Gatos são tão afetuosos quanto os cães, revela pesquisa

26 de setembro de 2019, 11:20

O estudo afirma que os gatos são animais sociáveis e que podem se apegar tanto aos seus donos como os cachorros (Foto: Reprodução)

Um estudo realizado nos Estados Unidos afirma que os gatos também são muito apegados aos humanos e ficam assustados em ambientes estranhos. A pesquisa surpreendente, publicada no periódico científico Current Biology, afirma que os gatos são animais sociáveis e que podem se apegar tanto aos seus donos como os cachorros. 

“Como os cães, os gatos demonstram flexibilidade social em relação aos seres humanos”, disse Kristyn Vitale, da Universidade Estadual de Oregon, nos Estados Unidos. “A maioria dos gatos está ligada ao seu tutor e o usa como fonte de segurança num ambiente novo”. 

Para efeitos da pesquisa, os investigadores observaram como os gatos lidavam com a presença dos donos num ambiente estranho para determinar se os animais se sentiam “afetuosos” ou “inseguros”. Neste caso, a insegurança foi entendida como um comportamento de stress, no qual o bichano se “agarrava” ou evitava em excesso a pessoa. 

O teste foi realizado uma vez com 38 gatos adultos e duas vezes com 79 crias – destes, 39 gatinhos realizaram um treino de socialização durante seis semanas. 

Por meio de gravações, os cientistas conseguiram classificar o comportamento dos felinos. Dos 79 filhotes, apenas nove não entraram em nenhuma classificação. Do restante, 64,3% foram categorizados como “afetuosos” e 35,7% como “inseguros” no momento em que os donos abandonavam a sala. 

Os gatos adultos apresentaram taxas semelhantes, 65,8% mostraram-se afetuosos e 34,2% inseguros. 

“Na minha opinião, é muito importante tentar interagir com seu gato e ver o que acontece”, declarou Vitale. “Existe a ideia de que os cães são sociáveis e os gatos são isolados. Mas existe uma enorme variabilidade nas duas espécies”. 

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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