Leite em dobro

01 de fevereiro de 2018, 13:20

Em dois anos, produtor de Goiás sai do vermelho e registra lucro de 133% com manejo ajustado e gestão profissional Assistência técnica foi essencial para a melhora dos índices da propriedade “Ex-tirador de leite”, como se autodefine, o pecuarista Eduardo Condinho Filgueiras costuma resumir em uma frase a atual situação de sua propriedade leiteira: “Agora, é possível saber onde estamos e para onde podemos seguir”. A declaração pode parecer simples, mas, para Eduardo, é resultado de dois anos de investimentos e muito trabalho, sobretudo na área de gestão da fazenda, propriedade que ele herdou do pai, também produtor de leite. “Meu pai, Francisco Filgueiras Junior, estava na atividade há mais de 40 anos. Depois de alguns anos, passou a ter a ajuda do meu irmão, Daniel Condinho Filgueiras, que veio a falecer em 2003. Após a morte dele, assumi a fazenda ao lado do meu pai e, juntos, sempre tentamos melhorar a produtividade. Depois da morte do meu pai, assumi a fazenda integralmente junto com meu filho Lucas Vilela Filgueiras, buscando ainda mais tecnologias para aumentar a produção”, lembra o produtor. A parceria com a Cooperativa para a Inovação e Desenvolvimento da Atividade Leiteira (Cooperideal), conta o produtor, teve início em maio de 2015. “Fui tirador de leite por muitos anos e, quando herdei a Canaã, busquei assessoria técnica. No início, era um produtor com uma produtividade muito baixa e sem nenhuma gestão financeira”, lembra Eduardo. “Tinha visto os ótimos trabalhos da Cooperideal na região e procurei o técnico responsável. Posso dizer que, ao melhorar os índices de produção da propriedade, me considero, atualmente, um produtor de leite”, diz o pecuarista. Deficiências - O projeto da Canaã com a cooperativa começou com a identificação das deficiências da propriedade. A partir daí, produtor e técnico juntaram esforços para tentar resolver os problemas. São dois anos de trabalho, discussões, estudos e muito planejamento” diz Eduardo. O zootecnista André Carrijo Rodrigues é o “parceiro técnico” da Canaã. “A propriedade, na parte da produção de leite, deixava a desejar. Na época da seca o produtor trabalhava certo, fazendo divisões de lotes de acordo com as exigências como produção de leite, estado reprodutivo e assim por diante, mas, chegando nas águas, época de pastagem de maior abundância, as vacas viviam misturadas, andando muito longe... Ou seja, gastavam muita energia para deslocamentos e o resultado era menos eficiência na produção”, conta Rodrigues. O zootecnista atua em parceria com o programa Senar Mais do Sistema Senar/Faeg, do qual a Cooperideal é parceira. Na primeira visita, lembra Rodrigues, a produção de leite era de 1.407 litros/dia. Eduardo afirma que o investimento em um melhor gerenciamento da fazenda foi e ainda é fundamental para a melhoria dos índices zootécnicos e econômicos da Canaã, mas não é item isolado. “A evolução na propriedade foi na parte de nutrição, pastagem, recria, reprodução e administrativa”, explica. “No momento, estamos com a produção de cerca de 2.000 litros/dia, mas já tivemos picos de 2.500 litros/dia e devemos atingir no mês de junho a marca de 2.800 litros/dia”, diz o produtor. “Essas tecnologias, aliadas ao índice de 85% de vacas em lactação, com dietas bem ajustadas e um rigoroso controle zootécnico e econômico, fazem com que a fazenda obtenha ótimos resultados, sem muitas oscilações durante o decorrer do ano na sua produção”, avalia Rodrigues. O zootecnista destaca que, em uma propriedade leiteira, o que gera renda é o leite, portanto, quanto mais vacas estiverem produzindo, melhor será a produtividade. “Além da produção, que é de extrema importância, tem a questão da matéria-prima, que, no caso do leite, é o pasto ou o volumoso de qualidade oferecido ao rebanho.” Ele diz, ainda, que uma dieta bem ajustada considera a ingestão total do animal em um período de 24 horas, incluindo água limpa. A partir desse controle, o produtor tem condições de atender a determinadas exigências de nutrientes para crescimento, manutenção, reprodução e/ou produção. A Canaã, segundo Eduardo, é a prova de que uma nutrição balanceada – aliada a uma pastagem de boa qualidade e adequada ao rebanho – dá bons resultados. A primeira etapa, conta, foi realizar uma análise de solo para detectar as necessidades de adubação e correção do solo. Com a forrageira bem manejada, Eduardo conseguiu reduzir custos com alimento concentrado. “Um capim adequado, solo corrigido e bem adubado, a colheita na hora certa, com boa quantidade de proteína... Tudo isso significa diminuição do custo de produção, pelo menos na parte de nutrição, e mais receita por litro de leite”. Com a área de pastagem devidamente “identificada”, o proprietário da Canaã dividiu o pasto em áreas menores e “mobilizou” todos os funcionários para as mudanças na fazenda. “Eu, juntamente com os funcionários, aprendi a manejar o capim. Por ser uma área menor, fica mais fácil para todos os envolvidos na atividade pegar o jeito. Em 5,5 hectares de braquiarão, Eduardo colocou as melhores vacas de um grupo de 100 animais em produção. Trato na seca - O segundo passo, de acordo com o produtor, foi melhorar o que ele chama de “trato para a seca”. “Como a fazenda tem bastante água, foi sugerido pelo técnico fazer uma irrigação de pastagem para tentar baratear mais o custo com alimentação na seca”, relata Eduardo. Com a medida, ele conseguiu diminuir o número de vacas para tratar no cocho. “Houve economia, já que o capim é mais barato do qualquer outro alimento.” O zootecnista André Rodrigues destaca outra mudança importante na Canaã. “Conseguimos fazer uma ‘correção alimentar’ para a recria, e as novilhas começaram a entrar em reprodução mais cedo; em vez de parir com 3 a 4 anos, agora a parição ocorre entre os 24 e os 27 meses. Com a antecipação nesta categoria, houve um aumento no número de vacas em lactação. Isso, aliado ao aumento da oferta de forragem, resulta em uma evolução a cada dia que passa”, diz o técnico. Além dos 5,5 hectares de braquiarão, Eduardo instalou 6 hectares de mombaça (no sistema de plantio direto irrigado) e mais 2,5 hectares de jiggs também irrigado, plantado por meio de mudas, o que, segundo o produtor, resulta em maior produção de massa foliar. Ainda no período de seca, o proprietário da Canaã conta que subdivide sua “pista de trato” em 8 áreas para facilitar o ajuste da dieta do rebanho. Em março deste ano, foram plantados também 2 hectares de cana-de-açúcar para complementar os 11 hectares já existentes, de maneira a suprir a alimentação das novilhas que vão parir, além do consumo dos lotes em recria. A escolha das forragens foi feita de acordo com a produção de cada uma. “E, para o ano que vem, já estamos preparando mais uns 5 hectares de capim zuri, da variedade Panicum maximum, para receberem as novilhas que vão parir”, conta o zootecnista. “A maior mudança na gestão da fazenda foi estabelecer metas e cumpri-las com base nos embasamentos técnicos. Agora, traçamos metas para ter uma boa produtividade e uma excelente rentabilidade. Para o momento atual, a produção de leite está boa, mas podemos melhorar os índices, com a continuidade do trabalho de gestão e planejamento da propriedade”, avalia Eduardo. Para o produtor, ter em mãos informações precisas da propriedade – o que só é possível com uma boa gestão, o famoso “manter os custos de produção na ponta do lápis”, favorece a tomada de decisões acertadas. “Mas isso tudo não seria possível sem a ajuda e colaboração de todos os funcionários da propriedade e dos técnicos”, faz questão de destacar o dono da Canaã. *Matéria originalmente publicada na edição 85 da revista Mundo do Leite.  Fonte: Portal DBO

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MPT questiona cancelamento de fiscalização contra trabalho escravo

01 de fevereiro de 2018, 13:12

Alegando orçamento insuficiente, Ministério do Trabalho suspendeu trabalho de auditores em todo o país O procurador geral do Trabalho, Ronaldo Fleury, enviou ofício ao Ministério do Trabalho questionando as razões para a suspensão de operação para fiscalizar situações de trabalho escravo em várias regiões do Brasil. As informações são do site Metrópoles. Havia previsão de que uma nova etapa da fiscalização fosse realizada na região Norte neste mês, mas o trabalho e foi cancelado por falta de passagens aéreas para os auditores do trabalho e policiais rodoviários federais. No ofício, o procurador afirma que o corte do orçamento na política de combate ao trabalho escravo no ano passado causou uma “drástica redução do número de operações e trabalhadores resgatados”. Pesquisa do Observatório Digital de Trabalho Escravo, do MPT mostra queda no número nas operações em relação a 2016: naquele ano, foram 106 operações, com o resgate de 658 trabalhadores, contra 88 fiscalizações e 341 resgatados em 2017. Em 2017, o Ministério Público do Trabalho (MPT) abriu Ação Civil Pública contra o governo federal para assegurar a realização das operações, que corriam o risco de ser suspensas em setembro por falta de recursos. O corte de verbas determinado pela União no orçamento do Ministério do Trabalho impedia o serviço de auditoria do Grupo Especial de Fiscalização Móvel.

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No carnaval, tenha cuidado com a mononucleose, a doença do beijo

31 de janeiro de 2018, 15:48

No carnaval, tenha cuidado com a mononucleose, ou doença do beijo Ela se manifesta com febre alta, dor na garganta, secreção nas amígdalas, tosse, dores nas articulações e gânglios inchados Épreciso ter cuidado, principalmente durante o carnaval, pois é por meio do beijo que é possível contrair um problema chamado mononucleose. A doença do beijo ou febre glandular é transmitida pelo vírus Epstein-Barr (EBV) – da família do herpes – e acomete, principalmente, pessoas entre 15 e 25 anos. Segundo Glaydson Ponte, infectologista do Hapvida, além do beijo, a contaminação pode acontecer por meio da tosse, espirro e saliva presente em objetos como xícaras, copos e talheres. É preciso ficar atento, pois nem sempre os sintomas se manifestam ou podem ser confundidos com gripe e resfriado. “Geralmente se manifestam com febre alta, dor na garganta, secreção nas amígdalas, tosse, fadiga, dor nas articulações e surgimento de gânglios no pescoço, podendo progredir para outras áreas do corpo. Pode ocorrer ainda dor abdominal com aumento de baço e fígado”, alerta o especialista. O infectologista diz que a recuperação da pessoa infectada geralmente acontece em poucas semanas, mas uma pequena parte dos pacientes necessita de meses para restabelecer seus níveis de energia. “O diagnóstico pode ser feito com exame de sangue e, mesmo não existindo um tratamento específico para a mononucleose, é possível diminuir os sintomas com o uso de medicação para dor e febre, além de hidratação e repouso”, explica. Ponte também alerta para a importância de se ter cuidado com a transmissão da doença. “O contágio da mononucleose se dá principalmente na fase aguda da doença, mas pode ocorrer até um ano depois do surgimento dos sintomas. Após a cura, o organismo desenvolve anticorpos, responsáveis pela defesa e imunização do indivíduo, caso ele tenha um novo contato com o vírus”, diz o médico.

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Fluminense quer contratar Hernane Brocador para vaga de Dourado

31 de janeiro de 2018, 15:17

Ex-Flamengo, o atacante está hoje no Bahia Hernane Brocador entrou na mira do Fluminense. O Tricolor Carioca quer o atacante do Bahia para assumir o lugar de Henrique Dourado, que está a um passo do Flamengo. O clube rubro-negro, por sinal, deu projeção a Hernane no futebol brasileiro. O estilo de Hernane (centroavante finalizador) agrada ao técnico Abel Braga. De acordo com o Globoesporte.com, o Bahia aceita negociar o jogador e quer uma compensação financeira. Para vestir a camisa do Flu, o “Brocador” terá que aceitar reduzir o salário, o que pode emperrar o negócio. Mas um acordo não está descartado. Hernane está com 31 anos.

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Dose única da vacina contra febre amarela protege por toda a vida

31 de janeiro de 2018, 11:27

Você não precisa tomar vacina contra febre amarela de novo. É isso mesmo. Se você tomou a vacina há mais de dez anos e, na época, dizia-se que, após dez anos, você precisaria tomar de novo, você não precisa. Essa mudança de entendimento ocorreu em maio de 2014 e, desde então, é validada pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Desde 11 de julho de 2016, a OMS não requer novo certificado nem uma nova dose da vacina. Ou seja, seu certificado antigo é válido. E se você foi imunizado após essa data, o seu certificado já foi emitido com a atualização de que uma dose única protege por toda a vida. Vacina fracionada Agora se você tomou uma dose fracionada da vacina, que passou a ser aplicada este ano, você terá, sim, que tomar uma nova dose se precisar do Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP), exigido para viajar para alguns países como a China, Austrália e África do Sul. A Anvisa esclarece que se você foi vacinado antes de 25 de janeiro ou não mora em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia com certeza você tomou a dose única, inteira, que protege por toda a vida. Perdi o certificado "Você deve marcar um novo agendamento nos postos da Anvisa. A partir dos seus dados no cadastro será possível emitir uma nova via do documento", explica a Anvisa. Em uma página específica, a Anvisa responde 23 perguntas sobre o certificado de vacinação contra a febre amarela. Quem nunca tomou Se você ainda não tomou a vacina e vai visitar alguma área de risco ou algum país que exige o certificado, o Ministério da Saúde reforça que a vacina deve ser aplicada dez dias antes da viagem - "tempo necessário para o organismo produzir os anticorpos contra a doença". Aqui a lista da OMS dos países que exigem a imunização e aqui a dos municípios brasileiros com recomendação de vacinação. E é sempre bom lembrar que os macacos não têm culpa! HuffPost BR

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Funcionária erra e publica declaração de amor em processo judicial

31 de janeiro de 2018, 10:54

Um lapso...   Uma funcionária do Tribunal de Justiça de Santa Catarina foi advertida depois de publicar por engano uma mensagem pessoal em um processo de prisão em flagrante por tráfico de drogas e crime contra o Sistema Nacional de Armas.     Em um despacho enviado por e-mail há alguns dias, a servidora acabou colando uma declaração de amor. O texto ficou no sistema por pouco tempo, mas foi o suficiente para que trechos fossem divulgados. “No dia 07/10/2017 conheci você!! Uma pessoa dedicada, linda, por dentro e por fora, carinhosa, atenciosa, preocupada, amiga, enfim, qualidades que não caberiam em um e-mail”, diz a mulher na mensagem. O Tribunal de Justiça de Santa Catarina divulgou uma nota que confirma o erro cometido pela servidora e informa que ela procurou a chefia assim que percebeu o que havia feito, mas, como não tem permissão para retirar publicações do ar, teve que esperar até que a exclusão fosse feita. “A funcionária foi repreendida e advertida sobre a impropriedade e as consequências de seu lapso”, indica o TJSC.

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Roraima serve ossos bovinos para venezuelanos, diz voluntário

31 de janeiro de 2018, 09:52

Estado vive caos migratório com pessoas que fogem do regime de Nicolás Maduro Roraima vem recebendo um fluxo de migrantes venezuelanos há cerca de três anos, fato que fez com que o estado tenha pedido, nesta semana, que o governo federal construa um campo de refugiados e amplie o auxílio a essa população.Em relato ao portal Tab, do UOL, o voluntário André Naddeo descreveu um cenário de caos em Boa Vista. "Há quase dois anos como voluntário e jornalista, trabalhando em crises humanitárias principalmente na Grécia e na Itália, vi de perto o desespero de sírios e afegãos fugindo de guerras e traumas dos mais diversos. Convivi com africanos que trabalharam como escravos na Líbia antes de escaparem para a Europa. Mas nunca havia visto um povo com tamanho grau de desnutrição e em condições de vida tão insalubres como os venezuelanos, que representaram 17 mil das 33 mil solicitações de refúgio que chegaram ao Conare (Comitê Nacional para Refugiados) em 2017 – um aumento de 228% em relação ao ano anterior", diz trecho do texto. "Vi crianças sujas, magras, comendo um prato de arroz como se fosse um banquete. Vi também em duas ocasiões a Defesa Civil armazenar pedaços de ossos de boi no único freezer da cozinha para os venezuelanos comerem. Sim, situação é caótica, tanto que a governadora Suely Campos (PP) decretou em dezembro de 2017 estado de emergência social. Mas a ideia de que pedaços de ossos poderiam ser entregues para os venezuelanos puxarem o resto de carne “e juntar no arroz” foi o suficiente para escutar "não somos perros (cachorros)" de muitos imigrantes", conta ele Como resposta, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil alegou que as refeições também eram obtidas por meio de doações, acrescentando ainda que "as quais são recepcionadas pela coordenação do abrigo e manipuladas pela equipe de cozinha que mantém a inspeção necessária e o aproveitamento do que é próprio para o consumo humano". Por fim, o órgão alega que a culinária venezuelana contém pratos com partes de ossos bovinos.

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Quadrilha é presa por desviar remédio para câncer em 3 estados e no DF

31 de janeiro de 2018, 09:43

Nove pessoas integravam o grupo; investigação aponta que criminosos lucraram R$ 16,5 milhões em dois anos Um grupo de nove pessoas foi preso na manhã desta quarta-feira (31) acusado de desviar remédios de alto custo de órgãos públicos. A investigação aponta que a quadrilha lucrou R$ 16,5 milhões ao revender medicamentos para hospitais e clínicas entre setembro de 2014 e maio de 2016. As informações são do G1. A polícia cumpriu nove mandados de prisão e 16 de busca e apreensão da operação Medlecy 2 foram cumpridos em São Paulo, Goiás, Espírito Santo e Distrito Federal. Os suspeitos foram presos pelas práticas de organização criminosa e crime contra a saúde pública. A operação deflagrada hoje é o desdobramento das investigações iniciadas em abril de 2015 em Bauru, no interior paulista, que apurou os métodos do grupo criminoso. Segundo a primeira apuração, o grupo conseguia medicamentos de alto custo de origem ilícita, como furto, roubo e desvio de órgão público, para, depois, vender o produto para clínicas e hospitais por meio de empresas de fachada. Estima-se que alguns dos remédios roubados, usados para tratamento de câncer, custassem cerca de R$ 8 mil por caixa. A investigação é coordenada pela Corregedoria Geral da Administração, do Governo do Estado de São Paulo, e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público.

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Total de pessoas sem trabalho é o maior em cinco anos, diz IBGE

31 de janeiro de 2018, 09:35

Taxa média anual passou de 11,5% em 2016 para 12,7% em 2017 A taxa desemprego no país fechou o último trimestre de 2017 em 11,8%, divulgou o IBGE nesta quarta-feira (31). Com isso, a taxa média anual passou de 11,5% em 2016 para 12,7% em 2017, a maior da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. O índice oficial de emprego, medido pela pesquisa Pnad Contínua, sofreu pequena queda em relação ao trimestre encerrado em setembro, quando a taxa esteve em 12,4%. O país fechou 2016 com uma taxa de 12%. No acumulado do ano passado, o país teve 12,3 milhões de pessoas desocupadas, que são desempregados em busca de recolocação. Esse contingente caiu 0,3% frente a 2016, ou 31 mil pessoas a menos. A desocupação no país vem em trajetória de desaceleração. A melhora ao longo do ano, contudo, foi apoiada principalmente na geração de vagas informais de trabalho. O emprego com carteira assinada, tradicionalmente protegida pelas leis trabalhistas, deu lugar às posições sem carteira ou de trabalho por conta própria, que são pequenos empreendedores ou autônomos. Esses postos são considerados de menor qualidade e segurança. O país fechou 2017 com 92,1 milhões de pessoas ocupadas, alta de 2%, ou 1,8 milhão de pessoas em relação a 2016. Não houve grandes mudanças na passagem do trimestre encerrado em setembro e no terminado em dezembro. A Pnad Contínua é pesquisa de abrangência nacional do IBGE, que registra trabalhos formais e informais em todo território do país. As vagas com carteira assinada em 2017 somaram 33,3 milhões, queda de 2%, ou 685 mil pessoas em relação ao verificado em 2016. Na outra ponta, trabalhadores por conta própria somaram 23,1 milhões de pessoas, alta de 4,8% em relação a 2016, ou 1,7 milhão de pessoas. Trabalhadores sem carteira tiveram alta de 11,1%, ou 598 mil pessoas a mais, tendo registrado alta de 5,7% em relação ao ano imediatamente anterior. Com informações da Folhapress.

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Candidatos vão poder procurar emprego usando apenas o Google

31 de janeiro de 2018, 09:21

Usuário não vai mais precisar entrar de site em site para pesquisar as oportunidades   Quem estiver em busca de emprego agora vai contar com um novo aliado na procura. O Google anunciou nesta terça-feira (30) que as oportunidades passarão a ser exibidas dentro do próprio site de buscas. O novo recurso já vinha sendo testado desde de julho de 2017 nos Estados Unidos. Segundo a empresa, o experimento teria aumentado em 60% o número de empregadores oferecendo as suas vagas diretamente na aba da busca. Com cerca de 12% de empregados, conforme relatam os dados oficiais recentes, o Brasil faz parte do primeiro mercado fora dos Estados Unidos a experimentar a novidade: a América Latina. De acordo com o exemplo publicado pelo Uol, se o usuário digitar "emprego de advogado em São Paulo" ou "trabalhos perto de mim" na busca do Google, o motor reunirá em um mesmo espaço do site diversas vagas públicas sobre a sua procura. Logo, o usuário não vai mais precisar entrar de site em site para pesquisar as oportunidades, já que tudo aparecerá dentro do Google. Empresas como LinkedIn, Love Mondays, Empregos.com.br, OLX, Trampos.co e Vagas.com.br já fecharam parceria com a gigante tecnológica para a exibição de oportunidades diretamente no site. O recurso será acessível tanto em dispositivos móveis (tablets e smartphones) do sistema Android quanto pelo próprio desktop do computador. As consultas poderão ser feitas através da definição de filtros, para as respostas serem mais precisas. Os internautas também terão acesso a informações adicionais sobre a própria empresa que oferece o posto de trabalho, como reviews de outros funcionários, classificações do empregador ou estimativa de tempo de deslocamento da casa do candidato à empresa.

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Faxineira poliglota do Mercado Central receberá R$ 12 mil de indenização

30 de janeiro de 2018, 17:54

O Mercado Central de Belo Horizonte terá de pagar R$ 12 mil em indenização à faxineira Maria Conceição da Silva, conhecida como a "poliglota do Mercado Central". A juíza Hadma Christina Murta Campos, da 9ª Vara do Trabalho da capital mineira condenou a empresa por uso indevido da imagem da funcionária. De acordo com a magistrada, a divulgação da imagem de Conceição em reportagens e programas de televisão serviu indevidamente como propaganda do mercado. "A reclamante figurou por um período considerável como verdadeira 'garota propaganda' do reclamado, bastando verificar as dezenas de reportagens, inclusive em programas de TV de grande apelo popular", diz a sentença. Ela destaca que a faxineira foi usada com o objetivo de atrair turistas na época da Copa das Confederações no Brasil, em junho de 2013. Por óbvio, houve divulgação do local em um período de grande movimento turístico na capital, pois coincidente com a realização da Copa das Confederações. Após os patrões descobrirem que a funcionária falava inglês, espanhol, italiano, holandês, alemão e hebraico, além de português, ela se tornou recepcionista em um guichê da Belotur, na entrada o mercadão. A Poliglota do Mercado Central De acordo com o reportagem do Estado de Minas publicada em maio de 2013, a habilidade de Conceição, então com 41 anos, foi descoberta quando um segurança do Mercado Central ouviu uma ligação em que ela falava em holandês. A história da faxineira foi explorada em diversas reportagens.

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11 cães morrem carbonizados em crime de motivação passional

30 de janeiro de 2018, 15:14

Parte dos cães salvos do incêndio estava num canil construído ao lado do imóvel, que não foi atingido pelas chamas   Onze cães morreram carbonizados quando a casa em que eram abrigados foi destruída pelo fogo, nesta segunda-feira, 29, em São Roque, interior de São Paulo. Outros 30 cachorros mantidos pela dona do imóvel, que é cuidadora de animais, conseguiram escapar das chamas. De acordo com a Polícia Civil, o incêndio foi criminoso, ateado pelo ex-namorado da mulher, inconformado com a separação. O homem foi preso horas depois. No momento do incêndio, a mulher estava na delegacia da Polícia Civil, denunciando ameaças e agressões que havia sofrido do ex. A casa, na Estrada da Capela, no bairro Campininha, era de madeira e foi completamente destruída pelas chamas. No local, a protetora de animais Carla Viviana Hirsch, de 30 anos, mantinha 41 cães recolhidos nas ruas da cidade. Ela disse à polícia que, na noite de domingo, 28, o ex-namorado invadiu o imóvel e disse que a mataria se não voltasse com ele. Na manhã seguinte, a mulher decidiu denunciá-lo à polícia. Quando prestava queixa na delegacia, ela foi avisada de que sua casa estava pegando fogo. Chegando ao local, ela encontrou o Corpo de Bombeiros controlando as chamas, mas o imóvel já estava destruído. Parte dos cães salvos do incêndio estava num canil construído ao lado do imóvel, que não foi atingido pelas chamas. Outros animais escaparam do fogo e fugiram para o mato. O suspeito de causar o incêndio, Fernando Silva Ferreira, de 29 anos, foi preso no mesmo bairro e confessou o crime. Ele alegou ter ficado nervoso porque a namorada rompera o relacionamento. O acusado foi autuado em flagrante por incêndio criminoso e pela morte dos animais. Ele permanecia preso na manhã desta terça-feira (30) e será levado a uma audiência de custódia no Fórum de Sorocaba (SP). Ferreira ainda não tinha constituído advogado. Carla, conhecida como Manu, se considera protetora de animais desde os dez anos de idade. "Há seis anos, passei a me dedicar só a eles, meus anjos de patas. Os que morreram, estavam em casa porque são idosos, alguns são (eram) cegos, outros não têm dentes, e eu dava comida na boca", contou. Ela namorou Ferreira durante um ano e decidiu romper após ser agredida e estuprada no último dia 1º. "Ele fez barbárie comigo, me bateu e me pegou à força, me estuprou. Eu dei um basta, mas não achei que ele fosse fazer o que fez." Neste domingo, o rapaz foi à casa e a ameaçou de morte. "Decidi denunciar e fui à polícia. Ele achou que eu estava dormindo em casa, por isso pôs fogo. A intenção era me matar. Se ele sair (da prisão), vou ter de fugir, se não ele me mata." A Polícia Civil pediu à Justiça medida protetiva em favor de Carla, impedindo que o ex-namorado se aproxime dela. O pedido foi encaminhado ao Judiciário e aguardava decisão. A mulher, que perdeu também todos os móveis, eletrodomésticos e roupas, foi acolhida por uma vizinha. O incêndio e a morte dos cães repercutiram em redes sociais. Moradores que conhecem o trabalho de proteção dos animais realizado pela vítima iniciaram uma campanha pedindo doações para a reconstrução do imóvel. Com informações do Estadão Conteúdo.

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Os 7 alimentos que são ladrões de energia

Você provavelmente já ouviu falar e leu bastante sobre alimentos e suplementos que aumentam sua disposição e te deixam mais animado para encarar um treino ou até mesmo as tarefas do dia a dia. Mas também existe o outro lado dessa moeda. Não faltam vilões neste mundo na nutrição: os alimentos que são ladrões de energia e podem atrapalhar bastante sua rotina na corrida ou até mesmo se tornar um obstáculo numa prova.

Esses “ladrões” de energia atuam de diferentes maneiras no organismo. Em alguns casos, oferecem tanto açúcar que, num primeiro momento, essa elevada taxa de glicose resulta em mais disposição, mas, logo em seguida, a insulina liberada para normalizar essa glicose faz justamente o caminho contrário. E aí o cansaço chega com tudo.

Também tem aqueles alimentos que dão tanto trabalho para o sistema digestivo que muitos nutrientes são desviados para ajudar nesse processo, fazendo com que eles faltem na produção de energia em outras funções do organismo. Resultado: o corpo logo sente essa queda de disposição.

Para te ajudar a evitar esse cansaço causado pela má alimentação, acionamos três especialistas para fazer uma lista dos maiores ladrões de energia, suas principais armas e como combatê-las. Confira!

Os ladrões de energia 

Carboidratos simples

Alimentos com farinhas brancas vão roubar energia se consumidos em excesso. “Em um pré-treino, por exemplo, são aliados, mas viram vilões se não houver uma atividade física depois”, pondera Mayara Ferrari, nutricionista funcional esportiva. “Isso acontece porque a quantidade de açúcar no sangue fica muito elevada e o pâncreas libera mais insulina para quebrar todos esses carboidratos. Isso pode causar uma grande redução de açúcar no sangue, resultando em fadiga e falta de energia.”

Sal

Aquele sal extra para dar mais gosto à comida pode te deixar mais cansado. Em quantidade exagerada, o sal aumenta a pressão arterial e deixa o organismo mais desidratado porque mais água é necessária para compensar. “Ele prejudica o funcionamento adequado do organismo, que ficará a todo momento buscando esse equilíbrio. Isso dará uma sensação de cansaço e fadiga. Esporadicamente um pouco de sal não tem problema, mas abusar dele diariamente ou usar em grande quantidade é bastante prejudicial”, adverte Mayara.

Alimentos gordurosos e frituras

A gordura em excesso dificulta a digestão e atrapalha a chegada dos nutrientes à corrente sanguínea. “Como possuem uma digestão mais
lenta, eles fazem com que a circulação se concentre na região abdominal por mais tempo. Isso causa uma sensação de letargia e sonolência durante a digestão, que pode passar de três horas. E isso não é bom para quem vai se exercitar, pois precisará de boa circulação nos membros”, alerta a nutricionista Lara Natacci.

Doces

A lógica nesse caso é parecida à dos carboidratos simples: como eles são ricos em açúcar, dão um pico de energia no primeiro momento porque aumentam a quantidade de glicose no sangue, mas se a pessoa não for praticar uma atividade física logo em seguida, essa disposição logo pode virar cansaço. “O organismo vai aumentar a secreção de insulina para normalizar a glicemia, que é a quantidade de glicose no sangue. Por isso, a sensação de aumento de energia deve durar pouco e dar lugar à fadiga”, reforça Lara Natacci.

Café

O café, um dos estimulantes mais populares, também pode roubar sua energia. Ele realmente gera mais disposição num primeiro momento, mas sua ação no sistema nervoso tem como um dos efeitos a fadiga. “A cafeína, no cérebro, obstrui os efeitos da adenosina, substância que ajuda na transferência de energia e na promoção do sono, dando o efeito estimulante”, explica André Lemos, médico nutrólogo. “Por outro lado, também inibe a degradação da acetilcolina, que aumenta o estímulo muscular. E a consequência disso são o cansaço e a debilidade”, completa.

Corantes e conservantes

Presentes em muitos produtos industrializados, como nuggets, embutidos (salame, presunto, mortadela, peito de peru) e salsichas, eles
modificam o funcionamento adequado do organismo, que tenta repor o que os corantes “tiram” no processo de digestão. “Eles causam uma cascata de processos inflamatórios e oxidantes. Para reverter essa situação, disponibilizamos muitas vitaminas e minerais, fazendo com que o restante do organismo não funcione adequadamente”, destaca Mayara.

Refrigerante

O refrigerante é um dos “ladrões de energia” mais temidos. Alguns maratonistas e ultramaratonistas o utilizam durante provas quando já estão acostumados a seus efeitos, inclusive psicológicos, mas, para o organismo, eles não têm nada de “bonzinhos”. Isso porque o refrigerante, em geral, tem tudo em excesso: açúcar, sódio e corantes. Assim, desencadeia todos os processos já descritos de uma só vez. Além disso, estudos apontam que o refrigerante ainda pode atrapalhar o padrão de sono, prejudicando o descanso e interferindo na disposição.

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