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Jacobina: Foi dada a largada da Corrida Eleitoral 2020

17 de janeiro de 2020, 15:04

Coreia do Norte: mundo vai testemunhar nova arma estratégica

02 de janeiro de 2020, 11:08

Kim Jong Un disse que seu país prometeu suspender testes de armas nucleares e de mísseis balísticos, mas que os EUA não suspenderam sanções em resposta (Foto: Reprodução)

Aimprensa estatal da Coreia do Norte disse que o líder do país, Kim Jong Un, afirmou em uma sessão plenária do Comitê Central do governista Partido dos Trabalhadores que o mundo vai testemunhar a nova arma estratégica do país em um futuro próximo.   No discurso, Kim disse que os Estados Unidos prolongaram as negociações. Ele afirmou que falaram sobre um reinício de diálogo apenas para passar o final de ano sem problemas. A Coreia do Norte havia definido unilateralmente o final do ano como prazo para os EUA apresentarem avanços nas negociações sobre desnuclearização. Kim disse que seu país prometeu em abril de 2018 que iria suspender testes de armas nucleares e de mísseis balísticos intercontinentais, mas que os EUA não suspenderam sanções em resposta. Ele ressaltou que os americanos permanecem hostis, realizando exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul. Ele indicou que não há espaço para seu país ficar preso ao comprometimento unilateral com uma moratória. O líder norte-coreano deu a entender que há possibilidade de um confronto potencialmente longo com os EUA. Ele disse que a amplitude e profundidade da dissuasão do país vai depender das futuras atitudes de Washington. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que Kim Jong Un é "um homem de palavra". Na terça-feira, em seu resort na Flórida, Trump disse à imprensa que tem uma ótima relação com Kim. Donald Trump declarou que Kim Jong Un assinou um acordo sobre a desnuclearização durante seu encontro de cúpula em Cingapura e o exortou a evitar atos de provocação. Com informações da Agência Brasil

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Multa adicional de 10% do FGTS será extinta a partir de hoje

01 de janeiro de 2020, 12:17

A taxa foi extinta pela lei que instituiu o saque-aniversário e aumentou o saque imediato do FGTS (Foto: Reprodução)

Apartir de hoje (1º), os empregadores deixarão de pagar a multa adicional de 10% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em demissões sem justa causa. A taxa foi extinta pela lei que instituiu o saque-aniversário e aumentou o saque imediato do FGTS, sancionada no último dia 12. A multa extra aumentava, de 40% para 50% sobre o valor depositado no FGTS do trabalhador, a indenização paga pelas empresas nas dispensas sem justa causa. O complemento, no entanto, não ia para o empregado. Os 10% adicionais iam para a conta única do Tesouro Nacional, de onde era repassado ao FGTS, gerido por representantes dos trabalhadores, dos empregadores e do governo. Criada em junho de 2001 para cobrir os rombos no FGTS deixados pelos Planos Verão (1989) e Collor 1 (1990), a multa adicional de 10% deveria ter sido extinta em junho de 2012, quando a última parcela dos débitos gerados pelos planos econômicos foi quitada. No entanto, a extinção dependia da edição de uma medida provisória e da aprovação do Congresso Nacional. Em novembro, o governo incluiu o fim da multa na Medida Provisória 905, que criou o Programa Verde e Amarelo de emprego para estimular a contratação de jovens. O Congresso, no entanto, inseriu a extinção da multa complementar na Medida Provisória 889, que instituiu as novas modalidades de saque do FGTS. O fim da multa adicional abrirá uma folga no teto federal de gastos. Isso porque, ao sair da conta única do Tesouro para o FGTS, o dinheiro era computado como despesa primária, entrando no limite de gastos. Inicialmente, o Ministério da Economia havia informado que a extinção da multa de 10% liberaria R$ 6,1 bilhões para o teto em 2020. No entanto, o impacto final da medida ficou em R$ 5,6 bilhões. O Orçamento Geral da União deste ano terá uma folga de R$ 6,969 bilhões no teto de gastos. Além do fim da multa extra do FGTS, a revisão para baixo na projeções de gastos com o funcionalismo federal contribuiu para liberar espaço fiscal. Com informações da Agência Brasil 

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STJ nega recurso e desobriga homem de pensão alimentícia

01 de janeiro de 2020, 12:08

Um homem conseguiu provar que sua ex-mulher tinha condições de criar o filho e agora não precisará pagar pensão (Foto: Reprodução)

Os ministros da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça não acataram um recurso especial de uma mulher e mantiveram decisão que, ao considerá-la plenamente capaz para o trabalho, exonerou seu ex-cônjuge da obrigação de pagar a pensão alimentícia.   Após o fim do casamento, ficou estabelecido que o ex-marido pagaria uma pensão mensal no valor de dois salários mínimos, podendo ser revista caso a mulher fosse aprovada em concurso público. No curso da obrigação, ele entrou com um pedido de revisão e alegou em juízo que sua situação financeira tinha se modificado ao formar nova família, e que a ex-mulher havia se formado, tornando-se empresária, podendo prover o próprio sustento. As informações foram divulgadas pelo STJ - O número deste processo não é revelado em razão de segredo judicial. Em primeira instância o pedido de exoneração da obrigação foi julgado procedente. Ao analisar a apelação, o tribunal estadual manteve a decisão, e afirmou que conclusão contrária 'configuraria incentivo ao ócio'. No recurso especial, a mulher alegou que a revisão da pensão apenas seria possível na hipótese da sua nomeação em concurso público, o que não ocorreu. Ela afirmou também que o fato de o devedor ter formado nova família, por si só, não enseja a revisão da pensão, 'sobretudo se não ficar comprovado alteração na sua capacidade financeira'. O ministro Moura Ribeiro, relator do recurso, explicou que o STJ entende que a pensão entre ex-cônjuges não está limitada somente à prova da alteração do binômio necessidade-possibilidade, devendo ser consideradas outras circunstâncias, como a capacidade potencial para o trabalho e o tempo decorrido entre o início do pensionamento e o pedido de revisão. Plenas condições de trabalho O ministro afirmou que não se evidenciando hipótese que justifique a manutenção da pensão alimentícia, deve ser mantida a decisão que encerrou a obrigação 'porque sua ex-mulher, além de ter recebido pensão por lapso de tempo razoável (três anos) para que buscasse o próprio sustento, possui plena capacidade laborativa e possível inclusão no mercado de trabalho em virtude da graduação de nível superior e da pouca idade' - segundo análise do tribunal estadual com base nas provas dos autos. Moura Ribeiro destacou que também não há notícia de que a mulher tenha saúde fragilizada que a impossibilite de trabalhar. Segundo o relator, a jurisprudência do STJ no assunto tem orientação dominante no sentido de que 'a pensão deve ser fixada, em regra, com termo certo, assegurando ao beneficiário dos alimentos tempo hábil para que ingresse/reingresse ou se coloque/recoloque no mercado de trabalho, possibilitando-lhe a manutenção pelos próprios meios' - o que aconteceu no caso. O ministro lembrou que pensão por tempo ilimitado ocorre apenas em situações excepcionais, como na hipótese de incapacidade para o trabalho permanente, saúde fragilizada ou impossibilidade de inserção no mercado.

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Papa se desculpa por perder a paciência com a fiel que apertou sua mão

01 de janeiro de 2020, 11:34

(Foto: Reprodução)

O papa Francisco pediu desculpas nesta quarta-feira, antes da tradicional oração do Angelus, por ter "perdido a paciência" na noite anterior com uma fiel asiática que apertou com uita força sua mão. "Muitas vezes perdemos a paciência. Isso acontece comigo também. Peço desculpas pelo mau exemplo dado ontem", disse o chefe da Igreja Católica, falando da janela do Palácio Apostólico na Praça de São Pedro. Imagens do papa Francisco, nas quais ele reage, irritado, a uma fiel que insiste em apertar sua mão, registradas na véspera do Ano Novo na Praça de São Pedro, no Vaticano, foram vistas centenas de milhares de vezes nas redes sociais. No vídeo, parece que, depois de ter beijado muitas crianças, amontoado em frente ao presépio de Natal na grande praça de São Pedro, e quando ele estava prestes a mudar de direção, uma mulher o agarra firmemente pela mão e atrai o pontífice para ela e quase o faz cair. Embora não a conhecesse, e ele teria dito algo quase inaudível, muito irritado, para se livrar da mulher. Depois disso, Francisco, 83 anos, continua seu caminho, mantendo um pouco mais de distância entre os fiéis entusiasmados. Quando questionado pela AFP, o serviço de imprensa do Vaticano se recusou a comentar o ocorrido.

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Quatro apostadores vencem Mega da Virada; cada um terá R$ 76 milhões

01 de janeiro de 2020, 08:20

Quatro apostadores vencem a Mega da Virada; cada um receberá R$ 76 milhões (Foto: Reprodução)

A Caixa Econômica Federal realizou, na noite desta terça-feira (31), o sorteio das seis dezenas da Mega da Virada, que teve quatro vencedores. Os números sorteados são: 03 - 35 - 38 - 40 - 57 - 58. O prêmio a ser pago é R$ 304.213.838,62, o segundo maior da história.   Cada um dos vencedores ganhará R$ 76 milhões. Entre as quatro apostas certeiras, há duas de São Paulo, uma de Criciúma (SC) e uma de Juscimeira (MT). Os apostadores tiveram até as 17h deste segunda para garantirem participação no sorteio. A chance para acertar as seis dezenas, com uma aposta simples de R$ 4,50, é de uma em mais de 50 milhões, segundo a Caixa. O valor total do prêmio superou a estimativa inicial da Caixa, que era de R$ 300 milhões. O maior prêmio da Mega-Sena da Virada foi em 2017, quando 17 apostadores dividiram a quantia de R$ 306,7 milhões -foi também o maior prêmio pago em sorteios da Caixa. Os ganhadores têm até 90 dias após a data do sorteio para reclamar o prêmio. Depois desse prazo, os valores não reclamados serão repassados ao Tesouro Nacional para aplicação no Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior).

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Todo dia é dia novo

31 de dezembro de 2019, 12:11

*Por Gervásio Lima - Os dias que antecedem a virada de um ano para outro servem como uma espécie de ‘arranque’, de provocações e regressos. Nem sempre partindo da vontade própria, mas quase sempre do que se é norteado, seja pelas enxurradas de mensagens recebidas nas redes sociais ou encontradas em publicidades muitas vezes apelativas nas mídias escritas, faladas e televisionadas. Saber que fumar, não controlar o peso corporal, não praticar exercícios físicos e não se preocupar com uma alimentação saudável e equilibrada podem prejudicar a saúde, e mesmo assim são ações corriqueiras (entra ano, sai ano), isto todo mundo, ou quase todo mundo, já sabe. Fazer o bem sem olhar a quem, idem. Mas, para muita gente é preciso que se aproxime um novo ano (do calendário cristão) para a consciência doer, as ações acontecerem e as inúmeras promessas surgirem. Vou amar mais, brincar mais, me cuidar mais, estar mais presente, passear mais, malhar mais, viver mais ... Muito mais do que os ‘mais’ encontrados nas mensagens automáticas, copiadas, e repassadas é ter e praticar o espírito fraterno durante todos os minutos, as horas e os dias da vida. Confraternizar todos os momentos, independente de datas estipuladas com objetivos geralmente comerciais. Seguindo a Declaração dos Direitos Humanos, onde diz “todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos, dotados de razão e de consciência e que devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade”, seria correto afirmar que com simples comportamentos e acompanhando preceitos morais e religiosos as pessoas não precisarão somente das datas de um calendário para amar o próximo. Que ososentimentos evocados neste período que compreende o Natal e a chegada do Ano Novo sejam expandidos pelos demais 365 dias que se iniciam a partir do dia 1º de Janeiro. Feliz anos novos, pois como diz o ditado popular: “Quem vive de passado é museu”. *Jornalista e historiador

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Dicionário digital escolhe ‘existencial’ como palavra de 2019

31 de dezembro de 2019, 10:30

A palavra ganhou notoriedade nas pesquisas do dicionário após algumas tragédias nos Estados Unidos (Foto: Reprodução)

Em meio a crises pessoais e democráticas, o dicionário digital americano Dictionary.com definiu "existencial" como a palavra de 2019. Segundo o site norte-americano ABC News, a palavra ganhou notoriedade nas pesquisas do dicionário após os incêndios florestais que aconteceram nos Estados Unidos e o furacão Dorian, nas Bahamas, além dos tiroteios em Christchurch, na Nova Zelândia, e El Paso, no Texas. Também foi uma palavra presente na política e na cultura pop -o personagem "Garfinho" de "Toy Story 4" foi um dos que mais promoveu o termo, uma vez que, no início do filme, está convencido de que é "lixo", mas depois assume que seu destino é ser um brinquedo. "Começamos a ver existencialismo no diálogo a partir de janeiro, e durante todo o ano", disse Jennifer Steeves-Kiss, diretora executiva do Dictionary.com. "Esse é um tema consistente que vimos em nossos dados, mas que também foi aproveitado em várias questões importantes da nossa época". A palavra "existencial" existe desde 1685, e é definida pelo dicionário como "relacionado à existência" ou "característica do existencialismo filosófico; preocupação com a natureza da existência humana, conforme determinada pelas escolhas feitas livremente pelo indivíduo. "

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Queniano vence São Silvestre com ultrapassagem nos últimos segundos

31 de dezembro de 2019, 10:22

Kibiwott Kandie foi o campeão da São Silvestre de 2019 (Foto: Reprodução)

Oqueniano Kibiwott Kandie foi o campeão da São Silvestre de 2019. Ele ultrapassou, nos últimos segundos, o ugandense Jacob Kiplimo, que vinha dominando a prova. Os dois cruzaram a faixa com os corpos quase colados um ao outro, definindo os dois primeiros lugares da corrida aos 42 minutos e 59 segundos. O terceiro lugar ficou para Titus Ekiru, também queniano, que neste ano venceu a Maratona de Milão e a Meia de Lisboa. Ele chegou 55 segundos após o primeiro colocado. A queniana Brigid Kosgei confirmou o favoritismo e foi a primeira do pelotão de elite feminino a cruzar a linha de chegada da corrida de São Silvestre, na Avenida Paulista. Recordista da Maratona de Chicago, a atleta fez na manhã de hoje (31) a sua estreia na 95ª edição da corrida que ocorre anualmente nas ruas da cidade de São Paulo, completando o trajeto de 15 quilômetros em 48 minutos e 54 segundos. O segundo lugar da prova também foi ocupado por uma queniana, Sheila Shelangat. A terceira posição no pódio feminino ficou comTisadk Nigus, da Etiópia. Além dos competidores profissionais, uma multidão de anônimos percorreu o trajeto sob o sol forte e céu limpo desta manhã. O número de inscritos chegou a 35 mil, incluindo pessoas de diversas partes do país, como anunciavam as faixas levadas por muitos corredores com nomes de cidades como Rio das Ostras (RJ), Itajai (SC) e Assis Chateubriand (PR). Carregando balões com os numerais do ano de 2020, o grupo de amigos de Jesus Rodrigues, veio de Rubiataba, em Goiás. Segundo o professor, de 39 anos, a intenção é “iniciar o ano com o pé direito, correndo”. Pela primeira vez na São Silvestre, ele disse que já participou de outras provas regionais. “Eu sempre corro na minha cidade e participo das competições no meu estado.” No mesmo grupo de oito pessoas do professor, está a bancária Beatriz Arriel, que comemora a recuperação de um problema no joelho. “Eu tive uma pequena lesão e o próprio médico que me tratou disse que queria me ver na São Silvestre. Hoje eu estou aqui, livre da lesão”. Com 75 anos e um banjo debaixo do braço, Dempsez Lima Filho participou hoje pela 22ª vez da prova. “É a felicidade de vir aqui e encontrar os meus netos que cuidam de mim na corrida”, definiu sobre o sentimento de participar da prova. Com informações da Agência Brasil

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Mensagem de Arnaldinho de Caém

30 de dezembro de 2019, 18:36

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Peguei carne para alimentar a família, diz homem torturado em mercado

30 de dezembro de 2019, 15:14

Supermercado Ricoy, na zona sul de SP: caso aconteceu em março de 2018, mas só veio à tona em setembro deste ano, depois que os vídeos foram divulgados pelos próprios agressores (Foto: Reprodução)

O homem torturado por seguranças de um supermercado na Zona Sul de São Paulo disse que furtou um quilo de carne para alimentar a família. Pai de quatro filhos, ele contou ao G1 que pensou em se matar ao ver as imagens da tortura na televisão. O caso aconteceu em março de 2018, mas só veio à tona em setembro deste ano, depois que os vídeos foram divulgados pelos próprios agressores. Nas imagens, o homem de 38 anos aparece amarrado e amordaçado, enquanto levava choques e vassouradas. “Aquele dia eu saí de casa desesperado. Aí, fui tentar pegar uma carne, alimentar minha família. Aí foi que aconteceu lá dentro daquele hipermercado”, lembra ele, ao comentar pela primeira vez sobre o ocorrido. “Estava desempregado, estava passando muita dificuldade. Fui despejado da casa onde eu morava de aluguel.”   Segundo ele, a tortura durou cerca de seis horas. Os agressores deram choques elétricos com um taser e golpes com um cabo de vassoura. “Aquilo lá que eles têm na gravação deles é pouco. Ninguém sabe o que passei lá. Falaram que iriam me matar”, conta. “Entrei lá era meio dia e meia, saí de lá já estava escuro. Saí desnorteado.” Segundo ele, a tortura deixou sequelas físicas e psicológicas. Ele diz que passou a mancar e ficou com cicatrizes e pesadelos frequentes: “Não estou conseguindo dormir.” O homem disse reconhecer que cometeu um erro, mas acha que a tortura foi mais grave que sua tentativa de furto. Ele pede punição aos cinco empregados identificados pela tortura. “Queria me matar (ao ver o vídeo). O deboche. Aí todo mundo me viu. Não consegui arrumar emprego, não consigo nada”, afirma o homem torturado pelos funcionários. Dois agressores estão presos preventivamente e outros três respondem em liberdade. Todos serão julgados por tortura. A vítima não responderá por furto. “Quero retomar minha vida de novo, ter uma oportunidade, esquecer o que passou. Todo mundo erra. Só quero arrumar um emprego e batalhar do lado dos meus filhos e da minha esposa”, afirma. Na entrevista, o homem de 38 anos conta que foi abordado por funcionários e seguranças do supermercado Extra logo depois de furtar o quilo de carne. “Aí foi quando os seguranças me pegaram. Me levaram para uma sala, e foi na hora que eles começaram a me torturar”, lembra. Segundo o G1, o advogado da vítima deve entrar com uma ação judicial na esfera cível pedindo indenização por danos morais e materiais contra o supermercado e a G8, empresa para a qual os seguranças enviados ao Extra prestavam serviço. O Extra informou, por sua assessoria de imprensa, que está à disposição para conversar com o advogado da vítima. Já a empresa que contratou os seguranças disse que “os fatos estão sendo apurados” e que uma “eventual discussão quanto à indenização ficará à cargo da Justiça”. Segundo o G1, o homem já tinha sido pego por empregados porque estava furtando em ocasiões anteriores, entre 2009 e 2015, no próprio Extra, e também no supermercado Carrefour.

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Em 24 Estados, juízes ganham mais de um salário mínimo de vale-refeição

30 de dezembro de 2019, 15:08

Magistrados baianos recebem R$ 1,1 mil; em Pernambuco, valor chega a quase R$ 5 mil (Foto: reprodução)

Juízes de 24 Estados recebem por mês mais de R$ 1 mil de vale-refeição. Em Pernambuco,  o valor chega a R$ 4.787 – o equivalente a 4,8 vezes o salário mínimo em vigor (R$ 998) e mais que o dobro da renda média mensal dos trabalhadores brasileiros, que é de R$ 2.317 mensais. Os juízes estaduais podem gastar em restaurantes, à custa dos cofres públicos, um valor que muitas famílias precisam esticar, e muito, para cobrir as despesas do mês. Só entre os beneficiários do INSS, 23,7 milhões recebem até um salário mínimo por mês (67,1% do total). O salário médio dos magistrados estaduais é de R$ 43.437, bem acima do teto de R$ 35.462. Isso ocorre porque o valor inclui diversos penduricalhos, como vale-refeição, auxílio-moradia, auxílio pré-escolar e auxílio-natalidade.  Os valores e os critérios desses auxílios podem variar em cada Estado. Por serem verbas indenizatórias, elas são isentas de qualquer tributo, incluindo contribuição previdenciária e Imposto de Renda. Crítico contumaz desses penduricalhos, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (ST), afirma que o teto constitucional se tornou “piso”. “Todo esse quadro de desorganização exige uma disciplina nacional. Isso é mais uma forma de furar o teto”, disse. Apenas três Estados pagam auxílio-alimentação até o valor vigente para o Judiciário federal, que é de R$ 910 mensais: Maranhão, Paraná e Rio Grande do Sul. As cifras são maiores do que o Executivo da União paga a seus funcionários em vale-refeição (R$ 458 mensais). O problema dos auxílios é que, embora seja necessário aprovar uma lei para criá-los, seu valor é decidido de forma administrativa, muitas vezes pelos próprios beneficiários. O orçamento do Judiciário estadual, por sua vez, é blindado de qualquer crise: mesmo que haja frustração na arrecadação, o governador é obrigado a repassar a verba, livre de qualquer corte ou bloqueio, para não caracterizar interferência em outro Poder. Relator de uma proposta que regulamenta esses benefícios, o deputado Rubens Bueno (CDD-PR) afirma que o valor do auxílio-alimentação dos juízes é um “escândalo”. “Os juízes perderam a compostura e esqueceram o que significa uma nação. Deveriam fazer a lei valer para todos, mas burlam a norma para obter benefícios próprios”, diz. O governo sinalizou que pretende enviar uma proposta de reforma administrativa ao Congresso em fevereiro, de acordo com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Este mês, Maia disse que “não dá mais para segurar” o debate sobre a regulamentação dos pagamentos acima do teto e sobre as férias de 60 dias dos juízes. 

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Saiba o que é necessário para proteger os filhos de golpes e assédios na internet

29 de dezembro de 2019, 06:54

Converse sobre o perigo de adicionar e falar com estranhos (Foto: Reprodução)

  Sim, é impossível manter os filhos longe da internet. Então, fica o desafio: acompanhar crianças e jovens a utilizar de forma positiva essa ferramenta de aprendizado, interação e lazer.  Além de, claro, mantê-los longe de possíveis riscos, como golpes e assédios. A psicopedagoga e uma das fundadoras do Instituto NeuroSaber, Luciana Brites, aponta dez caminhos para você orientar seu filho e ficar atenta aos riscos que ele pode passar! CUIDADO COM A EXPOSIÇÃO EXCESSIVA  É comum, nas redes sociais, as pessoas postarem a localização, falarem sobre a sua rotina e exibirem fotos com uniformes escolares. Peça ao seu filho para evitar esse tipo de conteúdo. Além de se proteger, ele aprenderá que estranhos não precisam saber onde estão nem conhecer a rotina dele ou onde estuda. NADA DE COMPUTADOR NO QUARTO Principalmente no caso das crianças, o acesso ao mundo virtual deve ser feito de uma ferramenta localizada em um espaço comum da casa, como a sala. Assim, você pode observar qual conteúdo ele consome. DESCONHECIDOS NUNCA! Converse sobre o perigo de adicionar e falar com estranhos. Afinal, nunca se sabe quem está do outro lado. Pode, inclusive, ser um abusador. Argumente com exemplos de casos exibidos em novelas ou séries ou episódios reais divulgados pela mídia. Esse bate-papo é necessário para que a criança ou o jovem sinta confiança e construa uma relação bastante transparente com os pais, sem medo de retaliação. OLHO VIVO NO COMPORTAMENTO Se seu filho minimiza as abas do computador ou fecha o notebook rapidamente quando se aproximam, ligue o sinal de alerta. Converse com ele e busque uma relação de confiança sempre. IH, É FAKE NEWS! Nem todas as informações que lemos na internet são verdadeiras. Por isso, explique sobre as notícias falsas que circulam por aí e a importância de buscar sites confiáveis. E o aconselhe a não repassar informações mentirosas a outras pessoas. SENHAS COMPARTILHADAS, SIM! Muitos adolescentes podem não gostar dessa medida, mas ela é necessária, pois é uma forma de protegê-los. Explique isso a eles. ESTABELEÇA HORÁRIOS Colocar limites impede que eles fiquem viciados e passem mais tempo no mundo virtual. E sugira que tenham outras atividades e rotina para estudar.  CONTROLE A VIDA VIRTUALConheça as redes que ele frequenta e tem contas, e quanto tempo passa na frente do computador. E peça que ele utilize senhas diferentes em cada uma delas, inclusive e-mails e redes sociais. E, claro, dê aquela olhadinha no histórico do computador para saber quais páginas foram acessadas. INSTALE ANTIVÍRUS E FILTROS A medida evita acesso a conteúdos inadequados para determinadas idades. O EXEMPLO É VOCÊNão adianta falar para os filhos saírem do celular  se você, responsável por eles, não sai. Chame-os para outras atividades e lembre-se: você é espelho para eles. QUE COMPORTAMENTO É ESSE?A psicóloga Daniela Generoso aponta as condutas suspeitas que, aparentemente sem explicação, seu filho pode assumir caso enfrente problemas no universo virtual:  Falta de concentração. Desinteresse por aquilo que mais gostava de fazer.  Medo sem explicação. Ficar assustado quando receber uma mensagem no celular. Não querer acessar redes sociais como de costume. 

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Justiça multa Facebook em R$ 6,6 mi por compartilhar dados de usuários

OMinistério da Justiça e da Segurança Pública (MJSP) decidiu multar o Facebook em R$ 6,6 milhões por compartilhamento indevido de dados de usuários cadastrados na rede social. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta segunda-feira, 30.

A multa, aplicada pelo Departamento de proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), órgão do MJSP, acontece após investigação que identificou “prática abusiva” por parte da empresa de tecnologia, que teria deixado vulneráveis dados de 443 mil usuários.

Segundo nota publicada no site da pasta, “o caso começou a ser investigado após notícia veiculada pela mídia, em 4 de abril de 2018, informando que os usuários do Facebook, no País, poderiam ter sofrido com o uso indevido de dados pela consultoria de marketing político Cambridge Analytica”, que ganhou notoriedade global por ter trabalhado na campanha presidencial de Donald Trump, nos Estados Unidos, e também para a campanha do Brexit, como é conhecido o processo de saída do Reino Unido da União Europeia.

Pelo Twitter, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, destacou a decisão do ministério e afirmou que “as redes revolucionaram a forma pela qual nos comunicamos e expressamos, mas há questões sobre privacidade a serem consideradas”. O Facebook tem dez dias para recorrer da decisão.

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