Jacobina: Passa de 500% o número de contaminados do Coronavírus desde a abertura total do comércio; município registra 321 casos confirmados

24 de julho de 2020, 15:34

A movimentação é intensa no centro comercial da cidade, como se não houvesse uma pandemia viral (Foto: Notícia Limpa)

Conforme o Informativo Epidemiológico da Secretaria de Saúde de Jacobina, Em 5 dias, o número de contaminados do novo coronavírus passou de 281 para 321, um aumento de 40 casos e totalizando uma média de 8 casos por dia. Desde a flexibilização do isolamento social, com a abertura total do comércio no dia 30 de maio, quando a quantidade de infectados era de 45 casos, o aumento é de mais de 500 por cento.

Depois de um curto período com uma média de 3 casos por dia, a curva de infectados, a partir de testes realizados pelo município, está crescendo a cada dia, o que tem preocupado a população. Comerciários, bancários e profissionais da área de saúde já foram testados positivos desde a autorização para os serviços considerados não essenciais voltaram a funcionar, mas a única medida determinada pela Prefeitura Municipal foi a proibição da circulação da população nas ruas da cidade durante a noite e madrugada, o chamado ‘toque de recolher’.

Outro diferencial de Jacobina em relação a outros municípios da região, onde medidas de prevenção contra a pandemia têm sido mais rígidas, é a quantidade de curados. Em Senhor do Bonfim, por exemplo, no Boletim Epidemiológico divulgado nesta quinta-feira (23), dos 242 casos confirmados, 207 já estavam recuperados, enquanto a ‘Cidade do Ouro’ apresenta apenas 125 curados dos 321 confirmados.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

VÍDEOS