Pastor é preso suspeito de abusar sexualmente de pelo menos quatro mulheres

10 de junho de 2021, 16:17

De acordo com a Polícia Civil de Minas Gerais, o religioso convidava as fiéis para orações em um ambiente reservado e, nesse local, as orientava a praticar atos de cunho sexual (Foto: Reprodução)

O líder religioso, conhecido como pastor Alexandre, foi detido por investigadores da Polícia Civil (PC) ao chegar à igreja onde pregava em Belo Horizonte. Conforme a instituição, ele abusou sexualmente de, pelo menos, quatro mulheres na capital mineira. O pastor é influente na comunidade. Apenas no perfil pessoal do Instagram, que foi desabilitado, ele possui cerca de 500 mil seguidores.  A delegada Cristiana Angelica, da delegacia especializada de investigação à violência sexual, revela detalhes das denúncias. "O pastor é um líder influente na região. Aproveitando da condição de líder religioso, ele abusava das vítimas", destacou. Segundo ela, todas as vítimas relataram o mesmo "modus operandi". "O pastor se aproveitava das vítimas, que estavam muitas vezes com problemas financeiros, amorosos e de saúde. Elas pediam a ele que orassem por elas". A prece era feita em uma sala separada, onde os crimes aconteciam, segundo a polícia.  "Ele dizia às vítimas que elas estavam com influência de alguma entidade. Encostava as partes genitais dele nas costas das vítimas, encostava no peito das vítimas e muitas vezes sussurrava as orações ao pé do ouvido das fiéis. Todas as ações passaram na igreja", destacou.  Ainda conforme a delegada, quando era confrontado pelas vítimas, o pastor dizia ser "influente politicamente, que tinha amigos criminosos e que nada aconteceria com ele". O religioso responde pelo artigo 215, violência sexual mediante fraude. A pena vai de 2 a 6 anos. No depoimento, ele nega o crime. "É importante a divulgação da investigação porque acreditamos que existam outras vítimas que, por vergonha, medo ou receio, não procuram a delegacia. Pedimos que todas procurem as autoridades policiais", completou a delegada.

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EUA anuncia doação de 500 mi de doses da Pfizer; Brasil fica de fora

10 de junho de 2021, 15:00

Casa Branca divulgou 92 nações de baixa renda e da União Africana que receberão doses da Pfizer (Foto: reprodução)

Os Estados Unidos anunciaram oficialmente nesta quinta-feira, 10, que comprarão 500 milhões de doses da vacina contra coronavírus da Pfizer para doação e divulgou a lista dos países que receberão o imunizante. São 92 nações de baixa renda e da União Africana. O Brasil não está entre os países que receberão as doses. Segundo a Casa Branca, é a maior compra e doação de vacinas efetuadas por um único país na pandemia até agora. O anúncio da doação de vacinas chega depois de Biden se encontrar com presidentes das outras economias avançadas do G7 na Inglaterra. "O objetivo da doação de hoje é salvar vidas e encerrar a pandemia, e fornecerá o fundamento de ações adicionais a serem anunciadas nos próximos dias", informou a Casa Branca. A farmacêutica norte-americana Pfizer e sua parceria alemã BioNTech proporcionarão 200 milhões de doses em 2021 e 300 milhões na primeira metade de 2022, que os EUA então distribuirão pelo Covax, consórcio da OMS criado para a distribuição mais igualitária de vacinas no mundo. As vacinas, que serão produzidas nas instalações norte-americanas da Pfizer, serão disponibilizadas a um preço sem margem de lucro. "Nossa parceria com o governo dos EUA ajudará a levar centenas de milhões de doses de nossa vacina aos países mais pobres do mundo o mais rapidamente possível", disse o executivo-chefe da Pfizer, Albert Bourla. As novas doações se somam às cerca de 80 milhões de doses que Washington já prometeu doar até o final de junho e aos 2 bilhões de dólares contingenciados para o programa Covax e a Aliança Global para Vacinas e Imunização (Gavi), disse a Casa Branca. A lista dos 92 países de destino das doações foi definida de acordo com o Compromisso de Mercado Antecipado (AMC, na sigla em inglês) da aliança global por vacinação Gavi e incluem vários nações da África, como Angola, Marrocos, Cabo Verde, Nigéria e Quênia, da Ásia, como Afeganistão, Bangladesh, Índia e Paquistão, e da América Latina e do Caribe, como Haiti, Bolívia, Honduras e Nicarágua. A Gavi e a OMS saudaram a iniciativa, mas grupos de ativismo antipobreza pediram que se faça mais para aumentar a produção mundial de vacinas. "Certamente estas 500 milhões de doses de vacina são bem-vindas, já que ajudarão mais de 250 milhões de pessoas, mas isto ainda é uma gota no oceano comparado à necessidade em todo o mundo", disse Niko Lusiani, que comanda a unidade de vacinas da Oxfam América. "... precisamos de uma transformação rumo a uma fabricação de vacina mais distribuída para que produtores qualificados de todo o mundo possam produzir bilhões a mais de doses de baixo custo em seus próprios termos, sem restrições de propriedade intelectual", acrescentou ele em um comunicado. Biden apoia a quebra de patentes de algumas vacinas, mas não existe consenso internacional sobre como proceder.

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Bahia: Mais dois tremores de terra são registrados nesta quinta-feira (10), em Jacobina

10 de junho de 2021, 12:08

A frequência dos tremores já preocupam os moradores da cidade por conta da presença de uma barragem de rejeito de uma mineradora (Foto: Notícia Limpa)

A frequência de abalos sísmicos registrados em Jacobina já preocupa a população. A falta de pronunciamento das autoridades do município  com relação ao assunto tem contribuído para aumentar o medo dos moradores. Nesta quinta-feira (10), mais dois tremores foram registrados pelo Laboratório Sismológico da Universidade Federal  do Rio Grande do Norte (LabSis), ambos de magnitudes 1.6. O primeiro deles ocorreu às 01h40 UTC (22h40, hora local [do dia 09/06]). Já o segundo ocorreu horas depois, às 08h06 UTC (05h06, hora local). Agora já são 15 ocorrências desde o mês de janeiro deste ano. O último evento registrado em Jacobina ocorreu na última segunda-feira (7), com magnitude de 1.8 mR. Até o momento desta publicação não há informações de que moradores tenham escutado ou sentido o evento desta quinta-feira. O LabSis informa que segue monitorando e divulgando toda atividade sísmica que ocorra no estado da Bahia, bem como informando as defesas civis local e estadual. Localizações epicentrais simbolizadas pelas estrelas vermelhas no mapa

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Jacobina: Empresa se destaca em ações sociais

10 de junho de 2021, 11:17

A delicatessen e restaurante Dellypães tem promovido diversas ações solidárias (Foto: Notícia Limpa)

A responsabilidade social é uma prática adotada por muitas empresas que buscam contribuir para a construção de uma sociedade melhor, incluindo em seus valores e código de ética, condutas que vão além do bem-estar corporativo, mas que também tenham uma preocupação com a comunidade na qual está inserida. Partindo deste princípio, a jacobinense Delicatessen e Restaurante Dellypães tem se destacado por suas ações sociais, visando atingir não somente seus clientes, mas a comunidade em geral, principalmente a que mais precisa. Apesar de ser uma empresa relativamente nova a Dellypães tem promovido campanhas que chamam atenção. Entre as iniciativas estão a distribuição de pães gratuitamente para a população carente, o ‘Varal Solidário’ com doações de máscaras faciais contra o coronavírus e agora a ‘Campanha do Agasalho’, com arrecadações de itens de inverno, como blusas e cobertores, para serem distribuídos aos mais necessitados durante o inverno. Um elogiável exemplo de responsabilidade social e ação solidária, aplicada de diversas formas, com o objetivo de contribuir de forma positiva com o espaço onde pertence. A verdadeira filosofia de “fazer o bem, sem olhar a quem”. A Dellypães está localizada no início da Rua Alice Barros de Figueiredo, entre os bairros da Matriz e Leader.

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Estudo mostra benefícios de contar histórias para crianças

09 de junho de 2021, 19:37

A pesquisa foi realizada com 81 crianças, de 2 a 7 anos, internadas na UTI no Hospital São Luiz Jabaquara, da Rede D´Or, em São Paulo (Foto: Reprodução)

Contar histórias para as crianças traz tanto benefícios fisiológicos quanto emocionais para elas. É o que provou um estudo inédito realizado com crianças de 2 a 7 anos, internadas em unidades de terapia intensiva (UTIs). Ao final de leituras de até 30 minutos, elas relataram sentir menos dor, passaram a encarar o tratamento de forma mais positiva e ficaram mais confiantes.  Os resultados do estudo do Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) e da Universidade Federal do ABC (UFABC), feito em parceria com a Associação Viva e Deixe Viver (Viva), foram publicados este mês na Proceedings of the National Academy of Sciences, periódico científico da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. “[A contação de história] possibilita que, a partir do pensamento e da imaginação, a criança comece a habitar outro mundo, vá para outro mundo, o do personagem. Esse transporte que a narrativa permite, tira a criança daquele ambiente da UTI”, diz o pesquisador associado do IDOR e primeiro autor do estudo, Guilherme Brockington. A pesquisa foi realizada com 81 crianças, de 2 a 7 anos, internadas na UTI no Hospital São Luiz Jabaquara, da Rede D´Or, em São Paulo. Todas apresentavam condições clínicas similares e problemas respiratórios como asma, bronquite e pneumonia. Cerca da metade delas (41) participou de um grupo no qual contadores voluntários da Associação Viva e deixe Viver liam histórias infantis durante 25 a 30 minutos. O outro grupo, de 40 crianças, participou de jogos com perguntas de enigmas e adivinhações propostas pelos mesmos profissionais e durante o mesmo intervalo de tempo. Para medir os efeitos das intervenções, foram coletadas amostras de saliva de cada participante com o objetivo de analisar as oscilações de cortisol e ocitocina, que são, respectivamente, substâncias relacionadas ao estresse e à empatia. As amostras foram coletadas antes e depois de cada sessão. As crianças também realizaram um teste subjetivo sobre o nível de dor que estavam sentindo antes e depois de experimentarem as atividades, bem como realizavam uma tarefa de associação livre de palavras ao verem sete cartas com ilustrações de elementos do contexto hospitalar. A análise dos dados mostrou que os dois grupos foram beneficiados. Os resultados do grupo que participou da contação de histórias, no entanto, foram duas vezes melhores do que o grupo das adivinhações. “O que a gente acredita, pelo conjunto de evidências, é que esse elemento de conexão humana, de terem duas ou mais pessoas juntas conversando sobre a mesma história e compartilhando aquele momento, isso de fato tem se mostrado um elemento fundamental para ampliar esse poder da narrativa”, diz Brockington. O fundador da Viva, associação que atua com contação de histórias em hospitais há 24 anos, Valdir Cimino, afirma que a intenção do grupo era, inicialmente, apenas promover a leitura entre crianças. “Mas acabei vendo outros benefícios. Quando se entra em um quarto onde a criança está triste e se propõe uma atividade, isso já a tira da situação dolorosa, triste e chata. A criança, principalmente na faixa da primeira infância [etapa que vai de 0 a 6 anos], não entende porque ela está lá”, diz. Segundo Cimino, as histórias ajudam os pequenos a passar por momentos difíceis. Em hospitais onde atuam, os contadores são parceiros no tratamento. “Nós somos prescritos, [atuamos junto à] área de psicologia, de assistência social. Quando percebem que a criança está triste, chateada, que precisa passar por um procedimento chato, eles nos alertam. Avisam que ela vai passar por processo doloroso e que precisa de coragem. Então, nós levamos alguns títulos e brincadeiras com as quais discutimos essa temática”, conta. Apesar de não poder estar presencialmente nos hospitais, a associação segue com atividades remotas e leituras online. As transmissões têm atraído não apenas aqueles que estão em ambientes hospitalares, mas professores, famílias e outras pessoas, que acompanham de casa. O estudo foi realizado em 2018, antes, portanto, da pandemia de covid-19. Brockington acredita, entretanto, que os benefícios verificados nos hospitais podem se transpor para outros contextos e ajudar mais crianças e famílias em casa, principalmente, agora, nesse momento de surto sanitário. “A UTI guarda similaridade com o que as crianças estão vivendo. Estão em isolamento, estão longe dos amiguinhos, da família, dos avós, ficam restritos no mesmo ambiente, com incertezas e tensão por conta do vírus. Se pudesse incentivar os pais, os amigos e familiares a lerem mais, a contarem histórias, seria muito bacana”, diz o pesquisador.

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Administração pública é pública

09 de junho de 2021, 19:12

*Por Gervásio Lima - Não adianta o discurso de cuidado com o erário se não preservar a transparência em outras áreas da administração. A hipocrisia é parente próxima da corrupção, um elemento acusador, geralmente um aviso de que algo não está bem. A insistência em permanecer em um erro por acreditar que o certo é o que defende faz parte de um dos cúmulos da ignorância, ação tola que inevitavelmente terá  consequências negativas respingadas em quem não tem nada a ver com a situação. Uma piada mal contada agrada apenas o amigo elegante por conveniência. Para quem ainda não sabe, ou faz de conta que não sabe, se tratando de gestão pública, seja ela municipal, estadual ou federal, o papel dos detentores de cargos eletivos é o de buscar políticas para a melhoria de vida da população, proporcionando o bem-estar e garantindo condições para que serviços essenciais sejam oferecidos sem qualquer distinção - inclusive partidária - pois o povo é hegemônico. Conforme a Constituição, a administração pública é o conjunto de órgãos, serviços e agentes do Estado que procuram satisfazer as necessidades da sociedade, como educação, saúde, infraestrutura, segurança, cultura e outros. Neste caso, tudo que for de encontro aos princípios estabelecidos não se caracteriza como público, e os agentes públicos responsáveis por fazerem cumprir estas determinações estão sujeitos a punições, mesmo que nem sempre sejam severas. Prefeitos, governadores e presidente da República que acreditam ser ‘empresários’, administrando seus municípios, estados e o país como se fosse uma empresa privada, tratando servidores como seus funcionários particulares e o dinheiro público como se fosse fruto do lucro da venda de uma determinada mercadoria, estão fadados ao fracasso e bem próximos do xilindró, caso venham ser julgados e condenados por quem de direito. Defender o errado em causa própria ou por simples birra não significa que o brio esteja protegido. Ao contrário, é um claro exemplo de egoísmo do corruptor. Ninguém que rouba faz algo de bom, pois tira a dignidade e compromete inclusive a vida dos que pregam o bem, as vítimas de um sistema cíclico e vicioso. Aquele que tem a prerrogativa de comandar a partir de uma confiança depositada através de uma escolha coletiva, precisa, antes de qualquer atitude ilícita, respeitar as leis e não agir confiando na ingenuidade dos que lhe proporcionaram tal oportunidade. É preciso desconstruir a ideia de que apenas as coleiras dos cachorros são diferentes. Forte é o povo! *Jornalista e historiador

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Entulhos e materiais de construção em ruas e calçadas são motivos de reclamações em Jacobina

08 de junho de 2021, 14:21

Em pleno centro da cidade por exemplo, entrada para uma das principais áreas comerciais da cidade, a Rua Coronel Teixeira (Calçadão), é comumente interditada por entulhos e materiais de construção, independente de dia e horário; os pedestres precisam andar pela rua, já que as calçadas estão interditadas. (Foto: Notícia Limpa)

"Terra de ninguém", "a cidade está um mangue", "está faltando administração"… Estas são as frases mais comuns quando algum fato considerado fora da normalidade é flagrado nas vias públicas de um município. Geralmente as reclamações são destinadas para os descartes irregulares de lixos, entulhos ou para algum outro tipo de abuso como a carga e descarga em horários inadequados. Cada cidade se comporta de acordo às legislações locais específicas, seguindo o que determina o Código de Postura, o Plano Diretor ou outras determinações legais. Entulhos jogados nas calçadas e vias públicas, principalmente restos de materiais de construção ou materiais para novas edificações, são as infrações mais comuns nos centros urbanos, transgressões corriqueiras que acontecem sem que as autoridades de fiscalização autuem. Ao contrário de Jacobina, muitas cidades proíbem que materiais de construção sejam colocados em calçadas ou ruas. Tudo deve ser guardado dentro da própria área da obra. Quem descumpre a lei está sujeito a multa. independente do bairro, é comum encontrar materiais de construção espalhados pelas calçadas como areia, barro, brita, pedra e outros itens que impedem a passagem. Direito de ir e vir A calçada foi feita para o trânsito de pedestre e embora seja obrigação do proprietário cuidar, ela faz parte da via pública e portanto não pode ser usada para fins próprios, inclusive do proprietário. Em algumas cidades existem leis específicas estabelecendo inclusive multas para quem desrespeita, mas o problema é que muita gente simplesmente desconhece e o problema está longe de terminar.

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Governo mantém toque de recolher e proibição da venda de bebida alcoólica no fim de semana na Bahia

08 de junho de 2021, 07:27

Apesar de aparecer na relação do municípios em que o toque de recolher inicialmente às 20h, o município de Jacobina não tem cumprido o Decreto Estadual. Bares e restaurantes funcionam normalmente na cidade, inclusive nos finais de semana sem nenhuma fiscalização (Foto: Notícia Limpa)

O Governo do Estado decidiu prorrogar a restrição da locomoção noturna de pessoas das 21h às 5h, em toda a Bahia, até 15 de junho. Nos municípios localizados nas regiões da Chapada Diamantina, Oeste, Irecê, Jacobina, Sudoeste e Extremo-Sul, o toque de recolher vale das 20h às 5h. A prorrogação será publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (8). Nos municípios integrantes das regiões de saúde em que a taxa de ocupação de leitos de UTI vier a se manter igual ou inferior a 75%, por cinco dias consecutivos, a restrição na locomoção noturna será válida das 22h às 5h. Também fica proibida, em todo o território baiano, a venda de bebida alcoólica em quaisquer estabelecimentos, inclusive por sistema de entrega em domicílio (delivery), no período das 18h de 11 de junho até as 5h de 14 de junho. A comercialização de bebida alcoólica no fim de semana será liberada somente em municípios integrantes de regiões de saúde em que a taxa de ocupação de leitos de UTI vier a se manter igual ou inferior a 75%, por cinco dias consecutivos. Aulas As unidades de ensino públicas e particulares podem manter as atividades de forma semipresencial. Para que isso ocorra, é necessário que a taxa de ocupação de leitos de UTI Covid esteja abaixo de 75%, por cinco dias consecutivos, nas regiões de saúde. Além disso, as atividades letivas devem ficar condicionadas à ocupação máxima de 50% da capacidade de cada sala de aula e ao atendimento dos protocolos sanitários estabelecidos. Eventos e shows Os eventos e atividades que envolvam aglomeração de pessoas continuam proibidos até 15 de junho, em todo o território baiano, independentemente do número de participantes, ainda que previamente autorizados. Segue suspensa ainda, até 15 de junho, a realização de shows, festas, públicas ou privadas, e afins, independentemente do número de participantes, além de atividades esportivas amadoras em todos os municípios baianos. Os eventos exclusivamente científicos e profissionais podem ocorrer com público limitado a 50 pessoas. Já os atos religiosos litúrgicos ficam permitidos mediante a ocupação máxima de 25% da capacidade do local. O funcionamento das academias também permanece autorizado mediante a ocupação máxima de 50%. Continua vedada, em todo o território baiano, a prática de quaisquer atividades esportivas coletivas amadoras até 15 de junho, sendo permitidas as práticas individuais, desde que não gerem aglomerações. Secom GOVBA

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Bahia: A terra continua tremendo em Jacobina. Mais um abalo sísmico é registrado nesta segunda-feira (7)

07 de junho de 2021, 22:16

O silêncio das autoridades do município é outra preocupação do jacobinense que tem como vizinhas duas barragens de rejeitos de uma mineradora (Foto: Notícia Limpa)

Nesta segunda-feira (7), as estações sismográficas operadas pelo Laboratório Sismológico da Universidade Federal  do Rio Grande do Norte (LabSis), registraram mais um tremor de terra, de magnitude preliminar de 1.8 mR, em Jacobina. Este já é o 13º ocorrido desde o mês de janeiro deste ano. O último evento registrado no município ocorreu no dia 25 de maio, de magnitude preliminar calculada em 1.2 mR. Localização epicentral simbolizada pela estrela vermelha no mapa Conforme informações do LabSis nenhum morador da região entrou em contato informando ter sentido ou ouvido o tremor desta segunda-feira. O órgão informou ainda que segue monitorando e divulgando toda atividade sísmica que ocorra no estado da Bahia, bem como informando as Defesas Civis local e estadual. A preocupação dos moradores de Jacobina é com a segurança da barragem.de rejeito de uma.empresa de mineração de ouro que funciona a cerca de 15 quilômetros do centro da cidade. A população vive assustada por conta dos desastres ocorridos nos municípios de Mariana e Brumadinho, em Minas Gerais.

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Estudo mostra que variante do coronavírus atinge quem já teve doença e será dominante

07 de junho de 2021, 13:04

Vacinação é a única forma de impedir contágio (Foto: Reprodução)

Dominante no Brasil, a variante P1 do coronavírus, rebatizada de gamma pela Organização Mundial de Saúde (OMS), pode puxar nova onda da pandemia para a qual a maioria da população estará vulnerável — inclusive quem já teve Covid-19 e, em tese, conta com anticorpos neutralizantes, mas ainda não recebeu as duas doses das vacinas (uma não é garantia de imunidade). Um novo estudo mostra que a P1 escapa dos anticorpos da infecção natural pelo Sars-CoV-2, o que evidencia significativo potencial de reinfecção. Porém, a gamma não consegue fugir das vacinas em uso no Brasil. Os cientistas destacam a urgência de aumentar o ritmo de vacinação no Brasil e de manter distanciamento social, uso de máscara e higiene. Apenas 10,74% da população receberam duas doses. A segunda onda da pandemia foi puxada, sobretudo em seu início, pela variante P2, agora chamada de zeta. Mas essa variante, originada no Rio de Janeiro e que rapidamente se espalhou pelo Brasil entre o fim de 2020 e o início de 2021, não consegue se livrar do ataque dos anticorpos gerados por infecção anterior pelo Sars-CoV-2, segundo o estudo. Já a gamma, identificada pela primeira vez em Manaus em novembro de 2020, se propagou com mais intensidade neste ano, provocou muitos casos e agora já é majoritária no Brasil. — Embora a gamma seja importante na segunda onda, se tivermos uma terceira ela será absoluta. Isso significa maior probabilidade de reinfecções e de novos casos, pois ela é mais transmissível, gera enorme carga viral. O predomínio da gamma agora é uma diferença muito importante — explica o coordenador do estudo e pesquisador da Fiocruz Pernambuco, Roberto Lins. Imunização Igualmente preocupantes são as evidências de que a gamma está em processo de transformação e adquiriu alterações que podem torná-la mais resistente ao ataque de anticorpos, destaca Lins.Ele explica que as vacinas, por ora, continuam eficientes porque promovem uma reação de defesa mais homogênea e efetiva do que a natural. As defesas naturais dependem da carga viral recebida e de características individuais do sistema imunológico:  Há combustível para o Brasil explodir numa terceira onda. Só teremos segurança quando 75% da população tiverem recebido duas doses de vacina. Quem já teve Covid pode ter de novo, se não for vacinado. Essas variantes, que surgem e se espalham, podem escapar da imunidade natural. Lins e seus colegas desenvolveram uma plataforma computacional que permite analisar rapidamente as interações de anticorpos com variantes, assim que são identificadas. A plataforma e seus primeiros resultados foram descritos na revista científica Chemical Communications. Segundo Lins, os anticorpos gerados na primeira onda da pandemia não neutralizam algumas das novas variantes analisadas, em especial a gamma e a beta, a sul-africana. O escape de variantes ao ataque de anticorpos é bem real e influencia como se propaga a pandemia — frisa. Segundo ele, quem já teve Covid-19 causada pelas primeiras linhagens do vírus e mesmo pela zeta (P2) não tem garantia de proteção pela imunidade natural porque o vírus mudou significativamente. — Se não reduzirmos a circulação do coronavírus, a gamma pode mudar tanto que teremos outra variante. E não há como saber quem é ou não suscetível — diz. MÉDIA MOVEL EM QUEDA O Brasil registrou 866 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 473.495 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias chegou a 1.629.

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Trigo transgênico nocivo à saúde pode ser liberado no Brasil nesta semana

07 de junho de 2021, 07:20

As substâncias podem causar danos genéticos e levar até a mutações das células. (Foto: Reprodução)

Na próxima quinta-feira, 10, as portas brasileiras poderão se abrir para um novo morador e esta é uma péssima notícia. O trigo HB4 será inicialmente produzido na Argentina, caso o Brasil se torne seu comprador. As sementes foram geneticamente modificadas para que sejam resistentes à seca, segundo seus criadores. O problema é que ele é igualmente receptivo ao glufosinato de amônio, um agrotóxico 15 vezes mais tóxico do que o glifosato, proibido na União Europeia por ser bastante nocivo à saúde e muito consumido por aqui. As substâncias podem causar danos genéticos e levar até a mutações das células. O órgão responsável por acolher ou não o estrangeiro polêmico é a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, CTNBio, que integra o Ministério da Ciência Tecnologia, Inovações e Comunicações, MCTIC.  De acordo com o Sindicato das Indústrias de Trigo, Sinditrigo, no ano passado, 74% do trigo importado pelo Brasil partiu da Argentina. Portanto, caso a decisão seja favorável ao novo alimento, os produtos feitos com ele estarão em boa parte dos lares do País.     A criação do novo trigo foi aprovada na Argentina em outubro do ano passado, mas a sua produção e comercialização estão condicionadas à aprovação brasileira, que irá comprar a maior parte das sementes. Caso a resposta seja favorável, também irá liberar sua comercialização para outros países, como a Indonésia. O HB4 logo encontrou resistência de ambientalistas, representantes da indústria local de alimentos e da população, que se uniram por meio da Campanha "Con Nuestro Pan No!".  Entre as dezenas de argumentos elencados pelos argentinos contrários ao trigo novo estão, claro, os malefícios à saúde e ao meio ambiente do agrotóxico que poderá ser usado na sua produção; a ausência de testes conclusivos que comprovem a segurança da ingestão a curto, médio e longo prazo; a falta de uma identificação na embalagem dos produtos feitos com ingredientes transgênicos, para que os consumidores tenham consciência do que estão comprando; e a facilidade do novo trigo de se misturar com os antigos, por meio da polinização cruzada, fazendo com que, em poucos anos, se torne impossível identificar quais são naturais e quais são os geneticamente modificados.   Parte dos brasileiros já está atenta à novidade e se declarou contrária a ela. Pesquisa feita pela Associação Brasileira da Indústria do Trigo, Abitrigo, revela que 85% dos moageiros entrevistados no País se recusam a utilizar o trigo transgênico HB4 e 90% deles poderão até romper com os atuais fornecedores argentinos, caso ele seja comercializado.  A "Con Nuestro Pan No!" encontrou eco por aqui e se transformou no manifesto "No nosso pão, não!". A Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, junto a várias outras organizações, estão coletando assinaturas, que serão enviadas  à CTNBio e ao Ministério Público Federal antes da votação. O documento já tem quase 200 assinaturas de entidades, que vão desde movimentos sociais e científicos, até padarias e associações da indústria de pães. Estadão https://contraosagrotoxicos.org/trigo-transgenico-no-nosso-pao-nao/

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Em mudança histórica, a maioria dos ingressantes na USP é de escola pública

06 de junho de 2021, 20:29

É a primeira vez que isso ocorre desde que a instituição passou a registrar o perfil dos ingressantes, em 1995 (Foto: Reprodução)

Em uma mudança histórica, a maioria dos novos alunos matriculados na Universidade de São Paulo (USP) vem de escolas públicas. Depois de anos de discussões e polêmicas sobre reserva de vagas na instituição de ensino mais conceituada do País, foi cumprida este ano a meta ambiciosa estabelecida em 2017 de ter metade de novos alunos com esse perfil. É a primeira vez que isso ocorre desde que a instituição passou a registrar o perfil dos ingressantes, em 1995. Das 10.992 vagas preenchidas, 51,7% foram ocupadas pelos alunos que estudaram na rede pública. Há mais de dez anos, o índice geral ficava em cerca de 25%, sendo bem menor nos cursos mais concorridos. Apesar disso, chegar aos mais pobres ainda é um desafio: a renda média da maioria dos ingressantes continua acima de 5 salários mínimos e menos de um terço do total dos estudantes é preto, pardo e indígena. O especialista em políticas de acesso e permanência da Universidade Federal do ABC (UFABC), Wilson Mesquita de Almeida, avalia positivamente o avanço dos últimos 15 anos para a inclusão de pessoas de baixa renda no ensino superior, mas aponta a necessidade de maior atenção com o corte de renda familiar. Para ele, há um reforço do perfil de classe média, que historicamente entra na universidade pública. Para ampliar o alcance, segundo ele, ainda é necessário combinar políticas estruturais, como maior investimento na escola pública, no professor, e democratizar o acesso à informação aos estudantes. Na pandemia, lembra, a desigualdade de aprendizado deve ser ainda maior. Entre todos os ingressantes, 25% têm renda familiar acima de 10 salários. Na outra ponta, quase um terço (29,7%) dos discentes dispõe de até três. Mesmo assim, o pró-reitor de Graduação da USP, Edmund Chada Baracat, diz que a implementação da reserva de vagas na USP tem mudado o perfil dos estudantes na instituição, tornando-a mais diversa social, cultural e economicamente. "Esse processo, no entanto, deve ser contínuo e constantemente avaliado. Nas universidades federais, pelo fato de a reserva já ter sido implementada há quase dez anos, o processo está mais adiantado." "É muito louvável que a USP tenha chegado a mais de 50% de alunos aprovados serem oriundos da rede pública do Brasil. No entanto, nossa comunidade ficará mais feliz quando esses 50% tiverem dentro da renda de no máximo 1,5 salário mínimo", diz Frei David Santos, diretor executivo da Educafro Brasil, que luta há décadas por mais inclusão na USP. Sonho Aos 18 anos e ex-estudante de escola pública, Natália Malerba chega à USP para cursar Engenharia Química. A felicidade da jovem é ainda maior porque deve permanecer em Lorena, onde mora e há um câmpus da instituição. Ao contrário dos colegas da turma que vêm em grande quantidade de outras partes do País, não precisará de ajuda para moradia. Segundo a USP, em 2021, foram destinados R$ 250 milhões, 6,7% a mais do que no ano passado, para auxílio estudantil. A renda familiar de Natália, como a de 13% dos novos estudantes, está entre 2 e 3 salários mínimos. "Durante todo o ensino médio, a maioria dos alunos sonha com a universidade pública. Porém sabemos o quanto é difícil passar porque são poucas vagas. Especialmente em tempos de pandemia, parece que a gente não vai ter futuro e que está muito longe de conseguir", diz a jovem. "Infelizmente, muita gente abre mão de fazer uma faculdade porque não consegue conciliar faculdade e a necessidade de trabalhar." "Nossa realidade não favorece o cultivo de sonhos. A gente não pode esperar que uma pessoa demore a entender que pode entrar no curso de Medicina", diz Adriana dos Santos, aprovada para Bauru. Ela tem 37 anos, mora em São Paulo e não pode receber auxílio estudantil por já ter graduação em Psicologia. A universitária vive com a mãe aposentada. A renda da família é de 1 salário mínimo. Por isso, há indefinição sobre como se manterá em outra cidade quando as aulas presenciais retomarem. "O fato de eu ter uma graduação não garante que eu tenha condições. É necessário maior flexibilidade ou ampliação do programa." Casado e pai de três filhos, Cassius Jansen, de 43 anos, é calouro no curso de Direito na USP. A única renda da família vem do salário de R$ 1,2 mil da esposa. Há dois anos, o universitário saiu do emprego, decidiu dedicar-se exclusivamente aos estudos para alcançar a vaga e conseguiu bolsa de estudos no curso pré-vestibular. Sobrevive de bicos e da ajuda da mãe. Para se manter na universidade, ele buscou auxílio nos programas de permanência para moradia, transporte e livros. "Às vezes, muita gente não entende o que é estudar no Brasil. Uma pessoa que estuda precisa de tempo. Isso não é possível se você não tiver algum apoio." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Como aumentar a imunidade rapidamente 

Para aumentar a imunidade rapidamente deixando o corpo mais forte no combate aos agentes agressores deve-se:

Adotar bons hábitos de saúde, realizando atividade física, dormindo adequadamente e evitando situações de estresse;

Evitar o cigarro ou estar exposto ao cigarro;

Expor-se ao sol diariamente, de preferência até as 10 horas da manhã e depois das 16 horas, sem protetor solar, para aumentar a produção de vitamina D no organismo;

Consumir alimentos saudáveis e manter uma dieta equilibrada, que inclua o consumo de frutas, verduras e legumes, de preferência orgânicos ou produzidos em casa sem agrotóxicos;

Evitar ao máximo fast food e alimentos industrializados e comidas congeladas como pizzas e lasanhas, por exemplo, pois contém substâncias que promovem a inflamação do organismo;

Evitar tomar remédios sem orientação médica;

Beber cerca de 2 litros de água mineral ou filtrada todos os dias. 

Além disso, caso tenha alguma doença causada por vírus, como gripe, por exemplo, é importante evitar frequentar lugares públicos fechados, como shopping, teatros e cinemas, além de ser importante lavar as mãos frequentemente com água e sabão, assim como evitar tocar os olhos, nariz e a boca com as mãos sujas. Dessa forma, é possível reduzir o risco de adquirir a doença e de haver o desenvolvimento de complicações, principalmente no caso da pessoa possuir o sistema imunológico mais fraco.

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