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Exoneração de Roberto Alvim já está publicada no Diário Oficial

17 de janeiro de 2020, 16:32

Municípios/Eleição 2020

Jacobina: Foi dada a largada da Corrida Eleitoral 2020

17 de janeiro de 2020, 15:04

Escola pede ‘kit médico’ aos meninos e ‘cozinha’ às meninas e polemiza

15 de janeiro de 2020, 10:48

Escola pede ‘kit médico’ aos meninos e ‘cozinha’ às meninas e polemiza (Foto: Reprodução)

A escola Instituto Dom Barreto (IDB), em Teresina, no Piauí, pediu na lista de material escolar para a volta ás aulas de 2020, ‘kit médico’ para os meninos e ‘ kit cozinha’ às meninas e gerou polêmica. Uma publicação no Facebook, em que o autor se diz tio de uma aluna da escola, com print dos pedidos viralizou na web. A escola pediu “kits profissão”, em que aos meninos foi solicitado kits médico, mecânico e bombeiro e às meninas teria, que levar kits salão e cozinha. Além disso, na lista, a escola pediu bola e carro de brinquedo apenas aos meninos, enquanto para as meninas a escola pediu uma boneca. Na publicação, o autor diz: “Não adoeçam as crianças, ensinem a elas sobre o mal do machismo, preconceito e homofobia”, declarou o autor da publicação. Escola pede ‘kit médico’ aos meninos e ‘cozinha’ às meninas e polemiza Com a repercussão negativa, a escola alterou a lista passando a pedir apenas um “kit brinquedo” a ser utilizado nas brincadeiras “faz de conta” e oficinas, “com a finalidade de ampliar o conhecimento do mundo da criança”, diz a lista. Em comunicado divulgado pela escola, após a repercussão do caso, a justificativa dada para a “divisão por sexo” foi que o objetivo seria apenas garantir a diversidade dos itens que seriam de uso coletivo ao longo do ano letivo. Leia a nota do IDB na íntegra: “Cientes da importância de esclarecimentos sobre nossa lista de materiais, vimos explicar que a divisão por sexo de alguns itens, exclusivamente da série do Infantário, dá-se apenas a título de garantir a diversidade de itens em cada sala, visto que, como especificado (MATERIAL LÚDICO – BRINCAR DE FAZ DE CONTA), as atividades desenvolvidas com esses materiais solicitados são feitas por todos os alunos ao mesmo tempo (material de uso coletivo) ou dentro do contexto pedagógico de experiências plurais. O objetivo não é estimular ou segregar uma profissão em detrimento de outra, tampouco reproduzir uma percepção caduca de atividades específicas e distintas para meninas e meninos. Nosso compromisso, sobretudo na Educação Infantil, é com o faz de conta, com a criatividade, com cooperação, com a socialização e a comunicação, com o desenvolvimento da oralidade, da motricidade, ou seja, tudo o que permita a nossas crianças conhecerem-se a si mesmas, aos outros e ao mundo. Acreditamos que informações desvinculadas de qualquer fundamentação didático-pedagógica podem afastar o real sentido das práticas do ensinar e aprender e reduz o trabalho desenvolvido por profissionais capacitados, e mais que isso, comprometidos com a infância e, sobretudo, com a formação de cidadãos e cidadãs que, historicamente, orgulham nosso Estado e nosso país. Avaliar uma escola, qualquer escola que seja, por um item da sua lista de materiais escolares é postura temerária, decorrente, muito provavelmente, do desconhecimento do histórico da instituição, que ao longo de sua existência tem primado por uma educação libertadora de quaisquer amarras derivadas de preconceitos e discriminações, e que se orgulha, ainda, de contribuir para a formação educacional de mulheres e de homens conscientes do protagonismo feminino em qualquer profissão que decidam seguir. Felizmente, a Escola tem colhido, nos mais diversos ramos profissionais, os resultados desse atuar. Assim, a lista de materiais divulgada para essa etapa não tem o propósito de impor, limitar ou distinguir seus usos. Entretanto, como somos conscientemente aprendizes, encontraremos outros modos de dizer nos próximos anos. Certos da confiança de nossa comunidade, desejamos um 2020 de Paz e Bem a todos”.  Identidade de gênero e a importância de discussão sobre o assunto na escola As temáticas relacionadas à identidade de gênero e a importância de discussão sobre o assunto na escola e no ambiente familiar são bastante recorrentes. E sempre que aparece um novo estudo sobre, é uma nova oportunidade de refletir ainda mais sobre a urgência de levar essa conversa com as crianças, além de defender o papel da escola como promotora de mudanças sociais desde a primeira infância. Além da ONU Mulheres, que lançou o “Currículo de Gênero”, material que oferece uma grade de aulas para discutir estereótipos, machismo, desigualdade, sexualidade e poder e outras diversas questões ligadas à temática em sala de aula, muitos movimentos, projetos sociais e atores do âmbito da educação e infância também prepararam materiais de subsídio ao combate do preconceito de gênero nas escolas. Um deles, gratuito e acessível a quem se interessar pelo assunto, é a cartilha “Porque falar sobre gênero na escola?”, que a Ação Educativa lançou  por meio do projeto “Jovens agentes pela igualdade de gênero nas escolas” (JADIG).  O material oferece um histórico da violência de gênero no ambiente escolar, e apresenta alternativas de empoderamento para crianças se protegerem contra o preconceito. Entre os tópicos que o documento traz, estão “Buscando respostas para quem somos”, “6 curiosidades sobre a lei Maria da Penha”, “A mídia não é o espelho da realidade”. 

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Maduro diz que “arrebentará os dentes” de Brasil e Colômbia em caso de ataque

15 de janeiro de 2020, 10:40

As declarações de Maduro foram feitas durante discurso anual à nação na Assembleia Nacional Constituinte, composta por aliados do governo (Foto: Reprodução)

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou nessa 3ª feira (14.jan.2020) que a Força Armada Nacional Bolivariana está pronta para “arrebentar os dentes” de Brasil e Colômbia em caso de ataque militar. “Elevamos a capacidade de defesa da pátria. Conheço os planos imperiais, conheço em detalhes os planos da oligarquia colombiana e de Jair Bolsonaro”, disse. As declarações de Maduro foram feitas durante discurso anual à nação na Assembleia Nacional Constituinte, composta por aliados do governo. Maduro voltou a dizer que o Brasil se envolveu no ataque a uma base no sul da Venezuela em dezembro de 2019. “Um grupo de terroristas, mercenários, desertores, traidores apoiados, financiado e amparado pelos governos de Jair Bolsonaro do Brasil e Iván Duque da Colômbia assaltaram um quartel no estado Bolívar”, declarou. “Roubaram fuzis, lançadores de morteiros e mísseis estratégicos. Em uma sanha assassina, mataram um jovem soldado de nossa Força Armada Nacional Bolivariana.” Disse que o regime “conseguiu capturar a maioria dos terroristas e recuperar 95% das armas roubadas”. “O resto foi levado para o Brasil, amparados pelo governo fascista de extrema direita de Jair Bolsonaro”, falou, sem apresentar provas. À época, o Itamaraty negou qualquer envolvimento do Brasil no episódio. O governo brasileiro, no entanto, concedeu refúgio à 1 grupo de militares desertores do regime – decisão criticada pelo ministro das Relações Exteriores do regime, Jorge Arreaza. O governo brasileiro faz oposição à gestão Maduro. Bolsonaro reconhece Juan Guaidó, principal nome de oposição na região, como presidente interino da Venezuela desde fevereiro do ano passado.

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Jacobina: Com mais de 90% das obras concluídas, Praça do Tombador será entregue em breve

15 de janeiro de 2020, 10:31

(Foto: Ascom/PMJ)

Em breve a comunidade do Tombador terá seus dias e noites com maior movimentação. Realizando um desejo antigo dos moradores, a Prefeitura de Jacobina estará entregando em breve uma grande praça na localidade. O espaço de convivência contará com área para eventos, coreto, parque infantil e jardim, que proporcionará  mais lazer e entretenimento para os moradores. “O Tombador teve vários avanços nestes últimos três anos, após a gestão do prefeito Luciano. Hoje temos duas cooperativas regularizadas e temos o serviço do Cras que atende todas as crianças e mulheres aqui na comunidade. Com a praça este lugar vai ficar lindo demais, com oportunidade de diversão  para os nossos filhos” ressalta o presidente da Associação Comunitária do Tombador,  Amilton Nascimento. “A nova praça dará novos ares ao povoado”, concluiu.

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Jacobina: 24ª CIPM recebe seus mais novos subtenentes

13 de janeiro de 2020, 14:28

(Foto: Divulgação/PM - BA)

Na última quarta-feira (8), a 24ª Companhia Independente da Polícia Militar de Jacobina (CIPM), passou a contar com dois novos subtenentes, tratam-se dos graduados Joaldo Martins Sena e Alexandro Moreira da Silva, que foram promovidos no dia 26 de dezembro de 2019, conforme publicação no Boletim Geral Ostensivo assinado pelo comandante geral da corporação, Coronel PM Anselmo Alves Brandão.   Os novos subtenentes PM Joaldo Martins e Alexandro Moreira participaram de uma preparação específica no 1º Batalhão de Ensino, Instrução e Capacitação, na cidade de Feira de Santana, onde receberam instruções e treinamentos de defesa pessoal, armamento e tiro, policiamento ostensivo geral, Direito Militar Aplicado, Legislação PM, policiamento comunitário, relações interpessoais, socorros de urgência e direitos humanos. Os novos graduados passarão a integrar o corpo de assistentes diretos do Comando da 24ª CIPM. “Os Sub Tenentes Moreira e Martins ingressaram nas fileiras da carreira Policial Militar da Bahia no ano de 1999 e 2008, respectivamente, como soldados PM, e aprovados em Concurso para Sargentos em 2011; possuindo em seus currículos profissionais diversos serviços prestados na área de atuação. Portanto nada mais justo que suas merecidas promoções sejam reconhecidas e parabenizadas por toda Corporação e pela Comunidade. Parabenizo os mais novos subtenentes da corporação. Sinto-me honrado em tê-los como meus auxiliares nos quadros da 24ª CIPM", parabenizou o major PM Flailton Oliveira, comandante da 24ª CIPM de Jacobina.

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Datafolha: Mulheres e negros compõem maioria de evangélicos e católicos

13 de janeiro de 2020, 13:17

(Foto: Reprodução)

O perfil de evangélicos e católicos no país é composto em sua maioria por mulheres e negros. Segundo pesquisa Datafolha, divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo na manhã desta segunda-feira, 13, o público feminino corresponde a 58% dos frequentadores de igrejas evangélicas e 51% das católicas. Pretos e pardos também são maioria, com 59% e 55% dos fiéis, respectivamente. A maior parte dos evangélicos e católicos são pessoas com renda mensal de até dois salários mínimos (48% e 46%) e com escolaridade até o ensino médio (49% e 42%). Por região, os evangélicos se concentram em maior parte no Norte (39%), enquanto os católicos estão mais representados no Nordeste (59%). O cristianismo continua sendo a religião  com maior número de fiéis no país. Do total de entrevistados, 50% afirmaram que são católicos e 31%, evangélicos. Já 10% das pessoas declararam que não tem religião definida e 1% é ateu. Entre outras crenças, 3% se declararam espíritas, 2% umbandistas e 0,3% judaicas. A pesquisa do Datafolha ouviu 2.948 pessoas em 176 municípios de todo o país. As entrevistas foram feitas pessoalmente, em locais de grande circulação. O instituto afirma que o nível de confiança dos resultados é de 95%. A margem de confiança é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

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Brasileiro ‘Democracia em vertigem’ é indicado ao Oscar

13 de janeiro de 2020, 13:09

(Foto: Divulgação/Netiflix)

Na manhã desta segunda-feira (13), a Academia do Oscar anunciou os indicados aos prêmios de melhores filmes do ano em diversas categorias técnicas. Na categoria de Melhor Documentário, o Brasil foi indicado com o "Democracia em vertigem", da diretora brasileira Petra Costa. "Democracia em vertigem" mostra, o passado político da cineasta de maneira pessoal e íntima no contexto do primeiro mandato do presidente Lula até o processo que culminou com o impeachment de Dilma Rousseff, analisando a ascensão e queda desses governantes e a consequente crise política no Brasil. Veja todos os indicados à categoria: Documentário "For Sama" "The cave" "American factory" "Democracia em vertigem" "Honeyland" A cerimônia dos melhores do cinema acontece no dia 9 de fevereiro em Los Angeles.

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Muito calor? Quatro perigos de usar chinelos no verão

13 de janeiro de 2020, 10:37

(Foto: Reprodução)

Para muitos de nós os dias quentes pedem chinelos nos pés, seja para caminhar na praia, no shopping ou simplesmente ir até a padaria. Todavia, se quiser evitar reações dolorosas e a proliferação de bactérias e germes – evite utilizar este tipo de calçado   Já calçou os seus chinelos favoritos de verão? Sabia que pode estar colocando os seus pés em perigo iminente de tanto os usar? De acordo com um estudo, só nos Estados Unidos, 78% das pessoas desenvolveram problemas nos pés devido à regularidade com que calçam esses sapatos quando chegam os dias quentes. A BBC explica algumas consequências do uso prolongado dos chinelos de dedo: 1. Alterações na forma de caminhar A separação natural dos dedos cria um esforço que afeta também o calcanhar e altera o modo como caminhamos. Normalmente os passos tornam-se mais curtos e o pé entra mais vezes em contato com o solo do que seria normal, já que o pé termina saindo algumas vezes do calçado. 2. Lesões A sola destes chinelos é muito fraca para amortecer o impacto das superfícies duras e o com eles nos pés apenas são tolerados solos macios, como a areia ou a grama. A maioria desses sapatos não foi desenhada para se moldarem ao formato do pé e, como consequência da instabilidade que causam, surgem dores nos tornozelos, costas e quadris. 3. Inflamações A sola do pé e o calcanhar são as partes do corpo que mais sofrem com a utilização inadequada dos chinelos. Ao esforçar estas partes dos membros inferiores, os chinelos danificam o pé e causam inflamações dolorosas, protuberâncias e muito cansaço ao caminhar. O problema pode agravar-se de tal modo que chega a ser necessário injeções de esteróides ou de terapia por ondas de choque. 4. Germes e pé chato Existem muitos outros problemas associados à utilização de chinelos de dedo: desde unhas encravadas a germes que se acumulam e infectam os pés. Por isso, usar este tipo de calçado pode tornar-se realmente doloroso para a sola do pé. Uma forma de aliviar estes problemas é colocar protetor solar e evitar calçá-los durante muito longos períodos de tempo.

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Úlcera gástrica: A ‘ferida’ no estômago que pode ser fatal. Os sintomas

12 de janeiro de 2020, 20:15

A condição é semelhante a uma ‘ferida’ que surge no revestimento do estômago e que, não sendo tratada, pode evoluir para uma situação mais grave (Foto: Reprodução)

De modo a conseguir digerir os alimentos, o estômago produz um ácido extremamente forte, conforme é explicado na página online do hospital CUF. Para que esse ácido não danifique os tecidos existe uma camada de muco que reveste as paredes do estômago, protegendo-as. Todavia, se por algum motivo, esta camada se torna ineficiente a proteger o órgão, o ácido pode atingir as suas paredes e causar ‘feridas’, ou seja as úlceras gástricas. Os sinais de alarme a ter em atenção Conforme a CUF alerta, a sensação de ardor e dor na zona central do abdômen (ou barriga) são os dois sintomas mais comuns de úlcera gástrica. Este tipo de dor pode surgir na zona central do abdómen, subindo até ao pescoço ou descendo até à região do umbigo ou em direção às costas. A sua duração varia, podendo ocorrer durante alguns minutos, prolongar-se por algumas horas ou ser persistente. Regra geral, surge no intervalo das refeições. Outros sintomas: - Indigestão (ou dispepsia, que causa desconforto ou dor na zona do estômago); - Azia; - Perda de apetite; - Emagrecer; - Sensação de mal-estar; - Náuseas e vómitos; - Arrotar constantemente; - Inchaço ou distensão abdominal após a ingestão de alimentos mais ricos em gordura.  Apesar de menos comum, as úlceras gástricas podem não causar dor e somente ser identificadas quando surgem outras complicações, como hemorragias. Consulte urgentemente o seu médico nestes casos Se algum dos sinais mencionados de dor ou mal-estar na região do estômago persistirem mais do que apenas alguns dias deverá consultar um médico.  Segundo a CUF, deve ainda dirigir-se ao hospital caso ocorram os seguintes sintomas que requerem cuidados urgentes: - Vômito persistente; - Vômito com sangue, que pode ser vermelho vivo ou ter uma coloração castanha escura e uma textura granulosa, semelhante a borras de café; - Fezes escuras e viscosas, semelhantes a alcatrão; - Dor repentina e aguda que piora progressivamente, sem conseguir alívio; Estes podem ser sinais de complicações mais graves, como perfuração de úlcera e hemorragia interna. 

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O jovem de 17 anos que descobriu planeta com dois sóis em seu 3º dia na Nasa

12 de janeiro de 2020, 13:53

Jovem de 17 anos foi peça-chave para descoberta de planeta a 1.300 anos-luz da Terra (Foto: Chris Smith/NASA's Goddard Space Flight Center)

O jovem de 17 anos havia recém-chegado ao estágio de verão na Nasa (agência espacial americana), mas em seu terceiro dia de estágio descobriu um planeta com dois sóis. Ainda faltava um ano para Wolf Cukier terminar o ensino médio em Nova York, mas ainda assim conseguiu fazer parte de um grupo de voluntários que passaria um período na agência espacial. Seu ingresso na Nasa não foi pouco, mas não se compara ao que aconteceu em seguida: no terceiro dia de treinamento, ele fazia parte da equipe que descobriu um planeta a 1.300 anos-luz da Terra. O achado Cukier iniciou um estágio no Goddard Space Flight Center, instituto de pesquisa da NASA em Greenbelt, no Estado de Maryland (no leste dos Estados Unidos). Seu trabalho era examinar os dados do TESS, satélite conhecido como Satélite de Pesquisa de Exoplaneta em Transição ou, mais informalmente, "caçador de planetas". A peculiaridade do projeto TESS é que ele convida pessoas sem treinamento aprofundado na área a serem voluntárias para assistir à transmissão on-line de padrões no brilho das estrelas que podem sugerir a existência de um novo planeta. A descoberta da qual Cukier participou aconteceu no meio do ano passado, mas só veio à público há poucos dias depois de ter passado por checagem. A checagem foi feita a partir de um programa batizado de Eleanor, em homenagem à personagem Eleanor Arroway, protagonista da obra Contato, de Carl Sagan. A ferramenta avalia se as transições são reais ou resultado de distorções ou interferências, por exemplo. Cukier teve a missão de estudar como duas estrelas se cruzariam criando um eclipse no sistema solar TOI 1338, mas em sua observação ele notou algo na órbita de duas estrelas que bloqueavam a luz. Segundo a NASA, após a descoberta, especialistas passaram várias semanas verificando a observação e finalmente concluíram que Cukier havia descoberto um planeta 6,9 vezes maior que a Terra. É também o planeta do seu tipo de número 13 identificado ao longo da história. "Eu estava procurando nos dados tudo o que os voluntários apontaram como um binário que eclipsou um sistema no qual duas estrelas giram em círculo, e do nosso ponto de vista são eclipsados ​​a cada órbita", disse Cukier, segundo um comunicado da NASA. Fã de Star Wars Um artigo escrito por Cukier e membros da equipe de pesquisadores da Nasa onde ele colaborava trouxe mais detalhes sobre a descoberta. O TESS foi capaz de detectar o novo planeta por causa de sua capacidade de monitoramento permanente. O satélite tem quatro câmeras, que registram um pedaço do espaço a cada 30 minutos, ao longo de 27 dias. Os cientistas usam essas informações para gerar gráficos e detectar como o brilho muda ao longo do tempo. Mas a detecção de um planeta com dois Sóis é mais difícil do que o com um. Segundo o principal autor do artigo, o cientista Veselin Kostov, os dados analisados sobre o TOI 1338 b traziam variações e passaram batidos por algoritmos. "O olho humano é extremamente bom para encontrar padrões em dados, especialmente padrões não periódicos como as transições nesse sistema." "Nossas certezas vieram e se foram algumas vezes, mas ao final estávamos seguros de que havíamos encontrado um planeta", disse Cukier à rede de TV americana ABC. O jovem de 17 anos é fã da série Star Wars — que retrata um planeta ficcional com dois sóis (Tatooine, onde vivia Luke Skywalker) — e afirmou esperar que essa descoberta possa ser o começo de sua carreira no campo de exploração espacial.

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Kanu, ex-Vitória, é o mais novo reforço da Juazerense

12 de janeiro de 2020, 11:13

O experiente zagueiro tem passagens por diversos clubes internacionais (Foto: Reprodução)

A Juazeirense confirmou na manhã deste domingo, 12, que o zagueiro Kanu será o novo reforço do Cancão de Fogo para o Baianão 2020. O jogador que ficou conhecido por suas passagens pelo Vitória, chega à Juazeiro nesta segunda-feira, 13. Kanu, para quem não se lembra, foi o jogador que se envolveu em uma polêmica com o juazeirense Petros, quando jogava pelo Vitória disse que ia atropelar o São Paulo numa partida do Campeonato Brasileiro. Petros, por sua vez respondeu: “Queria falar com o jogador do Vitória, o Seu Kanu, que para ele atropelar quem trabalha, quem é pai de família e quem depende disso aqui, ele tem que fazer muito mais. E tem que respeitar a camisa do São Paulo, porque aqui só tem pai de família”. A Juazeirense terá em seu elenco o experiente jogador, que conta com passagens de destaque pelo Vitória e futebol internacional, em clubes da Bélgica e Portugal. O atleta, que rejeitou outras boas propostas para defender as cores do time de Juazeiro, se apresenta ao Cancão nesta segunda-feira, 13. O próximo contratado pode ser o ex-são paulino Richarlyson  Virou o ano e a Juazeirense vem chegando pesado no mercado. Após confirmar na manhã deste domingo, 11, a contratação do zagueiro Kanu, ex-Vitória, agora a bola da vez é o meia Richarlyson, conhecido por sua passagem vitoriosa no São Paulo. Segundo os dirigentes do Cancão, já houve uma conversa com o atleta e a negociação está bastante adiantada. Richarlyson, além do São Paulo, onde foi campeão Brasileiro, teve passagens pelo Vitória, Atlético/MG, Chapecoense, entre outros clubes.   Com informações do site Geraldo José: www.geraldojose.com.br  

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Contaminação de cerveja é quebra-cabeça até para especialistas

12 de janeiro de 2020, 09:45

(Foto: Reprodução)

Ainda sob o impacto do episódio em que é investigada a possível ligação da cerveja Belorizontina com uma morte por contaminação tóxica e síndrome nefroneural em 10 pessoas, representantes do setor cervejeiro admitem que o caso afetará negativamente a área em Minas Gerais. Ao mesmo tempo, revelam perplexidade quanto à hipótese de o problema ter ocorrido na fábrica da empresa mineira. Além de a Backer ter negado utilização em sua planta de produção do dietilenoglicol – substância encontrada por perícia da Polícia Civil em garrafas da cerveja e em amostras de sangue de três dos pacientes que consumiram a bebida  –, os sistemas operacionais são considerados seguros por especialistas, ainda que passíveis de falhas. Engenheiro de produção pela USP e mestre cervejeiro formado em Louvain-la-Neuve, na Bélgica, Paulo Schiaveto afirma que as circunstâncias apresentadas inicialmente pelas apurações da Polícia Civil surpreendem, especialmente pelo fato de a Backer ter sustentado que trabalha com monoetilenoglicol em seus processos de resfriamento, e não dietilenoglicol. “Há uma conjunção de fatores muito estranha. Impossível não é. Mas é improvável. Se desse algum problema, a tendência seria vazar para o isolamento e não para dentro do tanque”. Em inox, tanques de fermentação como os da Backer são dotados das chamadas 'paredes encamisadas'. Há o compartimento em que é mantida a cerveja e, funcionando num duto lateral, isoladamente, uma serpentina pela qual circula a substância para manter resfriada a temperatura interna – entre 12°C e 18°C iniciais, em média, dependendo do estilo. No caso da Belorizontina, uma pilsen, entre 10°C e 12°C. Assim, não há (ou não deveria haver) contato entre o líquido de resfriamento e o produto. Na hipótese de um vazamento, há duas leituras entre profissionais da área ouvidos pelo Estado de Minas: a perspectiva maior, nesse caso, seria a de a cerveja transbordar para a parte ensanduichada, dada a pressão interna do fermentador. Ocorrendo um acidente e havendo a “invasão” da substância (nas serpentinas encapsuladas circulam em torno de 240 litros num tanque de 20 mil litros), seu grau de diluição não teria, de acordo com essas avaliações em tese, potência contaminadora o bastante para provocar os sintomas dos pacientes. O quadro clínico inclui insuficiência renal e acometimentos neurológicos, que a força-tarefa – composta por profissionais da saúde de Minas e do governo federal, vigilância sanitária e Polícia Civil, entre outros órgãos – criada para investigar o caso conecta ao consumo da marca. Vice-presidente do Sindbebidas e um dos cervejeiros mais tradicionais de Minas Gerais, Marco Falcone, proprietário da Falke, sugere cautela. “Nossa posição é esperar laudos conclusivos”, afirma, observando o grau de complexidade das apurações. “Há muitas perguntas sem respostas. A diluição num tanque de 20 mil litros seria residual. E havendo contaminação de 60 mil garrafas, era para termos uma epidemia por aí”. Ele diz que aguarda a perícia sobre as garrafas recolhidas para contraprova para que surjam novos elementos e demonstra confiança institucional na Backer. “A amostragem de duas garrafas na casa do doente, com quem nos solidarizamos, não nos convence.” Presidente da Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva), Carlo Lapolli defendeu o aprofundamento das apurações, mas citou preocupação com prejulgamentos. “Precisamos aprofundar a investigação médica e saber a origem de como aconteceu essa contaminação, a causa, se realmente está ligada ao dietilenoglicol e se não há mais algum tipo de agente externo”, declarou, acrescentando o aspecto de a ocorrência ter sido, num primeiro momento, numa área geográfica bastante delimitada, no caso o Bairro Buritis, Região Oeste de Belo Horizonte. Sobre a hipótese de vazamento interno, Lapolli vê baixa possibilidade. “Não há notícia desse tipo de contaminação em nenhuma cervejaria. É muito raro o vazamento desse sistema de refrigeração, usado no mundo inteiro. E quando vaza, vaza para dentro desse sanduíche que é feito para o isolamento térmico. Para dentro seria uma coisa muito rara.”   Previsão é de impacto negativo no mercado Pontual ou expressivo, integrantes da área cervejeira reconhecem que o episódio envolvendo a Belorizontina e a Backer, cuja fábrica foi interditada preventivamente na sexta-feira pelo Ministério da Agricultura, vai respingar no setor. “Vai sofrer um pequeno baque inicial. Se comprovada a culpa, o sofrimento será maior. Se não, vamos ter de fazer um marketing reverso, mesmo com o público fiel já conquistado”, avalia Marco Falcone. Um dos responsáveis por uma das receitas mais tradicionais da Backer, a da Medieval, o mestre cervejeiro Paulo Schiaveto não tem dúvidas sobre o impacto negativo para o mercado das artesanais. Depois do episódio, ele se espantou com a série de mensagens que recebeu, incluindo a despropositada versão de que haviam sido detectados vírus letais em lotes do produto. “Com certeza afetará o setor, até pela forma como foi propagada a notícia, inicialmente num ambiente de desinformação.” O sentimento é compartilhado por outro profissional do setor. “Sem deixar de pensar sempre nas vítimas, há, sim, preocupação de um respingo extremamente prejudicial disso no mercado”, afirma o cervejeiro, que preferiu a preservação de seu nome, em meio a um cenário que ele considera nocivo de proliferação de “informações atravessadas”, que têm se propagado sobretudo em redes sociais. “Recebi mensagens de fora do estado recomendando a não beber cervejas de Minas Gerais. Uma generalização irresponsável”, observou. As portas de saída? Ele cita a indústria de laticínios como referência, lembrando casos antigos de detecção de soda em leite. “O mercado teve de se reerguer aumentando critérios de controle, aumentando a segurança alimentar dos produtos.”

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Eleições de 2020 terão novas regras; veja o que muda

12 de janeiro de 2020, 09:39

(Foto: Reprodução)

Em outubro deste ano, mais de 153 milhões de eleitores devem ir às urnas para eleger prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. A quase 10 meses das eleições municipais, pré-candidatos começam a se organizar nos estados, e as eleições movimentam os bastidores da política. Neste ano, o pleito terá regras novas, muitas delas criadas em razão da popularização das redes sociais ou em decorrência de problemas identificados pela Justiça Eleitoral em experiências internacionais e nacionais. A principal alteração se refere às campanhas pela internet e às fake news. Apesar de a votação ocorrer apenas em outubro, o lançamento de pré-candidatos está autorizado, e políticos e partidos devem observar as regras para não infringirem a legislação. Os eleitores estão espalhados por 26 unidades da Federação. Apenas no Distrito Federal não haverá votação, tendo em vista o caráter específico da unidade federativa. No entanto, no resto do país, o pleito exigirá esforço do Poder Público para organizar e fiscalizar as eleições. Além da quantidade de candidatos ser maior e a votação ter características mais regionais, a fiscalização virtual é um desafio. A prática de fake news com fins eleitorais foi criminalizada no ano passado. Pode ser preso e até ter a candidatura suspensa o concorrente que espalhar informações inverídicas sobre a campanha de adversários, com o intuito de ganhar vantagem na disputa. Em junho, o Congresso aprovou pena de dois a oito anos de prisão para quem cometer essa prática, inclusive eleitores. A punição foi vetada pelo presidente Jair Bolsonaro, mas o Parlamento derrubou o veto e alterou a decisão promulgada em lei. A legislação prevê punição para “quem, comprovadamente ciente da inocência do denunciado e com finalidade eleitoral, divulga ou propaga, por qualquer meio ou forma, o ato ou fato que lhe foi falsamente atribuído”. Antes da norma, a previsão era de seis meses para quem caluniasse um candidato durante a campanha eleitoral, ofendendo-lhe a honra ou decoro. A advogada Samara Sahione, especialista em direito eleitoral, afirma que a propagação de informação falsa fica caracterizada se o autor tiver intenção de cometer o crime ou se a Justiça entender que havia meios de saber que se tratava de fato inverídico. “As fake news baseadas em calúnia têm pena alta, de restrição de liberdade. É preciso comprovar na Justiça que a pessoa tinha conhecimento da falsidade das declarações ou meios de saber se o conteúdo difundido era falso ou não”, explica. Existem diferentes regras para a fase anterior ao pleito. A campanha eleitoral, por exemplo, só será permitida a partir de 15 de agosto. No entanto, está liberado o lançamento de pré-candidatos. A arrecadação de doações por meio de vaquinhas virtuais só estará autorizada a partir de maio, destaca Sahione. “A captação de recurso pode ser feita via internet a partir de 15 de maio. Ainda não podem ser feitos pedidos de voto, mas, sim, de apoio financeiro. Se a candidatura for indeferida, os recursos voltam automaticamente aos doadores.” Proibições Neste ano, fica proibida a distribuição de materiais de campanha, como camisetas, chaveiros, bonés, canetas, brindes, cestas básicas ou outros itens. Também está proibido fazer propaganda de qualquer tipo em cinemas, clubes, lojas, centros comerciais, templos, ginásios e estádios. A regra inclui pinturas, placas, faixas, cavaletes e bonecos. Também não será permitido fixar material de campanha no sistema de iluminação pública, sinalização de tráfego, viadutos, passarelas, pontes e paradas de ônibus, árvores, muros e cercas. Pela internet, será liberado o impulsionamento de conteúdo eleitoral por candidatos e partidos. Essa prática, porém, é vedada aos eleitores. No dia da votação, não poderá ocorrer a publicação de conteúdo, que, neste caso, se caracteriza como boca de urna, explica Clever Vasconcelos, doutor em direito e promotor de Justiça em São Paulo. “Nesta eleição, tem a boca de urna eletrônica. No dia da eleição, não se podem fazer postagens nas redes sociais. Isso vale para o candidato e para qualquer pessoa. Se fizer, pode incidir em crime”, afirma. As eleições municipais, destaca Vasconcelos, são mais complexas para o poder público. “Nos municípios é muito complicada a fiscalização. A abordagem do político é muito próxima do eleitor. Tomamos muito cuidado com isso (crimes eleitorais), mas enfrentar problemas faz parte do jogo”, afirma.

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Justiça multa Facebook em R$ 6,6 mi por compartilhar dados de usuários

OMinistério da Justiça e da Segurança Pública (MJSP) decidiu multar o Facebook em R$ 6,6 milhões por compartilhamento indevido de dados de usuários cadastrados na rede social. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta segunda-feira, 30.

A multa, aplicada pelo Departamento de proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), órgão do MJSP, acontece após investigação que identificou “prática abusiva” por parte da empresa de tecnologia, que teria deixado vulneráveis dados de 443 mil usuários.

Segundo nota publicada no site da pasta, “o caso começou a ser investigado após notícia veiculada pela mídia, em 4 de abril de 2018, informando que os usuários do Facebook, no País, poderiam ter sofrido com o uso indevido de dados pela consultoria de marketing político Cambridge Analytica”, que ganhou notoriedade global por ter trabalhado na campanha presidencial de Donald Trump, nos Estados Unidos, e também para a campanha do Brexit, como é conhecido o processo de saída do Reino Unido da União Europeia.

Pelo Twitter, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, destacou a decisão do ministério e afirmou que “as redes revolucionaram a forma pela qual nos comunicamos e expressamos, mas há questões sobre privacidade a serem consideradas”. O Facebook tem dez dias para recorrer da decisão.

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