Filho de Pelé revela que pai está abatido: “Hoje ele não consegue mais andar direito”

10 de fevereiro de 2020, 17:36

Conforme relatou o ex-goleiro do Peixe, Pelé não realizou um pós-cirúrgico do quadril da forma ideal, o que acarretou em dificuldades para andar (Foto: Reprodução)

Ex-goleiro do Santos, Edinho contou em entrevista para o site Globo Esporte que seu pai, Pelé, não está muito bem de saúde. Segundo o filho, o rei do futebol está com a mobilidade reduzida e abalado psicologicamente por conta disso. Conforme relatou o ex-goleiro do Peixe, Pelé não realizou um pós-cirúrgico do quadril da forma ideal, o que acarretou em dificuldades para andar. “Ele tá bastante fragilizado em relação à mobilidade. Ele fez o transplante do quadril e não fez uma reabilitação adequada, ideal. Então, ele está com esse problema da mobilidade, que acaba acarretando uma certa depressão, um quadro ali… Imagina, ele é o rei, sempre foi uma figura tão imponente, e hoje ele não consegue mais andar direito. Ele fica muito acanhado, muito constrangido com isso. Mas está bem, tirando isso e tirando a natureza da idade e tudo mais”, revela o agora coordenador técnico e de desenvolvimento das categorias de base do Santos. Edinho revelou ainda que o rei só consegue andar com o auxílio de um andador.     “Ele não consegue andar normalmente. Só com o andador. Até melhorou um pouco em relação a essa época recente (em que apareceu de cadeira de rodas), mas ainda tem bastante dificuldade para andar”, contou o ex-goleiro. Com essas restrições físicas, Edinho disse que seu pai não tem vontade de sair de casa. “Ele fica constrangido, não quer sair, se expor, estar na rua, fazer praticamente nada que tenha que sair de casa. Está muito acanhado, recluso”, completa Edinho.

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Novo iate de Bill Gates é movido a hidrogênio

10 de fevereiro de 2020, 17:30

Tem autonomia para cerca de seis mil quilômetros (Foto: Divulgação)

A compra de um iate é uma daquelas aquisições que só um lote muito específico da população poderá considerar mas, ainda assim, acaba por enviar uma importante mensagem para a restante população. O Aqua, desenvolvido pela Sinot, é o novo iate de Bill Gates mas ficará surpreso por saber que o preço de 644 milhões de dólares (588 milhões de euros)  não é a informação mais interessante deste meio de transporte. Acontece que o iate também é movido a hidrogênio e, apesar de se mover apenas a pouco mais de 31km/h, tem autonomia para cerca de seis mil quilômetros. Sim, ainda está incluído um motor de diesel para garantir que o Aqua consegue chegar a porto seguro. O Aqua ainda não está disponível no mercado e tem data de lançamento prevista para 2024. Quem sabe, até lá pode tentar reunir o montante necessário para assegurar o seu.

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Fila de espera do Bolsa Família chega a quase 1 milhão, diz jornal

10 de fevereiro de 2020, 14:05

O Bolsa Família tem neste ano um orçamento de R$ 29,5 bilhões, abaixo dos R$ 32,5 bilhões de 2019. (Foto: Reprodução)

O governo de Jair Bolsonaro congelou a concessão de novos benefícios do Bolsa Família nas regiões mais carentes do Brasil, de acordo com o jornal Folha de S.Paulo. Dados oficiais divulgados entre junho a outubro do ano passado apontam que uma a cada três cidades mais pobres do país não teve novos auxílios liberados. O levantamento feito pela Folha considerou os 200 municípios de menor renda per capita do Brasil, apontados pelo IBGE em 2017. O governo Bolsonaro tem controlado a entrada de novos beneficiários no Bolsa Família, por conta da falta de dinheiro. Segundo a reportagem, a fila de espera do programa, que havia sido extinta em julho de 2017, voltou. A estimativa é de que cerca de 1 milhão de famílias estejam, desde janeiro, aguardando uma resposta do Ministério da Cidadania. Os dados do programa apontam ainda que de janeiro de 2017 a maio do ano passado cerca de 250 mil novos benefícios eram liberados por mês em todo o país. Essa taxa caiu para 5,4 mil de junho a outubro de 2019. À Folha, o Ministério da Cidadania informou que o enxugamento é causado pelo pente-fino no programa, que cancelou benefícios pagos irregularmente a famílias. No entanto, a média de cancelamentos de 2019 seguiu a tendência dos anos anteriores. De acordo com integrantes do governo ouvidos pela Folha, documentos internos mostram que a fila continuava zerada até maio e, desde então, explodiu — chegando ao patamar de 1 milhão. Procurado, o Ministério da Cidadania não quis comentar a reportagem. Desde 2019, governo promete reformular o programa. Ainda não há previsão de quando será apresentada uma proposta. O Bolsa Família tem neste ano um orçamento de R$ 29,5 bilhões, abaixo dos R$ 32,5 bilhões de 2019.

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Heterocromia em cães: conheça as raças propensas a ter essa anomalia

10 de fevereiro de 2020, 13:52

A Heterocromia ou heterocromia ocular é uma anomalia genética na qual o cachorro (ou humano e felinos) possui um olho de cada cor (Foto: Notícia Limpa)

A heterocromia em cães é uma anomalia genética causada pelos baixos níveis de melanina no corpo. Essa substância é responsável pela pigmentação da pele, do pelo e dos olhos. É considerado um "defeito genético" pela ciência, mas não uma doença e, apesar de ocorrer mais comumente em animais mamíferos domésticos e selvagens, afeta também os seres humanos. Portanto, não precisa se assustar caso seu filhote tenha olhos de cores diferentes, pois ele simplesmente nasceu assim. A heterocromia em cães é definida pela herança genética, por isso alguns animais têm e outros não. Além disso, essa condição também não causa graves problemas de visão para os pets.  Existe mais de um tipo dessa anomalia, afinal, dependendo da coloração e da quantidade de melanócitos da íris (células protetoras de melanina), podemos observar uma cor ou outra. Num geral, há dois tipos de heterocromia e duas causas que a provocam: Heterocromia iridis ou parcial: uma única íris apresenta tonalidades distintas de uma mesma cor. Heterocromia iridium ou completa: cada íris tem uma cor diferente. Heterocromia congênita: a anomalia é fruto da origem genética. Heterocromia adquirida: pode ser originada devido um traumatismo ou alguma doença, como o glaucoma ou a uveíte. A título de curiosidade, a heterocromia completa é muito rara nos seres humanos, mas é observada normalmente em gatos e cachorros. Além disso, seja a anomalia completa ou parcial, nenhuma altera a visão do animal.  Raças de cães propensas a ter heterocromia completa Não é difícil encontrar cães com os dois olhos de cores distintas e o caso mais conhecido é do Husky Siberiano. Acredita-se que a sua evolução nas temperaturas frias da Rússia esteja relacionado à predisposição da raça a essa anomalia que, mais tarde, se transmitiu de forma genética.  Além desse caso, outros cães que normalmente apresentam heterocromia são o Pastor Australiano e o Catahoula cur (American Leopard Hound). É importante ressaltar que no Husky Siberiano e Catahoula cur, o standard do AKC (American Kennel Club) e o standard da FCI (Federação Cinológica Internacional) aceitam a diferença completa na cor dos olhos, assim como a anomalia de forma parcial em uma das íris.  Diferente dos seus companheiros com heterocromia, os Pastor Australiano não apresenta um olho azul e outro castanho. Suas íris costumam ser totalmente pardas, azuis ou âmbares, embora possam existir variações e combinações dos mesmos.  O gene Merle é o responsável direto pela transição da cor azul na íris e a pigmentação "borboleta" no nariz dos cães. Ele também é culpado pela anomalia parcial, por exemplo quando um pet tem o olho castanho e o outro azul, mas dentro do azulado há pigmentação castanha.  Raças que normalmente portam o gene Merle são o Pastor Australiano e o Border Collie. Além disso, albinismos e manchas brancas ao redor dos olhos também são causados por esse gene. Raças de cães propensas a ter heterocromia parcial Como já foi dito, a heterocromia parcial é quando o animal tem um olho multicolor, ou seja, várias tonalidades diferentes na mesma íris. É frequentemente visto no Catahoula cur, Dogue Alemão, Corgi Galés de Pembroke, Pastor Australiano e Border Collie.  Também causada pelo gene Merle, é o resultado que se obtém quando a melanina se dilui ou se modifica por genes recessivos das séries D ou B, podendo resultar em sombras amarelo-esverdeadas ou cinzas-amareladas. Além disso, esse gene dilui pigmentos aleatórios nos olhos e nariz, por isso, os olhos azuis podem surgir como consequência da perda de pigmento.  Apesar de normalmente apresentar heterocromia completa, o Husky Siberiano também entra na lista de raças com anomalia parcial.  Outras raças também propensas A maioria dos cães com tendência a heterocromia tem o pelo branco e marrom. Por exemplo, existem muitos casos entre Buldogue Francês e o Pitbull Terrier. O Cocker Spaniel Inglês, Dálmata e o Boston Terrier também têm a possibilidade de apresentar esse fenômeno ocular. Percebe-se que há certa predisposição entre as linhagens a ter essa anomalia. Terriers, Buldogues, raças originárias de climas frios são exemplos de "famílias" com tendência. Outros animais que podem gerar filhotes com a característica são aqueles com pele tigrada.  Fique atento se a heterocromia aparecer de repente Imagine uma situação hipotética: seu cão sempre teve olhos da mesma cor, mas de repente você começou a perceber algumas mudanças na tonalidade. O castanho escuro está clareando aos poucos, ficando semelhante a heterocromia parcial. Contudo, seu cachorro não passou por um traumatismo e nem teve doença. Se você reparar mudanças na cor dos olhos com o passar do tempo, leve seu companheiro imediatamente ao veterinário. A alteração repentina da pigmentação pode ser um sintoma de glaucoma, uma doença degenerativa que provoca cegueira parcial ou completa. No entanto, existe a chance do seu canino ter heterocromia hereditária, mas que se manifestou de forma retardada. No geral, é importante realizar uma consulta médica para verificar o estado de saúde do pet e descartar a presença de doenças.  Lembre-se sempre que a heterocromia em cães não é um problema de saúde, apenas uma anomalia genética inofensiva. Ter os olhos de cores distintas deve ser apreciado pelo tutor, pois essa característica torna seu companheiro único

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Três coronéis da FAB são denunciados por desvio de R$ 10,4 milhões

09 de fevereiro de 2020, 20:00

FAB: Eles são enquadrados por peculato e violação do dever funcional com o fim de lucro (Foto: Reprodução)

 A Procuradoria de Justiça Militar em Juiz de Fora (MG) ofereceu denúncia contra três coronéis da reserva da Aeronáutica e um engenheiro civil por rombo de R$ 10.462.455,92 — sem correção monetária — na construção da sede do Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica (CIAAR), transferido de Belo Horizonte para Lagoa Santa, entre novembro de 2010 e dezembro de 2011. Foram denunciados os coronéis Marcelo Marques de Azevedo, Pedro Alcântara de Rezende Júnior e Silvio Antonio de Arruda, além do engenheiro civil Antonio Luiz Carneiro. Todos teriam elaborado, analisado ou aprovado análises de medição ideologicamente falsas acerca dos serviços executados. Segundo a denúncia, as notas fiscais ideologicamente falsas, que descreviam a execução integral de serviços não plenamente realizados, eram recebidas e falsamente certificadas pelos denunciados, entre os quais o próprio presidente da Comissão de Implantação, Marcelo Marques de Azevedo. Depois, o coronel ‘realizava a liquidação da respectiva nota fiscal com o pagamento indevido, mediante emissão da ordem bancária correspondente’. Eles são enquadrados por peculato e violação do dever funcional com o fim de lucro. A denúncia dá conta de que eles também teriam incorrido no crime previsto no artigo 92 da Lei 8.666/93, que impede o pagamento de fatura ‘com preterição da ordem cronológica de sua exigibilidade’. Esta imputação, no entanto, prescreveu. Os oficiais foram afastados das respectivas funções no início de 2012, após serem denunciadas as irregularidades na fiscalização e no pagamento à empresa contratada. Denúncia Uma segunda-tenente, Priscila Elma da Cruz Silva, oficial temporária da Aeronáutica, engenheira civil, foi designada para exercer a Chefia da Subcomissão de Fiscalização em Campo em dezembro de 2011. Ela identificou as irregularidades e, após análise da técnica em edificações Eliane Garcia Santos, as informou ao engenheiro civil Antonio Luiz Carneiro. Segundo consta das investigações, ele ‘não adotou nenhuma providência e determinou que ambas não comunicassem tal fato a seus superiores’ e ainda afastou Eliane. Então afastada, Eliane representou perante o Ministério Público Federal em Belo Horizonte, em 26 de janeiro de 2012. Esta denúncia-crime deu início a investigações perante a Procuradoria e a Polícia Federal, posteriormente transferidas para o Ministério Público Militar. A Procuradoria Militar destaca que a Aeronáutica recebeu pagamento de seguro de R$ 10.011.670,14 pela inadimplência da empresa contratada. No entanto, não houve reparação de dano por parte da empresa ou dos agentes administrativos responsáveis pela gestão e fiscalização do contrato em razão dos ilícitos por eles praticados. O contrato foi rescindido em 27 de março de 2015 pois as obras executadas correspondiam a pouco mais de 50% do previsto no cronograma. A reportagem busca contato com a defesa dos coronéis da Aeronáutica Marcelo Marques de Azevedo, Pedro Alcântara de Rezende Júnior e Silvio Antonio de Arruda e do engenheiro civil Antonio Luiz Carneiro, todos citados na denúncia. O espaço está aberto para manifestações. Fonte: Revista Exame

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Miliciano investigado por assassinato de Marielle morre em confronto na Bahia

09 de fevereiro de 2020, 12:22

Ex-capitão da PM Adriano Magalhães da Nóbrega, apontado como líder do grupo miliciano Escritório do Crime, foi morto neste domingo, 9 (Foto: Polícia Civil)

O ex-policial militar Adriabo Magalhães da Nóbrega, conhecido como "capitão Adriano", foi morto em uma troca de tiros com a polícia na manhã deste domingo, 9, em Esplanada, no interior da Bahia. Foragido desde janeiro do ano passado, ele é apontado como chefe do "Escritório do Crime", milícia suspeita pela morte da vereadora do Rio Marielle Franco (PSOL) e seu motorista Anderson Gomes, assassinados em março de 2018. Adriano trabalhou no 18º Batalhão da PM com Fabrício Queiroz, o ex-assessor de gabinete de Flávio Bolsinaro, investigado por lavagem de dinheiro no esquema de "rachadinha" na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). A mãe e a filha de Nóbrega trabalhavam no gabinete do filho do presidente e teriam sido contratadas por Queiroz. Segundo o Ministério Público, o milicano ficava com parte do pagamento delas. Divisão’ Segundo Ministério Público do Rio, seis núcleos atuavam no esquema de ‘rachadinha’ na Alerj Após receber informações que Nóbrega estava na Bahia, equipes do Serviço de Inteligência da polícia do Estado passaram a monitorá-lo. Há duas semanas, policiais fizeram uma busca em uma mansão na Costa do Sauípe, no Litoral da Bahia, onde encontraram apenas documentos falsos. O miliciano teria fugido antes da chegada dos policiais.  Neste domingo, segundo informações da Secretaria de Segurança Pública da Bahia, Nóbrega trocou tiros com os policiais. Baleado, ele foi socorrido em um hospital da região, mas não resistiu. Com o foragido foi encontrada uma pistola austríaca calibre 9mm. "Buscamos efetuar a prisão, mas o procurado preferiu reagir atirando", afirmou o secretário da Segurança Pública da Bahia, Maurício Teles Barbosa.  Uma pistola austríaca calibre 9mm foi encontrada com Adriano Magalhães de Nóbrega pela polícia  Foto: Divulgação SSP-BA Apesar de ser suspeito de participar da morte de Marielle, "capitão Adriano" era procurado pela Justiça por causa de outro crime. Ele foi denunciado pelo Ministério Público por atuar com grilagem de terras; compra, venda e aluguel irregular de imóveis; cobrança irregular de taxas da população local; e extorsão e na receptação de mercadoria roubada em Rio das Pedras. Ligações com esquema de "rachadinha" Na última etapa da investigação que mira Flávio Bolsonaro, o MP do Rio apresentou à Justiça conversas de WhatsApp entre Adriano e sua ex-esposa, Danielle da Nóbrega, que era funcionária do gabinete do então deputado estadual. Nesses diálogos, o miliciano afirmava que também se beneficiava do suposto esquema de "rachadinha", quando ela reclama de sua exoneração.  Danielle e a mãe de Adriano, Raimunda Veras Magalhães, foram exoneradas por Flávio quando o filho do presidente Jair Bolsonaro e Queiroz ficaram sabendo da investigação.  Além de empregar as parentes do miliciano, Flávio já o homenageou com a Medalha Tiradentes, honraria mais alta do Legislativo do Rio, em 2005, quando o então policial estava preso acusado de homicídio. Adriano foi expulso da Polícia Militar por causa de envolvimento com a contravenção.  Ligado a esquema de "rachadinhas" com Fabrício Queiroz, Adriano Magalhães da Nóbrega já foi homenageado por Flávio Bolsonaro com honraria legislativa Foto: WILTON JUNIOR / ESTADAO O Escritório do Crime, grupo que Adriano liderava, foi alvo da Operação Os Intocáveis, em janeiro de 2019, e de um desdobramento dela neste mês. Ele estava foragido desde essa primeira operação, há mais de 1 ano. Adriano e Queiroz ficaram amigos no Batalhão de Jacarepaguá da PM. Foram acusados juntos, inclusive, de um homicídio, que registraram como "auto de resistência". O caso está aberto até hoje.   Queima de arquivo Adriano estava convencido de que queriam matá-lo, não prendê-lo. Nos últimos dias, tanto ele quanto sua esposa relataram que tinham certeza de que havia um plano de “queima de arquivo” em curso contra o ex-policial militar.  O ex-capitão do Bope nunca havia falado diretamente com seu advogado, Paulo Emilio Catta Preta, até a quarta-feira passada. Foi quando, preocupado com os últimos movimentos da polícia, ligou para ele e relatou que tinha “certeza” de que queriam matá-lo para “queimar arquivo”. A viúva do miliciano também fez o mesmo relato.   

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Trânsito mata mais que acidentes de avião

08 de fevereiro de 2020, 18:19

Número de mortos em estradas é o equivalente a 7 quedas de aeronaves (Foto: Reprodução)

Com uma média de 3.700 mortos, os acidentes de trânsito representam a cada dia o equivalente a sete acidentes de avião, alertou nesta sexta-feira o enviado especial da ONU para a segurança viária, Jean Todt. O número de mortos nas estradas ao redor do mundo "é igual a sete aviões jumbo caindo todos os dias, sem sobreviventes", declarou Jean Todt, figura de esporte automobilístico. Ele lembrou que 1,35 milhão de pessoas perdem a vida todos os anos em acidentes de trânsito. "Não podemos continuar como se nada estivesse acontecendo", disse o ex-piloto, atual diretor da Federação Internacional de Automobilismo. Jean Todt pediu uma "mudança sistemática" em todo o mundo para que "a segurança esteja no centro da mobilidade", doze dias antes da realização da 3ª Conferência Ministerial sobre Segurança Rodoviária, em Estocolmo, nos dias 19 e 20 de fevereiro, para com a participação de cem países. 

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PT veta alianças com DEM, PSDB e partidos de extrema direita

08 de fevereiro de 2020, 14:07

Ato de Abertura da comemoração de 40 anos do meu partido, o PT, nesta sexta-feira (7), no Rio de Janeiro (Foto: Reprodução)

A Comissão Executiva Nacional do PT, reunida no Rio ontem (7 de fevereiro), definiu que a politica de alianças do partido para as eleições municipais exclui os partidos que sustentam a política ultraneoliberal do governo Bolsonaro (DEM e PSDB) e veta composições com os partidos de extrema-direita. O PT definiu como centro estratégico eleitoral “a construção de alianças com PCdoB, PSOL, PDT, PSB, Rede, PCO e UP.”  Alianças com outros partidos podem ser feitas, onde o PT tenha candidatos a prefeito, desde que autorizadas pelo Diretório Estadual, mas não podem incluir os partidos ultraneoliberais e os de extrema-direita, diferentemente do que foi noticiado pela imprensa. Além disso, candidatos que venham a ter apoio do PT devem ter “compromisso expresso com a oposição a Bolsonaro e suas políticas” e não podem ter “práticas de hostilidade ao PT e aos presidentes Lula e Dilma” A política de alianças é um dos pontos da Resolução política e eleitoral aprovada na primeira reunião da executiva do PT eleita em 17 de janeiro. O partido “buscará constituir a Frente Democrática Popular, com forte participação dos partidos de esquerda, movimentos sociais e populares, setores progressistas, as Frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, para construir a força social e popular necessária para impedir os retrocessos e derrotar as políticas do governo Bolsonaro.” De acordo com a Resolução, “tal estratégia é compatível e complementar à formação de alianças táticas com setores sociais e políticos que tenham contradições reais com determinadas políticas do governo Bolsonaro”, como por exemplo a agenda antidemocrática do lavajatismo e e a pauta obscurantista. “Qualquer aliança que não contemple a abolição da agenda econômica e social do governo Bolsonaro e seus aliados fará muito pouco pela democracia no Brasil e nada por sua população”, afirma a resolução. A executiva nacional confirmou que o PT participará com candidatos nas eleições “em todos os municípios em que for possível, especialmente naqueles municípios com eleições em dois turnos e os que têm emissoras de rádio e TV geradoras de programas do horário eleitoral.” A decisão sobre a política de alianças com outros partidos diz o seguinte: “Coerente com esta Resolução, o PT define como centro estratégico eleitoral a construção de alianças com PCdoB, PSOL, PDT, PSB, Rede, PCO e UP. Onde o PT encabeça a chapa, composições com partidos para além deste espectro poderão ser autorizadas pelo Diretório Estadual.”” “Nas situações em que o PT não encabeça a chapa e o candidato seja de um partido que não integre o espectro citado acima, somente serão permitidas alianças táticas e pontuais se autorizadas pelo Diretório Estadual, desde que candidato(a) tenha compromisso expresso com a oposição a Bolsonaro e suas políticas e não tenha práticas de hostilidade ao PT e aos presidentes Lula e Dilma.”  “O PT Nacional decide que não ocorram alianças com os partidos que sustentam o projeto ultraneoliberal (DEM, PSDB) e veta qualquer aliança com aqueles que representam o extremismo de direita em nosso país.” A reunião da Comissão Executiva Nacional foi seguida pela abertura do Festival PT 40 Anos, que prossegue neste sábado com a exposições culturais, um debate sobre o papel da esquerda na democracia, com representantes do PT, PSB, PDT, PCdoB e Psol, e será encerrado com um diálogo entre os ex-presidentes Lula, do Brasil, e Pepe Mujica, do Uruguai.

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Prefeitura Municipal de Jacobina: Nota de Desmentido

08 de fevereiro de 2020, 10:36

O Conselho Gestor do HMATS , vem a público contestar e desmentir um vídeo que circula nas redes sociais protagonizado por uma suposta Pré-Candidata a Prefeita de Jacobina, a Srª. Katia Alves, no qual, a mesma afirma que os funcionários do Hospital Antonio Teixeira Sobrinho estão sem receber salários desde o mês de Dezembro de 2019, competência essa em que as obrigações de pagamentos de salários estão rigorosamente cumpridas e com documentação comprobatória de pronto. Vale destacar que, até a presente data e absolutamente em nenhum mês da vigência dos Contratos de Gestão das Unidades UPA e o Hospital Antonio Teixeira Sobrinho, houve qualquer atraso de salários ou das obrigações financeiras assumidas com qualquer prestador ou funcionário, tendo em mais da metade do período do contrato, pago salários inclusive com antecedência. Trata-se absolutamente de uma acusação criminosa por parte dessa Senhora, visto que ela mesma na condição de Diretora do Núcleo Regional de Saúde de Jacobina, não tem em relação a nossa Fundação, qualquer apontamento de uma única irregularidade ou registro de uma única denúncia formal em desfavor da nossa empresa quanto aos contratos de Gestão da UPA e HMATS, pois nessa na condição do cargo que ocupa de órgão fiscalizador de Saúde, tem ela também essa incumbência de fiscalizar de forma isenta assim como os setores da Prefeitura de Jacobina. Em um vídeo caseiro, medíocre e criminoso, essa senhora faz apontamentos dos quais será interpelada judicialmente para fazer provas sob pena de responsabilização criminal e cível aplicáveis ao caso, devendo ainda no dia de hoje ser Registrado um Boletim de Ocorrência Policial em desfavor da mesma. Atenciosamente, Conselho Gestor do Hospital Municipal Antônio Teixeira Sobrinho

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Guedes diz que funcionalismo público é ‘parasita’ e está matando o ‘hospedeiro’

07 de fevereiro de 2020, 17:34

O ministro da Economia, Paulo Guedes, que classificou os funcionários públicos de "parasita" (Foto: Reprodução)

O governo brasileiro está quebrado porque gasta 90% da sua receita com o funcionalismo, segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, que classificou os funcionários públicos de "parasita". Para ele, é urgente a aprovação da reforma administrativa ainda este ano, para que o dinheiro deixe de ser carimbado e chegue aonde realmente faz falta. "O funcionalismo teve aumento de 50% acima da inflação, tem estabilidade de emprego, tem aposentadoria generosa, tem tudo. O hospedeiro está morrendo. O cara (funcionário público) virou um parasita e o dinheiro não está chegando no povo", disse Guedes na manhã desta sexta-feira, 7, sendo muito aplaudido durante palestra no seminário Pacto Federativo, promovido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Segundo ele, os funcionários públicos querem aumento automático enquanto "80% da população brasileira é a favor inclusive de demissão do funcionário publico, estão muito na frente da gente", completou. Continuando a defesa da reforma administrativa, que ainda encontra resistência no Congresso Nacional, Guedes deu como exemplo os Estados Unidos, que ficam "quatro, cinco anos sem ajustar o salário do funcionalismo" e quando concedem o aumento teriam o reconhecimento público. "Aqui o cara é obrigado a dar e ainda leva xingamento", afirmou. De acordo com Guedes, a reforma administrativa deve chegar ao Congresso na próxima semana e vai resolver o problema do dinheiro carimbado no Brasil.

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Rondônia manda recolher livros de Machado de Assis e Euclides da Cunha

07 de fevereiro de 2020, 17:28

O governador Coronel Marcos Rocha (PSL) pediu que fossem recolhidos dezenas de livros das bibliotecas das escolas, incluindo clássicos da literatura brasileira (Foto: Reprodução)

O governo de Rondônia pediu nesta quinta-feira, 6, que fossem recolhidos dezenas de livros das bibliotecas das escolas, incluindo clássicos da literatura brasileira como Os Sertões, Macunaíma e Agosto. A alegação era de que as obras tinham "conteúdos inadequados para crianças e adolescentes". O governo chegou a negar a existência do documento, mas depois mandou a rede "abortar" o procedimento e alegou que o secretário de Educação não o assinou. O jornal O Estado de S. Paulo teve acesso ao memorando no início da tarde, que incluía uma lista com 43 livros brasileiros que deveriam ser "entregues ao Núcleo do Livro Didático" da Secretaria Estadual da Educação. O texto estava em nome do secretário, Suamy Lacerda de Abreu, mas a assinatura eletrônica no sistema era da diretora de Educação, Irany de Oliveira Lima Morais, terceira na hierarquia da secretaria. O Estado procurou Irany, mas ela não respondeu ao contato. O secretário Abreu também não respondeu. Professores e outros funcionários da rede foram informados sobre o documento, datado de ontem, pelo sistema interno do governo. No entanto, às 14h15, o memorando foi tornado "restrito" e não era possível mais visualizar seu conteúdo. O governador de Rondônia é o Coronel Marcos Rocha (PSL), que já foi chefe do Centro de Inteligência da PM e secretário de Educação de Porto Velho. Professores que falaram com a reportagem pediram para não terem nomes publicados por medo de perseguição. "As coordenadorias receberam mensagens já pedindo para que os livros fossem separados porque passariam para recolher", conta um deles. Outros professores disseram que os livros já haviam sido até mesmo colocados em caixas para recolhimento. Fake Integrantes do governo chegaram a dizer que o documento era fake news, mas depois não confirmaram oficialmente a resposta. Posteriormente, a Secretaria de Estado da Educação de Rondônia (Seduc) disse em nota que "recebeu uma denúncia que nas bibliotecas das escolas estaduais havia livros paradidáticos com conteúdos inapropriados para o público-alvo, alunos do ensino médio". "Diante disso, a equipe técnica da secretaria analisou as informações e constatou que os livros citados eram clássicos da literatura. Sendo assim, o processo eletrônico que contém a análise técnica foi encerrado imediatamente." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Deputado cria projeto de lei para extinguir a meia-entrada no Brasil

07 de fevereiro de 2020, 00:18

Deputado federal Vinícius Poit, do Partido Novo de São Paulo (Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)

O deputado Vinicius Poit, do Partido Novo, protocolou na Câmara Federal um projeto de lei para acabar com a meia-entrada em eventos culturais e esportivos. O projeto do deputado propõe revogar a lei nº 12.933, de 23 de dezembro de 2013, “que dispõe sobre o benefício do pagamento de meia-entrada para estudantes, idosos, pessoas com deficiência e jovens de 15 a 29 anos comprovadamente carentes em espetáculos artístico-culturais e esportivos”. Este é o primeiro e único projeto de lei apresentado por Poit, após um ano de sua eleição. Segundo o político, “meia-entrada é metade do dobro! Acaba ficando mais caro para todos. É uma falsa aparência de proteção aos estudantes”. O tema ganhou relevância política nos últimos dias, depois de Jair Bolsonaro receber um grupo de sertanejos e produtores culturais  no Palácio do Planalto. No encontro, Doreni Caramori Junior, presidente da Abrape (Associação Brasileira dos Promotores de Eventos) protestou contra a meia-entrada, que chamou de “injustiça histórica”, ao afirmar que ela desequilibra a cadeia produtiva de shows no país e pedir para que o governo tomasse uma atitude. Poit gravou um vídeo para registrar sua iniciativa (veja abaixo), no qual chega citar Caramori e a boa receptividade do presidente Bolsonaro ao pedido, mas distorceu o contexto. Caramori defendeu que quem realiza eventos culturais tem prejuízo com a meia-entrada, porque não recebe compensação do governo para não cobrar o preço inteiro em todos os ingressos. Fica claro, portanto, que a meia-entrada não é “metade do dobro” para o representante dos promotores de eventos, mas sim o único impedimento para que eles possam cobrar “o dobro” inteiro de todos os consumidores. O político acatou a sugestão, como ele mesmo disse. Ou seja, quer acabar com a meia-entrada, mas não propõe, simultaneamente, nivelar todos os preços de ingressos para o patamar da meia-entrada atual. O que está propondo, na prática, é apenas aumentar o custo de consumo cultural para quem hoje tem desconto. Trata-se de mais um ataque assumido a direitos adquiridos por parte de políticos que não compartilham das mesmas condições sociais de quem eles chamam de “privilegiados” – segundo a lei, “estudantes, idosos, pessoas com deficiência e jovens de 15 a 29 anos comprovadamente carentes”. Não se trata de um projeto de lei de inclusão social, mas de exclusão. Filho de milionário, Vinicius Poit foi eleito com bandeira de “combate aos privilégios” e afirma ter economizado R$1.114.832,34 em verba de gabinete, gastos da cota parlamentar e renúncia a regalias que tinha direito.

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Justiça multa Facebook em R$ 6,6 mi por compartilhar dados de usuários

OMinistério da Justiça e da Segurança Pública (MJSP) decidiu multar o Facebook em R$ 6,6 milhões por compartilhamento indevido de dados de usuários cadastrados na rede social. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta segunda-feira, 30.

A multa, aplicada pelo Departamento de proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), órgão do MJSP, acontece após investigação que identificou “prática abusiva” por parte da empresa de tecnologia, que teria deixado vulneráveis dados de 443 mil usuários.

Segundo nota publicada no site da pasta, “o caso começou a ser investigado após notícia veiculada pela mídia, em 4 de abril de 2018, informando que os usuários do Facebook, no País, poderiam ter sofrido com o uso indevido de dados pela consultoria de marketing político Cambridge Analytica”, que ganhou notoriedade global por ter trabalhado na campanha presidencial de Donald Trump, nos Estados Unidos, e também para a campanha do Brexit, como é conhecido o processo de saída do Reino Unido da União Europeia.

Pelo Twitter, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, destacou a decisão do ministério e afirmou que “as redes revolucionaram a forma pela qual nos comunicamos e expressamos, mas há questões sobre privacidade a serem consideradas”. O Facebook tem dez dias para recorrer da decisão.

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