Rodrigo se arrepende de ‘dedada’: ‘Eu saio na rua e eu sinto vergonha’

07 de fevereiro de 2018, 09:20

O zagueiro admite que sente vergonha pelo incidente com o centroavante Santiago Tréllez, ex-Vitória, ocorrido na penúltima rodada do Brasileiro do ano passado. SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - Desligado da Ponte Preta na última quinta-feira (1º), o zagueiro Rodrigo admite que sente vergonha pelo incidente com o centroavante Santiago Tréllez, ex-Vitória, ocorrido na penúltima rodada do Campeonato Brasileiro do ano passado. Na partida em questão, o time campineiro vencia por 2 a 0 quando o zagueiro foi expulso por introduzir dedo entre as nádegas do atacante adversário. Os baianos viraram a partida, com dois gols de Tréllez, e decretaram o rebaixamento dos paulistas.   "Na minha vida, no dia a dia, está difícil ainda, entendeu? Está difícil porque eu saio na rua e eu sinto vergonha do que eu fiz, você acha que eu não sinto?", disse Rodrigo, em entrevista à "Globo". "Não é só para a torcida da Ponte que eu peço desculpas. Eu peço desculpas também pelos pais, pela família em si de uma criança que nesse dia estava assistindo um jogo de futebol", completou. Rodrigo admitiu a responsabilidade pela derrota, mas considera que os culpados pelo rebaixamento da Ponte Preta são os dirigentes que continuam no clube "Você pode ver que tinha muita gente que estava trabalhando na administração que continua trabalhando lá. Eu tenho toda a responsabilidade no resultado da Ponte contra o Vitória. Agora, porque vocês não assumem o que vocês fizeram o ano todo?", questionou. Com informações da Folhapress.

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Chá de graviola: ele não ajuda. Até piora o tratamento do câncer

06 de fevereiro de 2018, 15:01

Por Lúcia Helena   Foi minha avó que veio com a lição: menina, nunca dê audiência a inimigo. Com isso, altiva, ela me aconselhava a nem falar de gente desagradável, muito menos de assuntos que mereciam ser soterrados no esquecimento. E reproduzi o ensinamento sempre que pude, até no meu jornalismo. Ora, seu tempo, leitor, é precioso. Deveria consumi-lo com o que pode funcionar para a sua vida em vez de gastá-lo marretando o que não dá certo. Hoje, porém, contrariando essa sabedoria, resolvi dar uma colherzinha para o chá de graviola. Já ouvir falar dele? Pois não deveria nem dar ouvidos. Dizem que esse chá faz maravilhas, isso e mais aquilo. Mas, sem dúvida, sua função mais propagada seria combater o câncer. E aí, covardia, o estrago que pode fazer de gole em gole é grande. Foi a nutricionista especializada em plantas medicinais Vanderlí Marchiori, atualmente presidente da Associação Paulista de Fitoterapia, que soprou a sugestão do tema quando conversamos sobre o hibisco para este blog. Ela então me perguntou se um dia eu pretendia alertar sobre o zunzunzum em torno da graviola. Voltamos a nos falar, pois o tal dia chegou. É hoje! Todos os anos, no Brasil, surgem mais de 600 mil novos casos de câncer. É uma multidão acometida com a doença, que se torna mais e mais comum até por causa do envelhecimento da população. E essa gente toda — o que é tremendamente compreensível — busca qualquer recurso para auxiliar no tratamento. Em seus labirintos da angústia, uma saída acompanhada do adjetivo “natural” ganha um apelo danado por não trazer aparentemente prejuízos. O chazinho de graviola entra nesse saco. Mas, de inocente, não tem nada. Começa por aí: para algo funcionar contra uma doença dessas, teria de ser um medicamento, digamos, bombado. Medicamento não é fruta madura caindo do pé que, se devorada com exagero ou fora de hora, no máximo provoca uma dor de barriga no infeliz. Sempre tem efeitos adversos. É uma questão de pesar custos e benefícios. Remédio à base de plantas ainda é remédio. Precisa de orientação e muito cuidado. Não vale sorver chazinho esperando a cura de qualquer coisa como quem beberica água porque, se o tal chazinho cura mesmo, é sinal de que você está tomando remédio de guti guti. E no caso do chá de graviola — ah, que engano… — nem isso. O chá de graviola nem sequer faz cócegas em um tumor. É, sei, uma decepção… No mundo da ciência, acontece, fazer o quê! Mas aí é que está a confusão dos tempos modernos: tudo é eterno enquanto dura nas redes. E a graviola para “curar” o câncer — entre aspas mesmo — ainda ganha muitos cliques nos buscadores da web, até por causa do vídeo de um programa jornalístico da tevê, que foi ao aranos, focando pesquisas realizadas em solo americano a respeito dessa fruta tropical, que atende pela alcunha científica de Anona muricato L. Os cientistas sabem que a família da graviola — a Annonaceae, como preferem os botânicos — é lotada de substâncias chamadas acetogeninas. Guarde este nome. Fazem parte desse grupo aquelas frutas com a polpa branquinha e cremosa em torno de inúmeras sementes, guardadas em uma casca verde, durinha, que no entanto se abre sem o menor esforço das mãos quando estão maduras. A fruta-do-conde é uma prima da graviola, por exemplo. Em matéria das tais acetogeninas, as folhas da gravioleira parecem mesmo imbatíveis. Daí todo o mito do chá feito delas. Que supostamente ajudaria a afastar o câncer. Supostamente. Pego o fio desta meada para você entender: nas lâminas dos laboratórios, as acetogeninas da graviola arrasaram, sim, com células de cancer. Atacaram com rapidez impressionante amostras malignas de pulmão, de cólon e de glóbulos brancos doentes, típicos da leucemia. Mas tudo ficou por aí. Uma coisa é misturar células e candidatos a remédios em vidrinhos. Outra é o vamos-ver do organismo. O efeito das folhas da gravioleira não se repetiu nem sequer em ratinhos de laboratório, que seria a etapa posterior na trajetória clássica que leva a um novo remédio. Mas, muito pior, os estudos não foram adiante porque surgiu o cheiro da fumaça: as acetogeninas da graviola isoladas em extratos são suspeitas de degenerar células nervosas, levando ao desenvolvimento do mal de Parkinson. É o que os cientistas observam em habitantes das Antilhas francesas, que consomem com frequência esse extrato natural. Cápsulas de graviola, vendidas pela internet, oferecem o mesmo risco de danos ao cérebro, lembra Vanderlí Marchiori. É claro que ninguém está falando da fruta, cheia das vitamina A e C, entre outros componentes muito bem-vindos. Se bem que um trabalho, concluído há dois anos com ratinhos, acusa a graviola ou o seu suco de oferecer riscos de lesões nas células do sistema nervoso, isto é, se o consumo for diário, exagerado e por mais de um ano. Nada em excesso é bom, não é mesmo? Em relação ao câncer, o pior de tudo não é a graviola deixar de destruir as células do tumor, mas prejudicar a própria quimioterapia quando as acetogeninas dão topadas, no fígado, com as drogas usadas nesse tratamento. Além desse encontrão sobrecarregar o órgão, há uma espécie de competição, fazendo com que a quimioterapia, grosseiramente explicando, seja menos bem aproveitada. Ou seja, no mínimo, esse chá atrapalha. Afasta a cura. Diminui as chances. Aliás, guarde a informação: quem está sob tratamento do câncer deve evitar todo e qualquer chá fitoterápico, pelo sim, pelo não. Até mesmo aqueles que são — ao contrário do chá das folhas de graviola — bastante conhecidos e seguros. O velho boldo, nessas horas, pode irritar o fígado de quem está fazendo uma quimioterapia. Pra quê? O natural seria deixar o seu corpo totalmente livre e desimpedido para receber essa terapia e chutar o câncer para longe. Informações do Blog Lúcia HelenA (UOL Viva Melhor)  - https://luciahelena.blogosfera.uol.com.br/2018/02/06/cha-de-graviola-ele-pode-fazer-muito-mal/

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Quando começa missão dos primeiros colonizadores de Marte?

06 de fevereiro de 2018, 12:53

Programa Mars One necessita de US$ 6 milhões (R$ 19,4 milhões) para enviar os primeiros quatro colonizadores do Planeta Vermelho. Há vários programas para desvendar segredos de mundos longínquos que nos rodeiam. Parece que o planeta mais adequado para que os primeiros passos de terráqueos sejam dados é Marte. Então, quando os seres humanos colonizarão Planeta Vermelho? Um desses programas é Mars One, que faz parte do programa nacional espacial dos Emirados Árabes Unidos, e cujo objetivo é explorar completamente terras marcianas. Recentemente, seu diretor executivo, Bas Lansdorp, revelou planos ambiciosos ao anunciar a data exata do início da colonização espacial. Spoiler: está marcada para 2032. Segundo ele declarou, citado pelo jornal Khaleej Times, o projeto já recebeu quase todo o necessário e sua nova fase será iniciada em 2019. No total, o projeto recebeu mais de 200 mil requisições de pessoas que querem se mudar para o Planeta Vermelho. "As razões que prometem sucesso à nossa missão é que propomos um plano de população permanente [em Marte] e que não precisamos elaborar tecnologia para devolver pessoa à Terra", declarou. O jornal revela que o projeto necessita de US$ 6 milhões (R$ 19,4 milhões) para enviar os primeiros quatro colonizadores a Marte. Primeiros colonizadores do Planeta Vermelho devem desenvolver agricultura e criar, novamente, a raça humana. O projeto espera fornecê-los todo o necessário para que consigam passar o resto da vida em outro planeta. Com informações do Sputnik.

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Clube milionário trabalha para tirar Leo Messi do Barcelona

06 de fevereiro de 2018, 10:52

Segundo o jornal espanhol “Mundo Deportivo”, o Hebei Fortune, da China, sonha em acertar com o craque argentino. Segundo a edição desta terça-feira (6) do jornal espanhol “Mundo Deportivo”, o Hebei Fortune, clube milionário da China, sonha em contratar Lionel Messi e já trabalha para levar o craque argentino para o futebol asiático. A publicação afirmou que, no ano passado, Messi recebeu do Hebei uma oferta de 100 milhões de euros limpos de impostos. O camisa 10 do Barça recusou a oferta porque queria seguir na Catalunha. Tanto é que ele, em seguida, renovou contrato com o Barça até 2021, com uma multa rescisória de 700 milhões de euros. Apesar da negativa, o Hebei Fortune não desistiu de Messi. O time contratou os argentinos Lavezzi e Mascherano e espera que, com eles, convença o astro do Barcelona a ouvir novas propostas. Sabendo que só dinheiro não basta, os chineses apostam no sentimento e em um projeto diferente, que agrade Messi. Os dirigentes da Super Liga da China querem elevar o patamar do futebol no país, e também apostam na contração de um astro do nível de Messi. Eles precisam disso.

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Presidente polonês assina polêmica lei sobre o Holocausto

06 de fevereiro de 2018, 10:46

Andrzej Duda garantiu proibição de atribuir ao país os crimes cometidos pelos nazistas contra os judeus.   O presidente da Polônia, Andrzej Duda, assinou nesta terça-feira (6) a polêmica lei que proíbe atribuir ao país os crimes cometidos pelos nazistas contra os judeus durante a Segunda Guerra Mundial. No entanto, durante um discurso à nação, ele informou que trechos da medida considerados mais polêmicos serão enviados para a análise da Corte Constitucional para checar se eles ferem ou não a Carta Magna do país. Segundos os jornais locais, no entanto, a legislação entrará em vigor e só depois terá o parecer judicial. Para Duda, apesar da medida ter gerado uma série de críticas internacionais, é necessário que ele "defenda os interesses nacionais" porque "todos sabem que não foram os poloneses quem mataram judeus e criaram os campos de concentração". Com isso, a partir de agora, quem fizer referência à Polônia como cúmplice em relação ao Holocausto pode pegar até três anos de prisão e pagar pesadas multas. A medida inclui até mesmo a referência aos "campos de morte poloneses", já que os maiores campos de concentração criados pelos nazistas estavam em território polonês - como no caso de Auschwitz. Como reação, a nova lei causou protestos formais, especialmente, de Israel e Estados Unidos - e deve gerar problemas até mesmo financeiros para os poloneses. Por outro lado, Duda estava sendo muito pressionado internamente para aprovar a medida, que havia passado facilmente pela Câmara Baixa e pelo Senado. Nos últimos dias, o líder do partido do governo, Jaroslaw Kaczynski, disse em uma entrevista que aguardava a aprovação da legislação sonre o Instituto da Memória Nacional pelo presidente - mostrando que as pressões ocorriam até mesmo por parte dos aliados. Com informações da Ansa.

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PF faz operação contra seita que escravizava fiéis em cidades baianas

06 de fevereiro de 2018, 10:16

Foram 22 mandados de prisão preventiva, 17 de interdição de estabelecimento comercial e 42 de busca e apreensão nos municípios de Ibotirama, Luiz Eduardo Magalhães, Wanderley e Barra, na Bahia; Contagem, Betim, Andrelândia, Minduri, Madre de Deus, São Vicente de Minas, Pouso Alegre e Poços de Caldas, em Minas Gerais; e em São Paulo, capital. Os "pastores" convenciam as pessoas a entregarem todos os bens e a mudarem para fazendas, onde trabalhavam de graça; O TEMPO denunciou a igreja em 2005 e a investigação policial teve início em 2011. A Polícia Federal (PF), com o apoio do Ministério do Trabalho, deflagrou uma operação na manhã desta terça-feira (6) em diversas cidades mineiras, na Bahia e em São Paulo, contra a seita religiosa “Comunidade Evangélica Jesus, a Verdade que Marca”, que já foi alvo de pelo menos duas outras operações da corporação nos últimos anos. A "igreja" é acusada de redução de pessoas à condição análoga à de escravo, tráfico de pessoas, estelionato, organização criminosa, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. De acordo com a corporação, durante a operação "Canaã – A Colheita Final” são cumpridos 22 mandados de prisão preventiva, 17 mandados de interdição de estabelecimento comercial e 42 mandados de busca e apreensão, todos eles expedidos pela 4ª Vara Federal em Belo Horizonte. Ao todo, participaram da operação 220 policiais federais e 55 auditores fiscais do Ministério do Trabalho de Minas, Bahia e São Paulo. "A investigação aponta que dirigentes da seita religiosa teriam aliciado pessoas em sua igreja em São Paulo, capital, convencendo-as a doarem todos os seus bens para as associações controladas pela organização criminosa", explica a nota divulgada pela PF. Ainda segundo a corporação, para convencer os fiéis a doarem todos os seus bens e a se mudarem para o interior para trabalhar de graça, os membros da seita utilizavam de "ardis" e "doutrina psicológica", sob o argumento de convivência em comunidades onde todos os bens móveis e imóveis seriam compartilhados. Após a "doutrinação", os fiéis eram levados para zonas rurais e urbanas, sendo que, em Minas, a "igreja" possuía sedes em Contagem e Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte; Andrelândia, São Vicente de Minas e Minduri, as três no Campo das Vertentes; e Madre de Deus, Pouso Alegre e Poços de Caldas, todas no Sul do Estado. As vítimas também eram levadas para unidades nas cidades Ibotirama, Luiz Eduardo Magalhães, Wanderley e Barra, na Bahia, e na capital de São Paulo. Nestes locais, eles teriam sido submetidos a extensas jornadas de trabalho, sem nenhuma remuneração. Eles trabalhavam em lavouras e em vários tipos de estabelecimentos comerciais, como oficinas mecânicas, postos de gasolina, pastelarias, confecções etc. "Por meio da apropriação do patrimônio dos fiéis e do desempenho de atividades comerciais sem o pagamento da mão-de-obra, a seita teria acumulado vultoso patrimônio, contando com casas, fazendas e veículos de luxo. Atualmente, estaria expandindo seus empreendimentos para o estado do Tocantins, baseados na exploração ilegal", aponta a PF. A investigação teve início em 2011, quando a seita estava migrando de São Paulo para Minas Gerais. Em 2013, foi deflagrada a “Operação Canaã”, com inspeções em propriedades rurais e em algumas empresas urbanas. Em 2015, foi desencadeada sua segunda fase: “De volta para Canaã”, quando foram presos temporariamente cinco dos líderes da seita. A deflagração de hoje representa a terceira fase da Operação, com a prisão preventiva de 22 líderes da seita, que poderão cumprir até 42 anos de prisão, se condenados.  

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60 anos do desastre que matou oito jogadores do Manchester United

06 de fevereiro de 2018, 09:50

O avião, que tinha um problema em uma das turbinas que causou o adiamento da decolagem duas vezes, caiu entre uma cerca e uma casa pouco depois de levantar voo, após uma mudança brusca do vento em um dia de muita neve (Getty Images). Por Fernando Graziani O meia Bill Foulkes não tinha boa sensação sobre o voo que aconteceria dali a instantes. No dia 6 de fevereiro de 1958, a delegação do Manchester United fazia uma parada em Munique para que o avião fosse reabastecido. A viagem começara em Belgrado, onde o time havia empatado com o Estrela Vermelha e garantido vaga nas semifinais da Copa Europeia, atual Champions League. Havia o sonho de encerrar o domínio do Real Madrid, vencedor das duas primeiras edições do torneio. “Foram várias tentativas abortadas de decolar. Você não precisava ser um gênio para saber que algo ali poderia dar errado”, disse Foulkes numa entrevista em 1998. E o pior aconteceu com o voo BE609 da British European Airways. O avião, que tinha um problema em uma das turbinas que causou o adiamento da decolagem duas vezes, caiu entre uma cerca e uma casa pouco depois de levantar voo, após uma mudança brusca do vento em um dia de muita neve. Foram 23 pessoas mortas, oito delas jogadores do United. Foulkes sobreviveu praticamente sem ferimentos, sequer precisou passar a noite no hospital. “Parecia que os tímpanos explodiriam, parecia que tudo estava se desintegrando”, contou. Entre os jogadores mortos estavam Duncan Edwards e Tommy Taylor, dois dos mais importantes atletas do United naquela temporada. Edwards lutou durante 15 dias no hospital contra ferimentos nos pulmões e nos rins e múltiplas fraturas, incluindo bacia, fêmur e costelas. “Ele poderia ter sido o maior de todos, até que Pelé ou Di Stefano”, escreveu o jornal britânico “The Telegraph” no aniversário de 50 anos da tragédia.     O acidente é uma das mais famosas tragédias aéreas do futebol, como as que vitimaram o Torino (1949), a seleção da Zâmbia (1993) e a Chapecoense (2016). Depois do acidente, o Manchester United acabou eliminado pelo Milan nas semifinais da Copa Europeia: venceu em casa por 2 a 1 e foi derrotado na Itália por 4 a 0. O time italiano cairia na final, e o Real Madrid conquistaria o terceiro de seus cinco campeonatos consecutivos.

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Suíça e Estados Unidos são os países mais corruptos, diz estudo

06 de fevereiro de 2018, 09:13

Em terceiro vêm as Ilhas Cayman Um novo estudo de um grupo de advocacia, a Rede de Justiça Fiscal, revela que a Suíça é o país mais corrupto do mundo, com um "alto índice de sigilo de 76". Os suíços são seguidos pelos EUA e pelas Ilhas Cayman. "A Suíça é o avô dos paraísos fiscais do mundo, um dos maiores centros financeiros offshore do mundo, e uma das maiores jurisdições de segredo do mundo ou paraísos fiscais", disse o relatório do grupo, intitulado "Financial Secrecy Index - 2018 Results". O documento explicou que "a Suíça irá trocar informações com os países ricos, se for necessário, mas continuará a oferecer aos cidadãos dos países mais pobres a oportunidade de evadir suas responsabilidades de tributação". "Esses fatores, juntamente com a perseguição agressiva e contínua de denunciantes do setor financeiro (recorrendo às vezes ao que parecem ser métodos não legais) são lembretes contínuos de por que a Suíça continua a ser a jurisdição secreta mais importante do mundo de hoje", disse o relatório. O índice classifica os países segundo a assistência que seus sistemas jurídicos fornecem aos lavadores de dinheiro e para todas as pessoas que procuram proteger a riqueza obtida de forma corrupta. Quanto maior o caráter secreto, mais corrupto é o governo. Para criar o índice, um valor referente ao segredo dos dados é combinado com um gráfico representando o tamanho da indústria de serviços financeiros offshore em cada país. Estados Unidos De acordo com o relatório, a falta de transparência dos Estados Unidos (60) está aumentando, o que resulta em atrair riqueza corrupta. Em 2013, os EUA estavam em sexto lugar, e em 2015 ficaram em terceiro na classificação. "O aumento contínuo dos EUA no índice de 2018 decorre de uma mudança significativa na participação dos EUA no mercado global de serviços financeiros offshore. Entre 2015 e 2018, os EUA aumentaram sua participação de mercado em serviços financeiros offshore em 14%", afirmou o relatório. No total, os EUA representam 22,3% do mercado global de serviços financeiros offshore. "Os EUA oferecem uma ampla gama de restrições secretas e isentas de impostos para não residentes, tanto a nível federal como ao nível de estados individuais", explicou o documento. O relatório acrescentou que "o segredo financeiro fornecido pelos EUA causou danos incalculáveis aos cidadãos comuns de países estrangeiros, cujas elites usaram os Estados Unidos como um buraco para a riqueza saqueada". As Ilhas Cayman, Hong Kong, Cingapura, Luxemburgo, Alemanha, Taiwan, Emirados Árabes Unidos e a ilha de Guernsey fecharam a lista dos 10 países mais corruptos. As nações menos corruptas entre os 112 países mencionados pela classificação foram San Marino, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas e Montserrat. Os países com menor índice de sigilo foram Reino Unido (42) e Eslovênia (42), Bélgica (44), Suécia (45), Lituânia (47), Itália (49) e Brasil (49). Com informações da Sputnik News Brasil.

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Saiba onde usar e não usar o vinagre na hora da limpeza

06 de fevereiro de 2018, 09:03

Vinagre é desengordurante, elimina odores e funciona como agente antisséptico e desinfetante   O vinagre é um ótimo produto para a faxina por ser desengordurante, eliminar odores e funcionar como agente antisséptico e desinfetante. Também facilita a vida de quem tem animais em casa ou é alérgico a produtos químicos. No entanto, não é bom usá-lo assim em qualquer ocasião. O UOL fez uma lista de onde usar e de onde não usar o vinagre. Veja: NÃO USAR Mármore - O vinagre pode causar manchas e desgastes na pedra. Faça uma solução de água e detergente. “Depois, tire o sabão com um pano molhado --e torcido-- e seque”, disse o personal organizer Pedro Henrique Araújo da Silva ao site. Piso de porcelanato - O vinagre pode causar manchas e tirar o brilho. Use água e sabão neutro. Madeira envernizada ou encerada - O vinagre pode danificar a textura dos materiais. Use um pano seco de microfibra. Para renovar o brilho, pode-se usar óleo de peroba para madeira escura e cera em pasta incolor, para a clara. USAR Monitores e telas - “Dilua o vinagre em água filtrada (duas medidas de água para uma do produto), umedeça o pano –nunca aplique diretamente na tela– , limpe a tela e depois passe um pano seco. Dê preferência a panos de algodão ou de microfibra, que não soltam fiapos”, disse a personal organizer Luísa Gabriela Monte ao site. Madeira sem brilho - Para pisos laminados, misture 1 litro de água, 1/2 xícara de chá de vinagre, 1/3 de xícara de chá álcool, algumas gotas de detergente e 15 gotas de óleo essencial, indica Silvina Villena. Em móveis: “Pegue 1/2 copo de vinagre e 1/2 copo de azeite de oliva. Misture bem a solução com um garfo. Molhe um pano de algodão na mistura e esfregue na madeira, com movimentos suaves e circulares, semelhante ao ato de polir. Deixe secar por uma hora”, disse Pedro Henrique Araújo da Silva ao site. Tecidos - Para limpar o sofá, faça uma solução com 1/2 copo de vinagre e 1 litro de água. Borrife a solução no local e utilize uma escova, sem fazer movimentos circulares. Remova o excesso com um pano úmido e seque com um pano seco, mantendo o sofá em local arejado, não exposto diretamente à luz do sol. Onde também usar o vinagre: Ajuda a desengordurar o fogão; pode ser usado na limpeza de eletrodomésticos, como lava-louças e máquina de lavar roupas; ajuda a eliminar odor de urina de bichos pela casa; acaba com outros odores, como o de cigarro.

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Cientistas desenvolvem vacina indolor para gripe

06 de fevereiro de 2018, 08:59

Adesivo traz uma nova solução para quem tem medo de agulha Cientistas do Instituto de Tecnologia da Georgia e da Universidade Emory, ambas nos Estados Unidos, criaram uma vacina indolor para gripe. Segundo o site VivaBem, do UOL, trata-se de um adesivo, semelhante a um band-aid, que contém 100 microagulhas que se dissolvem em contato com a pele e transportam a vacina para a corrente sanguínea. Os resultados de um estudo feito com 100 pessoas mostraram que as respostas de anticorpos geradas pela vacina foram parecidas nos grupos vacinados usando adesivos e aqueles nos grupos que receberam injeção. Um detalhe é que mais de 70% dos que usaram o adesivo relataram que prefeririam ser vacinados desta maneira do que com agulhas.

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Árvore é apontada como autora de crime em BO no litoral de SP

05 de fevereiro de 2018, 17:47

'Suspeita' é descrita no documento como uma mangueira, que não compareceu ao plantão e tem sexo e cutis ignoradas Uma árvore foi apontada como autora de um crime de dano em um boletim de ocorrência registrado na cidade de São Sebastião, no litoral de São Paulo. O registro foi feito incorretamente pela Polícia Civil diante de uma queixa sobre uma manga que caiu da árvore e danificou o para-brisa de um carro. O erro foi percebido um dia depois do registro e o caso foi arquivado. A queixa foi feita por Alexandre Barros Pereira na quarta-feira (31). Ele contou que passava pela Rua Francisco Campo, quando a fruta caiu sobre o carro e quebrou o para-brisa. Como Pereira dirigia o carro da empresa, ele foi orientado por sua chefia a fazer o boletim de ocorrência para que a franquia do seguro fosse acionada. "Fiz o boletim de ocorrência porque o carro é da empresa e precisava de um registro oficial para acionar o seguro. Tanto que o vidro já foi trocado. Registrei pela internet, mas me responderam por e-mail pedindo para ir até a delegacia para concluir o registro", contou ao 'G1'. No BO, a 'suspeita' é descrita como uma mangueira - que não compareceu ao plantão e tem sexo e cutis ignoradas. O boletim de ocorrência foi registrado pelo delegado titular do 1º Distrito Policial de São Sebastião, Vanderlei Pagliarini de Almeida Filho. O caso foi arquivado um dia depois. Como explica a publicação, o caso não configura um crime de dano, pois o autor não poderia ser um objeto. Procurado, o delegado não quis se pronunciar.

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Gasolina sobe em 19 Estados e no DF, afirma ANP

05 de fevereiro de 2018, 16:02

Na média nacional, houve alta nos postos de 0,55%, de R$ 4,198 para R$ 4,221 o litro entre a semana passada e a anterior O valor médio da gasolina vendido nos postos brasileiros subiu em 19 Estados e no Distrito Federal na semana passada, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas. Em sete Estados houve recuo nos preços médios do combustível derivado de petróleo. Na média nacional, houve alta nos postos de 0,55%, de R$ 4,198 para R$ 4,221 o litro entre a semana passada e a anterior. Em São Paulo, maior consumidor do País e com mais postos pesquisados, o litro da gasolina subiu 0,32% na semana passada, de R$ 4,006 para R$ 4,019, em média. No Rio de Janeiro, o combustível saiu de R$ 4,651 para R$ 4,661, em média, alta de 0,22%. Em Minas Gerais, a queda no preço médio da gasolina foi de 0,05%, com o valor passando de R$ 4,423 para R$ 4,421 o litro. Com informações do Estadão Conteúdo.

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Os 7 alimentos que são ladrões de energia

Você provavelmente já ouviu falar e leu bastante sobre alimentos e suplementos que aumentam sua disposição e te deixam mais animado para encarar um treino ou até mesmo as tarefas do dia a dia. Mas também existe o outro lado dessa moeda. Não faltam vilões neste mundo na nutrição: os alimentos que são ladrões de energia e podem atrapalhar bastante sua rotina na corrida ou até mesmo se tornar um obstáculo numa prova.

Esses “ladrões” de energia atuam de diferentes maneiras no organismo. Em alguns casos, oferecem tanto açúcar que, num primeiro momento, essa elevada taxa de glicose resulta em mais disposição, mas, logo em seguida, a insulina liberada para normalizar essa glicose faz justamente o caminho contrário. E aí o cansaço chega com tudo.

Também tem aqueles alimentos que dão tanto trabalho para o sistema digestivo que muitos nutrientes são desviados para ajudar nesse processo, fazendo com que eles faltem na produção de energia em outras funções do organismo. Resultado: o corpo logo sente essa queda de disposição.

Para te ajudar a evitar esse cansaço causado pela má alimentação, acionamos três especialistas para fazer uma lista dos maiores ladrões de energia, suas principais armas e como combatê-las. Confira!

Os ladrões de energia 

Carboidratos simples

Alimentos com farinhas brancas vão roubar energia se consumidos em excesso. “Em um pré-treino, por exemplo, são aliados, mas viram vilões se não houver uma atividade física depois”, pondera Mayara Ferrari, nutricionista funcional esportiva. “Isso acontece porque a quantidade de açúcar no sangue fica muito elevada e o pâncreas libera mais insulina para quebrar todos esses carboidratos. Isso pode causar uma grande redução de açúcar no sangue, resultando em fadiga e falta de energia.”

Sal

Aquele sal extra para dar mais gosto à comida pode te deixar mais cansado. Em quantidade exagerada, o sal aumenta a pressão arterial e deixa o organismo mais desidratado porque mais água é necessária para compensar. “Ele prejudica o funcionamento adequado do organismo, que ficará a todo momento buscando esse equilíbrio. Isso dará uma sensação de cansaço e fadiga. Esporadicamente um pouco de sal não tem problema, mas abusar dele diariamente ou usar em grande quantidade é bastante prejudicial”, adverte Mayara.

Alimentos gordurosos e frituras

A gordura em excesso dificulta a digestão e atrapalha a chegada dos nutrientes à corrente sanguínea. “Como possuem uma digestão mais
lenta, eles fazem com que a circulação se concentre na região abdominal por mais tempo. Isso causa uma sensação de letargia e sonolência durante a digestão, que pode passar de três horas. E isso não é bom para quem vai se exercitar, pois precisará de boa circulação nos membros”, alerta a nutricionista Lara Natacci.

Doces

A lógica nesse caso é parecida à dos carboidratos simples: como eles são ricos em açúcar, dão um pico de energia no primeiro momento porque aumentam a quantidade de glicose no sangue, mas se a pessoa não for praticar uma atividade física logo em seguida, essa disposição logo pode virar cansaço. “O organismo vai aumentar a secreção de insulina para normalizar a glicemia, que é a quantidade de glicose no sangue. Por isso, a sensação de aumento de energia deve durar pouco e dar lugar à fadiga”, reforça Lara Natacci.

Café

O café, um dos estimulantes mais populares, também pode roubar sua energia. Ele realmente gera mais disposição num primeiro momento, mas sua ação no sistema nervoso tem como um dos efeitos a fadiga. “A cafeína, no cérebro, obstrui os efeitos da adenosina, substância que ajuda na transferência de energia e na promoção do sono, dando o efeito estimulante”, explica André Lemos, médico nutrólogo. “Por outro lado, também inibe a degradação da acetilcolina, que aumenta o estímulo muscular. E a consequência disso são o cansaço e a debilidade”, completa.

Corantes e conservantes

Presentes em muitos produtos industrializados, como nuggets, embutidos (salame, presunto, mortadela, peito de peru) e salsichas, eles
modificam o funcionamento adequado do organismo, que tenta repor o que os corantes “tiram” no processo de digestão. “Eles causam uma cascata de processos inflamatórios e oxidantes. Para reverter essa situação, disponibilizamos muitas vitaminas e minerais, fazendo com que o restante do organismo não funcione adequadamente”, destaca Mayara.

Refrigerante

O refrigerante é um dos “ladrões de energia” mais temidos. Alguns maratonistas e ultramaratonistas o utilizam durante provas quando já estão acostumados a seus efeitos, inclusive psicológicos, mas, para o organismo, eles não têm nada de “bonzinhos”. Isso porque o refrigerante, em geral, tem tudo em excesso: açúcar, sódio e corantes. Assim, desencadeia todos os processos já descritos de uma só vez. Além disso, estudos apontam que o refrigerante ainda pode atrapalhar o padrão de sono, prejudicando o descanso e interferindo na disposição.

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