Opinião: O BPRv completa 20 anos, desde que passou da estrutura de Companhia para Batalhão

18 de maio de 2020, 15:26

Batalhão de Polícia Rodoviária - BPRv  - Ao longo desse tempo, vários foram os avanços na técnica e nos equipamentos, mas a unidade não perdeu sua essência, que foi cuidar de pessoas que transitam nas Rodovias do Estado. São 9.300 km de rodovias, 218 municípios, uma responsabilidade muito grande para cada PM integrante dessa UPE. As missões e demandas, tais como escoltas de autoridades, abordagens de trânsito, combate a transporte clandestino, campanha educacional para o trânsito, policiamento em grandes eventos religiosos e constantes no calendário do Estado, shows, operação verão, combate a extração ilegal de madeira e minerais, tráfico de pessoas e animais, são todas cumpridas com dedicação e esforço. Os parabéns hoje vão pra todos policiais da reserva remunerada que passaram pelo BPRv. Os parabéns hoje vão pra todos da ativa, oficiais e praças que lado a lado, representam a PMBA no " tapete preto" que corta o Estado. 20 anos são poeira nas areias do tempo, mas para nós, são eternidade pois fazemos com profissionalismo e amor a atividade polícial militar. Parabéns BPRv. Vamos em frente!! TC PM CÉSAR CASTROComandante do BPRv

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Jacobina: Em 12 dias, números de casos do coronavírus pula de 2 para 27 no município

18 de maio de 2020, 14:50

O 27º caso de coronavírus acende o sinal de alerta e a população pede medidas mais enérgicas por parte da Prefeitura Municipal para conter a disseminação da pandemia (Foto: Notícia Limpa)

A confirmação do 27º caso confirmado de coronavírus foi recebida com apreensão pela população jacobinense. A velocidade da contaminação, desde o anúncio dos dois primeiros casos notificados oficialmente na cidade, no último dia 6 de maio, já é motivo de preocupação até mesmo para as autoridades de saúde. Jacobina já ocupa o primeiro lugar em número de casos na região noroeste da Bahia, ficando atrás apenas dos municípios de Juazeiro que haviam até o fechamento desta matéria, na tarde desta segunda-feira (18), 48 casos e Curaçá com 29 vítimas, ambos no extremo norte do Estado. Hoje teve início do pagamento da segunda parcela do Auxílio Emergencial de 600 reais. A fila estava pequena na porta da Agência da Caixa, mas era possível ver aglomerações de pessoas que nãos respeitavam o distanciamento social A atualização do Boletim Diário de informações sobre os números do novo coronavírus, emitido pela Secretaria de Saúde nesta segunda-feira, foi motivo de discussão. Até então a autoridade de saúde local informava apenas os casos suspeitos com exames de contraprovas encaminhados para o Laboratório Central do Estado (Lacen), mas a partir de hoje estão sendo revelados os números de todos os testes rápidos realizados, incluindo o de pessoas que tiveram contatos com contaminados e de profissionais de saúde, que são monitorados constantemente . Conforme o último Boletim Informativo Jacobina Contra o Coronavírus, o município tem 27 casos confirmados, 313 casos suspeitos, 280 descartados e 1 óbito. Em nota emitida pela Secretaria Municipal de Saúde, o órgão esclarece as mudanças nas informações dos boletins e as ações do Executivo no sentido de que se faça valer o cumprimento das determinações do último decreto lei ‘para a não propagação da Covid-19’. Entre outras coisas, a nota ressalta: “devido ao crescimento de casos na cidade, intensificamos os serviços de testagens rápidas, priorizando pacientes com sintomas da Covid-19, assim como em pessoas que tiveram contato com vítimas da doença, fazendo com que fossem elevados os números de suspeitas desde o último boletim. Informamos, ainda, que diversas ações foram realizadas no fim de semana, como por exemplo: abordagens a condutores de veículos em barreiras sanitárias, fiscalização no centro comercial, para fazer valer o decreto municipal que dispõe sobre o fechamento do comércio não essencial, realização de testes rápidos com profissionais da Saúde que estão diretamente ligados ao combate do coronavírus e ação in loco da equipe do CEREST, laboratório municipal e UBS de Lages do Batata, os quais são da área de abrangência do povoado do Tombador, realizando testes, distribuindo máscaras na feira livre e orientando a comunidade, entre outras atividades imprescindíveis”.

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STF julga na quarta-feira ações sobre bloqueio do WhatsApp

18 de maio de 2020, 08:56

A decisão da Corte deverá esclarecer se a Justiça pode impedir o funcionamento temporário do aplicativo (Foto: Reprodução)

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar na quarta-feira (20) duas ações que contestam a validade de decisões judiciais que determinaram o bloqueio do aplicativo WhatsApp em todo o país. A decisão da Corte deverá esclarecer se a Justiça pode impedir o funcionamento temporário do aplicativo devido à recusa de entrega de informações de usuários investigados por diversos crimes. Em todo o país, magistrados determinam a quebra de sigilo de usuários que são investigados e obrigam o Facebook, que é proprietário do aplicativo, a repassar os dados das conversas com outros usuários à Justiça. No entanto, o aplicativo alega que não pode cumprir a decisão porque as mensagens são criptografadas de ponta-a-ponta, ou seja, não podem ser interceptadas por terceiros e não ficam armazenadas nos sistemas da empresa. Ao receber a resposta negativa do WhatsApp, os juízes acabam determinado o bloqueio do aplicativo, deixando milhões de pessoas sem conexão. As decisões são amparadas no Marco Civil da Internet, aprovado em 2014. Em um dos artigos, a norma obriga o provador responsável a disponibilizar os dados após a decisão judicial. O Ministério Público e a polícia argumentam que o aplicativo é usado para a prática de crimes e os ilícitos devem ser impedidos. As ações que serão julgadas foram protocoladas em 2016 pelo partidos Cidadania e PL. As legendas sustentam que o aplicativo funciona como um meio de comunicação e não pode ser interrompido para todos os usuários. Os processos são relatados pela ministra Rosa Weber e pelo ministro Edson Fachin. Com informações da Agência Brasil

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Anvisa alerta sobre aumento de intoxicação por produtos de limpeza

18 de maio de 2020, 08:53

No que se refere às crianças, foram registrados 1.940 casos, um aumento de 6,01% e de 2,7%, em relação a 2019 e 2018, respectivamente (Foto: Reprodução)

Afim de reduzir os riscos à saúde causados pelo aumento da exposição tóxica por produtos de limpeza no país, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou a Nota Técnica (NT) 11/2020, que alerta a população sobre o crescimento dos casos de intoxicação. De acordo com a Anvisa, embora não haja informações que demonstrem o vínculo definitivo entre a exposição e os esforços de higienização e desinfecção para evitar a disseminação da covid-19, parece haver uma associação temporal com o aumento do uso dos produtos. O documento orienta também sobre o uso e o armazenamento adequados dos chamados saneantes domissanitários, ou seja, os saneantes de uso domiciliar que contêm substâncias ou preparações destinadas à higienização e à desinfecção. A nota foi elaborada com base nos dados dos Centros de Informação e Assistência Toxicológica (CIATox). “Para se ter uma ideia do crescimento dos casos de intoxicação, de janeiro a abril deste ano os CIATox receberam 1.540 registros de intoxicação devido a produtos de limpeza envolvendo adultos, um aumento equivalente a 23,3%, comparado ao mesmo período de 2019, e de 33,68%, com relação a 2018”, informa a Anvisa.  No que se refere às crianças, foram registrados 1.940 casos, um aumento de 6,01% e de 2,7%, em relação a 2019 e 2018, respectivamente. De acordo com a Agência, os números mostram que os acidentes domésticos envolvendo exposição tóxica a substâncias químicas são mais frequentes com o público infantil e, portanto, há necessidade de dispensar mais cuidados às crianças. 1- Mantenha os produtos de limpeza fora do alcance de crianças e animais. Esses produtos podem atrair a atenção principalmente de crianças pequenas, entre 1 e 5 anos de idade. 2- Evite o armazenamento desses produtos em recipientes diferentes e não etiquetados.  3- Supervisione as crianças, não permitindo que elas acessem os ambientes onde esses produtos são guardados. 4- Não deixe detergentes e produtos de limpeza em geral embaixo da pia ou no chão dos banheiros. 5- Leia e siga as instruções descritas no rótulo de cada produto. 6- Evite a mistura de produtos químicos. 7- Garanta a ventilação quando for manusear um desses produtos destinados à limpeza, higienização e desinfecção. 8- Inutilize as embalagens vazias. Isso porque elas sempre ficam com resíduos, ou seja, restos dos produtos. Jogue fora as embalagens vazias, preferencialmente valendo-se do sistema de coleta seletiva, de modo a separá-las do lixo orgânico. 9- Em caso de emergências toxicológicas, não provoque vômito. Tenha em mãos o número do Centro de Informação e Assistência Toxicológica, o CIATox: 0800-722-6001. *Com informações da Anvisa

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É falso que o número de óbitos no Brasil diminuiu entre 2019 e 2020

18 de maio de 2020, 08:49

(Foto: Reprodução)

Circula nas redes sociais uma publicação, feita pelo deputado estadual do Rio Grande do Sul Ruy Irigaray (PSL-RS), afirmando que o número de mortes no país tenha diminuído entre os meses de abril de 2019 e 2020. No texto, que foi postado no Twitter na última quarta-feira (13), o deputado afirma que “Teve queda no número de mortes no país de 5.468”. Teve queda no número de mortes o país de 5.468” – Deputado estadual Ruy Irigaray (PSL-RS), no Twitter, dia 13 de maio de 2020. (Fonte: Reprodução) Essa informação é falsa. De acordo com o Portal da Transparência do Registro Civil, 100.634 óbitos foram registrados no país em abril de 2019, e 104.900 no mesmo período de 2020. Nesse caso, houve um aumento de 4.266 mortes de um ano para outro, ao contrário da queda de 5.468 compartilhada pelo deputado. O Portal da Transparência do Registro Civil não atualiza os dados em tempo real. Em alguns casos, o prazo entre a data de registro de um óbito e sua inclusão no portal pode ser expandido por até 15 dias, segundo a Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), que administra o site. Desde o início da pandemia causada pelo novo coronavírus, o site do Registro Civil disponibiliza uma aba específica para dados relacionados à Covid-19, intitulada Painel COVID Registral. No portal, as mortes de 2019 e 2020 estão detalhadas em sete categorias, sendo cinco delas tipos de doenças respiratórias (incluindo Covid-19), e as outras duas causas não identificadas e outras causas. Como os dados de 2020 ainda estão no prazo de serem inseridos no portal, é necessário ter atenção ao compará-los com os dados do ano passado. Segundo o site, 45.138 mortes por doenças respiratórias foram registradas em 2020, enquanto 39.697 foram registradas 2019. Dessa forma, foram no mínimo 5.441 mortes a mais, lembrando que os números ainda podem ser atualizados e a diferença crescer mais ainda.

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Jacobina: Movimentação de pessoas nas ruas e funcionamento da feira livre marcaram o primeiro dia do decreto que impõe isolamento social na cidade (Fotos)

17 de maio de 2020, 11:34

Muitos veículos e pessoas eram vistos circulando pelas ruas na manhã deste sábado, 16. (Foto: Notícia Limpa)

O primeiro dia do novo decreto baixado pela Prefeitura Municipal determinando o fechamento por 8 dias de todos os estabelecimentos comerciais considerados não essenciais foi marcado por desrespeito, muita movimentação em algumas ruas e o funcionamento normal da feira livre da cidade. Próximo do meio dia a movimentação na Feira Livre era considerada tímida Após o município chegar a duas dezenas de infectados e uma morte provocada pela Covid-19 (novo coronavírus) o Executivo local decidiu reeditar o decreto que já havia sido editado em momentos em que não tinha sido notificado nenhum caso da doença. Estão proibidos novamente de funcionar lojas de calçados, roupas e eletrodomésticos, lanchonetes e bares  e autorizados os serviços de distribuição de gás de cozinha e água mineral, além de postos de combustíveis e supermercados. Com exceção dos terminais de auto-atendimento, está proibido também o funcionamento de instituições financeiras. O número de veículos nas ruas e estacionamentos foi considerado grande no primeiro dia do 'decreto do isolamento' Enquanto muitos comerciantes pressionavam a Prefeitura pela manutenção do decreto que flexibilizou e autorizou praticamente todos os serviços funcionarem, boa parte da população, endossada por entidades de classes (não comerciais) e o Ministério Público da Bahia, já previam a chegada do primeiro caso e o aumento de infectados pelo novo coronavírus na cidade por conta da aglomeração de pessoas. Esta loja localizada na Rua Coronel Teixeira (Calçadão), atendia uma pessoa através da calçada Diante do aumento de casos confirmados e o número de mortes em todo o país, principalmente na Bahia, em especial a região de Jacobina, onde já existem registros em praticamente todas as cidades, a população não esconde o medo da pandemia da Covid-19, fato constatado através dos depoimentos feitos através da imprensa e das redes sociais. Mas, ao mesmo tempo em que muitos temem a contaminação, outros insistem em ir de encontro ao que determina as autoridades de saúde de todo o mundo e desprezam o isolamento e o distanciamento social.         Em Jacobina, a MAF Escave, empresa responsável pela execução da obra de esgotamento sanitário em parte da cidade, assim como fez durante outros decretos, continua expondo seus trabalhadores ao risco de uma infecção pelo coronavírus. No final da manhã deste sábado, 16, o Notícia Limpa flagrou uma frente de serviço da contratada do Governo da Bahia trabalhando normalmente. Em grupo, foi possível ver que os funcionários tinham contatos físicos constantemente . “O serviço de esgotamento sanitário e distribuição de água são considerados serviços essenciais em alguns estados e serviços, mas o ‘serviço de construção de uma nova rede de esgoto’ não é essencial e deve, como outras áreas, respeitar a determinação do isolamento social”, ressaltou um advogado que pediu para não ser identificado.    

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8 em cada 10 professores não se sentem aptos a aulas online

17 de maio de 2020, 10:12

É o que mostra pesquisa do Instituto Península, à qual o 'Estadão' teve acesso com exclusividade. Quase 90% deles informaram nunca ter tido experiência com ensino a distância e 55% não ter recebido treinamento para atuar (Foto: Reprodução)

Quase dois meses depois de as escolas fecharem no País todo por causa da pandemia do coronavírus, 83% dos professores não estão preparados para ensinar online. E são eles que dizem isso, em pesquisa realizada pelo Instituto Península, à qual o Estadão teve acesso. Os docentes de redes públicas e particulares ainda se declaram ansiosos e nada realizados com o trabalho no momento atual. Estudos internacionais e experiências em países que são considerados exemplos de educação mostram que o professor é fator determinante para o ganho de aprendizagem do aluno, principalmente para os mais vulneráveis. Em tempos de isolamento, a importância aumenta, já que muitas vezes o profissional é o único vínculo com a escola. Quase 90% dos docentes informaram na pesquisa que nunca tinham tido qualquer experiência com um ensino a distância e 55% que não receberam, até agora, suporte ou treinamento para atuar de maneira não presencial. Sem orientação clara, os profissionais têm criado as próprias atividades. Não é à toa que 83% afirmaram se comunicar pelo WhatsApp com as famílias, em vez de usar ferramentas pedagógicas das escolas ou redes. "Enquanto uma série de profissionais no meio de uma pandemia está fazendo seu trabalho de casa e já é difícil, o professor ainda está tendo de se reinventar completamente", diz a diretora executiva do Instituto Península, Heloisa Morel. "Imagine a sobrecarga e o estresse." Desde meados de março, quando as aulas foram paralisadas, as secretarias de Educação têm oferecido programas a distância, alguns pela TV, e feito parcerias para usar ferramentas online. "Mas é preciso uma organização maior para que o professor entenda o que ele tem de fazer." A professora Márcia Cristina Amorim Chagas, de 50 anos, decidiu gravar vídeos com o celular no sítio onde mora em Itapecerica da Serra. É a filha de 17 anos que faz as filmagens, "quando está de bom humor", brinca. Em um deles, Márcia teve a ideia de mostrar aos alunos como as cinzas das queimadas podem ajudar a adubar a terra para plantar cebolinha. Depois, o material vai sempre por WhatsApp para os pais das crianças. Márcia ainda pede que os alunos escrevam ou gravem em áudio o que aprenderam. "Uso o meu celular, com a minha internet, que às vezes não funciona, e meu computador que paguei durante dois anos", diz ela, que dá aulas para 4º e 5º ano em uma escola estadual na Vila Madalena, zona oeste. "Eu trabalho numa escola integral e tive alguma formação em tecnologia, mas para o que estamos precisando agora, o que aprendi foi mínimo." "Mesmo eu que trabalho numa escola integral e tive alguma formação em tecnologia, para o que estamos precisando agora, o que aprendi foi mínimo." A professora diz que ainda não conseguiu usar o Centro de Mídias com suas turmas, plataforma criada pelo governo do Estado para o ensino remoto durante a pandemia. Na rede particular, o WhatsApp é menos comum e 56% disseram usar o aplicativo de mensagens para se comunicar com o aluno. Mais frequente é a comunicação por meio de plataformas da escola. Mesmo assim, o sentimento de despreparo diante do desafio de ensinar online é o mesmo. "As coisas foram impostas de um dia para o outro, com o isolamento. Ninguém teve tempo de se preparar", diz a professora de ensino fundamental de uma escola particular de elite da capital, que pediu para seu nome não ser divulgado. Ela dá aulas para a fase de alfabetização e passou a criar jogos em aplicativos, com quebra-cabeça e localização de palavras, para seus alunos. "Estamos fazendo o melhor possível, mas não é nem de longe o que a gente entende por educação. Isso é bastante angustiante." A presidente executiva do Todos Pela Educação, Priscila Cruz, diz que poucas secretarias de Educação ou mesmo escolas particulares no País deram formação ou infraestrutura para professores em aulas não presenciais. A maioria dos profissionais tem usado seus próprios computadores, Wi-Fi ou celulares. "Não há preparação para aulas a distância e que são muito diferentes das presenciais. Não é intuitivo saber o que fazer online para assegurar a aprendizagem dos alunos", diz. Saúde mental prejudicada A pesquisa ainda mostra que o cenário inclui uma saúde mental já prejudicada do professor. Quase 70% deles se disseram ansiosos e só 3%, realizados. E a maioria (75,2%) relatou que não recebeu até agora nenhum apoio emocional da escola em que trabalha. Mesmo em redes particulares, as equipes costumam se reunir online para discutir as abordagens pedagógicas durante a pandemia, mas raramente há grupos com psicólogos para que os professores possam expor o que sentem. Em documento divulgado pelo Todos pela Educação na semana passada, o impacto emocional em professores foi um dos pontos principais apontados para que as escolas se preocupem na volta às aulas. O grupo de especialistas que analisou 43 pesquisas sobre momentos semelhantes ao atual, como desastres e guerras, diz que o suporte psicológico para professores é crucial porque, além de serem diretamente impactados pela crise, precisarão atuar na minimização dos efeitos sentidos pelos alunos. A pesquisa "Sentimento e percepção dos professores brasileiros nos diferentes estágios do coronavírus no Brasil", do Instituto Península, está ouvindo os profissionais da Educação desde março e continuará até o fim da crise. Participaram nesta etapa 7.734 professores de escolas públicas e particulares do País, entre os dias 13 de abril e 14 de maio. 'Pais estão dando mais valor à nossa profissão', conta professora A professora Fabiane Bandeira Viana, que dá aulas em uma escola municipal de Manaus, no Amazonas, descobriu um jeito de seus alunos, de 5 anos, conseguirem fazer atividades remotas. Como eles não têm impressoras, ela escreve em um caderno a lição, fotografa e manda pelo WhatsApp para os pais, que copiam para os cadernos dos filhos. Depois que as crianças realizam a tarefa, a família tira outra foto e manda de volta. "Nem todos respondem todo dia, às vezes um liga e avisa que não mandou porque ficou sem crédito no celular", conta. A professora nunca tinha dado aulas online e agora já sabe editar vídeos para mandar aos alunos. "Aprendi com umas blogueiras, coloco carinhas, música." Ela diz que sofre de ansiedade e medo de se contaminar com a covid-19, mas vê um lado bom. "Os pais estão dando mais valor à nossa profissão, estão vendo que não é fácil educar."

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17 de maio: Dia Internacional contra a Homofobia

17 de maio de 2020, 10:03

No Brasil, esta data está incluída no calendário oficial do país desde 2010 (Foto: Reprodução)

O Dia Internacional Contra a Homofobia é celebrado anualmente em 17 de maio. Também conhecido como “Dia Internacional de Luta Contra a Homofobia, Bifobia e Transfobia”, esta data visa conscientizar a população em geral sobre a luta contra a discriminação dos homossexuais, transexuais e transgêneros. A homofobia consiste no ódio e repulsa por homossexuais, atitude esta que deve ser combatida para que possamos formar uma sociedade que esteja baseada na tolerância e respeito ao próximo, independente da sua orientação sexual. Ainda existe um grande preconceito contra os homossexuais na maioria das sociedades que, infelizmente, se reflete em atos desumanos de violência extrema contra esses indivíduos. Nesta data, são organizadas diversas atividades que promovem e apoiam a igualdade de direitos dos homossexuais e demais pessoas que se encaixam na comunidade LGBT. Vale ressaltar que o objetivo desta data é debater os mais variados tipos de preconceitos contra as diferentes orientações sexuais e identidades de gênero, além de gerar o desenvolvimento de uma conscientização civil sobre a importância da criminalização da homofobia. Origem do Dia Internacional Contra a Homofobia Dia Internacional Contra a Homofobia (International Day Against Homophobia, em inglês) é comemorado em 17 de maio em memória à data em que o termo “homossexualismo” passou a ser desconsiderado, e a homossexualidade foi excluída da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID) da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 17 de maio de 1990. No Brasil, esta data está incluída no calendário oficial do país desde 2010, de acordo com o Decreto de 4 de junho desse ano.

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Cães farejadores começam a ser testados para detectar pessoas com coronavírus pelo cheiro

17 de maio de 2020, 09:53

Cães farejadores já são capazes de detectar odores de pessoas com algumas doenças, como certos tipos de câncer, malária e doença de Parkinson (Foto: Reprodução)

Cães farejadores já são capazes de detectar odores de pessoas com algumas doenças, como certos tipos de câncer, malária e doença de Parkinson. Agora, eles foram treinados para detectar pessoas com covid-19 pela instituição de caridade Medical Detection Dogs (Cães de Detecção Médica, em inglês) e começaram a ser testados contra o coronavírus.   A primeira fase dos testes, que estão sendo feitos no Reino Unido, também tem a participação da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres e da Universidade de Durham. O projeto também recebe financiamento do governo britânico. O ministro da Inovação, Lord Bethell, disse esperar que os cães possam fornecer "resultados rápidos" como parte da estratégia mais ampla de testes do governo. O teste vai verificar se os cães farejadores — labradores e cocker spaniels — podem detectar o vírus em humanos a partir de amostras de odor antes que os sintomas apareçam. Ele estabelecerá se os chamados cães de bio-detecção, que podem rastrear até 250 pessoas por hora, podem ser usados ​​como uma nova medida de alerta precoce para detectar a covid-19 no futuro. A primeira fase envolverá a equipe do NHS (o sistema público de saúde do Reino Unido) nos hospitais de Londres coletando amostras de odores dos infectados com coronavírus e dos que não foram infectados. As amostras de hálito e odor corporal podem vir de várias fontes, incluindo máscaras faciais usadas. Seis cães - Norman, Digby, Storm, Star, Jasper e Asher - passarão por treinamento para identificar o vírus a partir das amostras. A instituição disse que o treinamento pode levar de seis a oito semanas. Estrada e aeroportos Após uma fase inicial de teste de três meses, o governo decidirá onde acredita que os cães serão mais úteis. Uma possibilidade é que eles possam ser usados ​​em pontos de entrada no país, como aeroportos, para detectar pessoas possivelmente contaminadas com o coronavírus. Os cães também poderiam ser usados ​​em centros de testes, como outra forma de triagem. Mais de 10 anos de pesquisa coletada pela Medical Detection Dogs mostraram que os cães podem ser treinados para cheirar o odor de doenças com a diluição equivalente a uma colher de chá de açúcar em duas piscinas olímpicas. Claire Guest, co-fundadora e diretora executiva da instituição, disse que "tem certeza de que nossos cães serão capazes de encontrar o odor da covid-19". Se tudo der certo, os cães passarão para uma segunda fase. "O segundo teste será prático, com pessoas. Depois esperamos trabalhar com outras agências para treinar mais cães para o mesmo trabalho", diz ela. Os cães foram treinados anteriormente para detectar a malária a partir de "amostras de odores nos pés" — meias de nylon usadas por crianças aparentemente saudáveis ​​na Gâmbia.  Os cães sendo testados são labradores e cocker spaniels "Nosso trabalho anterior mostrou que a malária tem um odor característico e treinamos com sucesso os cães farejadores médicos para reconhecer pessoas doentes com precisão", diz James Logan, da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres. "Isso, combinado com o conhecimento de que doenças respiratórias podem alterar o odor corporal, nos deixa esperançosos de que os cães também possam detectar a covid-19".

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Bahia: Perfis oficiais do Governo recebem denúncias de fake news durante pandemia e fortalecem transparência

16 de maio de 2020, 18:53

André Curvello (Foto: Elói Corrêa/GOVBA)

O enfrentamento ao flagelo das fake news ganhou um reforço na Bahia. O Governo do Estado colocou à disposição da população todos os seus canais de comunicação, a fim de que as pessoas possam tirar dúvidas sobre informações ou mesmo denunciar notícias falsas disseminadas nas redes sociais e até na imprensa. As fake news também podem ser denunciadas através do Whatsapp (71) 9 9646-4095 ou pelo site www.bahiacontraofake.com.br. A medida é parte do esforço do Governo de garantir à população o acesso à informação, com qualidade e segurança. De acordo com o secretário estadual de Comunicação, André Curvello, a medida foi adotada após reunião com os demais secretários de Comunicação do Nordeste, uma vez que a região tem sido alvo constante de falseadores da verdade. Diversas iniciativas semelhantes estão sendo adotadas, inclusive com edição de leis e normas para punição dos propagadores de materiais do tipo. Na Bahia, outra ação foi o encaminhamento à Assembleia Legislativa de um projeto de lei visando tipificar a conduta criminosa, a fim de coibir esse fenômeno. O projeto foi elaborado pela Secretaria de Comunicação do Estado (Secom). As denúncias vão refletir em um relatório, que será encaminhado à CPI das Fake News e ao Supremo Tribunal Federal, que já instaurou inquérito sobre o tema. André Curvello lembra que até ministros do STF já foram vítimas de notícias falsas com objetivo de atingir a honra dos membros da mais alta Corte da Justiça. O secretário citou um estudo que aponta que entre 30% e 40% do tempo dos órgãos oficiais de comunicação são destinados a desmentir notícias falsas. Outros dados revelam um valor estimado em R$ 5 milhões mensais que são injetados para abastecer a milícia digital que produz e dissemina fake news no país. Transparência Curvello alerta ainda para o terreno fértil que as fake news encontra na sociedade, que não desenvolveu o hábito de apenas compartilhar informação que saiba ser verdadeira. “Peço que as pessoas pensem antes de compartilhar qualquer informação no Whatsapp, porque há vidas em jogo, reputações e instituições que são prejudicadas apenas pela disseminação de informações falsas”. Ele destacou que a Secretaria de Comunicação tem feito um grande esforço para manter todos os veículos de comunicação abastecidos com o máximo de informações seguras, mas tudo baseado na transparência. “Nossa equipe está em campo, no dia a dia, garantindo que a informação chegue a todos os locais, com qualidade. Trabalhamos no sentido de levar a melhor informação, com responsabilidade e transparência, a todos os baianos, sob orientação do governador Rui Costa”, disse Curvello. Foto: Elói Corrêa/GOVBA

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Médico se cura e afirma que a Covid-19 é devastadora

16 de maio de 2020, 12:06

No dia 12 de março, Morais foi a uma cerimônia de posse de uma comissão de ética hospitalar em uma maternidade de João Pessoa (Foto: Reprodução)

Quando a Covid-19 já atacava grande parte do mundo, mas ainda era novidade no Brasil, o presidente do CRM-PB (Conselho Regional de Medicina da Paraíba), Roberto Magliano de Morais, 56, tornou-se um dos primeiros infectados com o novo coronavírus no país. No dia 12 de março, Morais foi a uma cerimônia de posse de uma comissão de ética hospitalar em uma maternidade de João Pessoa. Quatro dias depois, uma das pessoas presentes no evento morreu de Covid-19 e ele passou a apresentar os sintomas da doença, com dores de cabeça e no corpo, febre recorrente de 38ºC, falta de apetite, moleza e ausência de paladar. "No sábado seguinte, fiz uma tomografia que mostrou uma lesão bem característica no pulmão direito. Aí fiquei mais preocupado, enquanto paciente e enquanto médico, com as implicações dessa doença", diz. "É uma doença devastadora, perigosíssima, e não temos conhecimento para lidar com ela. Estamos aprendendo e só teremos daqui a alguns anos." Após procurar orientações de infectologistas, ele fez novos exames que comprovaram a doença viral e mostraram comprometimento na coagulação sanguínea e problemas em outros órgãos. "Meio que desesperadamente, mesmo sem evidências, eles receitaram cloroquina e azitromicina, e eu melhorei dos sintomas. Hoje posso dizer que não precisei ser internado, mas a doença serviu para eu refletir sobre muitas coisas que estão ocorrendo no mundo. Vamos ter de nos reinventar como médicos, cidadãos e pessoas, sermos mais solidários", comenta. O médico ginecologista diz ter ficado preocupado porque no início de seus sintomas ele havia mantido contato com a esposa, Ana Karla, e os filhos Roberto Filho e Giulia. Mas os exames realizados por eles deram negativo. "A maior fase de transmissão é a pré-sintomática, antes de manifestar os sintomas, quando a pessoa não sabe que está com a doença. Minha mulher e meus filhos deram negativo, mas tenho desconfiança desses testes rápidos. Não sei se são suficientes." Já recuperado, Morais pede que os governos não deixem os médicos e enfermeiros da linha de frente da briga contra o novo coronavírus sem equipamentos de proteção. E aproveita para deixar uma mensagem otimista para a população. "Embora não se saiba o que vai acontecer, devemos acreditar na ciência. E devemos ter otimismo, porque a Covid-19 é uma doença que pode ser enfrentada."

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CEO da Xiaomi é pego usando iPhone em rede social

16 de maio de 2020, 08:00

CEO da Xiaomi é pego usando iPhone em rede social (Foto: Reprodução)

O CEO da multinacional chinesa de tecnologia Xiaomi, Lei Jun, foi recentemente flagrado usando um iPhone. Os internautas teriam capturado o descuido do executivo por meio de uma publicação feita na plataforma de mídia social chinesa Weibo, conforme relatou o site local GizmoChina. Jun, que também é co-fundador da Xiaomi, deu algumas recomendações de livros no post. Como o Weibo detecta o dispositivo do qual a postagem é feita, ficou nítido que o dispositivo usado era um iPhone. A publicação foi posteriormente excluída, no entanto, vários usuários da plataforma já haviam capturado imagens e, alguns usuários dos produtos da empresa, conhecido como Mi Fãs, já lotavam o post com comentários negativos. Pouco tempo depois, Pan Jiutang, diretor de Investimentos da Xiaomi, saiu em defesa do CEO alegando que o executivo ou gerente de produto de uma empresa de telefonia móvel que afirmar nunca ter experimentado Apple, Samsung e outros produtos concorrentes é hipócrita, incompetente ou não se importa com o produto. O uso do iPhone ou outros aparelhos da concorrência não é proibido para os executivos da Xiaomi, nem para outros funcionários, algo que o próprio CEO já teria declarado no passado.

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Os 7 alimentos que são ladrões de energia

Você provavelmente já ouviu falar e leu bastante sobre alimentos e suplementos que aumentam sua disposição e te deixam mais animado para encarar um treino ou até mesmo as tarefas do dia a dia. Mas também existe o outro lado dessa moeda. Não faltam vilões neste mundo na nutrição: os alimentos que são ladrões de energia e podem atrapalhar bastante sua rotina na corrida ou até mesmo se tornar um obstáculo numa prova.

Esses “ladrões” de energia atuam de diferentes maneiras no organismo. Em alguns casos, oferecem tanto açúcar que, num primeiro momento, essa elevada taxa de glicose resulta em mais disposição, mas, logo em seguida, a insulina liberada para normalizar essa glicose faz justamente o caminho contrário. E aí o cansaço chega com tudo.

Também tem aqueles alimentos que dão tanto trabalho para o sistema digestivo que muitos nutrientes são desviados para ajudar nesse processo, fazendo com que eles faltem na produção de energia em outras funções do organismo. Resultado: o corpo logo sente essa queda de disposição.

Para te ajudar a evitar esse cansaço causado pela má alimentação, acionamos três especialistas para fazer uma lista dos maiores ladrões de energia, suas principais armas e como combatê-las. Confira!

Os ladrões de energia 

Carboidratos simples

Alimentos com farinhas brancas vão roubar energia se consumidos em excesso. “Em um pré-treino, por exemplo, são aliados, mas viram vilões se não houver uma atividade física depois”, pondera Mayara Ferrari, nutricionista funcional esportiva. “Isso acontece porque a quantidade de açúcar no sangue fica muito elevada e o pâncreas libera mais insulina para quebrar todos esses carboidratos. Isso pode causar uma grande redução de açúcar no sangue, resultando em fadiga e falta de energia.”

Sal

Aquele sal extra para dar mais gosto à comida pode te deixar mais cansado. Em quantidade exagerada, o sal aumenta a pressão arterial e deixa o organismo mais desidratado porque mais água é necessária para compensar. “Ele prejudica o funcionamento adequado do organismo, que ficará a todo momento buscando esse equilíbrio. Isso dará uma sensação de cansaço e fadiga. Esporadicamente um pouco de sal não tem problema, mas abusar dele diariamente ou usar em grande quantidade é bastante prejudicial”, adverte Mayara.

Alimentos gordurosos e frituras

A gordura em excesso dificulta a digestão e atrapalha a chegada dos nutrientes à corrente sanguínea. “Como possuem uma digestão mais
lenta, eles fazem com que a circulação se concentre na região abdominal por mais tempo. Isso causa uma sensação de letargia e sonolência durante a digestão, que pode passar de três horas. E isso não é bom para quem vai se exercitar, pois precisará de boa circulação nos membros”, alerta a nutricionista Lara Natacci.

Doces

A lógica nesse caso é parecida à dos carboidratos simples: como eles são ricos em açúcar, dão um pico de energia no primeiro momento porque aumentam a quantidade de glicose no sangue, mas se a pessoa não for praticar uma atividade física logo em seguida, essa disposição logo pode virar cansaço. “O organismo vai aumentar a secreção de insulina para normalizar a glicemia, que é a quantidade de glicose no sangue. Por isso, a sensação de aumento de energia deve durar pouco e dar lugar à fadiga”, reforça Lara Natacci.

Café

O café, um dos estimulantes mais populares, também pode roubar sua energia. Ele realmente gera mais disposição num primeiro momento, mas sua ação no sistema nervoso tem como um dos efeitos a fadiga. “A cafeína, no cérebro, obstrui os efeitos da adenosina, substância que ajuda na transferência de energia e na promoção do sono, dando o efeito estimulante”, explica André Lemos, médico nutrólogo. “Por outro lado, também inibe a degradação da acetilcolina, que aumenta o estímulo muscular. E a consequência disso são o cansaço e a debilidade”, completa.

Corantes e conservantes

Presentes em muitos produtos industrializados, como nuggets, embutidos (salame, presunto, mortadela, peito de peru) e salsichas, eles
modificam o funcionamento adequado do organismo, que tenta repor o que os corantes “tiram” no processo de digestão. “Eles causam uma cascata de processos inflamatórios e oxidantes. Para reverter essa situação, disponibilizamos muitas vitaminas e minerais, fazendo com que o restante do organismo não funcione adequadamente”, destaca Mayara.

Refrigerante

O refrigerante é um dos “ladrões de energia” mais temidos. Alguns maratonistas e ultramaratonistas o utilizam durante provas quando já estão acostumados a seus efeitos, inclusive psicológicos, mas, para o organismo, eles não têm nada de “bonzinhos”. Isso porque o refrigerante, em geral, tem tudo em excesso: açúcar, sódio e corantes. Assim, desencadeia todos os processos já descritos de uma só vez. Além disso, estudos apontam que o refrigerante ainda pode atrapalhar o padrão de sono, prejudicando o descanso e interferindo na disposição.

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