NASA planeja usar armas nucleares para ‘lutar’ com asteroides

09 de março de 2018, 11:57

(Foto: © DR)

O plano mencionado continua sendo apenas um projeto e a nave ainda não foi construída.

Cientistas estadunidenses elaboraram um plano para prevenir a possível colisão de qualquer corpo celeste com a Terra. Mas a nova ideia da NASA prevê usar armas nucleares.

O plano, conhecido como HAMMER (martelo), consiste em enviar uma nave ao asteroide, caso ele seja perigoso, para que penetre dentro dele e detone uma carga nuclear. Tais ações devem ser feitas se o asteroide não for detectado a tempo, publica o portal BuzzFeed News. Se o asteroide for detectado a tempo, os cientistas estadunidenses também enviarão a nave, mas desta vez com carga convencional.

HAMMER (Hypervelocity Asteroid Mitigation Mission for Emergency Response, na sigla em inglês) é um fruto da colaboração entre a Administração Nacional de Segurança Nuclear dos EUA, a NASA e os departamentos de energia de duas empresas armamentistas norte-americanas.

Até o momento, o plano mencionado continua sendo apenas um projeto e a nave ainda não foi construída.

O objetivo principal é fazer com que a nave do HAMMER colida contra o asteroide e coloque na sua parte interior uma carga convencional de 8,8 toneladas. Isso será realizado caso o corpo celeste seja pequeno. Mas se for grande, a nave da NASA levará consigo uma carga nuclear.

Vale destacar que atualmente os especialistas entendem o perigo que representa qualquer arma nuclear no espaço. Portanto, esta opção é considerada só em caso de um asteroide ser detectado demasiado tarde e só quando represente uma ameaça real para os seres humanos.

“O tamanho das ogivas nucleares estadunidenses seria suficiente para desviar um asteroide muito grande que apareça do nada”, afirmou o físico David Dearborn do Laboratório Nacional Lawrence Livermore dos EUA ao BuzzFeed News.

Quanto aos detalhes do plano da NASA, eles serão anunciados durante uma conferência no Japão de especialistas em asteroides. Com informações do Sputnik Brasil.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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