Manchas de petróleo chegaram a mais de mil praias no litoral brasileiro

25 de janeiro de 2020, 19:50

nove estados da região nordeste do Brasil e afetou ainda quase cinco dezenas de praias no Espírito Santo e no Rio de Janeiro, ambas no sudeste do país. (Foto: Reprodução)

As manchas de petróleo que atingem a costa brasileira desde agosto passado, atribuídas a um derrame de crude no oceano Atlântico por razões ainda desconhecidas, alcançaram 1.004 praias em 130 municípios, informaram hoje fontes oficiais.O relatório mais recente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama, organismo do Governo), com dados recolhidos até à passada terça-feira, indica que, das 1.004 praias afetadas, 570 encontram-se já limpas e 434 apresentam contaminação inferior a 10% da área afetada.

O derrame de petróleo espalhou-se pelos nove estados da região nordeste do Brasil e afetou ainda quase cinco dezenas de praias no Espírito Santo e no Rio de Janeiro, ambas no sudeste do país.

As autoridades brasileiras começaram a atuar nas praias afetadas desde 30 de agosto, mas a presença de petróleo bruto foi relatada em alguns locais desde o início daquele mês.

Tendo em conta dados recolhidos até 15 de janeiro, o Ibama também indicou que 159 animais foram afetados pelo derrame, entre os quais 105 tartarugas marinhas, 39 aves, dois mamíferos e 13 peixes e grandes crustáceos de espécies de grande porte. Daquele número, 112 animais morreram.

Estudos de laboratório da petrolífera estatal brasileira Petrobras determinaram que o petróleo encontrado foi extraído de três poços venezuelanos e que poderia ter sido derramado a cerca de 700 quilómetros da costa do estado de Pernambuco, mas as autoridades do Brasil não conseguiram estabelecer onde e quando a libertação da substância ocorreu.

Alguns navios de armadores gregos e alemães estão numa lista de 10 embarcações suspeitas de terem causado o derrame quando transportavam o crude venezuelano junto à costa brasileira, mas até ao momento não há acusação formal.

O Grupo de Acompanhamento e Avaliação, composto por representantes da Marinha, da Agência Nacional do Petróleo, da Petrobras e autoridades ambientais, juntamente com os bombeiros locais, já retiraram mais de 5.000 toneladas de petróleo das praias. 

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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