Norte-americanos bebem água sanitária para tentar prevenir Covid-19

08 de junho de 2020, 08:23

18% dos investigados em uma pesquisa admitiu também utilizar produtos de limpeza para a casa na pele (Foto: Jessica Rinald/Reteurs)

Um estudo realizado pelo Center for Disease Control and Prevention, nos Estados Unidos, concluiu que uma parte significativa da população tenta prevenir o contágio da Covid-19 através do consumo ou inalação de água sanitária. Quatro em dez pessoas admitiu comportamentos e práticas consideradas “perigosas para a saúde” pelo instituto. 

Segundo o inquérito realizado durante o mês de maio que contou com 502 participantes, 4% dos participantes da pesquisa admitiu que bebia ou gargarejava produtos químicos e 6% garantiu inalar água sanitária. 

Dos pesquisados, destaca ainda para 18% que admitiu também utilizar na pele produtos de limpeza para a casa, sendo que 10% referiu que colocava desinfetante em produtos de higiene.  

O estudo, citado pela Sky News, destaca ainda que há registro de cidadãos que ‘limpam’ a sua comida com produtos desinfetantes. 19% afirmou lavar fruta com água sanitária. 

As autoridades de saúde têm tentado travar este tipo de comportamentos, advertindo e apelando contra a utilização perigosa de desinfetantes e produtos químicos. 

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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