Funcionário do governo chinês insinua que exército americano introduziu vírus no país

13 de março de 2020, 11:25

Lijian Zhao, porta-voz do ministério das Relações Exteriores (Foto: Reprodução)

Um porta-voz do ministério das Relações Exteriores da China insinuou no Twitter que o novo coronavírus pode ter sido introduzido no país pelo exército americano. 

Zhao Lijian mencionou a hipótese na quinta-feira à noite, retomando assim as teorias da conspiração que circulam pela internet.

No início da crise, o diretor do Centro Chinês para o Controle e a Prevenção de Doenças afirmou que o novo coronavírus foi detectado em um mercado da cidade de Wuhan (centro).

Mas nas últimas semanas, Zhong Nanshan, um especialista chinês em doenças respiratórias e veterano na luta contra a epidemia de Síndrome Respiratória Agudo Grave (SARS, 2002-2003) mencionou a possibilidade de que a fonte do vírus que provoca a COVID-19 não se encontre na China. 

Uma hipótese retomada por Pequim. 

Em sua mensagem no Twitter, Zhao Lijian publicou um vídeo do diretor dos Centros para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos no qual ele declara ao Congresso que as autoridades descobriram que alguns americanos que acreditavam ter sido vitimados pela gripe, na verdade eram portadores do novo coronavírus 

“Os CDC pegos em flagrante delito. Quando apareceu o paciente zero nos Estados Unidos? Quantas pessoas foram infectadas?”, questionou Zhao.

“É possível que o exército americano tenha sido o responsável por trazer a epidemia em Wuhan. Estados Unidos devem ser transparentes! E devem publicar seus dados! Estados Unidos nos devem uma explicação”, completou. 

Zhao Lijian não se baseia em nenhum estudo científico. Nesta sexta-feira ele se limitou a tuitar links para dois artigos do site Global Research, conhecido por divulgar teorias da conspiração. 

De acordo com algumas teorias que circulas nas redes sociais chinesas, a delegação americana dos Jogos Militares Mundiais, uma competição disputada em outubro em Wuhan, poderia ter transportado o vírus para a China.

As autoridades chinesas foram acusadas de ocultar a epidemia no início. A polícia de Wuhan repreendeu os médicos que fizeram o alerta em dezembro. 

Embora a Organização Mundial da Saúde (OMS) tenha escolhido deliberadamente um nome para a doença, COVID-19, que não menciona nenhum país em particular, Washington utiliza com frequência termos relativos à origem “chinesa” do coronavírus. 

O secretário de Estado americano, Mike Pompeo, o chamou de “vírus de Wuhan”. Uma expressão considerada “desprezível” pelo ministério das Relações Exteriores da China. 

Mais de 130.000 pessoas contraíram o novo coronavírus no mundo, uma doença que provocou quase 5.000 mortes.

Como aumentar a imunidade rapidamente 

Para aumentar a imunidade rapidamente deixando o corpo mais forte no combate aos agentes agressores deve-se:

Adotar bons hábitos de saúde, realizando atividade física, dormindo adequadamente e evitando situações de estresse;

Evitar o cigarro ou estar exposto ao cigarro;

Expor-se ao sol diariamente, de preferência até as 10 horas da manhã e depois das 16 horas, sem protetor solar, para aumentar a produção de vitamina D no organismo;

Consumir alimentos saudáveis e manter uma dieta equilibrada, que inclua o consumo de frutas, verduras e legumes, de preferência orgânicos ou produzidos em casa sem agrotóxicos;

Evitar ao máximo fast food e alimentos industrializados e comidas congeladas como pizzas e lasanhas, por exemplo, pois contém substâncias que promovem a inflamação do organismo;

Evitar tomar remédios sem orientação médica;

Beber cerca de 2 litros de água mineral ou filtrada todos os dias. 

Além disso, caso tenha alguma doença causada por vírus, como gripe, por exemplo, é importante evitar frequentar lugares públicos fechados, como shopping, teatros e cinemas, além de ser importante lavar as mãos frequentemente com água e sabão, assim como evitar tocar os olhos, nariz e a boca com as mãos sujas. Dessa forma, é possível reduzir o risco de adquirir a doença e de haver o desenvolvimento de complicações, principalmente no caso da pessoa possuir o sistema imunológico mais fraco.

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