Inscrições para o Encceja terminam nesta sexta (22)

21 de janeiro de 2021, 14:20

A inscrição pode ser feita pelo site do Encceja (Foto: Reprodução)

Termina amanhã (22) o prazo para a inscrição no Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) 2020. A aplicação das provas para o ensino fundamental e médio será no dia 25 de abril deste ano e ocorrerá em todos os estados e no Distrito Federal. A inscrição pode ser feita pelo site. O exame serve para conceder o diploma de conclusão do ensino fundamental ou médio para os jovens e adultos que não conseguiram obter na idade adequada. "A participação no Encceja Nacional 2020 é voluntária, gratuita e destinada a jovens e adultos que não concluíram os estudos na idade apropriada para cada etapa de ensino, desde que tenham, no mínimo, 15 anos completos para o ensino fundamental e, no mínimo, 18 anos completos no caso do ensino médio, na data do exame", informou hoje (21) o Ministério da Educação. O exame é constituído de quatro provas objetivas, de acordo com o nível de ensino, contendo cada uma 30 questões de múltipla escolha nas áreas de Ciências Naturais, Matemática, Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes, Educação Física, História e Geografia. O candidato também será avaliado por meio de uma redação. O edital do Encceja diz que o participante inscrito que não comparecer às provas de todas as áreas do conhecimento no Encceja de 2020 e quiser participar do Encceja 2021 deverá justificar a sua ausência. Caso o participante não justifique a ausência, ele deverá ressarcir um valor determinado pelo ministério, conforme orientações divulgadas no site de inscrição do exame.

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Estudo aponta que uso de máscaras por 100% da população pode levar ao fim da pandemia

21 de janeiro de 2021, 10:05

Máscaras eficazes para achatar a curva podem ser feitas em casa (Foto: Reprodução)

. Estudo feito pelo cientista-pesquisador da Universidade de São Francisco, Jeremy Howard, revelou que o uso de máscaras pode erradicar, ou seja, levar a quase zero, o contágio ocasionado pela pandemia do novo coronavírus. Segundo o levantamento, publicado no The Washington Post, se 100% das pessoas usarem máscaras, mesmo que cada uma tenha uma efetividade baixa, o índice de contágio pode chegar ao número inicial, ou seja, quase zero. Sendo assim, a pandemia acaba. Máscaras eficazes para achatar a curva podem ser feitas em casa com nada mais que uma camiseta e uma tesoura. E, segundo o estudo, todos devem usá-las sempre que estiverem em público. “É o chamado efeito de rede. A minha máscara te protege e a sua máscara me protege”, afirma Jeremy. Dada uma efetividade de 60%, se ao invés de 20% das pessoas usarem máscaras, o dobro dessas pessoas usarem, o fator de redução (R0) da epidemia cai de 2 para 1. Em se tratando de exponenciais, essa redução tem um efeito monstruoso. Esse é o exemplo seguido por Hong Kong, Mongólia, Coréia do Sul e Taiwan, todos com 19 covid sob controle. Eles estão todos perto do epicentro original da pandemia na China continental e têm laços econômicos com a China. No entanto, ninguém recorreu a um bloqueio, como na província chinesa de Wuhan. Em todos esses países – atingidos brutalmente pelo surto de SARS em 2002 e 2003 – a população está usando máscaras em público.. Fonte: A Tarde

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Vazamento pode ter exposto na internet 220 milhões de dados pessoais de brasileiros

21 de janeiro de 2021, 09:28

O número é maior do que o total de habitantes do Brasil, de aproximadamente 212 milhões (Foto: Reprodução)

Mais de 220 milhões de dados pessoais de brasileiros podem ter sido vazados nesta terça-feira (19), afirmou o dfndr lab, laboratório de cibersegurança da Psafe.O número é maior do que o total de habitantes do Brasil, de aproximadamente 212 milhões -o que, segundo a companhia, indica que o vazamento pode incluir informações de pessoas que já morreram e CPFs inativos. "Ainda não é possível precisar de quando são os dados da base e nem qual a fonte dessas informações. Estamos investigando", afirmou a Psafe por meio de sua assessoria de imprensa. A companhia afirma que o banco de dados vazado teria exposto o número de CPF, data de nascimento e nome completo de diversos brasileiros -incluindo grandes autoridades do país. Segundo Emilio Simoni, diretor do dfndr lab, o risco mais comum em vazamentos deste tipo está voltado para golpes de phishing -quando criminosos disfarçam um meio de comunicação eletrônico (como um email) de uma empresa ou entidade confiável e tentam obter informações confidenciais. "Uma vez que o cibercriminoso tenha o CPF e outros dados reais da pessoa, seria fácil se passar por um serviço legítimo e utilizar engenharia social para obter dados mais críticos da vítima, que poderiam ser utilizados para pedir empréstimos, senha de banco e contratações de serviços, por exemplo", disse o executivo. O vazamento também teria exposto informações detalhadas sobre 104 milhões de veículos, contendo número do chassi, placa do automóvel, município, cor, marca, modelo, ano de fabricação, cilindradas e o tipo de combustível utilizado. Ainda teriam sido vazados dados de 40 milhões de empresas, como CNPJ, razão social, nome fantasia e data de fundação. Segundo o diretor da dfndr lab, o alto valor dessas informações para cibercriminosos tem feito com que esses dados sejam cada vez mais comercializados na dark web -espaço no qual o rastreamento dos computadores usados para acessar os sites é praticamente impossível. "Os criminosos disponibilizam parte das bases para comprovar a veracidade das informações obtidas e tentam de alguma forma lucrar com esses incidentes, vendendo dados mais aprofundados como emails, telefones, dados de poder aquisitivo e ocupação das pessoas afetadas", disse Simoni. A partir de agosto deste ano, a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) vai prever penalizações para este tipo de vazamento, que vão desde sanções administrativas a multas de até R$ 50 milhões por infração para as companhias responsáveis. Segundo a dfndr lab, os pesquisadores seguem investigando como essas informações teriam sido obtida. Ainda não há detalhes ou informações concretas sobre os responsáveis.

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Jacobina: Críticas têm marcado os primeiros dias do Governo do prefeito Tiago Dias (PC do B)

20 de janeiro de 2021, 15:55

Com as críticas, há os que vaticinam: "Ou Tiago Dias assume e encara a função de prefeito como tal, ou será engolido pelos próprios apoiadores" (Foto: Reprodução/Revista Globo Rural)

O início do governo do prefeito Tiago Dias (PC do B) tem sido marcado pelo grande número de críticas, mas também de elogios, principalmente por algumas atitudes populistas demonstradas já no dia de sua posse, quando se dirigiu à Câmara de Vereadores da cidade montado em um boi e caracterizado de vaqueiro, com direito a chapéu de couro e gibão. No primeiro dia útil de trabalho o prefeito novamente chamou atenção ao chegar para trabalhar de bicicleta e apresentar o mobiliário do seu gabinete, composto de cadeiras rústicas de madeira não trabalhada e alguns instrumentos rurais como decoração. Mas a medida mais controversa mesmo, que virou notícia nacional foi o seu primeiro decreto, que estabeleceu que o salário que receberá no primeiro ano de trabalho como prefeito será equivalente a um salário mínimo, uma redução de quase 93% do valor real. Se o objetivo era ratificar suas origens e ao mesmo tempo ser notícia, o jovem prefeito de Jacobina conseguiu. As primeiras medidas de Tiago Dias não tem agrado a todos, principalmente a imprensa falada local, com seus principais âncoras fazendo duras críticas ao comportamento do novo gestor, a iniciar pela derrota do seu grupo para a presidência do Legislativo Municipal quando dois dos seus aliados, sendo um do mesmo partido, votaram contra a sua chapa. Na segunda semana de governo, outra enxurrada de críticas acontece, desta vez por conta do reajuste da taxa de iluminação pública, denominada como contribuição (CIP). O tributo que não é inconstitucional, mas considerado imoral pelos consumidores que alegam pagar duas vezes pelo mesmo serviço, já que o mesmo estaria incluído no IPTU. A CIP não é uma obrigatoriedade, cada município decide por sua implantação. Logo no início da terceira semana de mandato, Tiago Dias continua na mídia, ainda de forma negativa e agora pela nomeação de um cargo comissionado. Assim que foi publicizada nesta terça-feira (20), a indicação do novo coordenador de Fiscalização e Operação de Trânsito, do Serviço Municipal de Tráfego e Transportes (SMTT) foi o principal assunto das 'rodas de conversas'. O indicado, que o Notícia Limpa decidiu preservar a identidade, é uma figura bastante conhecida na cidade por ter feito campanha e defender o atual presidente Jair Bolsonaro, inclusive endossando o discurso considerado misógino, homofóbico, racista e pró-ditadura do chefe do Executivo nacional. A nomeação do ex-presidente do Diretório Municipal do Partido Social Liberal (PSL), assim como outras atitudes da gestão do prefeito Tiago Dias, divide opiniões. Nas redes sociais constam diversas opiniões dos que defendem e os que literalmente abominam a escolha. Uma internauta reclama: "Revoga essa m.., Tiago Manoel Dias! É uma falta de respeito com a população nomear um sujeito asqueroso, bolsonarista, fascista que defende ideias negacionistas e corrobora com a morte e destruição disseminadas por Bolsonaro genocida". Outro completa: "Esse é o governo do prefeito negro que se identifica com as suas causas. Nomeia um racista, apoiador de um projeto de governo reducionista e empobrecedor! Que pena ainda não termos alcançado o intento de eleger alguém que pelo menos honre as suas origens, e respeite o legado histórico de sua gente". Teve também que defendesse o ato do prefeito, "Não tenho procuração pra falar em nome do gestor, mas vou dar meu pitaco. Mesmo não gostando das ações do indivíduo, compreendo sua nomeação. Ele, ao contrário de muitos que hoje reclamam, vestiu a camisa na campanha, trouxe seu partido para apoiar, independente de nossa satisfação, e acompanhou o então candidato com seu apoio e do partido ao qual pertence. Então é justo sua nomeação!" Uma Nota de Repúdio, em forma de abaixo-assinado eletrônico, está circulando por grupos de aplicativo de mensagens atacando a decisão do timoneiro de Jacobina. Confira alguns trechos do documento: "No momento em que todas as forças progressistas brasileiras lutam para combater o fascismo, o genocídio e a política antivacina promovida pelo bolsonarismo que já matou mais de 200 mil brasileiras e brasileiros, o primeiro prefeito negro de Jacobina (do PCdoB - Partido Comunista do Brasil), nos seus primeiros dias de governo nomeia um bolsonarista amplamente conhecido em Jacobina e no país por suas declarações misóginas, machistas e homofóbicas para o cargo de Coordenador em uma autarquia municipal. Este não é o primeiro ato de nomeação de bolsonaristas na gestão do Sr. Tiago Dias, mas este caso provoca ainda mais escândalo, pois, o indivíduo em questão tem um histórico de retaliações às lutas das mulheres, sobretudo às mulheres de esquerda em Jacobina, através de ataques violentos orquestrados para deslegitimação do feminismo e de suas lutadoras....Nós, abaixo assinadas(os) manifestamos o nosso mais profundo REPÚDIO à nomeação para cargos públicos em Jacobina-BA de reacionários, misóginos, racistas, lgbtfóbicos e toda a sorte de monstruosidades políticas que se escondem sob o manto do Bolsonarismo".

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A pedido do Governo da Bahia, Lewandowski determina que Anvisa apresente informações sobre análise da vacina Sputnik

20 de janeiro de 2021, 14:07

Ricardo Lewandowski disse que vai utilizar as informações que forem repassadas pela agência para decidir sobre um pedido do governo da Bahia (Foto: Reprodução)

Ministro do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski determinou nesta quarta-feira (20) que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) preste informações sobre a análise de um pedido de uso emergencial da vacina Sputnik V, desenvolvida pela Rússia. Ricardo Lewandowski disse que vai utilizar as informações que forem repassadas pela agência para decidir sobre um pedido do governo da Bahia. O estado da Bahia requereu ao STF a autorização para importar e distribuir vacinas que já tenham o aval de autoridades sanitárias estrangeiras e a certificação da Organização Panamericana de Saúde (Opas), mesmo sem a liberação da Anvisa. "Considerada a afirmação do autor [governo da Bahia], feita na petição inicial, de que já foi requerida a autorização temporária para uso emergencial da vacina Sputnik V, informe, preliminarmente, a Anvisa, no prazo de até 72 (setenta e duas) horas, se confirma tal afirmação e, em caso positivo, esclareça qual o estágio em que se encontra a aprovação do referido imunizante, bem assim eventuais pendências a serem cumpridas pelo interessado", escreveu o ministro. A Sputnik V foi aprovada para uso emergencial em países como Argentina, Bolívia, Venezuela e Paraguai. No Brasil, a farmacêutica União Química, que pretende produzir a vacina russa para a demanda interna e outros países da América Latina, entrou com pedido para uso emergencial de 10 milhões de doses que viriam direto da Rússia. A Anvisa  di, que  recusou a solicitação, alegando que apenas vacinas com estudos clínicos em andamento no Brasil podem ter essa autorização. O Fundo Russo de Investimentos Diretos (RFPI) reagiu à essa posição e afirmou que a informação sobre a recusa do Brasil de registrar o uso emergencial da vacina Sputnik V não é verdadeira. "Gostaríamos de esclarecer que a Anvisa solicitou informações adicionais sobre a vacina Sputnik V, que serão disponibilizadas em breve. Esta solicitação dos reguladores é um procedimento habitual  e não significa que o registro tenha sido recusado", diz o RFPI. O governo da Bahia questiona as regras previstas em lei que tratam dos procedimentos  para a autorização de uso emergencial dos imunizantes e prevê liberação de vacinas que tenham aprovação de autoridades sanitárias dos Estados Unidos e da Europa. O governo da Bahia assinou em agosto de 2020 um acordo com o RFPI, que administra o desenvolvimento da vacina, para o fornecimento de 50 milhões de doses. 

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WhatsApp, Telegram ou Signal: qual app de conversa é mais seguro

20 de janeiro de 2021, 13:41

(Foto: Reprodução)

 As novas políticas de privacidade do WhatsApp deixaram muita gente confusa sobre continuar utilizando o serviço e sobre as possibilidades de migrar para outros apps de conversa. Segundo o Facebook, os novos termos querem oficializar o compartilhamento de dados entre os apps da empresa, o que não agradou muitos usuários. Nesse meio tempo, Sugnal e Telegran viram o número de downloads disparar e seu rival tet que ir a público explicar porquê  das mudanças neste ano. Em termos de privacidade, qual é o app mais seguro para manter no smartphone? Existe diferença entre eles? Reunimos alguns pontos para comparar qual é o melhor app de conversa no smartphone. Criptografia A criptografia de ponta a ponta é um dos principais indícios de segurança e privacidade em aplicativos de conversa atualmente. Isso porque as mensagens com esse tipo de código não podem ser acessadas pela controladora do app, nem se elas quiserem descobrir o conteúdo das conversas. “O usuário deve olhar a política de privacidade para saber quais dados são coletados e com quem eles são compartilhados”, afirma Bruna Martins do Santos, da associação Data Privacy Brasil. “Uma dica importante é ficar atento se o aplicativo tem criptografia de ponta a ponta, que é uma ferramenta que impede que a sua comunicação seja lida ou interceptada por terceiros”. Nesse quesito, whatsApp, Telegran e Signal oferecem o recurso, mas não incluem as mesmas funcionalidades entre eles. No WhatsApp e no Signal, por exemplo, todas as mensagens são criptografadas, com a tecnologia de ponta a ponta, sem que seja necessário ativar nenhuma aba para isso. Elas já funcionam por padrão. Já no Telegram, as únicas conversas protegidas pela tecnologia são as que acontecem nos “chats secretos”, que precisam ser habilitados manualmente nas configurações. Aqui só há um derrotado: Telegram. Verificação Em relação à segurança, também é importante checar os mecanismos de proteção à conta do usuário, e não só à conversa. Uma das causas de invasão desses apps são estratégias de engenharia social, que atuam com golpes para roubar dados de acesso, aqueles que pedem algum tipo de código em troca de um prêmio, por exemplo. A verificação de dois fatores é um dos meios de garantir uma camada a mais de proteção para essas contas. O WhatsApp possui um método, que deve ser ativado nas configurações, para que o usuário cadastre uma senha de seis dígitos, que é requisitada de tempos em tempos para continuar logado no app. O Telegram também possui a verificação em duas etapas, assim como o WhatsApp — ela pode ser ativada nas configurações. Ao habilitar, é possível definir também uma dica, que fica salva no app para servir como lembrete caso a senha seja esquecida. O que faz muitas pessoas classificarem o Signal como o mais seguro é uma tecnologia que vai além da confirmação de senhas para a identificação do usuário. O app conta com um código, que pode ser QR Code ou uma sequência numérica, que é enviada por meio de outro contato já aprovado previamente. Assim, apenas o dono de ambas as contas — a do Signal e a do outro meio de contato — pode verificar a autenticidade do app. Portanto, aqui quem leva é o Signal. Compartilhamento e coleta de dados O que mais causou confusão — e até certa indignação — com o anúncio do WhatsApp foi o compartilhamento de dados. A empresa afirmou aos usuários que iria compartilhar informações das contas do app de mensagem com o Facebook e que usuários que não concordassem com a condição teriam suas contas suspensas. O próprio Facebook, porém,  voltou atrás e declarou que as contas poderiam continuar com os usuários, além de adiar para 15 de maio a vigência das novas políticas, Até lá, os termos continuarão os mesmos - e muita coisa ainda pode acontecer. Os termos que o WhatsApp planeja implementar têm foco na integração entre os apps da empresa de Mark Zuckerberg com serviços voltados para fins comerciais, como o WhatsApp Business. Para quem começou a usar o WhatsApp nos últimos quatro anos, ou aceitou os termos lá em 2016, o Facebook já está coletando e compartilhando informações entre os seus serviços — entre esses dados estão número de telefone, modelo do aparelho, tempo de uso e foto de perfil. O Signal e o Telegram também podem compartilhar os dados dos usuários, mas se comportam de forma distinta. Criada por um ex-funcionário do WhatsApp, o Signal exibe uma mensagem, em suas configurações, de que os únicos dados recolhidos são as informações de contato, mas que elas não são linkadas à identidade do usuário. O compartilhamento pode ser feito com autoridades da lei em casos de processo, investigação ou para evitar fraudes. Parceiros que trabalham com a empresa com serviços conectados ao app, como YouTube e Spotify, também podem receber as informações. O Signal, porém, não comercializa dados para fins publicitários. Já o Telegram opera diferente: dados como identificação, agenda e informações de contato podem ser acessados pelo app e conectados à identidade do usuário. Algumas informações pessoais são compartilhadas informações com outros contatos do app, desde que permitido pelo usuário — entre eles, estão nome, número de telefone e o texto de descrição preenchido pelo dono da conta. As mesmas informações podem ser compartilhadas com as empresas que fazem parte do grupo que controla o Telegram. Autoridades também podem ter acesso a essas informações em casos de processo ou alguma ação judicial — embora a empresa afirme em seus termos que a última opção nunca foi necessária. O compartilhamento de dados não é feito com terceiros para fins publicitários. Mesmo assim, ponto para o Signal (mas se você já vinha usando o WhatsApp, talvez seja tarde demais para se revoltar contra compartilhamento de dados). Como escolher? No final das contas, cada aplicativo tem sua própria comunidade de uso — não adianta, por exemplo, baixar um app que não tenha nenhum dos seus contatos — mas a principal questão levantada pela recente mudança do WhatsApp é o quão atentos os usuários estão com a sua privacidade. “As pessoas estão prestando mais atenção em políticas de privacidade. Isso significa que as empresas precisam ter cautela redobrada e um esforço de comunicação mais informativo nessas mudanças, incluindo linguagem que não seja o juridiquês”, afirma Carlos Affonso Souza, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS-Rio). Assim, a solução ainda é ficar atento às letras miúdas dos termos do app e saber que nem tudo pode ser desativado dos apps. Fortalecer a segurança da conta e entender como cada aplicativo funciona também é fundamental para adaptar seus contatos e hábitos ao melhor mensageiro possível. A boa notícia é que ninguém precisa ficar sem se comunicar e que os três aplicativos citados podem ajudar nisso. Fonte: Estadão

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Sete pessoas da mesma família morrem por falta de oxigênio

19 de janeiro de 2021, 22:48

Elas tinham sintomas de Covid-19 e estavam internadas em um hospital do estado do Pará, que ficou sem tanques de oxigênio (Foto: Reprodução)

Nas últimas 24 horas, sete pessoas da mesma família morreram com sintomas de Covid-19 na Unidade Básica de Saúde (UBS) do município de Faro, no estado do Pará, que ficou sem tanques de oxigênio. De acordo com o G1, trata-se de três mulheres e quatro homens que não resistiram a complicações de ordem respiratória, entre segunda-feira e esta terça-feira. A sétima pessoa do mesmo agregado familiar a falecer foi um homem, que perdeu a vida na tarde de hoje, altura em chegaram ao município seis tanques de oxigênio. Estas não foram as únicas vítimas mortais resultantes da falta de oxigênio generalizado, existindo registro de um outro homem, que faleceu na mesma unidade de saúde. Recorde-se que o município de Faro atravessa um colapso da rede de Saúde devido à falta de oxigênio, medicamentos e camas de hospital para o tratamento de pacientes com Covid-19. A região fica na fronteira com o Amazonas, estado que enfrenta uma situação semelhante e que teve de transferir dezenas de infectados para outras cidades, para receberem oxigênio. Faro junta-se assim a Manaus, capital do Amazonas, que, desde quinta-feira, vive uma grave crise de saúde devido à falta de camas em hospitais e de oxigênio para pacientes com Covid-19 que estão ligados a ventiladores mecânicos, sendo que alguns morreram asfixiados.  

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É falso que Ministério da Saúde pré-cadastre para vacinação contra Covid-19 por telefone ou SMS

19 de janeiro de 2021, 10:22

Criminosos estão aproveitando a pandemia para aplicarem golpes (Foto: Reprodução)

Golpistas se aproveitam da expectativa pela vacinação contra Covid-19 para enganar cidadãos e obter acesso a aplicativos de mensagens como o WhatsApp e o Telegram, segundo informou o Ministério da Saúde no dia 14 de janeiro. De acordo com publicação da pasta nas redes sociais, os golpistas ligam para os celulares das vítimas e fazem um falso questionário para levar o cidadão a acreditar no golpe e compartilhar com o criminoso um código que dá acesso aos aplicativos de mensagens. A isca usada pelos golpistas é a possibilidade de pré-agendar uma data para a vacinação. A pasta, no entanto, não está agendando datas para a vacinação contra a Covid-19 e não faz ligações para cidadãos. "O Ministério da Saúde esclarece que não realiza agendamento para aplicação de nenhum tipo de vacina, e nem envia códigos para celular dos usuários do SUS (Sistema Único de Saúde). Caso receba solicitação de cadastro, não forneça seus dados e denuncie às autoridades competentes", diz a publicação do ministério nas redes sociais. Outra modalidade do golpe, também sugerindo agendamento para vacinação contra o novo coronavírus, acontece por meio de SMS. A vítima recebe uma mensagem de texto, supostamente do Ministério da Saúde, pedindo para que clique no link e confirme o código para agendar a vacinação. Ao fazer isso, a vítima dá aos golpistas acesso aos seus aplicativos de mensagem. Procurado, o Ministério da Saúde não respondeu aos questionamentos enviados pela reportagem. VACINAÇÃO EM SP Nos primeiros dias de janeiro, um texto falso compartilhado em redes sociais e por aplicativos de mensagens apresentava informações imprecisas sobre a vacinação contra a Covid-19 no estado de São Paulo. O texto foi atribuído à rádio CBN, que nega ser responsável pelas informações erradas ou imprecisas. O falso texto informa que além da vacinação dos profissionais da Saúde, indígenas, quilombolas e idosos com 60 anos ou mais, também seriam vacinados já na primeira fase da campanha de vacinação os idosos com menos de 60 anos e as crianças. A informação é imprecisa. De acordo com o calendário compartilhado pelo governador João Doria (PSDB) durante o Seminário de Gestão Pública para Novos Prefeitos do Estado de São Paulo, transmitido ao vivo na primeira semana de janeiro, serão vacinados apenas os profissionais da saúde, indígenas, quilombolas e idosos com 60 anos ou mais na primeira etapa que, a princípio, estava marcada para começar no dia 25 de janeiro e chegar ao fim no dia 28 de março. O governo estima que a primeira fase de vacinação aplicará as duas doses em 9 milhões de paulistas até o dia 28 de março. Folhapress 

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Ladrão rouba carro com criança dentro, volta para devolver menino e repreende a mãe

18 de janeiro de 2021, 22:55

Após devolver a criança, o homem criticou a mãe por ter deixado o filho no carro, enquanto fazia compras em uma loja (Foto: Reprodução)

No último sábado (09), um homem roubou o carro de uma mulher com o filho dela dentro. Porém, ao perceber que a criança estava no veículo, ele voltou para devolvê-la e ainda repreendeu a mãe por ter deixado o menino, de 4 anos, no carro. O caso aconteceu em Oregon, nos Estados Unidos. De acordo com informações da emissora local, KGW, a mulher disse à polícia que deixou seu filho em seu carro com o motor ligado para fazer algumas compras rápidas na loja. Um funcionário do estabelecimento foi o primeiro a notar o ladrão dando ré no veículo da mãe. A mulher correu para fora e notou que o assaltante virou em um estacionamento próximo e voltou. O criminoso criticou a mulher por largar o filho dentro do veículo. Porém, um porta-voz da polícia de Beaverton defendeu a mãe, dizendo que a loja era cercada por vitrines, permitindo que ela ficasse de olho no filho. Fonte: IstoÉ 

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Bolsonaro: Forças Armadas decidem se povo vai viver em uma democracia ou ditadura

18 de janeiro de 2021, 16:47

Bolsonaro afirmou ainda que "temos liberdade ainda", mas "tudo pode mudar" e fez referência a possível eleição de Fernando Haddad , do PT (Foto: Reprodução)

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira, 18, que as Forças Armadas são as responsáveis por decidir se há democracia ou ditadura em um País. O chefe do Executivo sugeriu ainda que as Forças Armadas foram "sucateadas" como parte de um objetivo de implementar o regime socialista no Brasil. No período da manhã, em meio às pressões sobre a atuação do governo durante a pandemia da covid-19, Bolsonaro recorreu a um discurso mais ideológico. Para os apoiadores, ele também voltou a dizer que seu governo está há dois anos sem corrupção e reiterou críticas ao governo do presidente venezuelano Nicolás Maduro. "O pessoal parece que não enxerga o que o povo passa, pra onde querem levar o Brasil, para o socialismo. Por que sucatearam as forças armadas ao longo de 20 anos? Porque nós, militares, somos o último obstáculo para o socialismo", afirmou para apoiadores na saída do Palácio da Alvorada no período da manhã. "Quem decide se o povo vai viver em uma democracia ou ditadura são as suas Forças Armadas. Não tem ditadura onde as Forças Armadas não a apoiam", declarou o presidente do Brasil. Bolsonaro afirmou ainda que "temos liberdade ainda", mas "tudo pode mudar" e fez referência a possível eleição de Fernando Haddad (PT), seu adversário no segundo turno nas eleições de 2018. "No Brasil, temos liberdade ainda. Se nós não reconhecermos o valor destes homens e mulheres que estão lá, tudo pode mudar. Imagine o Haddad no meu lugar. Como estariam as Forças Armadas com o Haddad em meu lugar?", questionou Bolsonaro.

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Ao contrário de outros municípios, Jacobina recebe a notícia da autorização da vacina contra a Covid-19 com timidez

18 de janeiro de 2021, 16:35

Jacobina não está na lista nos municípios que receberão lotes de vacina nesta segunda-feira (18) (Foto: Notícia Limpa)

Enquanto outros municípios se mobilizam efetivamente para receber as primeiras doses da vacina contra a Covid-19 para uso emergencial, depois de a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), ter aprovado neste domingo (17), Jacobina tem se comportado timidamente com relação ao assunto. A euforia da população com a expectativa da chegada do imunizante não parece ser a mesma da Secretaria de Saúde da cidade que até o momento não publicizou o seu plano de vacinação, como será o envio, o armazenamento e os locais onde o público alvo desta primeira fase será atendido. O Notícia Limpa tentou contato com a secretária de Saúde do município, Kátia Alves, por telefone e por WhatsApp, mas não foi atendido, nem recebeu retorno das mensagens. Com o site oficial da Prefeitura de Jacobina ainda está inativado, as informações institucionais obtidas desde o início do governo do prefeito Tiago Dias têm sido apenas via redes sociais; o que vem dificultando o trabalho da imprensa por falta de acesso, principalmente com relação às pautas relacionadas à área da saúde. Os boletins epidemiológicos por exemplo estão sendo disponibilizados apenas em forma de gráficos, sem informações complementares, postados também nas redes sociais. As principais notícias dos órgãos de imprensa do Brasil desta segunda-feira (18), foram relacionadas ao início da vacinação contra a Covid-19 no país. Em Jacobina, a notícia principal, encontrada com mais frequência nas redes sociais, foi o início da capinagem do leito do Rio do Ouro. Conforme a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), o Estado vai receber neste primeiro momento 376.600 doses da vacina CoronaVac e a vacinação começará na terça-feira (19) tanto na capital baiana quanto no estado. As doses chegarão pelo aeroporto de Salvador e serão distribuídas para as outras cidades baianas a partir das 22h desta segunda-feira (18). Sete aeronaves, entre elas dois helicópteros, e outros 243 veículos serão usados. As vacinas serão levadas, com escolta, para as cidades de: Barreiras, Guanambi, Ilhéus, Irecê; Vitória da Conquista, Paulo Afonso, Petrolina (PE) para Juazeiro, Lençóis para Seabra, e Porto Seguro.

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A ciência venceu a arrogância. Viva a vida, viva a vacina!

18 de janeiro de 2021, 15:40

*Por Gervásio Lima -  Os defensores do bom senso, da sanidade, da ciência, e principalmente da vida estão comemorando a autorização para o início da vacinação contra o novo coronavírus, responsável por causar a Covid-19, doença que já infectou quase 100 milhões de pessoas no mundo e tirou a vida de mais de 2 milhões, sendo cerca de 210 mil apenas no Brasil. Não tendo mais como postergar, o Governo Federal que tinha quase como certeza a presença da vacina produzida na Índia neste domingo (17), no Brasil, quando esta receberia a licença para uso emergencial, foi obrigado a, literalmente, ter que 'engolir' a confirmação da autorização da vacina oriunda da China, aquela que foi motivo de chacota e até mesmo desautorizada o seu uso pelo presidente da República. Do ponto de vista da ciência, tendo como parâmetro o tempo para produção de um imunizante, a chegada da vacina em produção industrial é considerada um recorde; enquanto que o atraso da sua presença em condição de uso no país é tido como que imoral e criminoso. É fato que a demora para a sua licença que só aconteceu depois de mais de 8 milhões de contaminados, se deu por birra política e irresponsabilidade administrativa. Mesmo sendo o segundo país no mundo com o maior número de mortes, ficando atrás somente dos Estados Unidos da América (EUA), o Brasil se comportou como uma nação ditatorial, com seu timoneiro, adepto ao negacionismo, desdenhando de um grave e grande problema planetário, tentou a todo momento descaracterizar e amenizar a situação, fato que infelizmente foi e é seguido por uma grande parte dos seus apoiadores. O que importa agora é que mais uma vez o bem venceu o mal, a coerência venceu a arrogância e a ciência novamente contribui para a prevenção da vida. Que venham os imunizantes, independente do continente, língua de origem, regime de governo, ideologia ou partido político. A vacina contra a Covid-19 será a responsável pela chegada de um novo normal no planeta. Espera-se que os próximos votos para a escolha dos representantes eletivos dos municípios, dos estados e do país sirvam também como um antídoto contra os que se comportam como tiranos, responsáveis por toda a miséria moral, material e social da população brasileira. Viva a vida!Viva a Vacina! *Jornalista e historiador

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