Gastrite: Quatro causas e seis sintomas. Esteja atento

22 de setembro de 2019, 06:50

Dependendo da causa, os sintomas podem surgir de repente ou vão se agravando gradualmente

Agastrite ocorre quando o revestimento do estômago está inflamado devido ao consumo excessivo de álcool, uso de anti-inflamatórios, altos níveis de ansiedade, stress ou qualquer outra causa que afete o bom funcionamento do estômago.

Dependendo da causa, os sintomas podem surgir de repente ou vão se agravando gradualmente. 

Eis os sintomas mais comuns que deve ter em atenção:

– Dor de estômago constante e em forma de pontada;

– Barriga inchada e dolorida;

– Sensação de enjoo ou de estômago enfartado;

– Digestão lenta e arrotos frequentes;

– Perda de apetite, vômitos ou ânsia de vômito;

– Dor de cabeça e mal estar generalizado. 

Os sintomas da gastrite podem ser leves e surgir ao comer algo picante, gorduroso ou após a ingestão de bebidas alcoólicas, enquanto que os sintomas da gastrite nervosa surgem sempre que o indivíduo está ansioso ou estressado.

Existem vários fatores que podem levar ao desenvolvimento de uma inflamação no revestimento da parede do estômago.

As causas mais comuns incluem:

– Infecção por H. pylori: é um tipo de bactéria que se fixa no estômago, causando inflamação e destruição do revestimento do estômago;

– Uso frequente de anti-inflamatórios, como Ibuprofeno ou Naproxeno: este tipo de remédios reduzem uma substância que ajuda a proteger as paredes do efeito irritante do estômago do ácido gástrico;

– Consumo excessivo de bebidas alcoólicas: o álcool causa irritação da parede do estômago e também deixa esse órgão desprotegido da ação dos sucos gástricos;

– Níveis elevados de estress: o estress crônico altera o funcionamento gástrico, facilitando a inflamação da parede do estômago.

Adicionalmente, pessoas com doenças autoimunes, como SIDA, também apresentam maior risco de ter uma gastrite.

Embora seja fácil de tratar, quando o tratamento não é feito adequadamente, a gastrite pode resultar em complicações como úlceras ou hemorragias gástricas. 

 

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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