar pelo chão úmido, por exemplo. Não usar um cinto de segurança no seu cão Assim como nós, os cães precisam usar cintos de segurança. E, sim, pelas mesmas razões. Então, não tem desculpa. Soltar a coleira e "forçar" uma interação Dizer ao seu cão para ir brincar e fazer amigos pode ser ótimo para ele, mas também pode ser estressante. Não tem como a gente saber, então é melhor apresentá-lo a outros cães na coleira e depois ver o que acontece. Achar que o cachorro rói seus sapatos por vingança Isso geralmente é um sinal de ansiedade de separação e não tem nada a ver com vingança. Dar comida do seu prato para o cachorro Isso não só cria um mau hábito, como também aumenta o risco de alimentar seu cão com algo que ele não deveria comer. Alguns alimentos, inclusive, são perigosos para cães. Alimentar demais o animal Quando usamos a comida como maneira de dar mais amor ao cão, isso pode ter consequências negativas. Há outras maneiras de demonstrar afeto pelo seu amigo de quatro patas e que evitam que ele fique acima do peso. Passar sermão no cão Dizer ao seu cão "não faça isso de novo" e dar palestras a ele sobre o que é certo ou errado, raramente é eficaz. Cães respondem a pistas simples, boas ou ruins. E isso deve ser feito no local em que acontece. Nunca deixar o cachorro correr solto Os cães também precisam de exercícios vigorosos e brincadeiras fora da coleira. Corra, cachorrinho, corra! Não colocar um microchip no seu filhote Isso é muito importante, especialmente se seu peludo se perder. Um microchip pode salvar a vida do seu cão. Não registrar o microchip Igualmente importante é garantir que o microchip do seu cão seja registrado onde possa ser útil. Existem vários bancos de dados, dependendo de onde você mora. Confortar o cão quando ele chora Nosso instinto diz que temos que consolar nossos cães imediatamente, mas cães podem entender isso como uma recompensa associada a estarem assustados. Superestimar a inteligência do seu cão Sim, seu cachorro pode ser muito inteligente. Mas ter a inteligência de uma criança humana de três anos não vai mantê-lo seguro o tempo todo. Apesar de serem inteligentes, eles ainda são cães e precisam ser cuidados por seus donos. Mandar o cão parar de latir Gritar com seu cachorro para ele parar de latir, às vezes, pode ter o efeito oposto. Seu cachorro pode pensar que você está brincando e latir ainda mais alto. Desistir do treinamento antes do tempo Treinamentos de comando podem ser cansativos, mas consistência é fundamental. Não acredite que seu cachorro não consegue aprender. Qualquer cão, de qualquer idade, consegue. É só não desistir. Esfregar o nariz do seu cachorro nas suas necessidades Esfregar o focinho do animal nas necessidades feitas fora do lugar é um conselho de treinamento bastante ultrapassado e que raramente funciona. O cachorro simplesmente se sentirá ansioso e provavelmente não vai fazer a conexão. Não colocar o animal no testamento É importante pensar no que pode acontecer com seu cachorro depois que você se for. Reforçar o mau comportamento Se você rir e acariciar seu cachorro quando ele ou ela faz algo errado (mesmo que possa ser engraçado), você está basicamente dizendo ao seu cão que está tudo bem fazer isso. Se eles recebem atenção por mau comportamento, é provável que o repitam. Transformar o treinamento com a coleira numa coisa ruim Cachorros devem aprender e gostar de andar de coleira. O treinamento com a coleira não deve ser uma coisa ruim. Pode ser desafiador às vezes, mas não é de forma alguma uma maneira de punir seu cão. Dar petiscos para os dentes ao invés de escovar os dentes Lanches dentários podem ajudar a manter o acúmulo de placa e tártaro à distância, mas eles não substituem a escovação. Dar um brinquedo ao seu cachorro depois dele ou dela mastigar seus sapatos Dar um brinquedo ou um osso ao seu cão para distraí-lo não é o ideal, pois você está reforçando o mau comportamento. Então é provável que eles repitam. O certo é brigar com ele, tirar o sapato e, depois de alguns minutinhos, dar o brinquedo. Negligenciar os passeios diários Os cães precisam passear diariamente ao ar livre e curtir o passeio. Os tutores tem a tendência de fazer passeios mais curtos ou parar completamente quando estão mais ocupados ou cansados, mas é importante não negligenciar as saídas. Notícias ao Minuto

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Jacobina receberá a turnê do Projeto “Um Quarteto na Estrada”

25 de abril de 2022, 13:47

Jacobina receberá o recital no próximo dia 30, na Praça do CEU, com entrada franca (Foto: Notícia Limpa)

O recital do quarteto de cordas acontecerá no dia 30 (sábado) às 20h, no Anfiteatro da Praça do CEU - Centro de Esportes e Cultura Unificado, com entrada gratuita. O Quarteto Mussurunga vai circular por cinco cidades da Bahia com recitais de música de concerto e atividades de formação em projetos socioculturais que trabalham com música orquestral. A primeira apresentação do grupo aconteceu na cidade de Vitória da Conquista (22/04), depois Conceição do Coité (26/04), Feira de Santana (28/04), Serrinha (29/04) e Jacobina no próximo dia 30. Os recitais e atividades de formação do projeto serão oferecidos gratuitamente ao público. Por isso os interessados devem enviar mensagem pelo WhatsApp 75 99190-0653 ou pelo Instagram @quartetomussurunga. O grupo musical do projeto é formado por alunos e ex-estudantes da Escola de Música da Universidade Federal da Bahia (EMUS - UFBA) que buscam compartilhar os conhecimentos acadêmicos com praticantes de música em cidades com pouco acesso ao ensino de música de concerto. O Quarteto Mussurunga é formado pelos violinistas @uiler e @andresilviolin02, a violista @laisguimaraesviola e a violoncelista @let_ferr, que acreditam na música como importante ferramenta de compartilhamento de vivências e informações constantes, principalmente com outras pessoas que não tem o mesmo acesso ao ambiente musical acadêmico. O projeto foi contemplado pelo Edital Setorial de Música 2019 com apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia.

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Doação de sangue regular pode remover ‘produtos químicos para sempre’ tóxicos do corpo, segundo estudo

25 de abril de 2022, 11:34

A doação regular de sangue pode ajudar a reduzir os níveis de alguns compostos químicos sintéticos tóxicos (Foto: Reprodução)

A doação regular de sangue pode ajudar a reduzir os níveis de alguns compostos químicos sintéticos tóxicos conhecidos como “produtos químicos para sempre” que persistem no corpo, de acordo com um novo estudo. Esses produtos químicos, conhecidos como PFAS ou “substâncias alquílicas per e polifluoradas”, são encontrados em objetos domésticos comuns, como panelas antiaderentes, materiais e tintas resistentes a manchas ou água, bem como tapetes e roupas, e foram implicado em uma série de resultados adversos à saúde. As espumas de combate a incêndios tradicionais também contêm PFAS, e estudos mostraram que os bombeiros têm níveis mais altos de PFAS em amostras de sangue do que a população em geral. Pesquisas anteriores mostraram que esses produtos químicos, como o nome sugere, quase nunca se degradam naturalmente. Eles podem afetar os pulmões, causando asma, e são conhecidos por serem potencialmente cancerígenos. Estudos também associaram o PFAS a uma resposta imune prejudicada, obesidade, alterações na função hepática e uma série de outras doenças. “Elas [firefighters] dizer ‘não queremos esses produtos químicos em nosso corpo, não queremos ser cobaias para ver o que vai acontecer conosco em 10, 20, 30 anos. Vamos tirá-los’”, disse o coautor do estudo, Mark Taylor, à ABC News. Um novo estudo com cerca de 300 bombeiros australianos sugeriu que doações regulares de sangue e plasma sanguíneo podem ajudar a eliminar esses produtos químicos nocivos do corpo. Na pesquisa, publicada na semana passada no Diário Rede JAMA aberta os cientistas avaliaram 285 funcionários e contratados do Fire Rescue Victoria que tinham níveis elevados de sulfonato de perfluorooctano (PFOS) – um tipo comumente detectado de PFAS usado em algumas espumas de combate a incêndios. Os participantes tinham níveis séricos de PFOS de 5 nanogramas por mililitro (ng/mL) ou mais, eram elegíveis para doar sangue e não haviam doado sangue nos três meses anteriores ao estudo. Pesquisadores, incluindo os da Universidade Macquarie, na Austrália, designaram aleatoriamente 95 participantes para doar plasma a cada seis semanas, 95 para doar sangue total a cada 12 semanas e os outros 95 como grupo de controle a serem observados por 12 meses. Eles analisaram os níveis de PFAS dos participantes em quatro intervalos: uma vez no recrutamento, depois no início do estudo, após 12 meses após o plano de tratamento e novamente três meses depois. A doação de plasma foi considerada a intervenção mais eficaz, reduzindo os níveis séricos médios de PFOS em 2,9 ng/mL em comparação com uma redução de 1,1 ng/mL com a doação de sangue – “uma diferença significativa” de acordo com os cientistas. “A doação de plasma foi mais eficaz, resultando em uma redução de aproximadamente 30% nas concentrações médias de PFAS no soro sanguíneo durante o período de teste de 12 meses”, escreveram em A conversa. Os pesquisadores explicaram que a redução nos níveis dos produtos químicos tóxicos era provável porque os PFAS estão ligados a proteínas encontradas principalmente no soro. “Este estudo fornece o primeiro caminho para que os indivíduos afetados removam o PFAS de seus corpos e corrijam os efeitos de sua exposição ao PFAS”, observaram os cientistas. A doação de plasma provavelmente foi mais eficaz do que a doação de sangue, já que os bombeiros do primeiro grupo doavam sangue a cada seis semanas, enquanto os do segundo grupo doavam a cada 12 semanas, explicaram os pesquisadores. “As concentrações de PFAS no plasma também são cerca de duas vezes maiores do que as concentrações de PFAS no sangue, o que pode tornar a doação de plasma mais eficiente na redução da carga corporal de produtos químicos de PFAS”, acrescentaram. No entanto, os cientistas disseram que mais pesquisas são necessárias para determinar a frequência e os volumes ideais de doações que podem ser eficazes para reduzir o PFAS, “equilibrando a eficácia do tratamento com os obstáculos às doações frequentes”. Quanto aos receptores desses componentes sanguíneos doados, eles dizem que nenhum limite de PFAS foi identificado como representando um risco aumentado. “Nosso estudo não investigou esse risco, mas as autoridades de sangue devem continuar monitorando os possíveis efeitos do PFAS na saúde e considerar quaisquer implicações de níveis elevados de PFAS em doadores de sangue”, escreveram. Mais pesquisas também eram necessárias para entender os efeitos clínicos da redução dos níveis de PFAS no corpo. “Os bombeiros muitas vezes colocam a saúde e a segurança dos outros antes de sua própria saúde, por isso é gratificante que os resultados desta pesquisa possam ser usados ​​para melhorar a saúde dos bombeiros que adquiriram altos níveis de PFAS por meio de trabalho comunitário vital”, disse Mick Tisbury, chefe assistente de bombeiros no Fire Rescue Victoria. G7

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Feto em múmia egípcia apresenta ótimo estado de conservação

25 de abril de 2022, 11:24

A múmia da “Senhora Misteriosa” – por enquanto, o único caso conhecido de uma grávida embalsamada (Foto: Reprodução)

Pesquisadores poloneses do Projeto Múmia de Varsóvia, que revelaram em artigo divulgado em abril de 2021 que a múmia de uma mulher do Antigo Egito estava grávida, anunciaram no início de 2022 novas informações sobre o caso. As conclusões foram publicadas online na revista Journal of Archaeological Science. A múmia da “Senhora Misteriosa” – por enquanto, o único caso conhecido de uma grávida embalsamada – foi retirada do Egito em 1826. Integrante da comunidade tebana, a mulher foi mumificada cuidadosamente e adornada com amuletos há mais de 2 mil anos. Os pesquisadores calcularam que, quando ela morreu, tinha entre 20 e 30 anos de idade; seu feto contava entre 26 e 30 semanas. Útero imaculado Segundo os pesquisadores, a mulher não morreu no parto. Ela foi preservada com natrão, um tipo de sal encontrado em leitos de lagos secos. Usado na mumificação de cadáveres, o natrão não apenas seca o corpo como também funciona como desinfetante, impedindo que as bactérias comam os restos mortais. Como as pessoas que mumificaram os restos mortais não tocaram no feto, o útero permaneceu imaculado. O quadro geral fez com que os níveis de pH do sangue caíram, o que tornou o sangue do feto mais ácido conforme as concentrações de amônia e ácido fórmico aumentaram. Com isso, os ossos foram mineralizados. Como o útero permaneceu hermeticamente fechado, o feto foi conservado, preservado com sua mãe. Ainda não se sabe por que os mumificadores optaram por manter o feto no corpo, uma vez que todos os outros órgãos foram removidos na mumificação. Segundo os pesquisadores, a “Senhora Misteriosa” guarda outros segredos a serem revelados. IstoÉ

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Confira em quais estados você tem mais chance de ser atingido por raios

25 de abril de 2022, 10:21

O Brasil é campeão mundial de raios. Em média, são mais de 77 milhões de descargas por ano caindo no país. (Foto: Reprodução)

Santa Catarina, Rio de Janeiro e Tocantins tiveram as maiores densidades de raios do país nos três meses de verão de 2022, segundo índice produzido, pela primeira vez, pelo grupo Elat (Eletricidade Atmosférica) do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). O novo índice faz a relação entre o número de raios que incidem sobre um estado e a área da unidade federativa. A importância desse tipo de dado, segundo Osmar Pinto Jr., coordenador do Elat, é alertar para o risco de uma pessoa ser acertada. m teoria, quanto maior o valor, maior a chance de ser atingido por uma descarga elétrica. Mas, claro, há diversos outros elementos que impactam essas chances de ser acertado, como o número de habitantes, hábitos locais e nível de conscientização da população. Dessa forma, o índice conta uma parte da história. De toda forma, o Elat estima que, no último verão, havia uma probabilidade média de um em 20 mil em ser atingidos por um raio em SC, RJ e TO. Ao todo, os primeiros três meses deste ano tiveram 21,4 milhões de raios em todo o país (com janeiro na dianteira em questão de descargas elétricas), cerca de 11% a mais do que no verão passado. O aumento pode estar associado ao La Niña, segundo o Inpe. Os mais de 21 milhões de raios nesse período provocaram 21 mortes (dados ainda preliminares), número um pouco menor do que o registrado no verão de 2021, com 29 óbitos. "As pessoas não têm esse conhecimento", afirma Pinto Jr, sobre os riscos de ser atingido por descargas elétricas dependendo da época do ano. O pesquisador do Elat/Inpe defende uma maior conscientização sobre o assunto para a população. No Sudeste, por exemplo, o verão costuma ter a maior frequência de raios. No Sul e Norte, a primavera tem uma maior concentração de descargas elétricas, diz Pinto Jr. Isso se torna ainda mais relevante ao se considerar a quantidade de pessoas que morrem por ano no Brasil acertadas por raios, uma média de 110 (considerando o período de 2000 a 2019). No ranking mundial, isso leva o país à sétima colocação, segundo Inpe. Quando se fala em raios atingindo o solo, logicamente o problema mais grave são as mortes. Mas as descargas elétricas também são responsáveis por prejuízos financeiros ao danificar estruturas e equipamentos. O Brasil é campeão mundial de raios. Em média, são mais de 77 milhões de descargas por ano caindo no país. E, segundo pesquisadores do Inpe, as novas dinâmicas climáticas trazidas pela crise do clima devem fazer crescer ainda mais o número de raios no Brasil. O país pode chegar a cerca de 100 milhões anuais. No cenário intermediário de redução de emissões de gases-estufa projetado pelo IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), de 2081 a 2100, a região Norte pode ter um aumento de até 30% no registro de raios. Em seguida, aparecem Centro-Oeste (24%) e Sudeste (18%). Até nos melhores cenários de aquecimento global -difíceis de serem alcançados com o ritmo de emissões e com os planos para os próximos anos--, os aumentos no Norte, Centro-Oeste e Sudeste ficam acima ou muito próximos a 10%. Segundo Pinto Jr, a ideia é, a cada três meses, apresentar o índice de densidades raios atualizado e, assim, conseguir acompanhar as mudanças de dinâmicas de raios pelo país com o passar das estações e com o avanço da crise do clima. COMO SE PROTEGER Segundo o pesquisador do Inpe, a principal maneira de evitar tragédias com raios é a partir da informação. Em tempestades, por exemplo, o indicado é evitar o uso de equipamentos que estejam ligados à rede elétrica e também não ficar perto de tomadas dentro de casa. Outra indicação é não usar telefone com fio ou um celular que esteja conectado ao carregador. Banhos em chuveiros elétricos, proximidade com janelas e portas metálicas e com torneiras e canos também deve ser evitada. Mesmo prédios com para-raios não estão totalmente protegidos. Durante tempestades, vale procurar abrigo e não ficar em áreas abertas ou próximo a corpos de água. Folhapress

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Papa pede coragem a líderes mundiais para defender paz na Ucrânia

24 de abril de 2022, 10:20

Papa exibe bandeira da Ucrânia (Foto: VaticanNews)

O papa Francisco pediu neste domingo (24) coragem para que o mundo inteiro defenda a paz na Ucrânia e fez um apelo aos líderes políticos, sem citá-los diretamente, para que escutem o povo que clama pelo fim do conflito. "Peço a todos que rezem pela paz e tenham a coragem de dizer que a paz é possível. Que os líderes políticos ouçam a voz das pessoas que querem a paz e não uma escalada do conflito", disse o Pontífice na recitação da oração Regina Coeli, que substitui o Angelus no período Pascal. O líder da Igreja Católica destacou que "hoje várias igrejas orientais católicas e ortodoxas e também várias comunidades latinas celebram a Páscoa segundo o calendário juliano e lembrou que a guerra russa na Ucrânia já completou dois meses. "Em vez de parar, a guerra se intensificou. É triste que nestes dias, que são os mais santos e solenes para todos os cristãos, o barulho mortal das armas é ouvido mais do que os sinos anunciando a Ressurreição [de Jesus Cristo]. E é triste que as armas estejam substituindo a palavra", lamentou. Francisco reiterou seu apelo por uma trégua na Páscoa ortodoxa, um "sinal mínimo e tangível de desejo de paz". "Pare o ataque para atender ao sofrimento da população exausta", enfatizou ele aos fiéis na Praça São Pedro, no Vaticano, pedindo paz a todos. O Santo Padre tem expressado frequentemente a sua preocupação com a guerra desencadeada com a invasão russa na Ucrânia desde o dia 24 de fevereiro, tendo chegado a propor a mediação do Vaticano. Além disso, Jorge Bergoglio condenou o "massacre" contra a população civil e desistiu de realizar um encontro com o primaz da Igreja Ortodoxa Russa, Cirilo.

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Prefeitura de Caém reabre creche e entrega equipamento totalmente reformado e ampliado aos moradores de Bom Jardim e Monteiro

24 de abril de 2022, 10:05

Uma noite de festa para as populações das comunidades que irão ser beneficiadas com a nova creche (Foto: PMC)

Uma noite de festa para os moradores das comunidades de Bom Jardim e Monteiro, no município de Caém. Depois de ser fechada pela gestão anterior e ter seus mobiliários retirados, o Centro Municipal de Educação Infantil Mãe Bebé (Anexo Professora Licinha) é entregue novamente à população, totalmente reformado, ampliado e com novos mobiliários. Quando do seu fechamento, as famílias das duas localidades, que somam cerca de mil habitantes, estavam desprovidos de um local adequado para deixar seus filhos enquanto trabalhavam, situação que gerou muita reclamação e indignação. A creche irá atender mais de 40 crianças, com idades de um a três anos. A Prefeitura de Caém, através da Secretaria de Educação, entregou o mais novo equipamento social do município na noite deste sábado (23), com as presenças das famílias que serão beneficiadas, o prefeito Arnaldo Oliveira (Arnaldinho), o secretário de Educação, Ronaldo Alves, vereadores e outras autoridades. Para o prefeito Arnaldinho, a entrega da creche totalmente reformada e ampliada é motivo de alegria para sua gestão, compromissada na melhoria da qualidade de vida da população. “Mais um compromisso cumprido. Hoje é um dia de muita alegria não só para a população do Bom Jardim e Monteiro, mas em especial pra mim. Temos buscado fazer um trabalho voltado para o social, visando a melhoria da qualidade de vida da nossa gente. Até o último dia do nosso mandato iremos trabalhar intensamente para retribuir a confiança que nos foi depositada por nosso povo”, salientou o prefeito. Abandonada pela gestão anterior, o equipamento deixou de atender mais de 40 famílias por mais de 4 anos

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ANTT anuncia suspensão de todas as linhas da viação Itapemirim

20 de abril de 2022, 11:01

Em nota, a ANTT informou que a decisão de suspender as linhas foi tomada "em virtude de dificuldades operacionais do transporte rodoviário de passageiros da empresa" (Foto: Reprodução)

 A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) anunciou a suspensão de todas as linhas de ônibus da Viação Itapemirim. A decisão foi publicada na edição de hoje do DOU (Diário Oficial da União). A portaria publicada é uma medida cautelar, ou seja, provisória, tomada pelo superintendente de Fiscalização de Serviços de Transporte Rodoviário de Cargas e Passageiros da agência, Felipe Ricardo da Costa Freitas e vale "até a decisão do mérito de processo administrativo ordinário ou até que seja cadastrada frota compatível com as linhas a serem reativadas", diz trecho do texto publicado no DOU. O texto informa ainda que a empresa tem permissão para realizar viagens já vendidas por 30 dias, contados a partir de hoje. Em nota, a ANTT informou que a decisão de suspender as linhas foi tomada "em virtude de dificuldades operacionais do transporte rodoviário de passageiros da empresa". "Essa medida visa assegurar a segurança dos usuários e manter a adequada prestação de serviço de passageiros. A Itapemirim deverá observar os direitos dos passageiros, inclusive com o reembolso de passagens, quando solicitado, ou então remanejamento para outras empresas", diz ainda o comunicado. O UOL procurou a assessoria de imprensa da Itapemirim e aguarda retorno. Em 31 de março, a ANTT já havia suspendido a maioria das linhas regulares da empresa, mas manteve 26 delas, incluindo rotas que partem de São Paulo e Rio de Janeiro para cidades do Nordeste. Bloqueio de bens O TJ-SP (Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo) determinou anteontem o bloqueio de bens do empresário Sidnei Piva de Jesus, do Grupo Itapemirim, e de todas as empresas abertas por ele desde o início da aprovação do plano de recuperação judicial do grupo, em 2016. A decisão busca garantir que o patrimônio não seja dilapidado e garantir o pagamento de credores. A Justiça também decretou o bloqueio das contas de Silvana dos Santos Silva, mulher de Piva. O Grupo Itapemirim está em recuperação judicial desde 2016, com dívidas tributárias de quase R$ 2 bilhões. Credores têm reclamado que o plano não está sendo cumprido e que a empresa desviou dinheiro das empresas para financiar a sua companhia aérea, Ita Transportes Aéreos. A Ita começou a operar em junho de 2021, mas suspendeu as operações pouco tempo depois, em dezembro, às vésperas do Natal e Ano-Novo. Na decisão, o juiz João de Oliveira Rodrigues Filho, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais, diz estar preocupado com "eventual dilapidação de patrimônio e eventual conduta do sócio na gestão dos recursos e patrimônio das recuperandas". Em fevereiro, a Justiça já havia determinado o afastamento de Sidnei Piva do comando do Grupo Itapemirim, além do uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de deixar o país. Mas, cerca de um mês depois, a 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do TJ-SP revogou a decisão anterior, e Piva conseguiu o direito de voltar ao comando da Itapemirim. Folhapress/UOL

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A boa escolha nunca foi tão necessária

19 de abril de 2022, 15:47

*Por Gervásio Lima. - A escolha é uma opção individual, uma decisão, um querer que geralmente é acompanhado de sentimentos positivos, da vontade de acertar. Mas, como nem sempre o que se espera acontece da maneira que se gostaria, a probabilidade de acontecer o esperado pode ser na mesma proporção do inesperado.  Manifestar uma preferência pensando em tirar proveito de tal intento é uma atitude egoísta e muito perigosa, com consequências imprevisíveis, principalmente quando envolve o coletivo. A predileção pode até ser algo pessoal, mas é preciso que aconteça de forma consciente, sem paixão e com atenção para não ser persuadido ou influenciado por falácias.  Nada melhor que seguir exemplos, já que o 'ver para crer' não se aplica quando está em jogo a qualidade de vida, a harmonia e a empatia. Conhecer aquilo onde se irá depositar a confiança diminuirá o risco de cometer erros e de se decepcionar.  Sempre que puder é bom recorrer aos ditados populares para justificar alguma posição, portanto não custa nada lembrar que ‘macaco velho não mete a mão em cumbuca’ e ‘caldo de galinha e precaução não fazem mal a ninguém’. É bom lembrar também que ‘visitantes sempre dão prazer, senão quando chegam, pelo menos quando partem’.  Em um mundo cada vez mais concorrido, as relações humanas estão sendo desprezadas e muitas vezes substituídas por comportamentos egocêntricos, com pessoas sem humildades, incapazes de admitir erros e treinadas apenas para apontar as falhas alheias, disseminando a discórdia, o ódio e a violência entre os semelhantes. Indivíduos cruéis, capazes de praticar atitudes desumanas e abomináveis.  A compaixão não se aplica, enquanto o mal se amplia. Portanto nunca foi tão necessário buscar construir e disseminar alegria e felicidade, principalmente nos ambientes mais hostis.  Todas as boas escolhas inevitavelmente irão contribuir para tornar o mundo verdadeiramente melhor para se viver, com uma sociedade mais justa e igualitária.  Forte é o povo!  *Jornalista e historiador  

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Salvador escravista: As descobertas do mapa da escravidão baiana

19 de abril de 2022, 09:31

Os historiadores envolvidos com a iniciativa pretendem mapear a cidade atrás de homenagens controversas, homenagens reparadoras e lugares esquecidos da história local (Foto: Reprodução)

Primeira capital do Brasil, Salvador é um centro cultural de imensa importância histórica. Para revisitar esse passado e dar uma voz à população negra, pesquisadores criaram o Salvador Escravista, site que pretende ampliar a compreensão do papel de diferentes indivíduos no desenvolvimento de uma sociedade marcada por desigualdade e racismo. Desta maneira, os historiadores envolvidos com a iniciativa pretendem mapear a cidade atrás de homenagens controversas, homenagens reparadoras e lugares esquecidos da história local, onde episódios importantes para a população negra ocorreram e não recebem devida atenção. Em entrevista à BBC News Brasil, Felipe Azevedo e Souza, integrante do Programa de Pós-Graduação em História da UFBA e um dos idealizadores do projeto, afirmou que a Salvador Escravista não quer somente sugerir a mudança de nomes de ruas. "O que queremos é um debate maior sobre políticas públicas voltadas à memória da cidade, que sejam mais democráticas e plurais", pontuou. Conheça algumas das histórias levantadas pela iniciativa. O traficante de escravos que originou culto do Senhor do Bonfim Nascido em Portugal, Teodósio Rodrigues de Faria foi capitão de navio mercante. Estabeleceu-se em Salvador até 1757, ano de sua morte. Nada se conhece sobre sua vida anterior a 1735, ano que chegou ao Brasil, e o que se sabe possui relação com sua devoção ao Senhor do Bonfim, de quem levou para a capital baiana uma imagem. Sua devoção e o dinheiro que investiu na igreja lhe renderam destaque na irmandade do Senhor do Bonfim. Foi enterrado dentro da igreja, um dos principais cartões postais da cidade. Ele também dá nome à praça em frente da igreja e a uma rua nas proximidades. Mas a pesquisa da Salvador Escravista mostrou foi que Teodósio atuou intensamente no tráfico de africanos, detalhe geralmente omitido sobre ele. Elevador Lacerda foi erguido com dinheiro do comércio ilegal de africanos Outro importante ponto turístico da capital, o Elevador Lacerda foi inaugurado em 1873, com o objetivo de ligar as partes alta e baixa da capital da Bahia. Construído com o nome de Elevador Hidráulico da Conceição, mudou de nome em 1896, para homenagear seu idealizador. De acordo com os historiadores do Salvador Escravista, a obra não teria sido realizada sem a riqueza acumulada pelo pai de Lacerda no tráfico ilegal de africanos, inclusiva após a proibição por lei. De acordo com a historiadora Silvana Andrade dos Santos, em entrevista à BBC, Lacerda Pai era sócio em embarcações utilizadas em fretamentos para viagens negreiras à África no final da década de 1830, portanto, depois da proibição definida em 1831. O lucro obtido foi utilizado em muitas obras no estado, além da educação dos filhos. Barão de Cotegipe foi opositor à abolição Conhecido como figura relevante em todo o país, nome de ruas em cidades de vários estados e até marca de erva mate, João Maurício Wanderley, o Barão de Cotegipe, foi um dos principais antagonistas da princesa Isabel na questão da abolição. Segundo a Salvador Escravista, o barão foi o escravocrata mais poderoso do período final do Império, tomando medidas em prol da perpetuação da escravidão. Entre as medidas defendidas por Cotegipe, propôs a lei dos Sexagenários e foi contra o fim da pena de açoite aos escravizados. Durante a regência da princesa Isabel, tornou-se presidente do Conselho de Ministros, uma espécie de primeiro-ministro, e comandou a forte e violenta repressão às manifestações pela abolição. Pressionado, chegou a renunciar a seu cargo, mas voltou ao Senado para votar contra a lei Áurea, em 1888. Mega Curioso

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