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Covid-19: Projeto universitário busca incentivar pessoas a tomar a segunda dose da vacina

29 de setembro de 2021, 14:16

O Polo da Unopar de Jacobina, lança o Projeto 2ª Dose, que traz como lema ‘Dedicação, Otimismo, Saúde e Encorajamento’ (Foto: Notícia Limpa)

Fazendo parte do programa Responsabilidade Social 2021, o Polo da Unopar de Jacobina, lança o Projeto 2ª Dose, que traz como lema ‘Dedicação, Otimismo, Saúde e Encorajamento’. O ‘2ª Dose’ foi idealizado pelo Centro de Estudos Jacobinense (CEJ) e tem como objetivo engajar os seus colaboradores, alunos e sociedade no processo de conscientização das pessoas que ainda não compareceram aos postos de vacinação para receber a segunda dose da vacina contra a Covid-19. Colaboradores, alunos e sociedade serão convidados a se engajarem no projeto de “busca ativa” para encontrar pessoas com a segunda dose da vacina Covid-19 atrasada, contribuindo assim com a melhoria da qualidade da saúde de toda a sociedade e ajudar a salvar vidas. Fazem parte da busca ativa, dialogar com familiares, amigos, vizinhos e colegas de trabalho, promovendo a conscientização com relação a importância do assunto e incentivando o comparecimento a um posto de vacinação. “Com muita Dedicação, Otimismo e Coragem faremos uma verdadeira mobilização, para conscientizar as pessoas acerca da importância da segunda dose da vacina Covid-19 para a sua Saúde. A Unopar usará todas as suas ferramentas digitais disponíveis em sua rede para a promoção do projeto, com divulgações de cards e vídeos”, destaca um dos trechos do projeto. Dados do Ministério da Saúde informam que mais de quatro milhões de pessoas estão com segunda dose da vacina atrasada no Brasil e na Bahia, de acordo com dados apresentados pela Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), são mais de 400 mil pessoas com a 2ª dose da vacina contra Covid-19 atrasada. Importância da segunda dose - As vacinas contra a Covid-19 garantem proteção porque previnem a doença, reduzindo as chances de morte e internações. Embora não impeça o contágio nem a transmissão do vírus, a vacinação é essencial, já que induz o sistema de defesa do corpo a produzir imunidade contra o coronavírus pela ação de anticorpos específicos, segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). As Secretarias da Saúde dos Estados reforçam a importância da segunda dose da vacina e informam que podem ser aplicadas inclusive em municípios diferentes daqueles onde a primeira foi aplicada.

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Encontro discute formação continuada no Piemonte da Diamantina

29 de setembro de 2021, 10:12

Gestores escolares, coordenadores pedagógicos das redes municipais e estadual e equipes técnicas das secretarias municipais de educação e do NTE participaram do evento (Foto: NTE-16)

O Núcleo Territorial da Educação (NTE 16), realizou na manhã desta terça-feira (28), o Encontro Territorial de Monitoramento da Formação Continuada. O evento que aconteceu no auditório do Colégio Estadual de Jacobina, em formato presencial, teve como foco os educadores e equipes técnicas que atuam nos períodos do 6º ao 9º ano e no Ensino Médio. A ação, promovida pela Secretaria da Educação da Bahia, por meio do Instituto Anísio Teixeira (IAT) e tem como objetivo monitorar e avaliar ações conjuntas no âmbito da formação continuada de professores, um processo permanente e constante de aperfeiçoamento dos saberes necessários à atividade dos educadores, sendo realizada após a formação inicial e tem como objetivo assegurar um ensino de qualidade cada vez maior aos alunos. Iniciando com um momento de acolhimento e homenagem ao educador Paulo Freire pelas alunas da rede estadual Kaelem Oliveira e Eliziane da Silva, as atividades foram dirigidas basicamente na troca de experiências, a partir de informações apresentadas pelos profissionais presentes. Em seguida, Nazaré dos Santos Costa Alves, diretora do NTE 16, tratou da relevância das parcerias estabelecidas entre estado e municípios e da contribuição que a formação continuada imprime na educação de qualidade do território, agradecendo e parabenizando todos pela excelência de trabalho que realizam. “A formação continuada tem como objetivo colaborar com uma proposta pedagógica que aproxime a realidade das vivências dos profissionais em educação com as demandas escolares, a partir do monitoramento e fortalecimento das ações, potencializando e alinhando as atividades desenvolvidas”, destacou Nazaré. A diretora geral do IAT, a professora mestre Cybele Amado de Oliveira, que representou a Secretaria de Educação da Bahia, esclareceu todos os pontos levantados pelos participantes, compartilhando a proposta de ampliação da formação continuada para os professores da rede municipal na área de tecnologia. Cybele reforçou que neste contexto pandêmico ‘é importante compreender o que sabes e o que não sabe, pois não se tem a certeza do amanhã, por tanto é preciso viver o agora’ e com a educação não é diferente onde é preciso se reinventar a cada dia. Participaram do evento, secretários municipais de educação, gestores escolares municipais e estadual, coordenadores pedagógicos, educadores e equipes técnicas dos municípios de Caém, Jacobina, Miguel Calmon, Mirangaba, Ourolândia, Saúde, Serrolândia, Umburanas e Várzea Nova.

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Ambev anuncia aumento no preço da cerveja

29 de setembro de 2021, 08:44

(Foto: Reprodução)

A cervejaria Ambev, dona de marcas como Skol, Brahma, Antarctica, Bohemia e Stella Artois, acaba de aumentar o preço das cervejas. Segundo apurou a reportagem com donos de restaurantes em São Paulo, a partir desta sexta-feira (1º), haverá aumento de 5% a 6% em chope e cervejas, incluindo embalagens descartáveis. Outros comunicados aos quais a reportagem teve acesso falam de repasses desde esta segunda (27) ou a partir de sábado (2). A Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) confirma o aumento de preços e afirma que o reajuste deve vir alinhado com a inflação acumulada nos último 12 meses, em torno de 10%. No comunicado enviado a clientes e distribuidores, ao qual a reportagem teve acesso, a cervejaria -que concentra 60% de participação de mercado no país- afirma que o reajuste vai seguir, “em linhas gerais, a variação da inflação, variação de custos, câmbio e carga tributária”. De acordo com o comunicado, “os reajustes podem variar entre regiões, marcas, embalagens e segmentos”. “Reforçamos o nosso compromisso com a competitividade das nossas marcas no mercado, visando sempre a boa performance do volume de vendas da indústria”, diz a Ambev no comunicado. O mercado de cerveja está estagnado: segundo a consultoria Euromonitor, este ano a venda de cervejas no Brasil deve atingir R$ 197,97 bilhões, uma alta nominal de 7,3% sobre 2020, sem descontar a inflação. Na opinião de Marcelo Balloti Monteiro, analista do setor de bebidas da Lafis Consultoria, a pressão de custos está bastante elevada, em especial, de matéria-prima e energia. “Mas, em um primeiro momento, o impacto do aumento de preços deve ser menor na demanda, porque ocorre em um momento de retomada de diversos eventos e com a aproximação das festas de fim de ano”, afirma. Questionada pela reportagem, a Ambev afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que se trata de um aumento natural, que ocorre todo ano. A empresa afirma que houve reajuste no ano passado, mesmo em meio ao período mais crítico da pandemia, com parte dos bares e restaurantes fechados. Mas, neste caso, o aumento não atingiu as embalagens retornáveis, diz a cervejaria. Agora, o aumento é generalizado, para diversas embalagens e marcas. A Ambev não informou, porém, qual a faixa de reajustes. Disse apenas que os reajustes vêm ocorrendo “nas últimas semanas”. As rivais Hineken e Itaipava também foram questionadas sobre aumento de preços, mas não retornaram até o fechamento desta reportagem. A Ambev vem tentando crescer fora do mercado de cervejas. Em agosto, a companhia anunciou a criação de uma nova divisão, chamada “Future Beverages and Beyond Beer” (bebidas do futuro e além da cerveja, em tradução livre). A disparada na venda de bebidas durante a pandemia fez com que os consumidores passassem a diversificar o portfólio alcoólico, testando novas marcas e categorias até então vistas como nicho pela companhia. Cresceu especialmente o consumo de vinhos e de águas com gás alcoólicas e saborizadas (as “hard seltzers”), fora as cervejas de baixo teor alcoólico e as premium -categorias que têm o público jovem e o feminino como alvo. Este é o mercado ao qual tem se dedicado a principal rival da Ambev, a Heineken. A marca holandesa, por sinal, se tornou a favorita do brasileiro, segundo pesquisa do banco Credit Suisse divulgada em janeiro. Mas é quase 50% mais cara que a Skol, da Ambev, a mais consumida. Segundo analistas do setor, a Ambev vem perdendo competitividade com as suas marcas “mainstream” (comuns), como Skol, Brahma e Antarctica, enquanto as cervejas premium, vinhos e outras bebidas de baixo teor alcoólico crescem. Folhapress

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Exposição excessiva de crianças em redes sociais pode causar danos

28 de setembro de 2021, 15:31

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) alerta para os perigos e impactos de longo prazo desse hábito na vida dos menores (Foto: Reprodução)

A menina Alice, de 5 anos, ama tirar fotos e vídeos. Ela tem um perfil na rede social Instagram administrado pela mãe, a empresária do setor de alimentos Tainara Paradelas. A mãe cuida com atenção do perfil, feito apenas para registrar os momentos da infância da garotinha. “O perfil da Alice foi feito para compartilhar memórias e coisas engraçadas com amigos íntimos e familiares”, conta a mãe, que usa critérios de segurança no perfil da pequena. “O perfil dela é trancado e só pode segui-la quem eu aceito”, detalha Tainara. A empresária explica que a menina não tem obrigação com o Instagram dela, “e eu não fico fazendo conteúdo voltado para a rede. Eu tiro fotos e gravo vídeos de momentos descontraídos e felizes para eu ter guardado, postar é uma consequência. Alice é uma criança animada, ama foto e vídeos e, se algum dia, eu pedir para tirar uma foto e ela não quiser, eu não forço. Mas nunca pedi ela para tirar uma foto ou fazer um vídeo para postar no Instagram”.  Diferentemente de Taianara, no entanto, muitos pais e mães expõem indevidamente informações pessoais de seus filhos menores em redes sociais, o que pode colocá-los em situação de vulnerabilidade. Esse tipo de atitude, conhecida como sharenting - termo em inglês que combina as palavras share (compartilhar) e parenting (paternidade) -, parte de uma tendência crescente e que pode ter consequências indesejadas. A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) alerta para os perigos e impactos de longo prazo desse hábito na vida dos menores. "A criança e o adolescente não devem ter vida pública nas redes sociais. Não sabemos quem está do outro lado da tela. O conteúdo compartilhado publicamente, sem critérios de segurança e privacidade, pode ser distorcido e adulterado por predadores em crimes de violência e abusos nas redes internacionais de pedofilia ou pornografia, por exemplo", explica a coordenadora do Grupo de Saúde Digital da SBP,  Evelyn Eisenstein. O coordenador do Grupo de Trabalho de Saúde Mental da SBP, o médico Roberto Santoro, alerta que o sharenting traz perigos objetivos e subjetivos ao desenvolvimento da criança: “Acho que a gente tem que partir primeiro de uma questão de princípio. A vida da criança não pertence aos pais. Eles são promotores do desenvolvimento da criança e do adolescente e têm que zelar por esse desenvolvimento, para que ocorra de uma maneira coerente e equilibrada, rumo a uma idade adulta em que a pessoa consiga se realizar plenamente de acordo com os seus potenciais”. Para atualizar pediatras, pais e educadores sobre a influência das tecnologias de informação e comunicação (TICs), redes sociais e internet nas questões de saúde e de comportamento das crianças e adolescentes, a SBP publicou neste ano o Guia Prático de Atualização "#SemAbusos #MaisSaúde.   O guia destaca importantes recomendações aos médicos sobre como avaliar na história e no exame, durante a consulta, casos suspeitos de violência ou abusos offline ou online; além de orientar os pais sobre alternativas seguras, educativas e saudáveis de atividades para crianças e adolescentes. A exposição exagerada de informações sobre crianças representa uma ameaça à intimidade, vida privada e direito à imagem, como dispõe o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Somado a isso, todo conteúdo publicado na internet gera dados que, no futuro, podem ser desaprovados pelos filhos, por entenderem que sua vida privada foi exposta indevidamente durante a infância. A mãe da Alice afirma que não se preocupa com esta questão, pois não posta nada inadequado. “Isso não me preocupa nem um pouco. Não posto nada que venha a envergonhar minha filha no futuro”, garante Tainara.  Assim como Tainara, o publicitário Filipe Ferraz também é o administrador do perfil da Mariah, também de 5 anos. “A gente que gera todo conteúdo publicado. Evitamos deixar o celular na mão dela e dar essa autonomia. Acho que ainda é cedo, ela tem 5 anos de idade. O conteúdo é mais viagem, brincadeiras e algumas danças. Nada vulgar, para preservar a integridade dela”. O pai conta que o perfil da Mariah é despretensioso. “Não temos uma frequência nem planejamento. Registramos ocasiões fora da rotina e novidades”. Além disso, Mariah gosta e até pede para fazer postagens. “Quase todos os dias ela quer publicar! Ela adora dancinhas e montagens! Filtros com carinhas então... ama!”. Agora, quando a menina não quer fazer alguma postagem, os pais aceitam e respeitam a decisão, conta Filipe. “A gente respeita o momento dela. Nem sempre ela está disposta”. Para ele, é preciso ter discernimento de como a criança será exposta. “A responsabilidade é toda dos pais”. Já na opinião do médico Santoro, não há como minimizar os riscos da exposição exagerada de crianças na internet. Para ele, esse público não deve ser exposto nas redes. “Eu sou radical em relação a isso. A gente não tem que minimizar os riscos de exposição da criança. A gente simplesmente não tem que expor crianças e adolescentes, porque eles não têm ainda condições de determinar o que é seguro e o que não é seguro em termos dessa exposição”. Segundo ele, os pais precisam zelar justamente pela privacidade dos filhos. “Sugiro que as imagens de crianças e adolescentes não sejam compartilhadas livremente na internet, a não ser com muito cuidado para pessoas muito próximas, para pessoas da família. Eu não colocaria, por exemplo, imagens de crianças em sites públicos e tomaria muito cuidado com isso”, aconselha Santoro. Os dados digitais das crianças podem ser utilizados para diferentes finalidades, desde o roubo de identidade, cyberbullying, uso indevido de imagens e vídeos por pedófilos, até outras ameaças à segurança. A coordenadora do Grupo de Saúde Digital da SBP,  a médica Evelyn Eisenstein, destaca que a privacidade online é uma garantia para que as futuras gerações possam entrar em sua maturidade livres para construir por elas mesmas suas identidades digitais. "Isso é mandatório. A SBP sempre procura destacar a importância da mediação parental em acessos a conteúdos nas redes sociais para tentar reduzir problemas relacionados à segurança e à saúde das crianças e adolescentes", disse Evelyn. A psicóloga Thais Ventura Corrêa Dominguez reforça que os pais são os principais responsáveis pela exposição de crianças na internet. “É importante que eles estejam atentos a resguardar a individualidade e privacidade da criança, considerando-a como um ser de direitos, que devem ser preservados”.  O cuidado com a disponibilização de informações pessoais deve sempre ser considerado, completa Thaís. “As crianças não possuem habilidade cognitiva para tal discernimento. O estar on-line hoje se torna quase uma obrigação, o que muitas vezes leva a comportamentos reativos e impulsivos de compartilhamento de informações. Por isso, o cuidado com as ações nas redes deve ser redobrado”. No Brasil ainda não existem medidas legislativas que regulem a privacidade das crianças pelos provedores de internet. Logo, a publicação de uma foto aparentemente simples pode ter diversas interpretações e prejuízos, mesmo anos após a postagem. "Temos vários projetos de lei barrados por indústrias de entretenimento, mídias e provedores que lucram em demasia com esse tipo de compartilhamento", comentou a médica Evelyn Eisenstein. Segundo ela, não há na legislação brasileira uma lei como a Children's Online Privacy Protection Act (Coppa - Lei de Proteção à privacidade online de crianças, em tradução livre), instituída nos Estados Unidos, em 1998, para a proteção de dados e regulação da exposição de crianças menores de 13 anos na internet. Em agosto deste ano, o Google anunciou o lançamento de um serviço que permite remoção de imagens pessoais de adolescentes menores de 18 anos em seus resultados de pesquisa. Um formulário para fazer o pedido de remoção está disponível na página de suporte da empresa. O Google informa, no entanto, que essa remoção não significa que a foto será retirada da internet, mas que deixará de ser mostrava nos resultados de busca do Google Imagens. O compartilhamento de imagens e vídeos é um hábito relativamente novo, por isso as repercussões na vida futura das crianças ainda não são totalmente conhecidas, esta é a parte mais preocupante da exposição excessiva. "Não são apenas os pais que devem ser mais cuidadosos, mas também familiares e cuidadores. Eles precisam estar cientes das possíveis consequências indesejadas para a saúde das crianças. Não é inofensivo compartilhar conteúdo online", disse Evelyn. Para a psicóloga Thaís Ventura, é importante a reflexão dos pais quanto aos seus interesses pessoais em relação à exposição de seus filhos a essas tecnologias, “buscando sempre refletir quais as necessidades e consequências de suas atitudes referentes ao uso dessas tecnologias na influência da saúde da criança”. Os pais que desejam compartilhar fotos e vídeos de seus filhos podem tomar medidas protetivas para garantir que o conteúdo não seja usado para fins maliciosos. Por exemplo, é possível limitar o público de postagens para que apenas aqueles em quem você confia que possam ver o conteúdo.  Com status de celebridade, muitas crianças se tornaram influenciadores digitais. Elas começaram com o incentivo dos familiares e muitos têm até patrocinadores. "Essas crianças constroem uma vida falsa, de imagens e não uma vida de experiências reais. E os pais estão colaborando para a construção de uma personalidade moldada para agradar a imagem que fazem da pessoa, ou seja, de um falso self. A criança começa a passar por essa situação desde pequena. Muitas vezes, por trás desse perfil falso pode existir um grande vazio. A exploração dessas crianças por parte dos pais é uma forma de abuso infantil", apontou o coordenador do Grupo de Trabalho de Saúde Mental da SBP, Roberto Santoro. Na opinião do médico, essa conduta pode interferir no desenvolvimento da criança e englobar múltiplos aspectos como o interesse econômico e o narcisismo patológico dos pais.  “Porque em vez da criança seguir sua via natural de desenvolvimento, os pais podem estar usando a criança para exibir a outras pessoas com com fins de lucro financeiros e, às vezes, por puro narcisismo, ou seja: pais frustrados que não conseguiram realizar suas necessidades de se destacar, então usam os filhos para atender essas necessidades. Isso é sempre absolutamente inadequado”. A opinião é compartilhada pela psicóloga Thaís Ventura: “Deve-se estar atento ao natural conflito e interesses familiares, pois a falta de entendimento e a administração equivocada desse cenário podem resultar em exploração e afetar a saúde e o bem estar da criança. É importante que os pais busquem conhecimento e informação quanto a função e a exposição que seu filho está exercendo, agindo em prol de garantir o cuidado e a saúde da criança”. Com informações da Agência Brasil

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Demi Lovato lembra quando teve contato com alienígenas em parque da Califórnia

28 de setembro de 2021, 15:23

A cantora relatou sua experiência com seres extraterrestres no parque de Joshua Tree (Foto: Reprodução)

Demi Lovato, 29, tem estado mais crente em alienígenas e em vida fora da Terra. Isso acontece principalmente depois de uma experiência que diz ter tido com OVNIs (objetos voadores não identificados). De acordo com Demi, houve um contato com seres extraterrestres no parque de Joshua Tree, na Califórnia. "Fomos para o deserto em Joshua Tree e eu basicamente vi esta orbe azul que estava a cerca de 15 metros de distância e era como se estivesse flutuando acima do solo", disse Lovato ao E! Notícias. Lovato tem produzido um projeto sobre o tema com lançamento pelo serviço de streaming Peacock. Na atração, que comandará ao lado da irmã Dallas Lovato e do melhor amigo Matthew Scott Montgomery, todos vão descobrir a verdade sobre esses fenômenos. "Fiz contato [alienígena] e foi uma experiência bastante alucinante. Desde então, comecei a olhar mais para isso e queria fazer um programa sobre isso ", disse à Entertainment Weekly. "Estávamos observando as estrelas e tentamos fazer esse protocolo em que você faz contato e, de repente, algo apareceu diretamente acima de nós no céu", comentou. "Eu percebi que minha vida provavelmente mudaria de uma forma espiritual, porque eu tenho uma conexão espiritual com esta jornada também", emendou. Em maio, Demi revelou que se identifica como pessoa não binária, ou seja, que não se identifica com qualquer gênero binário seja feminino ou masculino. Em uma série de mensagens nas redes sociais, explicou melhor sobre esse posicionamento. "No último um ano e meio, fiquei fazendo um processo de cura e um trabalho reflexivo. Por meio disso, eu tenho a revelação de que me identifico como pessoa não binária. Com isso dito, eu mudo oficialmente meus tratamentos para 'els'", começou. De acordo com Demi, esse tipo de tratamento faz com que sinta que há maior fluidez na expressão de gênero e permite ter mais autenticidade e verdade. "Quero deixar claro que ainda estou aprendendo. Não quero dizer que sou especialista. Sei que essa vai ser uma conversa nova para muitos", emendou. Em uma série de mensagens no Twitter, Demi contou que já havia um tempo que queria se revelar ao mundo. "Todos os dias que acordamos temos outra oportunidade e chance de ser quem queremos ser. Passei a maior parte da minha vida crescendo na frente de todos vocês, que viram o bom, o ruim e tudo mais". Demi se diz feliz por poder ser quem realmente é e por poder compartilhar isso com todos. "Isso aconteceu depois de muito trabalho de cura e reflexão. Compartilhar isso agora abre outro nível de vulnerabilidade para mim. Estou fazendo isso por aqueles que não têm sido capazes de compartilhar quem eles realmente são", concluiu.

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Prefeitura de Caém entrega a Escola Professor Arnóbio Xavier de Oliveira totalmente reformada e ampliada (Fotos)

28 de setembro de 2021, 14:01

(Foto: Ascom/PMC)

Em noite memorável, a Prefeitura de Caém, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Esporte, Cultura e Turismo, entregou no sábado (25), a obra de reforma e ampliação da Escola Municipal Professor Arnóbio Xavier Oliveira. Considerado um dos momentos mais marcantes da história de Caém, a entrega do equipamento educacional se transformou em uma verdadeira aula de história do município, protagonizada por um dos seus filhos mais ilustres, o professor Arnóbio Xavier de Oliveira, o homenageado da noite. Responsável pela instalação da primeira instituição de ensino público do munícipio, fazendo parte também da primeira gestão administrativa, onde exerceu a função de Secretário de Administração, professor Arnóbio é lembrado como um dos mais influentes e capacitados profissionais da educação e homem público que a Bahia já teve. A escola, que foi totalmente reformada e ampliada, ganhou novas calçadas, uma moderna fachada, parque infantil, jardinagem, brinquedoteca, sanitários adaptados, salas para diretoria, professores e secretaria, cantina, almoxarifados, pátio, 7 salas climatizadas com revestimentos de paredes, piso novo, pinturas e uma verdadeira obra de arte no muro externo com desenhos e grafitagens. Foram entregues também, móveis e equipamentos novos e reformados. A instituição atende 311 alunos no ciclo de alfabetização, da pré-escola ao 3° ano do Ensino Fundamental I. O prefeito de Caém, Arnaldo Oliveira (Arnaldinho) ressaltou a importância de reforçar as estruturas das escolas e agradeceu o trabalho realizado pelos educadores que se empenham para construir a cada dia uma melhor educação para os estudantes da rede pública de Caém. O prefeito destacou ainda o legado do professor Arnóbio para sua cidade natal “A educação de qualidade transforma positivamente a vida das crianças que serão os pais, mães e profissionais no futuro, e é justamente por este pressuposto que observamos a dedicação dos nossos profissionais da educação. Estamos trabalhando para melhorar cada vez mais a qualidade do ensino e das estruturas físicas das escolas para proporcionar um ambiente cada vez melhor para todos. É uma alegria entregar essa obra para a comunidade e nos espelhar nos feitos do saudoso professor Arnóbio que com sua história de vida, até nos dias atuais, tem muito a nos ensinar”, ressaltou. O secretário municipal de Educação, Ronaldo Oliveira, destacou que as intervenções nas unidades escolares possibilitam melhores condições de trabalho para os profissionais e de estudo para os alunos. “Esta obra que a população de Caém, principalmente a comunidade educacional, acabam de ganhar, é de grande valia para todos os alunos, com melhor atendimento, inclusive para a educação infantil. Agradecemos o esforço e a sensibilidade do prefeito Arnaldo Oliveira de transformar a educação do nosso município”, salientou o secretário, completando a importância da educação para a formação cidadã, "sei o que é educação, o que ela trouxe pra minha vida e o que ela pode trazer para a vida das pessoas". Prestigiaram o evento, familiares do professor Arnóbio, ex-professores e ex-alunos da Escola, a representante da Secretaria de Educação do Estado, a caenense e diretora do Núcleo Territorial de Educação do Piemonte da Diamantina, Nazaré dos Santos Costa Alves, a deputada federal Lídice da Mata, o deputado estadual Ângelo Almeida, vereadores, secretários municipais e a comunidade em geral. A Filarmônica 2 de Janeiro e Paulo dos Teclados foram as atrações musicais. ÁRNÓBIO XAVIER DE OLIVEIRA - Nasceu no então arraial de Caém, no dia 4 de setembro, de 1925, filho de José Domingos de Oliveira e Laura Xavier de Oliveira. Foi aluno do instituto Senhor do Bonfim, hoje Colégio Estadual Deocleciano Barbosa de Castro. Em 1948, já como professor, foi para a cidade de Mundo Novo lecionar e participar das aulas junto com o saudoso Padre Alfredo Haasler, no Colégio do Mosteiro de Jequitibá. Um tempo depois Arnóbio muda-se para Salvador, onde continuou os estudos e exerceu a função de professor de Geografia. No início dos anos 50 vai em busca de um novo desafio; trabalhar como diretor do jornal a Voz do Norte, da cidade de Pedra Azul, em Minas Gerais. Em 1953 retorna para Salvador, onde trabalhou no Colégio Ipiranga como professor de Geografia Geral e História Universal. Ainda no ano de 1953, Arnóbio lança seu primeiro livro, “Memórias de Minha Terra”, onde retrata, além da sua infância e sua trajetória, a história do município de Caém, antigo arraial do papagaio. Em 1954 entra na Universidade Federal da Bahia para estudar filosofia onde conclui o ensino superior.  Nesse mesmo período casa-se com Esther Garcia de Oliveira. Já em 1962, o professor Arnóbio junto com seus irmãos Arnaldo, Arlindo e Armando deflagram uma campanha para promover a independência política do município de Caém que na época era distrito de Jacobina. No ano de 1964 funda o Ginásio Municipal de Caém que mais tarde veio a se chamar Ginásio Municipal Arnaldo de Oliveira e foi designado como delegado escolar no município de Caém.  Após trabalhar por longos anos no município de Caém e também trabalhar no Colégio Deocleciano Barbosa de Castro, em Jacobina, volta para capital baiana onde reassume sua cadeira no Instituto de Educação Isaías Alves (ICEIA). No ano de 1974, lança seu segundo trabalho literário com título do “DUDÉ, sua vida e sua luta”, biografia de seu pai.

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Homem suspeito de matar médico pediatra dentro de clínica na Bahia é preso

27 de setembro de 2021, 18:08

Homem suspeito de matar o médico pediatra Júlio César de Queiroz Teixeira, 44 anos, dentro da clínica onde ele trabalhava, foi preso na tarde desta segunda-feira (27) (Foto: Reprodução)

Um homem suspeito de matar o médico pediatra Júlio César de Queiroz Teixeira, 44 anos, dentro da clínica onde ele trabalhava, foi preso na tarde desta segunda-feira (27), na cidade de Barra, no oeste da Bahia. A informação foi divulgada pelo delegado titular do município, Jenivaldo Rodrigues, responsável pelas investigações do crime. No sábado (25), a Polícia Civil afirmou que apura se o pediatra foi assassinado após alertar uma família sobre uma criança atendida por ele, que apresentou sinais de abuso sexual. O caso teria ocorrido no ano de 2016, no município de Buritirama, que fica na mesma região.  delegado Jenivaldo Rodrigues disse que foi informado sobre a situação pelos parentes do pediatra. O irmão dele, Lula Teixeira, também falou sobe o caso com a reportagem dog1, na sexta-feira (24). A partir disso, a polícia vai investigar se a morte foi causada por vingança. Conforme Lula Teixeira, a cunhada dele trabalha como enfermeira e atuava em parceria com o marido durante os atendimentos. Ela presenciou o crime, que ocorreu no momento em que Júlio César fazia o segundo atendimento do dia. Além da mulher, dois funcionários e uma criança, que estava acompanhada por responsável, presenciaram o assassinato. A polícia não detalhou se essas testemunhas já prestaram depoimento. Salvador Notícias

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Pai e filho são flagrados transportando cocaína avaliada em R$ 40 milhões

27 de setembro de 2021, 17:13

Ainda segundo a PRF, a droga encontrada é a segunda maior carga apreendida nas rodovias federais goianas neste ano (Foto: Reprodução)

Um caminhoneiro de 40 anos foi preso no sábado (25) na BR-153, em Jaraguá (GO), após ser flagrado transportando 220 kg de cloridrato de cocaína. Os tabletes foram encontrados escondidos dentro do veículo. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, a carreta, que aparentemente estava sem carga, foi parada pelos fiscais. Ao consultar nos sistemas policiais, os agentes contataram que o motorista, e o filho, que o acompanhava,  tinham registro de ocorrências criminais. A dupla também apresentou nervosismo incomum e informações contraditórias. Conforme a PRF, a droga foi encontrada em um  compartimento oculto, previamente preparado nas partes internas do caminhão. Aos policiais, o motorista contou que pegou a droga no Mato Grosso e seguiria até São Paulo, pelo transporte ele receberia R$ 20 mil. O pai, o filho e a droga foram encaminhados à Delegacia de Policia Civil em Jaraguá. Ainda segundo a PRF, a droga encontrada é a segunda maior carga apreendida nas rodovias federais goianas neste ano, avaliada em cerca de R$ 40 milhões. IstoÉ

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Após dizer na ONU ter acabado com a corrupção, Bolsonaro admite ‘problemas em alguns ministérios’

27 de setembro de 2021, 17:05

Com o governo bombardeado por denúncias de irregularidades, envolvendo, principalmente, as compras de vacinas contra a covid-19, o presidente Jair Bolsonaro admitiu nesta segunda-feira, 27, que a corrupção não acabou em seu governo (Foto: Reprodução)

Com o governo bombardeado por denúncias de irregularidades, envolvendo, principalmente, as compras de vacinas contra a covid-19, o presidente Jair Bolsonaro admitiu nesta segunda-feira, 27, que a corrupção não acabou em seu governo. "Eliminou-se a corrupção? Obviamente que não. Podem acontecer problemas em alguns ministérios? Podem, mas não será da vontade nossa", afirmou o presidente durante evento da Caixa Econômica Federal que marca o início das celebrações dos mil dias de mandato. A declaração destoa do que afirmou o próprio Bolsonaro na abertura da 76ª Assembleia-Geral das Nações Unidas (ONU), na última terça-feira. Na ocasião, em discurso acompanhado por líderes mundiais, o chefe do Executivo chegou a dizer que o Brasil estava há dois anos e oito meses "sem qualquer caso concreto de corrupção" - o que, aliás, o Estadão demonstrou estar entre várias mentiras e alegações falsas do presidente na fala em Nova York. "Nós vamos buscar maneiras de, obviamente, apurar o caso (de corrupção) e tomar providências cabíveis com outros poderes sobre aquele possível ato irregular. Mas diminuiu muito a corrupção no Brasil, muito", declarou Bolsonaro nesta segunda-feira. Há ao menos dois casos de suspeita de corrupção em investigação no governo federal. Em maio, a PF cumpriu mandados de busca e apreensão que envolveram o então ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, o presidente do Ibama, Eduardo Fortunato Bim, e a cúpula do órgão ambiental por suspeitas de corrupção e favorecimento no contrabando de produtos ambientais. A suspeita é que os agentes públicos atuaram de forma a fragilizar a fiscalização e para permitir contrabando de madeira extraída de forma ilegal. O Ministério Público Federal e a PF também investigam suspeitas de corrupção no contrato do Ministério da Saúde para comprar a vacina indiana Covaxin, com intermediação da empresa Precisa Medicamentos. O País pagaria US$ 1,6 bilhão por 20 milhões de doses – US$ 15 por unidade, o maior valor entre todas as vacinas. A Covaxin nem sequer tem autorização da Anvisa para aplicação. O contrato foi suspenso pelo próprio governo após a revelação das suspeitas de corrupção. A PF abriu inquérito em julho para saber se o presidente cometeu prevaricação - quando um agente público deixa de cumprir com suas obrigações - após ser informado de suspeitas envolvendo o contrato pelo deputado Luis Miranda (DEM-DF) e seu irmão, Luis Ricardo, funcionário do Ministério da Saúde. Na ocasião, segundo o parlamentar, o presidente disse que iria pedir uma investigação sobre o caso, mas não levou a denúncia aos órgãos de investigação. "As pressões no passado eram enormes, em governos anteriores. Hoje existem (pressões)? Existem, mas bem menores", acrescentou, dizendo, ainda, em tom positivo, que há hoje um ministério "cada vez mais casando com o Legislativo". O presidente não esclareceu, contudo, a qual pasta se referia e também ignorou as dificuldades do Executivo na articulação com o Congresso. A bandeira do combate à corrupção foi um dos pilares da campanha do atual presidente nas eleições de 2018. Em seu primeiro discurso na ONU após ser eleito, em 2019, Bolsonaro chegou a citar que a presença do ex-juiz da Lava Jato Sérgio Moro, seu então ministro da Justiça, era a garantia de que seu governo priorizaria o tema. Moro, porém, foi demitido e acusou o presidente de tentar influenciar na Polícia Federal para favorecer seus filhos. Forças Armadas Em seu discurso, nesta segunda-feira, o presidente também destacou que as Forças Armadas não cumpririam ordens absurdas. "Se eu der ordens absurdas, vão cumprir? Não. Nem a mim, nem a governo nenhum. As Forças Armadas têm de ser tratadas com respeito", disse o chefe do Executivo. O presidente não citou nenhum fato específico da atuação dos militares em seu governo, mas já foi acusado no tentar fazer uso político das Forças Armadas, a exemplo do desfile de blindados que cruzou a capital federal no mesmo dia em que a Câmara se preparava para votar (e rejeitar) a adoção do voto impresso. A declaração de Bolsonaro nesta segunda remete a este e outros episódios em que a disposição das Forças Armadas embarcarem numa eventual ruptura democrática foi questionada. Como revelou o Estadão/Broadcast, ainda em julho, o ministro da Defesa, Walter Braga Netto, mandou recado ao presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), por meio de um interlocutor, de que não haveria eleições em 2022 sem o voto impresso. A proposta acabou rejeitada em agosto. Ainda durante o discurso desta segunda-feira, Bolsonaro voltou a dizer que não gostaria de ver a gasolina e o dólar nos níveis atuais, mas ressaltou que não resolve tudo sozinho e que o cenário ainda pode piorar. "Alguém acha que eu não queria gasolina a R$ 4 ou menos? O dólar a R$ 4,50 ou menos? Não é maldade da nossa parte, é a realidade", afirmou Bolsonaro. "Tem um ditado que diz 'nada está tão ruim que não possa piorar'. Não queremos isso." Passaporte da vacina Bolsonaro voltou a questionar medidas como o passaporte da vacina contra a covid-19 em seu discurso, apelou a uma retórica de defesa da liberdade para criticar a exigência do imunizante e negou ser contrário à vacina. "Se estivesse contra, não teria assinado a medida provisória de dezembro do ano passado destinando R$ 20 bilhões para comprar vacina. Mas nós respeitamos a liberdade. Por mais que me acusam de atos antidemocráticos, são apenas acusações, ninguém mais do que eu respeita o direito de todos. A vacina não pode ser obrigatória", afirmou. Durante a viagem para participar do evento da ONU na semana passada, Bolsonaro foi o único líder nacional entre as 20 maiores economias do mundo que não tomou a vacina contra covid-19 e quebrou a regra da organização comparecendo presencialmente ao evento sem estar imunizado. O presidente também protagonizou episódios como o em que a comitiva brasileira comeu pizza na calçada e fez refeição na área externa de uma churrascaria para escapar do passaporte vacinal de Nova York. Na cidade, a comprovação de vacinação é obrigatória para a entrada em diversos estabelecimentos, como restaurantes. O chefe do Planalto ainda citou os casos da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, do advogado-Geral da União, Bruno Bianco, e de seu filho Eduardo Bolsonaro, que testaram positivo para covid-19 na última semana, para reforçar o discurso que coloca em dúvida a importância e eficácia das vacinas contra a doença. "Ainda é uma grande incógnita isso aí", disse. Brevemente, defendeu o uso de medicamentos, sem especificar quais, para tratar a doença, ao mencionar o caso do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que contraiu covid-19 durante a viagem aos Estados Unidos em que acompanhou o presidente. Desde 2020, Bolsonaro defende remédios sem eficácia comprovada contra a covid-19, como a ivermectina e a hidroxicloroquina. "Falei a ele [Queiroga] o seguinte: você vai seguir o protocolo do Mandetta e esperar sentir falta de ar para procurar um médico ou vai partir para um medicamento ou outro qualquer agora?", afirmou. Estadão

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Azeite produzido na Bahia conquista medalha de ouro em concurso realizado em Paris

27 de setembro de 2021, 13:12

O azeite Rio de Contas, da Chapada Diamantina na Bahia, conquistou medalha de ouro (Foto: Reprodução)

Os resultados da terceira edição da Olio Nuovo Days Competition divulgados no dia 16 de setembro), em Paris (França), confirmam o sucesso dos azeites nacionais em concursos sensoriais pelo mundo. O Bests of the Southern Hemisphere reuniu participantes de três continentes, América, África e Oceania, e premiou os melhores blends e monovarietais. Dentre os mineiros, o azeite Monasto, de Maria da Fé, recebeu medalha de Ouro, e as marcas Vertentes, de Andrelândia, e Zet, de Maria da Fé, foram finalistas.  O azeite Rio de Contas, da Chapada Diamantina na Bahia, também conquistou medalha de ouro. Originado de azeitonas plantadas no Nordeste do Brasil, esse azeite teve a primeira extração realizada no último mês de fevereiro no Campo Experimental da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), em Maria da Fé. Para a produção dos 280 litros de azeite foi necessária uma viagem de cerca de 20 horas em caminhão frigorífico, entre o munícipio baiano de Rio de Contas e o Sul de Minas Gerais. Todos os esforços foram feitos para garantir a integridade e as características das azeitonas da variedade Arbequina, evitando a oxidação e a fermentação. Segundo a Epamig, o empresário Christophe Chinchilla conta que o cultivo de oliveiras na região da Chapada Diamantina começou há 15 anos por iniciativa de seu pai. Natural do sul da França, região de Provence, Didier Chinchilla encontrou em Rio de Contas condição edafoclimática similar a de sua terra natal, famosa pela produção de azeites. A primeira colheita ocorreu em 2018, mas não houve produção de azeite. Três anos depois, e após algumas correções agronômicas, a nova produção resultou no azeite premiado.

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Polícia investiga assassinato de indígena no sul da Bahia

27 de setembro de 2021, 07:13

A região onde ele mora, no distrito de Olivença, convive com conflitos entre fazendeiros e indígenas (Foto: Reprodução)

A Polícia Civil da Bahia investiga o assassinato do indígena tupinambá Alex Barros Santos da Silva, 37, atingido por disparos de fogo na quinta-feira (23) em Ilhéus, a 300 quilômetros de Salvador. A investigação apura se o crime tem relação com conflitos agrários na região. Silva foi atacado por quatro homens encapuzados portando arm as longas, segundo a polícia. A Apoinme (Associação dos Povos Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo) disse que ele trabalhava no roçado em sua casa, em um distrito do município, quando foi morto. "Uma das linhas de investigação indica que a motivação pode estar relacionada a conflitos agrários, naquela região", disse a Polícia Civil. "Outras motivações não estão descartadas e todas as providências para a elucidação do caso estão sendo tomadas pela unidade." "Alex estava no roçado, e foi surpreendido à chegada de três indivíduos encapuzados e fortemente armados, os quais chegaram atirando, não dando tempo a ele nem de reação", escreveu a associação em uma rede social, com base em relatos de vizinhos. A região onde ele mora, no distrito de Olivença, convive com conflitos entre fazendeiros e indígenas. Na Terra Indígena Tupinambá, com 47 mil hectares divididos entre os municípios de Ilhéus, Una e Buerarema vivem mais de 8.000 indígenas. "Essa comunidade há anos vem sendo alvo de ataques, inclusive o assassinato do grande líder Pinduca Tupinambá, em maio de 2015, que segundo o MPF [Ministério Público Federal] na época, foi retaliação por suas atividades como liderança indígena e por disputas por terras", diz a Apoinme. O texto se refere ao assassinato, em maio de 2015, do agente indígena de saúde Adenilson da Silva Nascimento, que era conhecido como Pinduca. Sua família foi atacada por três homens armados e encapuzados na estrada que liga Ilhéus a Una. Atingido por disparos, ele morreu na hora. Os conflitos na região são históricos, mas ganharam força no início da década passada, quando sob liderança de Rosivaldo Ferreira da Silva, o cacique Babau, 45, os tupinambás passaram ocupar terras da região em um processo que chamaram de "retomada das terras". Cerca 150 fazendas foram ocupadas. Em 2013, o acirramento da disputa de terras resultou no envio da Força Nacional, que ficou mais de um ano na região. Babau foi preso pelo menos quatro vezes sob acusação de invadir as terras e passou mais de seis meses em presídios estaduais e federais. Em 2019, Babau pediu ao Governo da Bahia e ao Ministério Público Federal proteção para sua família, após ter recebido informações sobre um suposto plano de assassinatos no sul da Bahia, que compreenderia uma tentativa de incriminar índios com o tráfico de drogas e inventar uma troca de tiros para matar as lideranças. A Terra Indígena Tupinambá já foi identificada e delimitada pela Funai (Fundação Nacional do Índio) e houve parecer favorável da AGU (Advocacia-Geral da União) pela demarcação, mas o processo está parado desde 2016. O processo agora depende do julgamento, pelo STF (Supremo Tribunal Federal) da tese do marco temporal, que defende que os indígenas só teriam direito à demarcação das terras que estivessem em sua posse até o dia 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal. A Apoinme diz que os tupinambá relatam que, após o início do julgamento, "os ataques de ódio contra o povo vem aumentando diariamente e, não descartam que o assassinato de Alex, seja por motivos de ódio, intolerância étnica e disputa pela terra Tupinambá, assim como foi o caso de Pinduca". "Esse tipo de violência contra os povos indígenas tem que acabar, nenhuma gota de sangue a mais, não podemos normalizar uma situação que vem se estendendo a séculos no Brasil, país esse que a bandeira é manchada de sangue indígena", afirma a associação.

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Sem carro zero no mercado, preço de usados sobe até 20% e vendas disparam

26 de setembro de 2021, 23:07

Há modelos com valorização de mais de 20% em um ano. Num mercado normal, o automóvel perde entre 15% a 20% do seu valor após um ano de uso (Foto: reprodução)

As negociações de carros usados tiveram um boom neste ano, ocupando espaço dos modelos novos que sumiram das lojas em razão da falta de chip para a produção. Com demanda em alta, há uma escalada de preços que não se via desde o Plano Cruzado (nos anos 1980). Há modelos com valorização de mais de 20% em um ano. Num mercado normal, o automóvel perde entre 15% a 20% do seu valor após um ano de uso. Embora o segmento também já registre falta de produtos, as vendas até agosto são recordes, com 7,59 milhões de automóveis e comerciais leves. O número é 48,8% superior ao de 2020, um dos anos mais fracos para o setor por causa da pandemia, mas também 6,6% acima dos 7,12 milhões de usados vendidos em igual período de 2019, até então o melhor resultado da história, segundo a Fenabrave, que representa as concessionárias. A relação entre a venda de carros usados e novos também está no ponto máximo da série histórica realizada desde julho de 2004 pelo Bradesco, que trabalha com dados dessazonalizados. Para cada automóvel zero vendido no ano, foram comercializados 6,5 usados. O maior nível anterior tinha sido verificado na crise de 2015 e 2016, quando ficou em 5,5. "Em períodos de crise é normal essa métrica subir, mas dessa vez a massa salarial foi preservada pelos estímulos (do governo) e as vendas cresceram em parte por causa da demanda, e em parte por causa da falta dos novos", diz Renan Bassoli Diniz, economista do Departamento de Pesquisa e Estudos Econômicos do Bradesco. Os preços dos carros novos também aumentaram ao longo do ano, mas abaixo dos usados. Segundo o IPCA, índice que mede a inflação dos preços ao consumidor, veículos zero acumulam alta de 9,8% nos 12 meses encerrados em agosto, enquanto os usados subiram 12,5%. Corrida O vice-presidente da Fenabrave, José Maurício Andreta Júnior, diz acreditar que o mercado de usados deve encerrar o ano com mais de 11 milhões de veículos vendidos, confirmando assim o melhor resultado da história do segmento. Para os novos, diz ele, é difícil fazer previsões porque vai depender da capacidade das montadoras de entregar carros para as revendas. A previsão do mercado é de que a falta de semicondutores deve se manter pelo menos até meados de 2022. Mais focadas em modelos novos, concessionárias também correm atrás de usados em portais e oferecem preços mais atraentes aos proprietários. Antes da pandemia, o mais comum era receber o usado na troca pelo novo e repassá-lo a lojistas do ramo. Agora, a maioria das revendas busca carros seminovos (com até três anos de uso) para alavancar os negócios. Há, inclusive, grupos abrindo lojas exclusivas para vender usados. Carro usado chega a custar mais que um zero quilômetro Vender um carro usado por um ano e com preço melhor do que aquele pago na compra é algo inédito num momento de estabilidade econômica. "Vi isso só na época da hiperinflação", afirma Eduardo Jurcevic, presidente da Webmotors, maior plataforma de compra e venda de carros do País. Modelos de grande procura, como Volkswagen T-Cross e Gol, tiveram em um ano valorização de 27% e 24%, respectivamente, conforme dados da KBB Brasil, empresa especializada em pesquisa de preços de veículos (veja quadro ao lado). Para Ana Renata Navas, diretora-geral da Cox Automotive do Brasil, dona da KBB, a alta procura por carros usados - e a consequente valorização dos preços - se deve, em parte, à pronta entrega que o segmento oferece ao consumidor. Muitos modelos novos têm filas de espera de quatro a seis meses. Outro ingrediente, diz ela, é que a falta de carros novos reduz também a oferta de usados, pois normalmente eles compõem o pagamento do zero. "Com menos veículos seminovos e usados disponíveis nos estoques das lojas, há mais pressão sobre os preços", explica Segundo Ana Renata, caso a crise de semicondutores perdure para além do primeiro semestre de 2022, ou se agrave no curto e médio prazos, os fatores citados "podem pressionar ainda mais os preços, a ponto de arrefecer a demanda por usados". No limite. Na opinião de Jurcevic, a elasticidade de preços vai até um certo ponto. "Acho que está muito próximo de chegar em um patamar em que o consumidor vai decidir esperar mais um pouco porque os preços estão muito altos", diz. Como no geral modelos novos e usados ficaram mais caros, o consumidor terá de avaliar se compensa trocar o carro valorizado por outro que também valorizou. Jurcevic afirma que este já é o melhor momento da história de 25 anos da Webmotors no Brasil. O resultado financeiro da empresa cresceu mais de 30% até agosto ante igual período de 2020 e ele acredita que esse resultado será mantido até dezembro. O número de usuários únicos, de 12 milhões ao mês, também será superado. Só não será melhor, ressalta o executivo, porque o número de veículos anunciados diminuiu. "Antes da pandemia chegamos a ter 410 mil carros anunciados, e hoje temos 330 mil." O AutoShow, tradicional feirão de carros usados que há um ano foi transferido do Anhembi para o Expo Center Norte, na capital paulista, retomou neste ano a venda presencial nas manhãs de domingo, depois de passar praticamente todo o ano passado sem realizar o evento. Leandro Ferrari, diretor comercial do AutoShow, afirma que o número de carros à venda diminuiu, assim como o público, em razão da pandemia. Ressalta, contudo, que em 2018 e em 2019 foram vendidos 30% dos 15 mil e dos 18 mil carros ofertados no feirão. Neste ano, até agosto, 52% dos 3,3 mil modelos expostos foram vendidos. Mesmo com o aumento de plataformas de vendas on line, ele diz que o feirão continua atraindo muito público comprador, visitas que devem aumentar quando a situação da pandemia estiver mais controlada. "O local é seguro, há muitas opções de carros, a negociação é feita na hora, sem intermediários e temos todos os serviços para dar suporte à compra, como vistoria cautelar, parceiros da área de financiamento e despachante", diz Ferrari. Desaceleração. Ferrari cita o Fiat Argo modelo 2019 como exemplo da supervalorização dos preços, em especial dos seminovos. O modelo era oferecido por R$ 40,8 mil em setembro do ano passado e hoje custa R$ 52,4 mil. "Começa a ocorrer uma desaceleração da velocidade de vendas porque hoje o valor foge do bolso da maioria dos consumidores." A Kavak, startup mexicana que atua na compra e venda online de carros com até 10 anos de uso, iniciou operações no Brasil em julho com 2,5 mil unidades em estoque. Hoje tem 3,5 mil. O investimento inicial de R$ 2,5 bilhões na operação brasileira deve ser ampliado no próximo ano com a expansão das operações. Nos últimos quatro anos, várias startups se instalaram no País para atuar no mercado de carros de segunda mão. Além da Kavak chegaram a Creditas - comprou a Volanty -, InstaCarro, Carupi e a argentina Karvi. Venda de usados deve desacelerar no próximo ano A previsão de entidades de classe do setor automotivo e economistas é de que o mercado de carros usados vai crescer em ritmo mais moderado em 2022, enquanto o de novos tende a melhorar seu desempenho. A expectativa é de que no segundo semestre a falta de semicondutores estará controlada. A previsão do Bradesco é de alta de 2,5% na venda de usados, para 12 milhões de unidades, e de 7,5% para os novos, somando 2,2 milhões de unidades. Renan Bassoli Diniz, economista do Departamento de Pesquisa e Estudos Econômicos do Bradesco, lembra que há demanda, mas a oferta continuará prejudicada no primeiro semestre. Ele avalia que o mercado de novos perdeu o melhor momento para se recuperar rapidamente e voltar ao nível pré-pandemia, quando houve estímulos financeiros do governo à população e os juros estavam mais baixos. "O ano de 2022 terá menos estímulos, juros mais altos, período de volatilidade eleitoral e espera-se alta do PIB menor que a deste ano", ressalta Diniz. Eduardo Jurcevic, da Webmotors, está mais otimista. Pesquisa feita pela empresa em julho com 4,2 mil consumidores indica que 75% deles têm intenção de adquirir carro novo ou usado ainda este ano, 7% desistiram da compra e 18% vão comprar em 2022. "O carro está mais caro, mas ainda tem crédito no mercado", diz. Prazo de entrega longo leva a mudança de planos na compra O gerente de logística José Cândido, de 44 anos, desistiu de adquirir um modelo JAC T50 novo por causa do tempo que teria de esperar para recebê-lo. Depois de escolher o carro que desejava, ele foi informado pelo vendedor de que o veículo, importado da China, chegaria em cerca de quatro meses. O prazo de entrega extenso fez com que Cândido optasse por um outro modelo, usado, mas com pronta entrega garantida pela concessionária. "Eu uso o carro no dia a dia. Como tenho uma pessoa cadeirante na família, não posso esperar tanto para receber um zero quilômetro" afirma ele. Apenas quatro meses depois, Cândido decidiu trocar novamente de carro. Ele se desfez do Chevrolet Tracker que havia comprado em abril e usou o valor para pagar outro seminovo, agora um Chevrolet Cruze. "O preço do zero subiu muito, não compensa para mim. Como meu carro estava quitado, entreguei ele e peguei outro no lugar, saiu elas por elas; eu só precisei arcar com a documentação", explica Cândido. Como o gerente, muitos consumidores estão optando por modelos usados porque os novos estão em falta, a fila de espera é longa e os preços também estão aumentando. Atualmente, os estoques de carros novos nos pátios das montadoras e das revendas são suficientes para 13 dias de vendas, o mais baixo da história do setor. O estoque considerado equilibrado pelo setor é de cerca de 30 dias. Sem estoques e com produção reduzida por causa da dificuldade em adquirir componentes, as montadoras também estão reajustando os preços, seja para repassar custos de peças e matérias-primas, pela alta cambial ou pela maior procura em tempos de oferta reduzida. As montadoras também estão priorizando a produção de modelos com maior retorno financeiro, como utilitários-esportivos (SUVs) e picapes, em detrimento de hatches compactos. Nova geração. O consumidor brasileiro está sem opção para compra de modelos mais populares. Hoje, os carros mais baratos custam R$ 48 mil (Fiat Mobi e Renault Kwid). A nova geração de automóveis ganhou mais itens de conectividade, segurança e eficiência energética e seus preços triplicaram em relação aos de uma década atrás. Levantamento feito pela KBB Brasil, empresa especializada em pesquisa de preços de veículos, mostra que os dez modelos mais vendidos em 2011 custavam de R$ 24,7 mil (Chevrolet Celta) a R$ 39,4 mil (Volkswagen Voyage). Os preços dos dez carros mais vendidos neste ano partem de R$ 49,3 mil (Renault Kwid) e vão até R$ 187,2 mil (Jeep Compass). Na média, a lista atual tem valores 189,6% superiores na comparação com a de 2011. "Apesar de mais caro, comprar um carro novo hoje rende mais (em um ano) do que a poupança e outras aplicações", afirma José Maurício Andreta Júnior, vice-presidente da Fenabrave, associação que representa os concessionários de veículos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Como aumentar a imunidade rapidamente 

Para aumentar a imunidade rapidamente deixando o corpo mais forte no combate aos agentes agressores deve-se:

Adotar bons hábitos de saúde, realizando atividade física, dormindo adequadamente e evitando situações de estresse;

Evitar o cigarro ou estar exposto ao cigarro;

Expor-se ao sol diariamente, de preferência até as 10 horas da manhã e depois das 16 horas, sem protetor solar, para aumentar a produção de vitamina D no organismo;

Consumir alimentos saudáveis e manter uma dieta equilibrada, que inclua o consumo de frutas, verduras e legumes, de preferência orgânicos ou produzidos em casa sem agrotóxicos;

Evitar ao máximo fast food e alimentos industrializados e comidas congeladas como pizzas e lasanhas, por exemplo, pois contém substâncias que promovem a inflamação do organismo;

Evitar tomar remédios sem orientação médica;

Beber cerca de 2 litros de água mineral ou filtrada todos os dias. 

Além disso, caso tenha alguma doença causada por vírus, como gripe, por exemplo, é importante evitar frequentar lugares públicos fechados, como shopping, teatros e cinemas, além de ser importante lavar as mãos frequentemente com água e sabão, assim como evitar tocar os olhos, nariz e a boca com as mãos sujas. Dessa forma, é possível reduzir o risco de adquirir a doença e de haver o desenvolvimento de complicações, principalmente no caso da pessoa possuir o sistema imunológico mais fraco.

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