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Cícero Monteiro garante que início das obras do mercado do produtor acontece em março de 2022

22 de dezembro de 2021, 20:53

Jacobina está entre os cinco maiores entrepostos de hortifrutigranjeiro do Estado da Bahia (Foto: Notícia Limpa)

Durante entrevista ao radialista Maurício Dias da Rádio Clube FM, Cícero Monteiro, chefe de gabinete do governador da Bahia, Rui Costa, garantiu que o a construção do mercado do produtor de Jacobina iniciará no primeiro semestre do ano que vem. A obra que foi anunciada ainda no primeiro mandato de Rui Costa, sendo uma indicação do então deputado federal e Jacobinense Amauri Teixeira (PT), passou por contratempos após a perda do mandato da ex-presidente Dilma Roussef e só agora, depois de mais de seis anos, com a interferência do Executivo Estadual deverá ser realmente iniciada. De acordo o representante do governador e cidadão Jacobinense, Cícero Monteiro, o tão sonhado e cobrado mercado do produtor custará mais de 6 milhões de reais quando estiver totalmente pronto, inclusive com a inclusão de uma rotatória que também será construída na BR 324 para facilitar a entrada e saída de caminhões e outros tipos de transportes. “Gostaríamos de dar uma boa notícia para Jacobina e região neste final de ano, e esta notícia é o início da construção do mercado do produtor que deve acontecer no mês de março de 2022.Essa era uma dívida que tínhamos, desde quando ainda era secretário de Desenvolvimento Urbano da Bahia, mas que agora iremos cumprir”, disse Cícero. Quem comemora também são os comerciantes que ainda não possuem um local adequando para vender seus produtos. “Pra gente que sofre sem um local com condições de trabalhar esta notícia é como se fosse um presente de Natal. Espero que no próximo ano já possamos usar este novo mercado”, destacou o atacadista João Rufino de Jesus, sendo seguido por seu colega de vendas, Antonio Carlos da Silva: “Vou comemorar em dobro depois desta informação. Quem bom saber que iremos trabalhar em melhores condições e atender nossos clientes com mais qualidade”..

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Chuvas na Bahia: sobe para 16 o número de mortos; 378 mil foram afetadas

22 de dezembro de 2021, 17:02

Entre as cidades mais afetadas estão Itamaraju, Jucuruçu, Prado, Itanhém e Medeiros Neto (Foto: Reprodução)

O número de pessoas mortas em decorrência das fortes chuvas que atingiram o sudoeste, sul e extremo sul da Bahia subiu para 16, de acordo com balanço divulgado pela Superintendência de Proteção e Defesa Civil do Estado da Bahia (Sudec), nesta quarta-feira (22). Até sexta-feira (17), 14 mortes tinham sido registradas. As duas novas vítimas morreram em Itamaraju e Ilhéus. A data, no entanto, não foi detalhada. Além disso, o número de feridos passou de 276 para 278. As mortes foram registradas em: Ruy Barbosa (1); Itapetinga (1); Itaberaba (2); Itamaraju (4); Macarani (1); Prado (1); Amargosa (2); Jucuruçu (3); Ilhéus (1) Ao todo, 378.977 pessoas foram afetadas pela chuva de alguma forma. Entre as cidades mais afetadas estão Itamaraju, Jucuruçu, Prado, Itanhém e Medeiros Neto. Até então, 66 municípios estão em situação de emergência por causa da chuva, desde o início de novembro. Segundo a Sudec, 3.336 pessoas ficaram desabrigadas e precisaram de apoio das prefeituras e 11.217 ficaram desalojadas, o que significa dizer que também tiveram que abandonar seus imóveis, mas não necessitaram de abrigo. Bahia.ba

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Servidores da Receita Federal pedem exoneração após aprovação do Orçamento 2022, que inclui reajuste apenas a policiais

22 de dezembro de 2021, 16:54

Eles alegam que o Fisco sofreu corte de verbas para garantir reajuste a policias e que governo Bolsonaro descumpriu acordo de pagamento de bônus. Ministério da Economia disse que não vai se manifestar (Foto: Reprodução)

Num movimento articulado, ao menos 157 servidores da Receita Federal que atuam em cargos de confiança pediram exoneração nesta quarta-feira (22), segundo levantamento feito pelo g1. São 46 de São Paulo, 11 do Rio e do Espírito Santo, 10 do Acre, 6 do Rio Grande do Norte, 9 de Mato Grosso do Sul e 75 do Rio Grande do Sul. São auditores e analistas que têm cargos de delegados e chefes do órgão tributário. Segundo o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco), trata-se de um movimento nacional, e a estimativa é a de que cerca de 500 servidores de todo o país já entregaram seus cargos até a última atualização desta reportagem. O Ministério da Economia e a Receita Federal informaram que não vão se manifestar. Na carta de exoneração, os delegados dizem que a Receita teve seu orçamento reduzido em 51,4% só na parte da tecnologia da informação. Segundo o documento, os cortes afetam principalmente a administração das unidades e a gestão de soluções informatizadas e que há risco de não haver recursos para o pagamento de contas de água e energia elétrica. O texto afirma ainda que o corte no orçamento da Receita para 2022 é equivalente ao valor que foi destinado ao pagamento do aumento para carreiras Polícia Federal (PF), da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Departamento Penitenciário Nacional (Depen). O orçamento aprovado prevê um valor de R$ 1,7 bilhão para esta finalidade. De acordo com o Ministério da Economia, o aumento salarial para a categoria se deve a uma "decisão do presidente da República". "Observa-se que o valor corte orçamentário proposto é proporcional ao valor destinado para a reestruturação da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, do Departamento Penitenciário Nacional e do Ministério da Justiça. Com isto temos que os valores que serão cortados da Receita Federal do Brasil serão utilizados para satisfazer os reajustes acordados com as carreiras retro citadas, numa demonstração de absoluto desrespeito à administração tributária", diz a carta. Os servidores também alegam que o governo descumpriu um acordo de 2016 do pagamento de um bônus de eficiência, no valor de R$ 450 milhões, após a reestruturação da carreira. Entre os que deixaram os cargos em São Paulo estão chefes de alfândega, que atuam na liberação de mercadorias no Porto de Santos e nos aeroportos. No Acre, estão incluídos no grupo os chefes das unidades da delegacia de Rio Branco, inspetorias de Epitaciolândia, Assis Brasil e Cruzeiro do Sul. Banco Central Servidores do Banco Central também manifestaram nesta quarta, em mensagem encaminhada ao presidente da instituição, Roberto Campos Neto, sua insatisfação por terem sido “deixados de lado nas negociações com vistas a um reajuste remuneratório no próximo ano”. “Causou-nos profunda estranheza e indignação as tratativas para reajustes salariais para determinadas categorias do serviço público, alijando outras, gerando evidente assimetria de tratamento, e deixando de fora os servidores desta Casa”, cita o texto. Em outro trecho, eles destacam que é "importante trazer ao conhecimento da Diretoria que os servidores em geral manifestam clara e fortemente que seria um golpe muito duro, uma grande decepção, serem deixados de fora desse movimento de recomposição” salarial. G1 SP

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2022 terá apenas um feriado nacional prolongado

22 de dezembro de 2021, 15:35

Três feriados nacionais serão celebrados nos fins de semana (Foto: Reprodução)

O ano de 2022 terá apenas um feriado nacional prolongado, a Paixão de Cristo, dia 15 de abril, que tradicionalmente cai em uma sexta-feira, podendo ser emendado com o fim de semana. Isso sem considerar os feriados estaduais e municipais e festejos como o carnaval, que é ponto facultativo (algumas cidades adotam como feriado) e vai de segunda a quarta-feira, dias 28 de fevereiro, 1º e 2 de março. A portaria do Ministério da Economia, que estabelece os dias de descanso no âmbito da administração pública federal, foi publicada hoje (22) no Diário Oficial da União. Os feriados estaduais e municipais também serão observados nas respectivas localidades, e os serviços considerados essenciais deverão ser preservados nesses dias. Três feriados nacionais serão celebrados nos fins de semana, começando com 1º de janeiro, dia da Confraternização Universal e celebração do Ano-Novo, que será sábado. Dias 1º de maio (Dia Mundial do Trabalho) e 25 de dezembro (Natal) serão no domingo. Além desses, também são considerados feriados nacionais os dias 21 de abril (Tiradentes), 7 de setembro (Independência do Brasil), 12 de outubro (Nossa Senhora Aparecida), 2 de novembro (Finados) e 15 de novembro (Proclamação da República). Na lista do Ministério da Economia também estão os pontos facultativos de 16 de junho (Corpus Christi) e 28 de outubro (Dia do Servidor Público). Veja a lista completa dos feriados e pontos facultativos de 2022: 1º de janeiro, Ano-Novo (feriado nacional); sábado 28 de fevereiro, carnaval (ponto facultativo); segunda-feira  1º de março, carnaval (ponto facultativo); terça-feira  2 de março, Quarta-feira de Cinzas (ponto facultativo até às 14 horas); quarta-feira 15 de abril, Paixão de Cristo (feriado nacional); sexta-feira 21 de abril, Tiradentes (feriado nacional); quinta-feira 1º de maio, Dia Mundial do Trabalho (feriado nacional); domingo 16 de junho, Corpus Christi (ponto facultativo); quinta-feira 7 de setembro, Independência do Brasil (feriado nacional); quarta-feira 12 de outubro, Nossa Senhora Aparecida (feriado nacional); quarta-feira 28 de outubro, Dia do Servidor Público (ponto facultativo); sexta-feira 2 de novembro, Finados (feriado nacional); quarta-feira 15 de novembro, Proclamação da República (feriado nacional); terça-feira 25 de dezembro, Natal (feriado nacional); domingo

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Em mensagem pela paz, Papa condena aumento de despesas militares

21 de dezembro de 2021, 10:42

O Papa ainda pediu que as pessoas tenham acesso a “um trabalho digno” que isso, além de melhorar a vida delas e de seus familiares, diminui a violência e a criminalidade (Foto: Reprodução)

O Vaticano divulgou nesta terça-feira (21) a mensagem do papa Francisco pelo Dia Mundial da Paz de 2022, celebrado em 1º de janeiro, em que o líder católico volta a criticar a queda nos investimentos em educação e o aumento nas despesas militares em todo o mundo.    “Nos últimos anos, diminuiu sensivelmente, em todo o mundo, o orçamento para a instrução e a educação, considerada mais despesa do que investimento. Porém, elas constituem os vetores primários de um desenvolvimento humano integral: tornam a pessoa mais livre e responsável e são indispensáveis para a defesa e a promoção da paz”, diz o Pontífice.    “As despesas militares, ao contrário, aumentaram e superaram o nível registrado no fim da Guerra Fria, e parecem que estão destinadas a crescer de maneira exorbitante. É bastante oportuno e urgente que aqueles que têm responsabilidades de governo elaborem políticas públicas e façam uma inversão na relação entre investimentos públicos na educação e os fundos destinados aos armamentos”, pontuou.    Para Francisco, o processo real para que haja um desarmamento internacional “não vai causar nada além de benefícios ao desenvolvimento dos povos e das nações, liberando recursos financeiros que devem ser empregados de maneira mais apropriada para a saúde, a escola, a infraestrutura, o cuidado com o território e assim por diante”.    É preciso ainda, destaca, focar no desenvolvimento do “humano integral” e que entende que é necessário proteger a natureza.    Outra parte da mensagem foca na questão do trabalho e alerta para os efeitos da pandemia de Covid-19 no setor, especialmente, para os mais pobres.    “A pandemia de Covid-19 agravou a situação do mundo do trabalho, que estava já enfrentando múltiplos desafios. Milhões de atividades econômicas e produtivas faliram: os trabalhadores precários estão sempre mais vulneráveis; muitos daqueles que desenvolvem serviços essenciais foram ainda mais escondidos da consciência pública e política; a educação a distância, em muitos casos, gerou uma regressão na aprendizagem e nos percursos escolásticos”, ressaltou.    Além disso, “os jovens que entram no mercado profissional e os adultos que caíram no desemprego enfrentam hoje perspectivas dramáticas”. Em particular, destaca ainda Jorge Mario Bergoglio, que “o impacto da crise sobre a economia informal, que muito envolve os trabalhadores migrantes, foi devastador”.    “Muitos deles não são reconhecidos pelas leis nacionais, como se não existissem. Vivem em condições muito precárias, expostos a várias formas de escravidão e privados de um sistema de bem-estar social que os protejam. Além disso, atualmente, só um terço da população mundial em idade apta para trabalhar vive em um sistema de proteção social ou pode usar dele de forma limitada”, acrescentou.    O Papa ainda pediu que as pessoas tenham acesso a “um trabalho digno” que isso, além de melhorar a vida delas e de seus familiares, diminui a violência e a criminalidade. (ANSA).   

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Para tentar sair do aluguel, mulher se casa com boneco de pano

21 de dezembro de 2021, 10:34

O matrimônio foi transmitido ao vivo por emissoras de rádio e TV (Foto: Reprodução)

No sábado (18), Merivone Rocha Moraes, de 37 anos, se casou com o boneco de pano Marcelo, em Rio Paranaíba, Minas Gerais. Segundo a diarista, ela teve essa ideia para chamar a atenção dos programas de televisão que pudessem ajudá-la a conseguir uma casa própria. As informações são do O Tempo. Além de trabalhar como diarista, a noiva é dançarina de forró e participa com o boneco de pano no programa “Domingão da Santinha”, que é transmitido ao vivo pelas redes sociais de uma rádio local. “Eu sou dançarina de forró e eu não arrumava ninguém para dançar comigo. Eu cheguei na minha mãe e pedi para ela fazer um boneco de pano para dançar comigo. Ela fez e uma amiga minha sugeriu de eu dar o nome de Marcelo, porque fica Merivone e Marcelo”, contou a mulher. Por ser mãe de dois filhos e morar de aluguel, a diarista teve a ideia de fazer o casamento “para chamar a atenção de programas de televisão que pudessem me ajudar a ter uma casa. Eu quero ganhar uma casa e por isso resolvi casar com Marcelo”. O matrimônio foi transmitido ao vivo por emissoras de rádio e TV locais. Contou com a presença de convidados, padrinhos e juíza. Merivone ainda ganhou o espaço, a decoração da festa, o dia de noiva (com maquiagem e penteado) e uma viagem de lua-de-mel para o Rio de Janeiro.

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Fraudadores de azeite colocam até óleo de acender lamparina no produto

21 de dezembro de 2021, 09:17

Segundo o Mapa, os produtos, em sua maioria, estavam adulterados com outros tipos de óleo, como de soja, corantes e até azeites impróprios para o consumo, como o lampante, produto que também é derivado da azeitona, mas indicado para acender lamparinas (Foto: Reprodução)

Na semana passada, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) suspendeu 24 marcas de azeite de oliva no Brasil, e um total de 151.449 garrafas foram retiradas de circulação. Segundo o Mapa, os produtos, em sua maioria, estavam adulterados com outros tipos de óleo, como de soja, corantes e até azeites impróprios para o consumo, como o lampante, produto que também é derivado da azeitona, mas indicado para acender lamparinas. De acordo com o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov), do Mapa, Glauco Bertoldo, na operação da semana passada todas as garrafas eram rotuladas como importadas. A grande maioria delas tinha adição de óleos, como o de soja e outras substâncias. "São adicionados óleos de soja, milho e outros, corantes e aromatizantes para ganhar volume", disse. Outro produto utilizado para fraudar o azeite de oliva, segundo ele, é o óleo vegetal com azeite lampante, que tem cheiro forte e acidez elevada. O produto, conforme o Conselho Oleícola Internacional (IOC), é extraído de azeitonas deterioradas ou fermentadas, é impróprio para o consumo, devido a sua acidez, superior a 3,3%, e, antigamente, era usado para acender lamparinas. Soja, corantes e aromatizantes Bertoldo disse que, até 2017, quando o Dipov ainda não realizava as operações de fiscalização (duas por ano), os azeites de oliva extravirgem tinham até 66% de fraudes. "As empresas importavam azeites de baixa qualidade para vender no Brasil como produtos de alta qualidade. Depois da fiscalização, essas importações cessaram, e os fraudadores começaram a utilizar outros óleos vegetais, de soja, milho, lampante, corantes e aromatizantes, rotular como azeite extravirgem importado e vender a redes de supermercado menores ou até diretamente a restaurantes, como azeite extravirgem", declarou. Segundo ele, um dos grupos de fraudadores presos na semana passada, no Rio de Janeiro, já havia sido flagrado em operações anteriores, mas no Espírito Santo. "A operação tem levado especialistas sensoriais para identificar a fraude nos supermercados porque, antes, até que saíssem os resultados em laboratório, o produto já tinha acabado, não era possível apreender, e os fraudadores já estavam em outro estado", disse. Especialistas provam azeites para descobrir fraudes Nas operações, os especialistas em azeites, filiados ao IOC, analisam sensorialmente os produtos: cor, aroma e gosto. Assim, conseguem identificar a fraude. "Essas adulterações mais refinadas muitas vezes não são detectadas nem em laboratório", afirmou Bertoldo. O conteúdo apreendido na semana passada também passará por testes laboratoriais, segundo o Dipov, e os resultados devem sair em breve. Especialista do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital/SP), a engenheira Ana Maria Rauen de Oliveira Miguel disse que, entre as misturas mais comuns utilizadas nas fraudes, estão óleo de soja, milho, girassol alto oleico (produto com características similares às do azeite de oliva), azeites refinados, lampante misturado a óleo de soja ou de avelã e óleos minerais. Consumo e produção O Brasil é o terceiro maior importador de azeite de oliva do mundo (perde para EUA e União Europeia). De acordo com o IOC, em 2020, foram importadas 104.179 toneladas de azeite de oliva e bagaço de oliva, 20% a mais que em 2019. Em cinco meses de 2021, o dado mais recente divulgado, as importações já eram 11% maiores que no mesmo período do ano anterior. Estatísticas da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) mostram que, anualmente, o consumo nacional do produto é de 70 milhões de litros. Azeite nacional sem fraudes Conforme Bertoldo, a operação de fiscalização também detectou que nenhuma marca nacional tinha adulterações. "O azeite nacional, produzido a partir de oliveiras cultivadas aqui e envasados no país, não mostra nenhum tipo de fraude e aponta para uma qualidade excelente", disse o diretor do Dipov. No Brasil, o Rio Grande do Sul concentra 75% da produção de azeites. O restante é produzido em regiões como São Paulo e Minas Gerais. Segundo a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul, neste ano devem ser produzidos, só naquele estado, 202 mil litros do produto, processado por 15 indústrias em 11 cidades. O volume é quatro vezes maior que o produzido no ano passado, 48 mil litros e tende a crescer, já que os olivais (plantações de oliveiras) atingem seu ponto máximo de produção em torno de oito anos —as primeiras lavouras foram implantadas no país em 2012. Até o final do ano passado, havia no estado 6,2 mil hectares plantados com oliveiras. Segundo informações do Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva), como os olivais nacionais são novos, a expectativa é encerrar 2021 com 10 mil hectares plantados e, até 2025, chegar a 20 mil hectares. Em 2019, a produção de azeitonas no país foi de 1,4 milhão de quilos e, em 2020, 1,6 milhão de quilos. UOL

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‘Feira Chique’ e apresentações culturais encerram as comemorações natalinas em Caém

20 de dezembro de 2021, 14:49

(Foto: Divulgação)

A Prefeitura de Caém, através das Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Turismo, tem trabalhado para tornar o município e a população cada dia melhor e feliz. Depois da iluminação natalina que tornou as noites da sede e das comunidades de Gonçalo e Piabas mais iluminada, trazendo de volta o encanto e a magia do último mês do ano, a semana em que se comemora o nascimento de Cristo será encerrada com diversos eventos culturas. Após um longo período sem acontecer, está de volta a tradicional ‘Feira Chique’ de Caém. De acordo a Diretoria de Turismo Municipal, este ano o evento reunirá mais de 20 expositores locais, entre eles artesãos, artistas musicais e agricultores familiares. Estarão sendo expostos e comercializados produtos produzidos pela cadeia da economia criativa do município. Com início às 16 horas do dia 23 e término às 10 horas de sexta-feira, dia 24, a Feira Chique que este ano tem como tema: "Resgatando a nossa história", contará com exposição de carros antigos, apresentações culturais (com a participação da Filarmônica 2 de Janeiro), entre outros. Acompanhe a programação abaixo: 23/12 16:00 - Exposição de Carros Antigos 18:00 - Abertura com filarmônica 2 de Janeiro 19:00 - Apresentação Conviver 19:10 - SCFV - Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculo 19:20 - Apresentação dos alunos da Escola Municipal Arnóbio Xavier de Oliveira 19:30 - Chegada do Papai Noel na praça 20:00 - Rodrigo Santos 21:30 - Reurys Oliveira 23:30 - Finalização 24/12 16:00 - Som Mecanico 18:00 - Apresentações escolares 18:30 - Chegada do Papai Noel 19:00 - Beto sanfoneiro 20:00 - Paulo dos Teclados 22:00 - Finalização

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Homem é sequestrado em falso encontro marcado por aplicativo de paquera

20 de dezembro de 2021, 14:38

Vítima combinou de encontrar mulher por aplicativo de relacionamento. Homem foi liberado pela PM após denúncia anônima a caminho do cativeiro em favela da Zona Oeste (Foto: Reprodução)

Cada vez mais a tecnologia facilita as atividades por meio dos aplicativos e a busca por novos relacionamentos não ficou de fora. Entretanto, criminosos têm usados os aplicativos de paquera para atrair vítimas e praticarem crimes. Segundo o delegado Ronaldo Sayeg, os bandidos usam perfis falsos para conhecer as futuras vítimas, marcarem encontros e cometer crimes como sequestro. “Essa ostentação é própria da paquera. Não é difícil mandar foto do carro que tem, de um imóvel, de alguma joia, de viagens, até para despertar interesse de quem ele está cortejando”, disse ele, à TV Globo em matéria exibida no Fantástico. “O homem está enviando um currículo para o criminoso.”, completa. Sem se identificar, uma vítima desses golpes contou que não se atentou aos sinais durante uma chamada de vídeo com a suposta pretendente e marcou um encontro. “Ela aparecia com uma toalha no cabelo e não olhava diretamente para a câmera”, disse. “Eu cheguei [no local do encontro], e ela não apareceu. Passou um pouco, um minuto, talvez menos, já chegaram os caras, colocando revólver”, contou. Após a experiência negativa, o homem afirmou que não vai mais retornar para os aplicativos de relacionamentos. “Dá um pouco de vergonha. A gente se sente um pouco envergonhado pelo que aconteceu”, relatou. Segundo o delegado Osvaldo Nico Gonçalves, o número de casos de sequestro por meio de aplicativos tem aumentado em São Paulo. “Basicamente todo dia aparece um novo caso na delegacia anti-sequestro”, disse. Ao Fantástico, o Tinder, um dos principais aplicativo usados pelos bandidos, enviou uma nota na qual ressalta que fiscaliza a plataforma periodicamente e que remove perfis suspeitos, além de procurar melhorar as ferramentas de segurança do aplicativo. IstoÉ

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Investimentos do governo em Defesa Civil caem 43% em 2021

20 de dezembro de 2021, 14:25

No extremo sul da Bahia e em Minas Gerais, mais de 300 mil pessoas sofreram com as enchentes das últimas semanas (Foto: Reprodução)

O governo de Jair Bolsonaro (PL) reduziu em 43% os recursos para a Defesa Civil. Ao longo de 2021, foram empenhados R$ 918,6 milhões para a área responsável pela preparação do País para eventos climáticos extremos, menos que o montante de R$ 1,63 bilhão destinado no ano passado. Nesta temporada de chuvas, o Brasil ainda não chegou ao ápice da estação, mas as intempéries já provocaram danos. No extremo sul da Bahia e em Minas Gerais, mais de 300 mil pessoas sofreram com as enchentes das últimas semanas. A falta de investimentos no setor significa que este ano terá o menor gasto da União com a Defesa Civil pelo menos desde 2016, de acordo com dados do Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento (Siop) do governo federal compilados pela reportagem. A área não foi contemplada pelo duto das emendas RP-9, o chamado "orçamento secreto". Revelado pelo Estadão, o esquema criado por Bolsonaro para garantir apoio político, sem transparência sobre a distribuição do dinheiro, não empenhou recursos para a Defesa Civil. Os investimentos da União na área foram fortalecidos apenas por emendas de bancadas estaduais: o Congresso destinou R$ 30,8 milhões; outros R$ 4,1 milhões chegaram via emendas individuais. À reportagem, o Ministério do Desenvolvimento Regional, responsável pela área, disse "condenar qualquer tentativa de uso político da tragédia" e afirmou ter destinado pouco mais de R$ 1 bilhão para a área em 2021 - a diferença se deve ao critério adotado pela pasta, que inclui o pagamento dos chamados "restos a pagar" no cálculo - recursos empenhados em anos anteriores e quitados agora. EMERGÊNCIA Até o momento, 63 municípios do sul da Bahia já decretaram situação de emergência por causa das chuvas. Ao menos 7,4 mil pessoas estão desabrigadas em decorrência das enchentes na região. Outras 21,5 mil estão desalojadas, o que significa que tiveram de deixar suas casas, mas não precisaram recorrer a abrigos providenciados pelas prefeituras. As chuvas também tinham resultado em 14 mortes até a sexta-feira passada, e deixado ao menos 276 feridos. As cidades mais afetadas são Itamaraju, Jucuruçu, Prado, Itanhaém e Medeiros Neto. Em Minas, as chuvas deixaram ao menos 2.024 desabrigados e 9.871 desalojados, além de 49 feridos e cinco mortos. O número total de pessoas afetadas era de pouco menos de 16 mil, segundo o mais recente boletim da Defesa Civil mineira, divulgado anteontem. Os municípios mais atingidos são os dos vales do Jequitinhonha, do Mucuri e do Rio Doce. No Orçamento da União, as ações de Defesa Civil estão agrupadas sob o guarda-chuva do programa orçamentário 2218 - "Gestão de riscos e desastres". Além desta rubrica principal, o levantamento do Estadão considerou outros programas relacionados, como o de código 1027 ("Prevenção e preparação para desastres") e 1029 ("Resposta aos desastres"). A reportagem considerou um conjunto de 15 ações orçamentárias relacionadas ao assunto, mas a mais relevante é a ação de código 22BO ("ações de proteção e Defesa Civil"). Dos pouco mais de R$ 900 milhões já empenhados (isto é, reservados para gastar) pela União para a área da Defesa Civil, a maior parte (R$ 727,3 milhões) foi para a rubrica. A ação 22BO inclui desde os repasses para os municípios baianos e mineiros atingidos pelas chuvas recentes até a Operação Carro-Pipa (OCP), tocada pelo MDR em parceria com o Comando do Exército. A operação distribui água para a população de regiões rurais afetadas pela estiagem. A Operação Carro-Pipa foi uma das menos impactadas pela queda de investimentos em Defesa Civil: o volume de recursos executado pelo MDR em parceria com o Comando do Exército é de cerca de R$ 485 milhões até o momento em 2021, ante R$ 521 milhões em 2020 - uma redução de cerca de 7%. Na semana passada, a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, que integra a estrutura do Ministério do Desenvolvimento Regional, reconheceu a situação de emergência em vários municípios mineiros e baianos - o que abre caminho para o envio de recursos extras para as cidades. O dinheiro é usado para restabelecer serviços básicos, para desobstruir vias e para comprar mantimentos para os atingidos, por exemplo. Para os municípios do sul da Bahia e de Minas foram destinados cerca de R$ 14 milhões até o momento, segundo informou o MDR, em nota ao Estadão. Em todo o País, eram 60 municípios com situação de emergência reconhecida pela pasta até quinta-feira passada. DEFICIÊNCIAS No Brasil, a Defesa Civil está organizada na União, nos Estados e nos municípios. O conjunto dos órgãos que integram esta estrutura é conhecido como Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sinpdec). A lei federal que organiza o sistema foi criada em 2012, mas segue sem regulamentação até hoje - um problema que persistiu nos mandatos presidenciais de Dilma Rousseff (PT), Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL). Nos últimos anos, o Tribunal de Contas da União (TCU) vem emitindo alertas sobre a falta de critérios objetivos e de planejamento na distribuição de dinheiro para projetos de prevenção de desastres naturais. Em fevereiro de 2020, por exemplo, uma auditoria relatada pelo ministro Augusto Nardes concluiu que a União estava direcionando recursos para áreas menos necessitadas, em detrimento de outras onde as carências eram maiores. A auditoria do TCU encontrou ainda situação precária em muitos órgãos municipais de Defesa Civil - a maioria das cidades não possui um plano municipal de redução de riscos. Em resposta à reportagem, o MDR afirmou que "episódios extremos provocados pelo clima acontecem em todo o mundo e não há ações que poderiam ter evitado o aumento do nível dos rios e alagamentos das áreas, tal o volume de precipitações registradas". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Acusado de cometer mais de 100 estupros foge de presídio

19 de dezembro de 2021, 19:17

Wanderson Carvalho, o Dentinho, estava preso desde 2004 e fugiu enquanto fazia trabalho de limpeza na prisão. Investigação foi instaurada (Foto: Reprodução)

Um dos maiores estupradores da história de Goiás conseguiu fugir do presídio na noite dessa sexta-feira (17/12). Já condenado a 196 anos de prisão e acusado de cometer mais de 100 estupros, Wanderson Alves Carvalho, conhecido como Dentinho, aproveitou-se do momento em que fazia um trabalho de limpeza numa das unidades do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia e fugiu. Ele havia sido preso em 2004. A Diretoria Geral de Administração Penitenciária (DGAP) informou neste domingo (19/12) que instaurou um processo de investigação para apurar as causas e circunstâncias da fuga de Wanderson. Ele cumpria pena na Penitenciária Odenir Guimarães (POG). Conforme apuração da polícia, até então, o criminoso havia sido escoltado da POG até a base do Grupo de Guaritas e Muralhas (GGM), que fica nas dependências da Gerência de Segurança, para fazer a limpeza do local. No início da noite, no entanto, as equipes do GGM que retornaram à POG notaram que ele não havia voltado para o presídio. As polícias Militar e Civil foram acionadas para ajudar a Polícia Penal na investigação iniciada pela DGAP. A intenção do órgão é analisar todas as possibilidades envolvendo o caso para que sejam aplicadas as devidas sanções aos envolvidos. História “Dentinho” agiu entre 2001 e 2004, em Goiânia e região metropolitana. Para cometer os estupros, ele costumava usar uma bicicleta, vestia boné e bermuda. Ele abordava, principalmente, universitárias e a tática era quase sempre a mesma.https://d-12225305852911455539.ampproject.net/2112032204000/frame.html O estuprador pedia uma informação na rua e, quando a mulher ia responder, ele a atacava com uma arma. Em seguida, a vítima era levada para uma área baldia, onde ele não só praticava o estupro, mas também roubava pertences, como joias e celulares. Wanderson chegou a fugir da prisão numa situação anterior, em maio de 2004, em Paraúna (GO), a 160 quilômetros de Goiânia. Nessa fuga, a polícia levou quase um mês para localizá-lo.

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Epidemia de gripe avança em vários estados e já matou ao menos 6 pessoas

18 de dezembro de 2021, 07:43

Influenza A já circula em diversos estados e preocupa autoridades sanitárias Pexels (Foto: Reprodução)

Depois da rápida propagação no estado do Rio de Janeiro, o vírus Influenza A (H3N2) já deixa em alerta São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais, Bahia, Rondônia e Amazonas. A epidemia de gripe fora de seu período sazonal, que ocorre neste ano durante o verão, já fez 6 mortes: cinco no Rio de Janeiro e uma em Salvador. A Secretaria Municipal de Saúde do Rio divulgou haver mais de 20 mil casos de gripe na capital fluminense e intensificou a campanha de vacinação. Na Bahia, dos 174 casos registrados, 144 são em Salvador, sendo que 48 infectados tiveram síndrome respiratório aguda grave. O óbito registrado na cidade é de uma mulher de 80 anos que não havia tomado a vacina contra a gripe. Em São Paulo, o surto de gripe gerou filas de até seis horas por atendimento na rede municipal na última quarta-feira (15), segundo o jornal Folha de São Paulo. Santos, no litoral paulista, registrou mais de 3 mil pacientes com sintomas de gripe nas últimas semanas. Em Belo Horizonte, a Secretaria Municipal de Saúde diz que já realizou 373 mil atendimentos por doenças respiratórias, o que representa um aumento de 36% em relação a 2020. O que acontece? Em primeiro lugar, a pandemia causada pelo coronavírus tirou o foco da vacinação contra a gripe. Segundo o Ministério da Saúde, a taxa de vacinação contra a gripe é de cerca de 75% da população, taxa que chegou a mais de 90% em anos anteriores. Além disso, com o avanço da vacinação contra a Covid-19, as pessoas estão retomando suas rotinas fora do contexto de isolamento social. Isso explica porque a epidemia de gripe ocorre fora do inverno. Embora menos letal, os sintomas da gripe podem ser mais severos que os de Covid: incluem febres altas, dores musculares, coriza, náusea e fadiga logo nos primeiros dias de infecção. O tratamento é feito com remédios que combatem os sintomas, como antigripais e antitérmicos.

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