Oito frutas poderosas que reduzem risco de diabetes

17 de novembro de 2019, 09:36

Fatores de risco da diabetes tipo 2 incluem excesso de peso, pressão arterial alta, níveis de colesterol e triglicéridos (gordura no sangue) elevados (Foto: Reprodução)

O risco e os sintomas de diabetes de tipo 2 podem ser atenuados através da adoção de algumas mudanças na alimentação. A inclusão na dieta de fruta com baixo teor de hidratos de carbono é uma ótima opção para reduzir os índices de açúcar no sangue. 

A condição está ainda associada à obesidade e à manifestação de comportamentos mais agressivos nas crianças.

Quais alimentos devo comer?

Comer morangos é apenas uma das formas de reduzir naturalmente o risco de desenvolver a condição e de aliviar os sintomas quando a diabetes de tipo 2 já se manifestou.

Esta fruta é rica em vitamina C, que por sua vez contribui para a redução e estabilização dos níveis de açúcar no sangue, segundo informação disponibilizada pela organização britânica sem fins lucrativos Diabetes UK.

Aliás comer fruta em geral – cinco porções diárias – é extremamente importante quando se pretende combater a diabetes. Apesar da fruta conter um alto teor de açúcar, este é natural.

O açúcar só é prejudicial para a diabetes quando é ingerido a partir de refrigerantes, bolos, chocolates e outros alimentos processados.

Apenas uma única taça de morangos fornece 160% da dose diária recomendada de vitamina C. Mais ainda, este alimento contém compostos conhecidos por antocianinas, que ajudam também a prevenir a diabetes.

Ter diabetes significa igualmente que é importante ter atenção à quantidade de hidratos de carbono ingerida. Sendo assim, frutas ricas em carboidratos são pouco recomendáveis para estes doentes.

Veja as frutas que deve comer:

– Uvas;

– Amoras;

– Frutos cítricos (laranja, tangerinas ou toranjas);

– Ananás;

– Manga;

– Melão;

– Damasco;

– Morangos.

Opte por ingerir a fruta inteira em detrimento de sucos de fruta – devido ao açúcar comumente adicionado a estas bebidas.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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