No dia do idoso, saiba quais são as vacinas indicadas para a melhor idade!

02 de outubro de 2017, 12:15

No dia do idoso, saiba quais são as vacinas indicadas para a melhor idade! (Foto: Teste Nix)

Hoje, 1º de outubro, é comemorado O Dia do Idoso, data que marca a promulgação do Estatuto do Idoso. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vem aumentando o número de pessoas idosas. Entre 2005 e 2015, a proporção de idosos de 60 anos ou mais, na população do País, passou de 9,8% para 14,3%. Um dos fatores que impulsionam essa progressão é o aumento da expectativa de vida da população. Nos últimos 10 anos o Brasil ganhou 8,5 milhões de cidadãos acima dos 60 anos. Essa parcela da população deve chegar a 38 milhões em 2027.
O envelhecimento populacional é um fenômeno global e está associado ao aumento da expectativa de vida das pessoas que, por sua vez, está ligado a fatores relacionados ao maior cuidado com a saúde possíveis no dia de hoje.
“Se por um lado temos mais tratamentos disponíveis para tratar e curar doenças, por outro, temos que pensar em sua prevenção”, diz o presidente da ABCVAC, Geraldo Barbosa. “A população idosa deve ter em mente que pode evitar muitas doenças – que podem inclusive ser fatais – por meio da vacinação”.
Os maiores de 60 anos fazem parte do grupo de risco aumentado para as complicações e óbitos por influenza, a conhecida gripe, uma infecção que pode ter suas complicações evitadas com a vacina. Existem disponíveis hoje as vacinas 3V e 4V, essa última, apenas na rede privada, e que confere maior cobertura das cepas circulantes.

Outras vacinas indicadas são a Pneumocócicas (VPC13) e (VPP23), que protegem contra as infecções causadas pelo Streptococcus pneumoniae (“pneumococo”). Esta bactéria é causa comum de infecções respiratórias (otite, sinusite, pneumonia), e também pode ocasionar infecções generalizadas (meningite, sepse). “Além disso, diminui a transmissão de uma pessoa para outra, o que é especialmente importante em asilos locais de aglomeração como casa para idosos, por exemplo”, explica Barbosa.
Há também a vacina contra a Herpes Zoster que é recomendada já a partir dos 50 anos de idade, uma vez que o risco da doença é maior nessa faixa etária. Outra vacina que faz parte do calendário indicado para adultos e que deve ter seu reforços aplicado na melhor idade é a Tríplice bacteriana acelular do tipo adulto. “A – dTpa, ou dTpa-VIP protege contra difteria, tétano e coqueluche deve ser reforçada a cada dez anos”, diz Barbosa.
Na população com mais de 60 anos é incomum encontrar indivíduos suscetíveis ao sarampo, caxumba e rubéola nem aos tipos de Hepatite A e B. “Para esse grupo, portanto, a vacinação não é rotineira, como indicam os calendários da Sociedade Brasileira de Imunização”, explica o presidente da ABCVAC. “Porém, a critério médico, como em situações de surtos, viagens, entre outros, pode ser recomendada.”

Fonte: A tarde

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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