Mãos secas devido a desinfetante? 4 dicas para mantê-las bem hidratadas

24 de outubro de 2020, 13:25

A necessidade de higienizar as mãos constantemente também faz com que a textura da pele fique ainda mais áspera (Foto: Reprodução)

Lavar louça, usar produtos de limpeza para a casa, e agora o uso excessivo (e necessário) de álcool em gel, acaba prejudicando a pele, principalmente as mãos. Tem as mãos ressacadas, ásperas ou rachadas? Não se desespere, infelizmente trata-se de um problema bastante comum. Adicionalmente, as unhas também tendem a serafetadas, as cutículas muitas vezes secam, o que faz com que surjam peles em volta dos dedos. Porém, há solução! A revista Marie Claire britânica consultou duas especialistas que sugerem algumas dicas para ajudar a manter as suas mãos bonitas e macias - durante todo o ano. 1. Faça uma máscara "Para conquistar mãos bem hidratadas e reparar a pele, faça uma máscara de mãos à noite", afirmaNichola Joss, especialista em cuidados com a pele, em declarações à Marie Claire . "Aplique uma camada extra decreme para as mãos, coloqueluvas de algodãoe deixe o produto agir durante a noite toda. Isso ajudará os ingredientes do creme a penetrarem mais profundamente na pele,hidratandoereparando". 2. A importância de esfoliar "Se sentir as mãos secas ou ásperas, faça umaesfoliação suavepara remover a pele morta eamaciá-las", explica Joss. A especialista sugere aplicar um pouco deesfoliante para o rostomisturado comágua quentepara uma pele super macia. 3. Proteja as mãos ao longo do dia A especialista recomenda que tenha sempre um creme para as mãos, um na bolsa e outro em casa. Opte por cremes que tenham FPS(Fator de proteção solar) para protegê-las, incluindo no outono e inverno. 4. Cuide das unhas "Mãos e cutículas rachadas e ressecadas são feias, desconfortáveis e até mesmo dolorosas", contaJess Hoffman, especialista em unhas da Sally Hansen. "Após usar umesfoliantepara eliminar a pele morta, coloque um frasco deóleo para cutículas e unhas num recipiente comágua quente. Deixe-o lá por alguns minutos e depois massageie as unhas e cutículas com a mistura". No fim basta passar um creme hidratante. 

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Laranja, pimentão e goiaba: alimentos campeões de agrotóxicos acima do limite

23 de outubro de 2020, 10:12

Nas avaliações específicas para identificar a quantidade de agrotóxico que pode gerar problemas à saúde de quem come o alimento (Foto: Reprodução)

A Anvisa usou tom otimista na publicação do relatório do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos com resultados de testes feitos em frutas e legumes entre 2017 e 2018. Mas o documento não colocou de forma clara informações de alto interesse público que foram destaque na divulgação de relatórios anteriores. Por exemplo, quais são os alimentos em que mais foram detectados agrotóxicos em doses problemáticas? A Agência Pública e a Repórter Brasil analisaram os dados brutos do relatório em busca dessa e de outras respostas.  A agência divulgou que, no geral, 23% dos alimentos testados tinham agrotóxicos proibidos ou acima do volume permitido. Mas esse quadro é ainda mais preocupante quando se olha alguns alimentos específicos. Como ocorreu em anos anteriores, o pimentão foi o campeão de problemas. Em cada 10, oito tinham agrotóxicos proibidos ou acima do permitido. A novidade nesta edição do relatório foi o segundo lugar para a goiaba, que teve 42% das amostras testadas com doses acima do recomendado ou agrotóxicos proibidos. Em seguida ficaram a cenoura com 39% de desconformidade,  e o tomate com 35%. Além desses alimentos, também fazem parte da análise amostras de abacaxi, alface, alho, arroz, batata-doce, beterraba, chuchu, laranja, manga e uva (confira os resultados sobre cada um deles na arte acima). As coletas foram realizadas entre agosto de 2017 e junho de 2018 pelas Vigilâncias Sanitárias Estaduais e Municipais em todos os estados — apenas o Paraná ficou de fora.  É a Anvisa que determina qual agrotóxico pode ser usado e qual a quantidade máxima de resíduo que pode ficar em cada alimento, o chamado Limite Máximo de Resíduos (LMR). De acordo com a agência, a detecção de agrotóxico acima do LMR não significa necessariamente risco à saúde do consumidor. Nesses casos, segundo a Anvisa, é necessário fazer outra avaliação específica sobre os riscos.  “Se foi detectado acima do limite é porque ocorreu um uso desnecessário, o agricultor usou mais agrotóxico do que precisava, seja por não seguir a bula, por não ter sido orientado ou porque a praga não estava morrendo”, explica a toxicologista e pesquisadora da Fiocruz Karen Friedrich.  Laranja pode intoxicar consumidor Nas avaliações específicas para identificar a quantidade de agrotóxico que pode gerar problemas à saúde de quem come o alimento, a Anvisa criou um novo método para avaliar o risco agudo (a curto prazo) e crônico (a longo prazo). Para isso, a agência usou dados sobre quanto os brasileiros consomem em média de cada alimento e o peso corpóreo dos consumidores a partir de 10 anos de idade.  Ou seja, a Anvisa ignora o risco para crianças de zero a 10 anos, grupo cuja saúde é ainda mais suscetível à intoxicação porque tem peso inferior ao dos adultos. Questionada pela reportagem, a agência confirmou a informação e atribuiu a falha à limitação da Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE, usada como base para a avaliação. A partir deste cálculo, a agência concluiu que não há casos de risco crônico nos alimentos analisados e apenas 41 frutas e legumes tem potencial de risco agudo. Desses, 27 eram laranjas. Ou seja, a cada 14 laranjas vendidas nos mercados, uma tinha agrotóxico suficiente para causar uma intoxicação imediata em quem consumiu – um cenário preocupante para um país onde a fruta é consumida com frequência.  “O risco agudo inclui uma gama de sintomas como enjoo, dor de cabeça, alteração do ritmo cardíaco e respiratório, em alguns casos podendo levar a pessoa a ser hospitalizada”, explica Karen, da Fiocruz.  Cinco laranjas analisadas apresentaram mais de cinco vezes o limite de segurança de exposição, todas para o agrotóxico carbofurano, um inseticida proibido no Brasil desde 2017 devido aos efeitos neurotóxicos. Este produto pode afetar o desenvolvimento, incluindo efeitos nos fetos, funcionais e comportamentais. Laranjas apresentam riscos para intoxicação aguda no consumidor em decorrência da presença de agrotóxico Especialistas alertam que o problema pode não estar apenas na laranja.  A pesquisadora da Fiocruz faz críticas ao método de avaliação para risco à saúde humana, apontando que uma das falhas é a análise isolada dos agrotóxicos. “Os resultados mostram que a mistura é frequente. Interações entre os agrotóxicos podem gerar efeitos aditivos e sinérgicos que necessariamente impactam o cálculo”, explica Karen.  Outra crítica é em relação ao cálculo de quanto o brasileiro consome. Segundo o relatório, a abordagem da Anvisa “parte do princípio de que é improvável que um indivíduo consuma grande porção de dois ou mais alimentos diferentes, em um curto período, contendo resíduos do mesmo agrotóxico nas maiores concentrações detectadas”. Para Karen, o relatório erra ao não considerar que “a pessoa come diferentes alimentos por dia, que podem conter resíduos de diversos agrotóxicos com efeitos danosos para a saúde”.  21 agrotóxicos no mesmo alimento  Segundo análise independente deste mesmo relatório conduzida pelo Grupo de Trabalho de Agrotóxicos da Fiocruz, em 34% das amostras foram identificadas misturas de agrotóxicos, variando de dois a 21 tipos diferentes de ingredientes ativos. Os produtos que apresentaram maior percentual de mistura de agrotóxicos foram o pimentão (95%), cenoura (73%) e tomate (68%). Foram pesquisados até 270 agrotóxicos diferentes no total, 16% a mais do que na edição anterior do relatório. No geral, o agrotóxico mais encontrado foi o imidacloprido, que apareceu em 16% dos casos. O inseticida é o oitavo agrotóxico mais vendido no Brasil, com 10 mil toneladas comercializadas em 2018, segundo o Ibama. Ele é um neonicotinoide, derivado da nicotina que tem capacidade de se espalhar por todas as partes da planta. Ou seja, descascar o alimento ou lavá-lo não é suficiente para retirar todos resíduos. Ele também é fatal para polinizadores como a abelha.  Logo depois, aparecem os fungicidas tebuconazol e o carbendazim — este último proibido na União Europeia, Estados Unidos, Canadá e Japão por causar mutação nos genes e problemas reprodutivos.   Mas o agrotóxico que mais preocupou a Anvisa no relatório é o acefato, quinto mais vendido no Brasil, com 24,6 mil toneladas por ano. Ele é o sétimo mais encontrado e é o que mais apareceu em alimentos para os quais não é permitido, em 314 casos. O acefato foi destaque em levantamento publicado pela Agência Públicae a Repórter Brasil sobre casos de depressão e suicídio  envolvendo agrotóxicos. Ele faz parte dos organofosforados, uma classe de agrotóxicos comprovadamente neurotóxicos que podem desenvolver alterações no sistema nervoso do seres humanos, causando, entre outros problemas, casos severos de depressão.  O potencial neurotóxico é um dos motivos que fez a União Europeia banir o acefato. No Brasil, ele passou por reavaliação, e em 2013 a Anvisa decidiu mantê-lo no mercado, mas com restrições. Entre elas, a proibição nas culturas de tomate e pimentão e fumo, entre outros que não são alimentos.  Mesmo proibido para essas culturas, o acefato foi identificado em 41% dos pimentões e 21% dos tomates.  No relatório, a Anvisa destaca a situação deste agrotóxico como preocupante e diz que as ações de mitigação não foram suficientes para redução significativa das irregularidades, que podem ter impacto sobre a saúde do trabalhador. “Por isso, recomenda-se avaliar a efetividade das medidas já adotadas e verificar a necessidade de propor novas ações ou ampliar as restrições regulatórias”, diz.  De acordo com a assessoria de imprensa da Anvisa, os resultados não indicaram situações de risco ao consumidor, mas sim ao trabalhador rural. A agência informou que colocará nova regulamentação sobre o acefato em consulta pública.  A Anvisa ainda não tem previsão de quando vai divulgar a próxima avaliação sobre agrotóxicos na comida, com análises feitas entre 2018 e 2019. De acordo com a Anvisa, “após a publicação da última edição, as Vigilâncias Sanitárias dos Estados e Municípios notificaram os pontos varejistas sobre os resultados dos seus estabelecimentos para que eles possam tomar as medidas necessárias junto aos seus fornecedores”.  As secretarias de Agricultura também foram informadas, para que possam orientar os profissionais envolvidos no processo produtivo do setor primário. 

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Sem insumos, indústria já atrasa suas entregas

23 de outubro de 2020, 09:34

44% das fábricas relataram problemas para atender seus clientes, atrasando entregas ou até mesmo recusando novas encomendas (Foto: Reprodução)

Os efeitos da falta de bens intermediários para alimentar a produção da indústria já chegam à ponta final do consumo. De acordo com a sondagem realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), 44% das fábricas consultadas relataram problemas para atender seus clientes, atrasando entregas ou até mesmo recusando novas encomendas. Em 8% dos casos, uma parte grande da demanda já não tem condições de ser atendida. Entre as razões dadas pelos industriais, estão a falta de estoques (47%); uma demanda superior à capacidade de produção (41%); impossibilidade de produzir mais (38%) e problemas de logística (13%). Apenas 4% indicaram a inadimplência dos clientes como uma razão para recusar pedidos. "A economia reagiu em uma velocidade acima da esperada. Assim, tivemos um descompasso entre a oferta e a procura de insumos. E tanto produtores quanto fornecedores estavam com os estoques baixos. Além disso, temos a forte desvalização do real, que contribuiu para o aumento do preço dos insumos importados", explica o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Abijaodi. Ainda pela pesquisa, 55% das indústrias só vislumbram uma normalização da oferta a partir de 2021, sendo que 16% não esperam voltar ao normal nos próximos seis meses. Apenas 8% delas acreditam que a situação pode se reverter em até um mês. Os setores mais pessimistas são os de papel e celulose, têxteis, alimentos, extração de minerais não metálicos, produtos de metal e móveis. Para o presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), Eduardo Terra, a indústria brasileira vive um "desabastecimento crônico" de insumos. "Por enquanto, não percebemos o cenário de desabastecimento na ponta. O varejo e o atacado têm trabalhado para que isso não aconteça." Fontes da indústria ouvidas pela reportagem afirmam que, diante do problema, têm buscado soluções alternativas em algumas áreas, como a reutilização de caixas de papelão ou mesmo a substituição por caixas de madeira para o transporte. Repasse de preços Além do entrave na distribuição de produtos, um outro risco ronda o varejo: um possível repasse dos aumentos de preços registrados nos últimos meses pelas principais matérias-primas. Pela sondagem da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o reajuste ponderado de custos foi de 22,8% de janeiro a agosto deste ano. Já o porcentual das empresas que pretendem repassar esses preços ao consumidor varia de 37,4% (vão repassar totalmente o reajuste) a 58,5% (repasse parcial). Uma alternativa apontada por 60,9% dos consultados foi "buscar outros fornecedores por menor preço". "A questão do repasse é sempre um cabo de guerra. Só se repassa o quanto o mercado aguenta, pois há concorrência. Embora estejamos pressionados nos custos, principalmente em razão do câmbio", diz André Rebelo, economista e assessor de assuntos estratégicos da Fiesp. Ele explica que o poder de repasse limitado da indústria ao consumidor final explica o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) ter uma variação maior em relação ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo. "Com o auxílio emergencial, temos uma demanda mais aquecida, enquanto a oferta de produtos é menor. Nessa situação, se o varejo endurecer demais nas negociações, pode ficar sem produtos", completa Terra. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Nenhuma nova multa ambiental é cobrada no ano

23 de outubro de 2020, 09:06

Um decreto publicado no ano passado pelo governo Bolsonaro travou a punição a crimes ambientais no Brasil (Foto: Reprodução)

Um decreto publicado no ano passado pelo governo Bolsonaro que instituiu os chamados "núcleos de conciliação" para avaliar multas do Ibama e do ICMBio antes de elas serem contestadas judicialmente praticamente travou a punição a crimes ambientais no Brasil. É o que mostra levantamento feito pelo Observatório do Clima a partir de dados obtidos via Lei de Acesso à Informação (LAI). O decreto 9.760, de abril de 2019, suspendeu a cobrança da multa até que seja realizada a audiência de conciliação. O mecanismo, criado pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, foi justificado como uma tentativa de fazer órgãos fiscalizadores chegarem a um acordo, sem a necessidade de contestação judicial. Mas o levantamento revelou que, desde então, o Ibama realizou apenas cinco audiências de um total de 7.205 agendadas. O ICMBio não fez nenhuma. Na prática, nenhuma multa foi aplicada desde quando o decreto entrou em vigor, até agosto passado (data do acesso aos documentos). A análise e documentos técnicos levantados pelo OC mobilizaram um grupo de parlamentares de PT, PSB, PSOL e Rede a entrar com ação anteontem, no Supremo Tribunal Federal visando anular o decreto. "A autuação é só o início de um processo sancionador. O autuado tem direito a defesa. A cobrança só ocorre quando a multa é considerada devida. Mas o que vimos é que o processo não está nem iniciando", explicou ontem Suely Araújo, especialista do Observatório do Clima. Segundo ela, as únicas multas pagas no período foram as aplicadas antes de valer a conciliação. Procurado pela reportagem, o Ministério do Meio Ambiente ainda não se manifestou sobre a ação nem sobre a baixa atuação dos núcleos de conciliação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.  

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Descoberto segredo de besouro diabólico, capaz de sobreviver a atropelamento de carro

22 de outubro de 2020, 14:23

As provas mostraram que o inseto pode suportar uma força equivalente a 39.000 vezes seu peso corporal (Foto: Reprodução)

Revelado o segredo da resistência de robusto besouro diabólico, que pode sobreviver até a um atropelamento de carro. Esses achados podem ser usados para construção de uniões sólidas e seguras na engenheira. Para compreender como funciona a carapaça do inseto, conhecido também como Phloeodes diabolicus, cientistas da Universidade da Califórnia realizaram uma série de análises microscópicas e espectroscópicas de alta resolução. Além do mais, foram empregadas técnicas de impressão 3D para criar estruturas da mesma forma e desenho como é as da "armadura" do besouro diabólico.As provas mostraram que o inseto pode suportar uma força equivalente a 39.000 vezes seu peso corporal. Para uma pessoa de 90 quilos, isso seria como suportar um peso esmagador de 3.500 toneladas, de acordo com o comunicado. A sobrevivência deste robusto besouro diabólico depende de dois fatores-chave: sua capacidade de fingir estar morto de forma convincente e seu exoesqueleto, que possuí "uma das estruturas mais duras e resistentes" do mundo animal. Características que se complementam a uma elasticidade conveniente, segundo o estudo publicado na revista Nature. "O besouro robusto é uma espécie terrestre e por isso não é leve nem rápido, é como se fosse construído como um pequeno tanque", explicou David Kisailus, professor de Ciência e Engenharia de Materiais da Universidade da Califórnia. "Trata-se de adaptação: não pode voar, por isso fica quieto e deixa que sua armadura, especialmente desenhada, aguente o ataque até que o predador desista", comentou. Além disso, sua resistência se deve aos élitros. Em besouros voadores, os élitros são asas anteriores, que se abrem e fecham para proteger as asas de voo. No robusto besouro diabólico essas asas evoluíram e se tornaram "um sólido escudo protetor".A camada mais externa da carapaça contém uma maior concentração de proteínas e atribui dureza à mesma. Da mesma forma, a sutura medial que divide os élitros ao largo do abdômen do inseto conecta ambas as partes para suportar sua capacidade elástica. Em seu habitat natural, o deserto no sudoeste dos EUA, o robusto besouro diabólico pode ser encontrado debaixo das rochas ou espremido entra a casca e o tronco de árvores, outra razão para qual o inseto precisa de um exterior durável.O professor Kisailus destaca grande perspectiva do estudo do exoesqueleto do besouro e de outros sistemas biológicos para criação de novas substâncias para o benefício da humanidade. O seu laboratório cria materiais compostos avançados com fibra, baseados nas características pesquisadas.

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Senador que criticava o isolamento social e defendia o uso de Cloroquina morre de Covid-19

22 de outubro de 2020, 09:54

Senador Arolde de Oliveir (PSD): crítica ao isolamento social, antes de morrer por Covid-19 (Foto: Reprodução)

O senador Arolde de Oliveira (PSD), que morreu na noite desta quarta-feira, 20, em virtude de complicações decorrentes da Covid-19, era um crítico da política de isolamento social adotada durante a pandemia. Apoiador de Jair Bolsonaro, ele externou sua opinião em abril, quando o presidente se opunha à medida e criticava publicamente governadores e prefeitos que haviam determinado o fechamento do comércio e a suspensão de serviços não essenciais. “Os números do vírus chinês no mundo e no Brasil demonstram a inutilidade do isolamento social. Autoridades, alarmistas por conveniência, destruíram o setor produtivo e criaram milhões de desempregos. O presidente Jair Bolsonaro, isolado pelo STF, estava certo desde o início”, escreveu o senador em postagem pelo Twitter, em abril.   Oliveira havia estava internado no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, desde 05 de outubro, em virtude de infecção por Coronavírus. A prefeitura do Rio e o governo do Estado decretaram luto oficial por três dias.

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Traficante que trocou de rosto possui R$ 5 milhões em nome de laranjas

22 de outubro de 2020, 09:27

Lenon Oliveira do Carmo, que fez ao menos cinco procedimentos estéticos para fugir das autoridades (Foto: Reprodução)

Segundo investigação preliminar da Polícia Civil, Lenon Oliveira do Carmo, que fez ao menos cinco procedimentos estéticos para fugir das autoridades, possui um patrimônio estimado de R$ 5 milhões em nome de laranjas. Lenon, que lidera uma facção no Amazonas, estava foragido desde 2018 e foi capturado no último sábado (17), em um bairro de classe média de Fortaleza, no Ceará. Os investigadores encontraram duas casas de luxo no Ceará, uma delas em reforma. O traficante ainda construía um complexo de lazer para traficantes em uma propriedade invadida em Manaus. “Ele levava uma vida discreta, porém luxuosa. Estava construindo uma mansão no município de Icaraí, sendo que já morava muito bem. E tinha construído um complexo de lazer para os traficantes a ponto de aterrar um braço de um rio, para desviar e ter um balneário particular”, relatou o coronel Louismar Bonates, secretário de segurança pública do Amazonas. De acordo com informações da polícia, Lenon foi preso enquanto visitava uma residência de luxo que estava construindo próximo à praia de Icaraí, na região litorânea. O traficante segue detido na capital cearense, mas será transferido para Manaus. Fonte: IstoÉ 

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Santos de Pelé diz que parou guerra na Nigéria, mas historiador rebate versão

22 de outubro de 2020, 08:51

Um historiador diverge do fato e diz que o time da Vila Belmiro foi usado para promoção do governo local (Foto: Reprodução)

Um dos grandes feitos contados na história de Pelé, que completa 80 anos na sexta-feira, aconteceu na excursão do Santos para a África em 1969. Na ocasião, ficou o registro de que o time comandado pelo Rei do Futebol teria parado uma guerra civil na cidade de Benin, na Nigéria. O Estadão conversou com um historiador que diverge desse fato e diz que o time da Vila Belmiro foi usado para promoção do governo local. A versão do Santos diz que "havia um conflito em Benin entre duas facções, de ideologias diferentes. O prefeito então anunciou que o Santos jogaria na cidade para ajudar na arrecadação de dinheiro para reconstrução do entorno e pediu o cessar fogo. No período de dois a três dias, os conflitos pararam", conta o historiador Gabriel Santana, do Centro de Memória do clube alvinegro. O historiador José Paulo Florenzano realizou pesquisa de pós-doutorado na USP sobre as viagens à África feitas pelo Santos. Sua intenção foi mostrar a importância do clube no cenário internacional, mas ao confrontar a passagem histórica do Rei do Futebol na Nigéria, recebeu muitas críticas. A guerra civil na Nigéria começou em 1967, em um conflito étnico, político e econômico. A região de Biafra, no sudeste do país, possuía grandes reservas de petróleo e tentou a independência, dando início a uma batalha que resultou na morte de 2 milhões de nigerianos. Imagens de crianças desnutridas e de uma terra arrasada ganharam repercussão mundial. Houve comoção de artistas como John Lennon e Jimi Hendrix, shows beneficentes e também pedido do Papa Paulo VI para o fim do conflito. Florenzano comparou a cronologia da guerra com a viagem do Santos de 1969, a terceira excursão para a África do time brasileiro. "Havia esse contexto comercial estabelecido. Pelé era o grande nome do esporte e existia uma identidade negra com o clube, por isso houve a primeira viagem em 1966, depois em 1967, e em 1969. Haveria ainda mais uma em 1973. Era interessante para os governantes locais vincularem seus nomes ao de Pelé", diz o historiador. Em 1969, o Santos embarcou para a África e havia no cronograma apenas um jogo marcado para acontecer na Nigéria, na capital Lagos, que ficava no lado aposto de onde acontecia a guerra civil. O Estadão de 9 de janeiro de 1969 informou: "o primeiro jogo seria dia 16, em Brazaville, no Congo. Depois haveria duas partidas, dias 21 e 23, em Kinshasa, na República Democrática do Congo. Na sequência, atuaria em Lagos, dia 26, e depois havia a previsão de dois jogos dias 29 e primeiro de fevereiro, em Lourenço Marques, em Moçambique." O Estadão de 18 de janeiro de 1969, data em que o time já estava na África, noticiou que o "Conselho Esportivo de Benin designou um comitê especial para tratar de tal amistoso contra a equipe do Centro-Oeste, no dia 27 deste mês. Os nigerianos vão tentar convencer diretores brasileiros a reduzir a taxa de exibição por não poderem pagar as 11 mil libras argelinas exigidas inicialmente..." "O governador militar do Estado do Centro-Oeste prometeu que deixará livre a passagem pela ponte de Sapele a todos aqueles que quiserem ver o amistoso." E Pelé, claro. Na época, aviões de combate da Nigéria decolavam de Benin para atacar zonas em Biafra. A ponte citada estava fechada em 1969. Isso porque dois anos antes, no início do conflito, guerrilheiros de Biafra ocuparam Benin durante um mês. O governo da Nigéria recuperou a região em seguida, fechou a ponte, mas ficou esse trauma. A iniciativa de reabertura para o jogo era parte da estratégia de conquistar a população Ibo, a etnia que havia proclamada a República de Biafra e que também estava presente no Estado do Centro-Oeste. Na ocasião da partida, a região de Biafra estava cercada por terra, mar e ar, reduzida a um quarto do que tinha sido no começo do conflito. A Cruz Vermelha tinha dificuldade para levar mantimentos e socorrer a população local. Foi nesse período que houve a comoção internacional. "Você imagina que nessas condições a guerra seria interrompida para que o Santos jogasse? Ninguém conseguia parar a guerra", opinou Florenzano. Para o historiador, o governo nigeriano tinha absoluto controle da guerra e do território e trouxe o Santos para demonstrar soberania. "A questão é lógica. Por que o governo, a Federação de futebol do País, gastaria para trazer o Santos, de Pelé, em uma área que ele não teria controle (Benin)? Qual o interesse de negociar um cessar fogo com o inimigo, mandando uma mensagem negativa para a sociedade nigeriana que não se tem controle pleno da situação?", questiona o estudioso. "A única coisa que faz sentido é imaginar que o governo nigeriano levou o Santos para Benin como peça para propaganda da guerra. Levar o Santos na cidade era uma maneira de cicatrizar o trauma e mostrar que estava tudo sob controle." O jogo acabou acontecendo em 4 de fevereiro, no fim da excursão. O Santos venceu a equipe local por 2 a 1, com gols de Toninho Guerreiro e Edu. No dia seguinte, o time foi embora do país. A guerra durou até janeiro de 1970. "Claro, era uma guerra. Havia possibilidade de um ataque guerrilheiro. Mas não era uma cidade que estava em disputa e parou para o Santos jogar. Esse é o dado central." O Estadão do dia seguinte à data da partida informou o relato do jogo em dois parágrafos, com título: "O Santos ganha por 2 a 1." A nota dizia que haviam 10 mil torcedores no estádio e que o governo militar da região decretou feriado na cidade. "O clube santista recebeu pela exibição 6 mil libras nigerianas e voltou a Lagos logo que a partida terminou." Não há informação de que tenha havido cessar fogo.

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Jacobina: Instrumentos musicais é na Disco de Ouro, uma empresa super indicada

21 de outubro de 2020, 16:09

A Disco de Ouro fica localizada na Rua Afonso Costa (Novo Calçadinho) (Foto: Notícia Limpa)

Disco de Ouro. O sugestivo nome já remete ao ramo comercial que a empresa pertence, o de instrumentos musicais. Genuinamente jacobinense, a ‘Disco’, que lembra música, de ´Ouro’, homenagem ao metal extraído na cidade, é especializada na venda de componentes eletrônicos, iluminação, áudio e, principalmente instrumentos musicais, disponíveis nas mais diversas variedades e tipos, como de corda, sopro, percussão e outros. O mercado musical é algo muito forte atualmente e ele vai desde os artistas profissionais aos que são apenas amantes de instrumentos musicais. E para acompanhar este nicho, a Disco de Ouro oferece produtos dos melhores fabricantes e fornecedores do país, prezando sempre pela qualidade, uma de suas principais marcas. A imagem ajuda a posicionar a Atratividade e a credibilidade ajuda na confiabilidade, dentro deste princípio, a Disco de Ouro se destaca pelo atendimento e por sua aprazível e diversificada loja. Estando em Jacobina, vale a pena conhecer a Disco de Ouro e ser atendido por seu proprietário Nevton Vilas Boas. A Disco de Ouro fica localizada na Rua Afonso Costa, no ‘Novo Calçadinho’, no centro da cidade.

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Outubro Rosa: Equipamento de perfuração de mina foi pintado de rosa

21 de outubro de 2020, 14:00

O Fandrill, nome do equipamento, chama a atenção pelo seu tamanho (são quase 10 metros de comprimento) (Foto: JMC)

Como parte das ações do Outubro Rosa, mês de conscientização e prevenção ao câncer de mama e colo de útero, a JMC Yamana Gold pintou o equipamento de perfuração vertical que é usado dentro das minas subterrâneas e operado também por mulheres. O Fandrill, nome do equipamento, chama a atenção pelo seu tamanho (são quase 10 metros de comprimento), e ficou exposto em frente ao refeitório da unidade durante essa semana. A empresa não tem poupado esforços para conscientizar para a prevenção. Durante todo o mês, a JMC vem desenvolvendo ações de responsabilidade social pensando na saúde e bem-estar da mulher. E para fechar as ações, no próximo dia 29, às 19h30, acontecerá uma live no instagram da empresa com aula de dança e circuito funcional, que deve repetir o sucesso que foi a primeira live com a médica Luciana Guerra, realizada no dia 15/10, com abordagem a Saúde da Mulher. Para Julia Sandoval, Enfermeira do Trabalho, ainda existem muitas pessoas que não dão a devida importância para este tema. "A luta contra o câncer precisa ser lembrada e campanhas como a do Outubro Rosa, fazem com que as pessoas lembrem e se previnam, fazendo os devidos exames. Sempre que as mulheres olharem para o equipamento pintado de rosa, vão lembrar da campanha", afirma.

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Operações resgatam 37 pessoas de trabalho análogo à escravidão em Jacobina, Várzea Nova e Mulungu do Morro (fotos)

21 de outubro de 2020, 06:58

Trabalhador de 67 anos resgatado na produção de sisal na Bahia (Foto: Sérgio Carvalho/AFT)

Os trabalhadores foram encontrados em barracos e casas precárias sem condições mínimas de habitação. Os resgatados trabalhavam em fazendas de produção de sisal. Participaram da operação, além de auditores fiscais do trabalho, o Ministério Público do Trabalho (MPT), a Defensoria Pública da União (DPU) e a Polícia Federal. A ação nasceu de investigação da inteligência do grupo móvel. O nome dos envolvidos ainda não foi divulgado para não atrapalhar o processo de pagamento de salários e direitos atrasados e do dano moral individual estipulado pela DPU e o MPT. As informações são de matéria do jornalista Leonardo Sakamoto, divulgada nesta quarta-feira (21), em um dos destaques do site UOL Notícias. Veja abaixo a reportagem na íntegra: Resgatado da escravidão no sisal passou mais de 10 anos em fazenda na Bahia Um hmem de 67 anos foi resgatado de condições análogas às de escravo após trabalhar por mais de dez anos na produção de sisal em uma fazenda no interior da Bahia. Ele foi um dos 37 trabalhadores libertados pelo grupo móvel de fiscalização, em operação que terminou nesta terça (20), nos municípios de Várzea Nova, Jacobina e Mulungu do Morro. "Em quase sete anos de combate ao trabalho escravo, poucas vezes vi uma situação assim. Um desrespeito completo à dignidade das pessoas, não só pela condição degradante causada pela ausência de água, de banheiro, de alojamento, de comida, mas também por quase não receberem nada", afirmou à coluna André Dourado, que coordenou a ação junto com Gislene Stacholski, ambos auditores fiscais do trabalho. Dados do Painel de Informações e Estatísticas da Inspeção do Trabalho no Brasil, do Ministério da Economia, mais de 55 mil pessoas foram resgatadas da escravidão contemporânea pelo governo brasileiro desde 1995, quando o país criou seu sistema de combate a esse crime. Operações resgatou 37 pessoas da produção do sisal De acordo com a fiscalização, os trabalhadores foram encontrados em barracos e casas precárias sem condições mínimas de habitação. A água para beber ou para cozinhar era amarelada e armazenada em galões de produtos químicos reutilizados. Os trabalhadores dormiam em pedaços de espumas colocados em cima de varas de sisal. Não havia banheiros e as necessidades fisiológicas eram feitas no mato. Alguns recebiam de R$ 350 a 950, sem direitos. Trabalhador passa ao lado de planta usada na produção de fibras de sisal Trabalhador não sabia mais como usar um banheiro A pior situação era exatamente a do trabalhador idoso. Ele estava em uma casa suja com telhado com risco de queda, onde cozinhava no chão de um dos cômodos em uma fogueira. Tomava banho no mesmo local onde o gado, cachorros e urubus bebiam água. Recebia entre R$ 80 e R$ 90 por semana e, segundo seu depoimento aos auditores, passou fome e não tinha documentos. "Ele passou lá tanto tempo que já se sentia parte daquilo, que tudo aquilo era normal, que a vida dele era aquilo mesmo", diz a auditora fiscal Gislene Stacholski. "Nesta segunda, ele foi levado para uma pousada. À noite, saiu para fazer as necessidades no mato. Avisaram a ele que havia um banheiro no quarto, mas ele disse que não sabia mais como usá-lo." Tal como André Dourado, ela conta que, em oito anos de grupo móvel, essa foi a situação que mais a chocou. "Faz tempo que não encontramos uma situação de miséria tão grande quanto a que vimos no sisal", avalia. Por falta de orientação, não recebeu o auxílio emergencial durante a pandemia, nem estava inscrito em qualquer programa assistencial, como o Benefício de Prestação Continuada. "A situação encontrada na região do sisal requer a atuação enérgica dos órgãos de proteção ao trabalhador, pois foram verificadas condições de trabalho extremamente precarizadas", afirmou à coluna a procuradora do Trabalho Janine Milbratz Fiorot, que participou da operação. "Trabalhadores explorados em proveito de uma cadeia produtiva que também precisa ser responsabilizada. O MPT pretende doravante atuar de maneira a regularizar o trabalho e responsabilizar pelas ilicitudes." Participaram da operação, além de auditores fiscais do trabalho, o Ministério Público do Trabalho (MPT), a Defensoria Pública da União (DPU) e a Polícia Federal. A ação nasceu de investigação da inteligência do grupo móvel. O nome dos envolvidos ainda não foi divulgado para não atrapalhar o processo de pagamento de salários e direitos atrasados e do dano moral individual estipulado pela DPU e o MPT, que está em andamento, segundo os auditores. Um dos empregadores não foi localizado e será alvo de ação judicial. A fiscalização estima o montante em R$ 400 mil. Amputações infelizmente são comuns no processamento das fibras de sisal Trabalho escravo no Brasil hoje A Lei Áurea aboliu a escravidão formal em maio de 1888, o que significou que o Estado brasileiro não mais reconhece que alguém seja dono de outra pessoa. Persistiram, contudo, situações que transformam pessoas em instrumentos descartáveis de trabalho, negando a elas sua liberdade e dignidade. Desde a década de 1940, o Código Penal Brasileiro prevê a punição a esse crime. A essas formas dá-se o nome de trabalho escravo contemporâneo, escravidão contemporânea, condições análogas às de escravo. De acordo com o artigo 149 do Código Penal, quatro elementos podem definir escravidão contemporânea por aqui: trabalho forçado (que envolve cerceamento do direito de ir e vir), servidão por dívida (um cativeiro atrelado a dívidas, muitas vezes fraudulentas), condições degradantes (trabalho que nega a dignidade humana, colocando em risco a saúde e a vida) ou jornada exaustiva (levar ao trabalhador ao completo esgotamento dado à intensidade da exploração, também colocando em risco sua saúde e vida). Auditor fiscal conversa com trabalhador da produção de sisal As mais de 55 mil pessoas foram em sua maioria resgatadas por grupos especiais de fiscalização móvel, coordenados por auditores fiscais do trabalho em parceria com o Ministério Público do Trabalho, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, o Ministério Público Federal e a Defensoria Pública da União, entre outras instituições. Ou por equipes ligadas às Superintendências Regional do Trabalho nos estados, que também contam com o apoio das Polícias Civil, Militar e Ambiental. Trabalhadores têm sido encontrados em fazendas de gado, soja, algodão, café, frutas, erva-mate, batatas, sisal, na derrubada de mata nativa, na produção de carvão para a siderurgia, na extração de caulim e de minérios, na construção civil, em oficinas de costura, em bordeis, entre outras atividades.

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Bahia: Jacobina ultrapassa a marca de 1.000 casos do novo coronavírus

20 de outubro de 2020, 15:55

O município de Jacobina tem uma média de mais de 5 casos de coronavírus diariamente, desde a confirmação do primeiro infectado (Foto: Notícia Limpa)

No dia 3 de abril deste ano foi anunciado pela Secretaria de Saúde o primeiro caso confirmado do novo coronavírus de Jacobina. Nesta terça-feira, 20 de outubro, completam exatamente 200 dias que a população recebeu com apreensão e incertezas a notícia. Muito pouco se sabia sobre a doença causada pelo vírus a Covid-19. Muita gente ficou em pavorosa, levando inclusive o prefeito a baixar decretos visando o isolamento social, quando foi determinado o fechamento do comércio local, a proibição de funcionamento de clubes e academias de ginásticas e outros serviços considerados não essenciais. A preocupação com o avanço da doença durou até o dia 31 de maio, quando a Prefeitura flexibilizou a quarentena e autorizou a abertura de praticamente todos os serviços existentes no município. Naquele momento existiam apenas 45 casos confirmados. Após a flexibilização do isolamento social o município contabiliza neste momento a marca de 1.003 (mil e três) casos confirmados, com 11 óbitos, segundo informações divulgadas pela Secretaria de Saúde, através do Boletim Epidemiológico desta terça-feira, que informa ainda que 155 exames aguardam resultado do Laboratório Central da Bahia (Lacen), 213 casos estão ativos e 684 pessoas foram curadas. A liderança em números de casos continua sendo o Bairro do Leader com 89 infectados, seguido pelo Mundo Novo 85, Félix Tomaz 79, Peru 66, Centro 56, Serrinha 46 e com a mesma quantidade Índios e Caeira aparecem com 39. Nas comunidades rurais, o Junco aparece com 50 casos, Lages do Batata 27, Caatinga do Moura 17 e Pé de Serra 15 casos. Funcionamento da UTI Anunciada por diversas vezes e aguardada ansiosamente pela população que acompanha o crescimento da curva de números de casos subindo desde o anúncio do primeiro contaminado no município, a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) ainda não está em funcionamento. No final do mês de setembro a secretária de Saúde de Jacobina, Adelzina Natlina de Paiva Neta, chegou a anunciar o funcionamento desta importante estrutura hospitalar para a primeira semana deste mês de outubro, o que não aconteceu. O Notícia Limpa tentou contato com a secretária de Saúde de Jacobina para tratar sobre o funcionamento da UTI mas não obteve. resposta. A UTI do HRVG está concluída, mas ainda não foi entregue (Foto: Divulgação/PMJ) "Os moradores de Jacobina estão sendo protegidos por Deus. A sorte concebida pela graça divina é que os que pegaram o coronavírus não precisaram de atendimento mais avançado”, salienta a dona de casa Eva Maria de Araújo, demonstrando a mesma preocupação da maioria dos seus conterrâneos com a ausência de um atendimento de alta complexidade na cidade. Dos 50 leitos de enfermaria disponíveis no HRVG, que se transformou como Centro de Referência para Covid-19, 10 estão ocupados.

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Os 7 alimentos que são ladrões de energia

Você provavelmente já ouviu falar e leu bastante sobre alimentos e suplementos que aumentam sua disposição e te deixam mais animado para encarar um treino ou até mesmo as tarefas do dia a dia. Mas também existe o outro lado dessa moeda. Não faltam vilões neste mundo na nutrição: os alimentos que são ladrões de energia e podem atrapalhar bastante sua rotina na corrida ou até mesmo se tornar um obstáculo numa prova.

Esses “ladrões” de energia atuam de diferentes maneiras no organismo. Em alguns casos, oferecem tanto açúcar que, num primeiro momento, essa elevada taxa de glicose resulta em mais disposição, mas, logo em seguida, a insulina liberada para normalizar essa glicose faz justamente o caminho contrário. E aí o cansaço chega com tudo.

Também tem aqueles alimentos que dão tanto trabalho para o sistema digestivo que muitos nutrientes são desviados para ajudar nesse processo, fazendo com que eles faltem na produção de energia em outras funções do organismo. Resultado: o corpo logo sente essa queda de disposição.

Para te ajudar a evitar esse cansaço causado pela má alimentação, acionamos três especialistas para fazer uma lista dos maiores ladrões de energia, suas principais armas e como combatê-las. Confira!

Os ladrões de energia 

Carboidratos simples

Alimentos com farinhas brancas vão roubar energia se consumidos em excesso. “Em um pré-treino, por exemplo, são aliados, mas viram vilões se não houver uma atividade física depois”, pondera Mayara Ferrari, nutricionista funcional esportiva. “Isso acontece porque a quantidade de açúcar no sangue fica muito elevada e o pâncreas libera mais insulina para quebrar todos esses carboidratos. Isso pode causar uma grande redução de açúcar no sangue, resultando em fadiga e falta de energia.”

Sal

Aquele sal extra para dar mais gosto à comida pode te deixar mais cansado. Em quantidade exagerada, o sal aumenta a pressão arterial e deixa o organismo mais desidratado porque mais água é necessária para compensar. “Ele prejudica o funcionamento adequado do organismo, que ficará a todo momento buscando esse equilíbrio. Isso dará uma sensação de cansaço e fadiga. Esporadicamente um pouco de sal não tem problema, mas abusar dele diariamente ou usar em grande quantidade é bastante prejudicial”, adverte Mayara.

Alimentos gordurosos e frituras

A gordura em excesso dificulta a digestão e atrapalha a chegada dos nutrientes à corrente sanguínea. “Como possuem uma digestão mais
lenta, eles fazem com que a circulação se concentre na região abdominal por mais tempo. Isso causa uma sensação de letargia e sonolência durante a digestão, que pode passar de três horas. E isso não é bom para quem vai se exercitar, pois precisará de boa circulação nos membros”, alerta a nutricionista Lara Natacci.

Doces

A lógica nesse caso é parecida à dos carboidratos simples: como eles são ricos em açúcar, dão um pico de energia no primeiro momento porque aumentam a quantidade de glicose no sangue, mas se a pessoa não for praticar uma atividade física logo em seguida, essa disposição logo pode virar cansaço. “O organismo vai aumentar a secreção de insulina para normalizar a glicemia, que é a quantidade de glicose no sangue. Por isso, a sensação de aumento de energia deve durar pouco e dar lugar à fadiga”, reforça Lara Natacci.

Café

O café, um dos estimulantes mais populares, também pode roubar sua energia. Ele realmente gera mais disposição num primeiro momento, mas sua ação no sistema nervoso tem como um dos efeitos a fadiga. “A cafeína, no cérebro, obstrui os efeitos da adenosina, substância que ajuda na transferência de energia e na promoção do sono, dando o efeito estimulante”, explica André Lemos, médico nutrólogo. “Por outro lado, também inibe a degradação da acetilcolina, que aumenta o estímulo muscular. E a consequência disso são o cansaço e a debilidade”, completa.

Corantes e conservantes

Presentes em muitos produtos industrializados, como nuggets, embutidos (salame, presunto, mortadela, peito de peru) e salsichas, eles
modificam o funcionamento adequado do organismo, que tenta repor o que os corantes “tiram” no processo de digestão. “Eles causam uma cascata de processos inflamatórios e oxidantes. Para reverter essa situação, disponibilizamos muitas vitaminas e minerais, fazendo com que o restante do organismo não funcione adequadamente”, destaca Mayara.

Refrigerante

O refrigerante é um dos “ladrões de energia” mais temidos. Alguns maratonistas e ultramaratonistas o utilizam durante provas quando já estão acostumados a seus efeitos, inclusive psicológicos, mas, para o organismo, eles não têm nada de “bonzinhos”. Isso porque o refrigerante, em geral, tem tudo em excesso: açúcar, sódio e corantes. Assim, desencadeia todos os processos já descritos de uma só vez. Além disso, estudos apontam que o refrigerante ainda pode atrapalhar o padrão de sono, prejudicando o descanso e interferindo na disposição.

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