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Conheça o Cessna 550, modelo de avião que caiu na Bahia vitimando Tuka Rocha, Maysa Mussi e Marcela Elias

18 de novembro de 2019, 13:47

Cesna Citation 550, um avião bimotor de classe executiva considerado de médio porte, com motorização turbofan e com capacidade para transportar confortavelmente sete ou oito passageiros.

Um trágico acidente aéreo ocorrido no último dia 14 vitimou até o momento 3 dos 11 passageiros que estavam a bordo. Na manhã deste domingo (17), foi confirmada a morte de Tuka Rocha, profissional com longa passagem pela Stock Car. O piloto não resistiu aos ferimentos sofridos durante acidente aéreo no sul da Bahia, em Maraú. Atendido com 80% do corpo queimado e complicações pulmonares, Tuka de 36 anos morreu em Salvador. Na noite deste sábado, 16, em Salvador, a segunda vítima do acidente com o jato que caiu em Barra Grande, na Bahia, Maysa Marques Mussi, de 27 anos, veio também a falecer. Ela estava internada no Hospital Geral do Estado (HGE), na capital baiana, depois de ter sido transferida do Hospital do Subúrbio, onde estava internada desde o dia do acidente. A informação foi confirmada pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab). O acidente já havia causado a morte da irmã de Maysa, a jornalista Marcela Brandão Elias, de 37 anos, nora do decorador Jorge Elias. O corpo dela, que ficou carbonizado, foi levado ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Ilhéus. Mas qual era o modelo da aeronave que transportava a todos no momento da queda? O modelo Cesna Citation 550 é um avião bimotor de classe executiva considerado de médio porte, com motorização turbofan e alcance de 2,1 mil quilômetros tem capacidade para transportar confortavelmente sete ou oito passageiros. O Cesna Citation 550 é considerado um clássico da aviação executiva, uma aeronave confortável e com capacidade para transportar até sete ou oito passageiros em viagens interestaduais e, em vários casos, até internacionais dentro de um mesmo continente. A maioria das unidades fabricadas nas décadas de 1970, 1980 e 1990 está bem conservada e em condições de voo. Criado, desenvolvido e fabricado nos Estados Unidos a partir da década de 1970 pela Cessna Aircraft, que utilizou como base para sua criação e desenvolvimento o modelo de jatinho executivo Cessna Citation I, do mesmo fabricante. Os principais concorrentes do Cesna Citation 550 são os jatos executivos de médio porte Learjet 25, Learjet 35 e Mitsubishi MU-300 Diamond. Já o modelo de jato executivo de médio porte Beechjet 400A está na mesma categoria ou faixa de tamanho e alcance do Cesna Citation 550. A Cessna Aircraft é uma das maiores e mais tradicionais fabricantes de aeronaves executivas do mundo. O portfólio de produtos dela é amplo, vai desde pequenos e extremamente econômicos monomotores a pistão, como o Cessna 172 Skyhawk, por exemplo, até sofisticados jatos executivos bimotores de alta performance, de porte médio e alcance intercontinental, como o Cessna Citation Longitude. © Fornecido por Pipeify Serviços de Tecnologia da Informação e agenciamentos eireli Ela é propriedade da holding americana de indústria aeronáutica Textron Company, que controla também outras grandes e tradicionais fabricantes, como a Beechcraft Corporation, que fabrica o Beechcraft King Air, por exemplo, e a Lycoming Engines, que fabrica o motor aeronáutico a pistão Lycoming IO540, por exemplo. Ele não está na sofisticada categoria de jatos executivos intercontinentais de médio porte, mas pode ser considerado uma opção bastante razoável e até um pouco refinada e luxuosa de avião para quem precisa viajar dentro de um mesmo continente, em rotas interestaduais e internacionais. Ele tem cabine de passageiros pressurizada; trem de pouso retrátil; toalete básico no fundo da cabine de passageiros; galley na parte da frente da fuselagem, ao lado da porta principal de saída, para refeições rápidas e bebidas; corredor central na cabine de passageiros para facilitar o acesso dos passageiros aos assentos, ao toalete e à galley; ar condicionado (só funciona quando os motores estão ligados); e luzes de leitura para os passageiros; entre vários outros itens de conforto. O avião bimotor Cessna 550 transportava amigos e parentes para um final de semana na Bahia. A bordo estavam: Eduardo Trajano Elias (filho da Lucila e do Jorge, o viúvo), Marcela Brandão Elias (vítima fatal) o filho deles, Eduardo Brandão, de 6 anos, Tuka Rocha (ex piloto de stockcar, ainda em estado grave), Maysa Mussi, Eduardo Mussi (irmão do deputado Guilherme Mussi), Cristiano Rocha, Marcelo Constantino Alves, Marie Cavelan, Fernando Oliveira e o piloto da aeronave, Aires Napoleão Guerra. Feridos Além das três mortes, sete ocupantes da aeronave ficaram feridos e estão internados em hospitais de Salvador. São eles: Aires Napoleão, de 66 anos, que pilotava o jato Fernando Oliveira Silva, de 26 anos, Marcelo Constantino, de 28 anos, neto do Nenê Constantino, fundador da Gol Marrie Cavelan, de 27 anos Eduardo Mussi, irmão do deputado licenciado Guilherme Mussi Eduardo Trajano Telles Elias, de 38 anos, que era casado com Marcela Brandão Elias Eduardo, de 6 anos, filho de Eduardo e Marcela INVESTIGAÇÕES SOBRE A CAUSA DO ACIDENTE O acidente ocorreu pouco depois das 14h da quinta-feira, em uma pista de pouso no distrito de Barra Grande, que pertence a Maraú, segundo informações da assessoria de comunicação da prefeitura. O jato executivo decolou do aeródromo de Jundiaí (SP), às 11h, com destino ao município baiano, segundo informações da Voe SP, que administra o terminal, e da Força Aérea Brasileira (FAB). Conforme registro da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a aeronave, um bimotor Cessna C550 fabricado em 1981, de prefixo PT- LTJ, estava em situação regular.

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Desmatamento na Amazônia bate recorde e cresce 29,5% em 12 meses

18 de novembro de 2019, 13:32

O aumento percentual desse ano é o terceiro maior da história (Foto: Reprodução)

Entre agosto de 2018 e julho de 2019 o Brasil bateu o recorde do desmatamento desta década. Foram destruídos 9762 km², um aumento de 29,5% em comparação com o ano anterior.O aumento percentual desse ano é o terceiro maior da história. Aumentos tão acentuados só foram vistos nos anos de 1995 e 1998. No primeiro, o crescimento foi de 95% e a taxa alcançou o pico histórico: 29.100 km² de área devastada. Já em 1998 o aumento do desmate foi de 31%.Os dados anuais consolidados do desmatamento da Amazônia foram divulgados na manhã desta segunda (18), em São José dos Campos, na sede do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). A divulgação teve a presença dos ministros Ricardo Salles (Meio Ambiente) e Marcos Pontes (Ciência), além de Darcton Damião, diretor interino do Inpe.Salles também anunciou o retorno do Projeto TerraClass (que qualifica o desmatamento na Amazônia Legal).Os dados de 2017 a 2018 já tinham batido o recorde da década. No período, foram destruídos 7.536 km² de floresta, o maior valor desde 2008 até aquele momento.A alta no desmatamento era aventada desde o ano passado por pesquisadores da área. Durante as eleições presidenciais, ambientalistas temiam que o discurso do então candidato Jair Bolsonaro pudesse servir de combustível para o aumento do desmate.Na campanha presidencial, Bolsonaro criticou repetidas vezes a fiscalização ambiental feita pelo Ibama e afirmou que o país tem muitas unidades de conservação e terras indígenas. Também cogitou fundir o Ministério do Meio Ambiente com o da Agricultura, mas recuou. Durante o período eleitoral, de agosto a outubro, a destruição na floresta cresceu 48,8% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Bolsonaro não diminui o tom do discurso após a vitória na eleição. Continuou a criticar os fiscais do Ibama (e exonerou o funcionário que lhe aplicou uma multa ambiental em 2012), sinalizou que deve atender os anseios de garimpeiros cujo maquinário foi destruído pelo Ibama, atacou duramente os dados de desmatamento produzidos pelo monitoramento do Inpe que já indicavam tendência de alta no desmatamento em seu mandato. O presidente afirmou que os dados sobre desmatamento da Amazônia eram incorretos, exagerados e prejudicavam a imagem do país. O presidente também sugeriu que o então diretor do Inpe, o engenheiro Ricardo Galvão, poderia estar "a serviço de alguma ONG" e que os dados crescentes de desmate não condiziam com a realidade. "Eu entendo a necessidade de preservar, mas a psicose ambiental deixou de existir comigo", disse em julho.Galvão se defendeu das críticas em entrevistas à imprensa. À Folha de S.Paulo ele disse que até poderia ser demitido, mas que o Inpe era sólido o suficiente para resistir aos ataques do governo. Ele foi exonerado em seguida. Entre outras medidas tomadas pela gestão Bolsonaro estão a transferência de órgãos do Ministério do Meio Ambiente para outras pastas e a paralisação do Fundo Amazônia, que recebia dinheiro da Noruega e Alemanha para estimular ações de controle sobre desmatamento e uso sustentável do bioma.Ainda assim, a culpa pela alta da destruição da floresta amazônica não pode ser atribuída exclusivamente ao atual presidente. A tendência de aumento da destruição é percebida desde 2012.Segundo Raoni Rajão, pesquisador da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), a elevada taxa alcançada neste ano pode ter suas origens ainda nos governos do PT e na crescente influência do agronegócio no Congresso.Mas, para Rajão, os governos petistas mantiveram uma política forte de combate ao desmatamento focada no comando e controle. Em meio a elevadas taxas de destruição, a ex- ministra do Meio Ambiente Marina Silva criou o sistema Deter (alertas de desmatamento via Detecção do Desmatamento na Amazônia Legal em Tempo Real), em 2004, para aprimorar o trabalho do Ibama na ações de contenção do desmate. Segundo ele, a situação começou a mudar no governo Dilma Rousseff. "Ela nunca tratou a questão ambiental como primordial. O Temer começa a ceder a uma série de pressões, como o decreto da Renca [que extinguiria a Reserva Nacional do Cobre Associados, na Amazônia], que ele voltou atrás, e de Jamanxim [vetando a medida provisória que reduzia o nível de proteção de parte de floresta no Pará]", afirma.O pesquisador cita a anistia a desmatadores, mantida pelo STF no Código Florestal de 2012, como um dos fatores que pode ter tido impacto no aumento do desmatamento observado nos últimos anos. "Com Bolsonaro, as ações de desmonte ambiental e o discurso ficam mais explícitos", diz Rajão.Além do desmatamento recorde entre 2018-2019, o pesquisador diz que as taxas para o próximo ano já são preocupantes, considerando que os meses de agosto e setembro apresentaram acentuados aumentos de destruição, e serão contabilizadas no Prodes 2019-2020. Rajão e outros pesquisadores estimam que o Brasil não conseguirá cumprir sua meta da Política Nacional sobre Mudança do Clima de reduzir 80% do desmatamento na Amazônia (em relação à média entre os anos de 1996 a 2005) até 2020. DIRETO DE SÃO PAULO, ​MATHEUS MOREIRA E PHILLIPPE WATANABE, FOLHAPRESS

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Novos governadores de estados em crise ainda quitam o 13º de 2018

18 de novembro de 2019, 11:16

(Foto: Reprodução)

Vários governadores que assumiram neste ano herdaram a tarefa de quitar salários antigos.   Com a geladeira vazia, porque "precisa comprar alimentos que durem toda semana", e vendendo bijuterias, a professora Jaqueline Pontes Ferreira, 52, de Porto Alegre, tem salário parcelado há 50 meses e não terminou de receber o 13º do ano passado. Como no caso gaúcho, vários governadores que assumiram neste ano herdaram a tarefa de quitar salários e o 13º não pagos em 2018. A situação mais complicada é a de Eduardo Leite (PSDB), no Rio Grande do Sul, e Fátima Bezerra (PT), no Rio Grande do Norte, que ainda não quitaram o 13º salário de 2018. Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, Gladson Cameli (PP), do Acre, e Ronaldo Caiado (DEM), de Goiás, só terminaram de pagar os atrasados neste semestre. Se a servidora Jaqueline quiser o 13º deste ano, terá de tomar empréstimo no Banrisul, o banco estadual, com o compromisso de que o juro será pago pelo estado. Não têm esse problema juízes, promotores e deputados, que recebem em dia normalmente –apenas o Executivo é prejudicado desde o início do governo anterior, de José Ivo Sartori (MDB). "Chegamos a esse ponto de desespero, de ficar feliz, de dar graças a Deus por aceitarem fazer um empréstimo do nosso próprio salário", desabafa ela, professora há 26 anos. O governo vê como principal saída para a crise uma reforma administrativa, que muda o plano de carreira dos servidores, enviada à Assembleia para votação. A reforma é rechaçada pelo funcionalismo. Professores fizeram uma paralisação na quinta-feira (14) e devem entrar em greve. Policiais civis e escrivães cruzaram os braços na última quarta e quinta (13 e 14) –os militares tiveram suas reivindicações parcialmente atendidas pelo governo. Além disso, a gestão de Leite vê a adesão ao RRF (Regime de Recuperação Fiscal) como solução para melhorar as contas. A União deixaria de cobrar a dívida por três anos, prorrogáveis por mais três –a conta será cobrada com juros no futuro. Porém, o estado já não paga a dívida desde 2017, após liminar do STF. Fátima Bezerra,  governadora do Rio Grande do Norte  No Rio Grande do Norte, Bezerra ainda não conseguiu quitar a dívida com os servidores de três folhas salariais herdadas da gestão anterior. Parte dos funcionários não recebeu, de 2018, o valor que seria de novembro, dezembro e do 13º. Pior: só em maio e junho deste ano, o governo conseguiu pagar o 13º de 2017. O passivo ainda em aberto soma R$ 855 milhões. "A folha de 2019 está em dia. Vamos pagar o 13º deste ano. Estamos garantindo isso", diz Aldemir Freire, secretário de Planejamento potiguar. Todo mês, é preciso fazer uma ginástica financeira. Na sexta (15), o governo pagou aos servidores da segurança pública, a funcionários que ganham até R$ 4.000 e 30% daquelas acima desse valor. No fim do mês, quita o restante dos servidores. Uma saída da gestão petista foi vender a folha de pagamentos para o Banco do Brasil. O estado arrecadou R$ 251 milhões com o negócio, mas havia uma dívida de R$ 100 milhões, que foi abatida. Para amenizar a crise fiscal, o estado deve comercializar parte de títulos imobiliários que a Caixa deve ao estado. Com a crise, desde o início do ano, o estado zerou investimentos com receita própria. Novas obras serão feitas com crédito do Banco Mundial. Entre outras medidas em andamento, estão revisão de contratos com fornecedores, corte de despesa com custeio, teto para empenhos e reforço na fiscalização de comércios para aumentar a arrecadação. Em Minas, os servidores já convivem com atrasos ao menos desde 2016, quando o 13º foi parcelado em três vezes, pago até março do ano seguinte. Em 2017, o número de parcelas aumentou para quatro. Para o salário de 2018, que seria dividido em 11 parcelas, Zema conseguiu quitar até 21 de outubro. O pagamento de 2019, diz o governo, depende da aprovação de uma operação financeira que prevê antecipar R$ 5 bilhões dos recebíveis pela exploração de nióbio em Araxá (MG), valor pago à Codemig (Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais) pela CBMM (Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração). O pagamento depende da entrada do recurso. A gestão Zema diz ter herdado do governo de Fernando Pimentel (PT) um "rombo de R$ 34,5 bilhões". A aposta do atual governo para sair da crise, uma das piores do país, é aderir ao RRF, assim como no caso do Rio Grande do Sul. O pedido para que a Assembleia autorize a solicitação para adesão foi enviado ao Legislativo no início de outubro. Gladson Cameli, governador do Acre  No Acre, Gladson Cameli (PP) quitou, no fim de outubro, o 13º deixado pela gestão passada. Os atrasos se sobrepunham desde dezembro. Começou, em fevereiro, a quitar os pagamentos de 2018, em nove vezes, pagando o servidor em ordem alfabética. Na quarta-feira, Cameli fez uma provocação ao PT dos irmãos Viana, que comandaram o estado por duas décadas. Em redes sociais, anunciou que pagaria no dia 13, às 13h, o 13º salário deste ano, como "uma homenagem ao PT". Em Goiás, a folha de 2018 terminou em agosto de ser paga pela gestão de Ronaldo Caiado. O valor dos salários em atraso, herdados do governo anterior, era maior que os R$ 11 milhões que o atual governador disse ter encontrado no caixa ao assumir. A crise levou o estado a escalonar o pagamento, priorizando os salários mais baixos. Para enxugar a máquina estatal, cortou 1.672 cargos comissionados e 2.308 funções por encargo de confiança. Com dívida de R$ 121 bilhões com a União, o Rio ingressou em 2017 no regime de recuperação fiscal, que suspendeu o débito até setembro de 2020. Assim, sem precisar pagar nem amortização e nem juros, o estado tenta manter as contas em dia, apesar do alto passivo com fornecedores. Ao contrário dos demais estados em crise, desde abril do ano passado o Rio colocou em dia o pagamento de servidores. Entre as dores de cabeça da atual gestão Wilson Witzel (PSC) está a dívida com fornecedores, em restos a pagar, herdados da gestão anterior, de R$ 15 bilhões. Os pagamentos em dia são fruto do plano de recuperação fiscal, mas o Rio tenta rever o acordo com a União, alegando que o modelo atual tornará a dívida do estado impagável.

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Seis maneiras de utilizar vinagre na limpeza da casa

18 de novembro de 2019, 11:02

O vinagre é extremamente versátil. Além de ser um ótimo tempero, a substância também é ótima para limpar o chão ou vidros ou para eliminar o cheiro de mofo (Foto: Reprodução)

Com alta concentração de ácido acético, o vinagre funciona como desinfetante e desengordurante. Os melhores para a limpeza são o branco (de álcool) e o de maçã ou de sidra. A revista Cláudia revela como tirar melhor proveito do produto na limpeza da sua casa. 1. Para limpar os vidros Vai necessitar apenas de vinagre e água. Acrescente duas colheres de sopa de vinagre em dois litros de água morna. Borrife e seque com um pano. 2. Para limpar tapetes Aplique uma mistura com a mesma quantidade de vinagre branco e água e borrife sobre o tapete. Para remover manchas e sujeira, coloque na mistura um pouco de bicarbonato de sódio. Borrife diretamente na mancha, deixe agir por dez minutos e escove novamente. Depois é só deixar secar.  3. Para acabar com o mofo Remova aquele odor desagradável do armário limpando-o com um pano embebido numa mistura de três litros de água quente com duas colheres de sopa de vinagre branco. 4. Para limpar rejunte dos azulejos Aplique vinagre puro com uma escova no rejunte do azulejo. Aguarde pelo menos duas horas para enxaguar com água.  Sai tudo! 5. Para limpar espelhos Dissolva uma tampa de vinagre em quatro de água quente e limpe essas superfícies.  6. Para limpar o chão Acrescente uma xícara de chá de vinagre a um balde com água e limpe o chão normalmente. Deixe secar. Não se preocupe com o cheiro, este desaparecerá naturalmente. 

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Celulares pré-pagos de 17 Estados devem ser recadastrados até esta 2ª feira

18 de novembro de 2019, 07:47

Usuário que não recadastrar e atualizar seus dados corre risco de ficar com o serviço bloqueado (Foto: Reprodução)

Termina nesta 2ª feira (18.nov.2019) o período para os donos de linhas telefônicas móveis pré-pagas de 17 Estados recadastrarem o número em suas operadoras. Quem não fizer a atualização terá sua linha bloqueada. A medida vale para consumidores dos Estados de Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Roraima, Sergipe e São Paulo. Só deve fazer a atualização quem tem alguma pendência cadastral. O alerta foi enviado pelas operadoras móveis por meio de mensagem SMS. Menos de 1% dos 91 milhões de celulares pré-pagos dos Estados estão enquadrados nesta situação. Esta é última fase da 1ª etapa campanha coordenada pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e realizada pelas prestadoras Algar, Claro, Oi, Sercomtel, Tim e Vivo, dentro do Projeto Cadastro Pré-Pago. O objetivo é montar uma base cadastral atualizada. Em 2020, serão iniciadas a 2ª e a 3ª etapas do projeto: além da disponibilização de 1 Portal de Consulta de Linhas por CPF (em construção) a partir de 6 de janeiro, serão realizadas medidas para melhoria dos procedimentos de habilitação de novos chips. A Anatel disponibilizará 1 site em que o cliente poderá acessar para descobrir se algum número está cadastrado em seu CPF. O endereço é cadastropre.com.br. A intenção, segundo a agência, é evitar fraudes e que os usuários possam descobrir se outras pessoas utilizam seus dados indevidamente. Saiba como realizar a atualização O usuário que tiver a linha pré-paga bloqueada poderá fazer a atualização de seus dados cadastrais com a operadora por meio de call center e espaço reservado ao consumidor na web. Devem ser informados nome completo, endereço e CEP. Se pessoa física, deve informar também CPF. Se pessoa jurídica, o CNPJ. Para garantir que a mensagem de solicitação de recadastramento recebido foi efetivada e encaminhada pela prestadora contratada, o consumidor pode conferir os números utilizados pelas operadoras para envio destas mensagens. Eis os números:

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Universidade afirma ter identificado navio que derramou óleo no litoral

18 de novembro de 2019, 07:41

(Foto: Reprodução)

A Universidade Federal de Alagoas  (Ufal) informou neste domingo, 17, ter identificado um navio que seria responsável pelo vazamento de óleo no litoral do nordeste. O nome da embarcação e a sua bandeira não foram divulgados, mas não se trata de nenhuma das cinco apontadas pela Marinha como as principais suspeitas pelo derramamento. O cargueiro teria partido da Ásia em direção à África. O coordenador do Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélites (Lapis) da Ufal, Humberto Barbosa, afirmou que os dados coletados serão encaminhados ao Senado Federal no próximo dia 21, quando haverá uma audiência pública da comissão externa que acompanha as investigações. Na última sexta-feira, 15, o Lapis conseguiu identificar uma nova imagem do satélite Sentinel-1A, do dia 19 de julho deste ano, que revela uma mancha de óleo com cerca de 25 quilômetros de extensão por 400 metros a 26 quilômetros do litoral da Paraíba. O Lapis já havia identificado, a partir de imagens de três satélites (Sentinel 1-A, Aqua-Modis e NOAA-20) feitas em 24 de julho, uma grande mancha de óleo a 40 quilômetros do litoral do Rio Grande do Norte. “Já havíamos definido um padrão, um protocolo, em função da imagem do dia 24 de julho”, explicou Humberto Barbosa. “Foi assim que encontramos uma nova mancha no litoral da Paraíba, no dia 19 de julho, que nos levou a definir uma primeira embarcação suspeita.” A partir dessas imagens, o laboratório rastreou todos os navios-tanques que transportavam óleo cru nessas datas e passaram pela costa do nordeste. No total, os pesquisadores constataram que 111 navios navegaram por lá com esse tipo específico de carga. De todas as embarcações analisadas, concluiu-se que apenas uma delas apresentava indícios de ter sofrido algum incidente durante o trajeto que justificasse um grande vazamento de óleo como o que atingiu o país. Segundo as informações levantadas pelo Lapis, o navio costuma fazer o trajeto de um país asiático até a Venezuela, passando pela África do Sul. Normalmente, a embarcação navega com o transponder ligado, indicando sua localização ao longo de todo o percurso. No entanto, entre o dia primeiro de julho e o dia 13 de agosto, a embarcação navegou com o transponder desligado, violando o direito marítimo internacional. O acompanhamento via satélite mostra que o navio partiu de um país asiático em primeiro de julho. Quando passou pelo Oceano Atlântico, a embarcação seguiu um trajeto incomum e fez uma manobra que indicaria uma mudança de trajetória, justamente na altura do litoral do Nordeste. “O percurso mostra uma alteração na direção do navio, indicando um comportamento suspeito ou um grande problema mecânico”, afirmou Humberto Barbosa. “Mas é claro que ainda será necessário aprofundar essas investigações.” O navio suspeito possui uma capacidade de carga duas vezes maior do que o Bouboulina - o navio grego apontado pelo governo como principal suspeito do vazamento --, o que justificaria as seis mil toneladas de óleo já retiradas das praias do nordeste. A Marinha já havia descartado a imagem do dia 24 de julho como sendo de algas e não de óleo. Sobre a nova imagem encontrada, não foi divulgado ainda um comunicado.

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Salvador sediará Feira Baiana da Agricultura Familiar a partir de 23 de novembro

17 de novembro de 2019, 13:22

Considerado o maior evento de comercialização da agricultura familiar do país, a feira é organizada pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), através da SUAF (Superintendência da Agricultura Familiar) (Foto: Ascom SDR)

Entre os dias 23 de novembro e 1º de dezembro acontecerá em Salvador a 10ª ediçaõ da Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária, no Parque de Exposições de Salvador, durante a Fenagro 2019.  Este ano, além dos produtos já conhecidos como as cervejas artesanais de umbu e de licuri, linguiça de tilápia,  iogurte de café, umbu e licuri e licuri caramelizado, a feira traz novidades como cerveja de maracujá da Caatinga, iogurte de abacaxi, cosméticos feito à base de mel, drinks de café, chopp de licuri, de cupuaçu  e de mel de cacau,  barras de chocolate com pimenta, gengibre e muito mais.  A feira tem 27 armazéns cenográficos em clima de interior. Estarão sendo comercializados cortes especiais de cordeiro, espetinho de bode, carne defumada de caprino, azeite de licuri, vinho caseiro de jaca, queijo de leite de cabra maturado na cachaça e ao vinho, hambúrgueres de sardinha e de jaca, tilápia, ostra, cafés finos, chocolates, nibs caramelizado e granulado, cachaças,  licores, mel,  pólen,  geleias, café gourmet, flocão de milho não transgênico, castanhas de caju, doces, sorvetes, sequilhos, biscoitos, beijus, artesanato, moda, cosméticos e dentre outros produtos.  Na 10ª Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária, teremos ainda uma Praça Gastronômica com uma Vila do Forró, uma Cozinha Show, Praça Quilombola, Praça Indígena, Feira de Artesanato e Feira Tecnológica. Haverá também um rico conteúdo técnico-científico como o Simpósio de Pesquisas, as inovações do Balcão Tecnológico, seminários temáticos e eventos diversos, para fortalecer a agricultura familiar da Bahia, além de uma vasta programação cultural.  Para marcar os 10 anos da Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária, o evento contará com a exposição fotográfica Expoentes da Agricultura Familiar. Será lançado ainda um novo selo da agricultura familiar, que se tornará obrigatório pelas associações e cooperativas a partir da portaria da SDR. Durante a feira, a Bahia também fará a adesão, oficialmente, à Década da Agricultura Familiar, lançada pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).  Considerado o maior evento de comercialização da agricultura familiar do país, a feira é organizada pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), através da SUAF (Superintendência da Agricultura Familiar), em parceria com a União das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes/BA), e traz para a capital 2.638 produtos de 292 empreendimentos de toda a Bahia.  Serviço: Local: Parque de Exposições de SalvadorPeríodo: 23 de novembro a 01 de dezembroHorário de funcionamento: das 8h às 22hIngresso: R$10 reais (exceto crianças e idosos a partir de 60 anos). Com informações do Correio24horas: https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/salvador-sediara-feira-baiana-da-agricultura-familiar-a-partir-de-23-de-novembro/  

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Ventosaterapia em Jacobina

17 de novembro de 2019, 12:42

(Foto: Publicidade)

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Homem levado para a polícia após gastar dinheiro da mulher no bar

17 de novembro de 2019, 11:55

O caso aconteceu na madrugada de 4 de novembro. O homem saiu de casa e só voltou para casa no outro dia. Sem o dinheiro (Foto: Reprodução)

Em Martinópole, no Ceará, um homem acabou sendo amarrado pelos enteados e levado para a polícia após gastar com bebida alcoólica o dinheiro que a companheira, de 80 anos, lhe havia dado para comprar um botijão de gás. Martinópole, com pouco mais de 10 mil habitantes, fica a 300 quilômetros da capital Fortaleza. O caso aconteceu na madrugada de 4 de novembro. O homem saiu de casa e só voltou para casa no outro dia. Sem o dinheiro, nem o gás! Quando ele retornou, de mãos vazias, a octogenária pediu o fim do relacionamento. Exigiu, ainda, que o homem saísse da casa. Indignado, ele decidiu ir para o bar. Por lá, acabou encontrando os filhos da mulher, que, para ter uma garantia de que ele não retornaria à casa, o amarraram e carregaram para o Destacamento da Polícia Militar de Martinópole. De acordo com nota da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará nenhum outro incidente foi relatado. "Não foi repassada nenhuma denúncia de má conduta oriunda do homem conduzido pelos populares. Por isso, não houve registro criminal do fato."

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Collor diz que Bolsonaro repete seus erros e antevê risco de um impeachment

17 de novembro de 2019, 10:54

(Foto: Reprodução)

Fernando Collor de Mello comparou Jair Bolsonaro a si mesmo. Declarou que o capitão repete erros que levaram à sua deposição. “Continuando do jeito que está, não vejo como este governo possa dar certo”, disse. “São erros primários.” Perguntou-se a Collor se antevê o risco de um novo impeachment. E ele: “É uma das possibilidades”. Em entrevista ao repórter Bernardo Mello Franco, veiculada na edição deste domingo de O Globo, Collor soou como se enxergasse um enorme passado pela frente de Bolsonaro: “É preciso que alguém acorde neste governo e diga: ‘O rei está nu’.” Entre os erros que Collor atribui ao presidente está o de desprezar o PSL do mesmo modo que ele negligenciou o antigo PRN. “Em outubro de 1990, nós elegemos 41 deputados. O pessoal queria espaço no governo, o que é natural. Num almoço com o bancada, eu disse: ‘vocês não precisam de ministério nenhum. Na visão dele, o ‘efeito Lula’ é um complicador a mais. “Com a soltura do Lula, a tendência é que essa divisão se abra ainda mais”. Ele afirma também que Bolsonaro “tem que entender que não está mais em campanha. Hoje, uma boa parcela dos eleitores que não queria o PT está desiludida”.

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Vítima de acidente aéreo na Bahia, Tuka Rocha morre aos 36 anos

17 de novembro de 2019, 10:31

(Foto: Fornecido por Grande Prêmio)

Tuka Rocha, com longa passagem pela Stock Car, não resistiu aos ferimentos sofridos durante acidente aéreo no sul da Bahia, em Maraú. Atendido com 80% do corpo queimado e complicações pulmonares, o piloto de 36 anos morreu neste domingo (17) em Salvador. A notícia foi confirmada nesta manhã pela Secretaria de Saúde da Bahia. A morte é um choque após informações que indicavam um cenário melhor do que o inicialmente previsto. As queimaduras, apesar de muitas, eram superficiais. A cirurgia, realizada na madrugada de quinta-feira para sexta-feira, foi bem sucedida. O quadro pulmonar, entretanto, seguia exigindo cautela da equipe médica do Hospital Geral do Estado (HGE), em Salvador. Houve também uma segunda cirurgia no dia seguinte limpar tórax e pernas do piloto. Entretanto, a situação já era descrita como "complexa", com uma reação podendo demorar dias para acontecer. Rocha, assim, é a terceira morte confirmada no acidente aéreo de Maraú. As outras vítimas são Marcela Elias e Maysa Mussi.     Entenda o acidente aéreo    O acidente aéreo aconteceu em Maraú, cidade localizada no sul da Bahia, na tarde de 14 de novembro. Tuka Rocha era um dos dez integrantes da aeronave que caiu durante o pouso na pista do resort Kiaroa Eco-Luxury Resort, em Barra Grande.    A prefeitura local informou que o acidente deu-se após às 14h e que uma vítima fatal já pôde ser confirmada, uma mulher. As outras nove pessoas – incluso um garoto – conseguiram sair da aeronave antes que o fogo a consumisse e têm ferimentos graves e queimaduras. Não foi confirmada a identidade de nenhum dos ocupantes. A polícia civil já atua no caso para investigar o motivo da queda do avião.   Nas redes sociais, Rocha chegou a colocar uma foto confirmando que estava em uma aeronave e com uma criança. De acordo com informações da prefeitura local, as queimaduras atingem 80% do corpo do piloto.   A aeronave que caiu era de José João Abdalla, 74 anos, dono do Banco Clássico. Ele não estava a bordo do jatinho.   Quem é Tuka Rocha?   Tuka Rocha, 36 anos, está ausente do grid da Stock Car, principal categoria que disputou na carreira, desde o meio de 2018. Em julho do ano passado, o piloto perdeu patrocinador e deixou a Vogal, sendo substituído por Guga Lima.    O sumiço de seu patrocinador, aliás, foi um caso à parte: Hélio Caxias Ribeiro Filho, dono da empresa Híbridos, que atuava com marketing multinível em criptomoedas, desapareceu em 5 de abril de 2018. Ele disputava a categoria desde 2011, com passagens anteriores pela própria Vogel BMC, RZ e RCM. Seu melhor resultado foi em 2013, com o 16° lugar na classificaão geral. Em 2015, conquistou uma vitória. No ano de estreia, Rocha passou por acidente grave: na etapa do Rio de Janeiro, em Jacarepaguá, no dia 3 de julho, um incêndio consumiu seu carro. Ele precisou se atirar do carro, mas saiu sem queimaduras.   Antes de entrar na principal categoria nacional, o piloto passou pela F3 Sul-Americana, WS Nissan, F3 Britânica, F3000 Euro, A1GP, Euro 3000, F3000 Italiana e Superliga.    

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Excluiu o chato do grupo do zap? Você pode responder na Justiça por isso

17 de novembro de 2019, 10:05

(Foto: Reprodução)

O administrador de um grupo de WhastApp pode excluir integrantes livremente, simplesmente de acordo com sua vontade? Quais são as responsabilidades de quem participa e gerencia essas comunidades virtuais? Em que situações pode haver penalidade? As perguntas são muitas e se multiplicam a partir de casos como o que foi parar recentemente no Ministério Público de Minas Gerais (MPMG): uma servidora pública excluiu uma moradora de Ressaquinha, na Região Central do estado, de um grupo da equipe de saúde da família no aplicativo de mensagens. Agora, vai precisar se explicar à Promotoria de Justiça. O episódio diz respeito ao que é considerado um “espaço público”, mas especialistas alertam que quem administra e participa de grupos privados também precisa ficar atento ao que diz e como age na internet, sob risco de ser processado. “As pessoas têm a impressão de que a internet é uma terra sem lei, muito por não perceber o impacto do que dizem e pela impressão de que isso não atinge ninguém. Mas as mesmas leis que valem off-line valem também on-line”, alerta o professor Marco Antônio Sousa Alves, da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), coordenador do grupo de pesquisa Sociedade da Informação e Governo Algorítmico. Em Ressaquinha, a 1ª Promotoria de Justiça de Barbacena interveio no caso. Uma agente comunitária teria excluído arbitrariamente uma moradora do grupo de WhatsApp em que são veiculadas informações de interesse público, como datas e horários de atendimentos médicos, sobre o setor de saúde na comunidade de Brito, zona rural do município. A retirada da participante, em tese, pode configurar restrição ao acesso à saúde. Uma médica também foi convocada a prestar explicações à promotoria. Embora o caso se refira a um grupo vinculado a serviço público, já há na Justiça outros exemplos de administradores que foram responsabilizados, no caso por não excluir de grupo de WhatsApp pessoa que cometia ofensas a outros participantes. A 34ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo condenou uma integrante que ofendia outra no aplicativo a pagar indenização de R$ 3 mil.   A administradora foi considerada corresponsável, pois, além de não tomar atitude para acabar com a ofensa, enviou “emoji” (desenho) de sorriso, o que foi caracterizado como demonstração de aprovação. A condenada criou um grupo de WhatsApp na Copa do Mundo de 2014 e, em uma discussão, a vítima foi xingada. A punição em São Paulo virou jurisprudência – quando uma decisão serve de modelo para ações futuras. “Grupo de WhatsApp é um espaço de inter-relação pessoal como qualquer outro. Dependendo da interação, pode haver tanto responsabilização civil quanto criminal. Existem casos de processos criminais por condutas decorrentes de cyberbullying, ameaça, crimes contra honra, além de casos de indenização por danos morais”, afirma a promotora de Justiça Christianne Cotrim, da Coordenadoria Estadual de Combate aos Crimes Cibernéticos (Coeciber) do MPMG. Mas o exemplo de São Paulo não se aplica a toda e qualquer situação. “Isso precisa ser analisado caso a caso, avaliando como o administrador participa de uma possível omissão. Às vezes, nos casos de viralização, o conteúdo pode ter sido compartilhado antes de o administrador ver e ele não tem como impedir”, destaca. E os questionamentos aumentam na velocidade das inovações. “Discute-se muito se as operadoras ou a plataformas (de trocas de mensagens via celular) poderiam ser responsabilizadas. São casos muitos mais difíceis”, diz o professor Marco Antônio Sousa Alves. Não há lei específica Nos termos de serviço que definem a relação contratual entre usuários e o WhastApp, a plataforma proíbe a publicação de mensagens caluniosas, a coação e ameaças a usuários e qualquer comportamento de ódio contra minorias e etnias. Mas não há uma legislação específica para a internet nesses casos, que são punidos conforme a legislação vigente. O professor de direito Marco Antônio Sousa Alves explica que o mais comum nesses casos são os crimes contra a honra, calúnia, difamação e injúria, cujas penalidades incluem de multa, a mais comum, a detenção de seis meses a dois anos, dependendo do tipo. Há também o crime de racismo, ainda mais grave, com reclusão de até três anos. “Nesses casos, soma-se o fato de que, ao divulgar algo no aplicativo, a mensagem estar equiparada a uma difusão pública, numa dinâmica que permite o compartilhamento”, ressalta. O desrespeito a direitos está longe de ficar restrito aos grupos de WhatsApp. A associação Safernet, que trabalha com a promoção e defesa dos direitos na internet no Brasil, atendeu 24.662 pessoas, entre 2007 e 2018, que sofreram violações das mais diversas. No ano passado, a maior parte dos atendimentos foi por causa de exposição de imagens íntimas nas redes, com 669 registros, seguido por cyberbulling e ofensa, com 407 procuras ao Helpline, canal de ajuda que orienta vítimas. O QUE DIZ A LEI Crimes contra a honra são os mais comuns nas redes sociais CalúniaArt. 138 – Caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime:Pena: Detenção, de seis meses a dois anos, e multa. DifamaçãoArt. 139 – Difamar alguém, imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação:Pena: Detenção, de três meses a um ano, e multa InjúriaArt. 140  – Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro:Pena: Detenção, de um a seis meses, ou multa. Fonte: Código Penal

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