Homofobia mata um brasileiro a cada 19 horas

25 de janeiro de 2018, 13:38

56% dos crimes aconteceram em vias públicas

O Brasil registrou em 2017 uma morte por homofobia a cada 19 horas. De acordo com um levantamento divulgado pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), no ano passado houve 445 mortes de LGBTs relacionadas à homofobia.
“Tais números alarmantes são apenas a ponta de um iceberg de violência e sangue, pois não havendo estatísticas governamentais sobre crimes de ódio, tais mortes são sempre subnotificadas já que o banco de dados do GGB se baseia em notícias publicadas na mídia, internet e informações pessoais”, afirmou Luiz Mott, fundador do GGB, à Agência Brasil.

Segundo destaca o UOL, este é o maior número já levantado pela organização — um aumento de 30% em relação a 2016, que teve 343 casos. Entre os registrados no último ano, 194 eram gays, 191 eram trans, 43 lésbicas e 5 bissexuais.

A pesquisa revela que 56% destes crimes aconteceram em vias públicas, contra 37% dentro da casa da vítima.

O GGB afirma ainda que travestis são mais comumente assassinados nas ruas a tiros ou espancados. Já gays são mortos, frequentemente, esfaqueados ou asfixiados em suas próprias residências.

O levantamento também identificou os estados com maiores registros de crimes de ódio contra LGBTs. São Paulo, com 59 casos; Minas Gerais, com 43; Bahia, com 35; Ceará, com 30; e Rio de Janeiro, que teve 29 casos. No entanto, a região Norte tem a maior média por habitantes: há 3,23 vítimas de homofobia a cada 1 milhão de cidadãos.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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