Fotos da NASA da fumaça cobrindo Brasil provocam discussão na web

22 de agosto de 2019, 08:35

(Foto: NASA)

A agência espacial norte-americana postou imagens de satélite da cobertura de fumaça sobre estados do Amazonas, Pará, Mato Grosso e Rondônia. A postagem da NASA está comovendo muita gente pelas proporções da fumaça, e ocasionando críticas ao governo do Brasil.

Trata-se de imagens, captadas ao longo de agosto, que mostram fumaça saindo da Amazônia e se espalhando por regiões mais distantes do Brasil.

De acordo com a agência espacial norte-americana, incêndios são raros na região amazônica na maior parte do ano graças às chuvas, que impedem tanto o início como a proliferação das chamas. Mas, com a chegada da estação seca, que compreende julho e agosto, focos de incêndio são vistos com mais frequência, escreve a NASA. adicionando que fogo é utilizado na região para mantimento de terras agrícolas ou para desmatamento para outros fins.

O satélite responsável pela captura da imagem, usada como principal nesta matéria, corresponde ao Aqua através do Espectrorradiômetro de Imagem de Resolução Moderada ou instrumento MODIS. Mas outro satélite da NASA tirou outra imagem das proporções da “cortina branca”.

Fumaça das selvas na Floresta Amazônica se espalha por vários estados brasileiros nesta imagem em cores tirada pelo instrumento NASA Earth a bordo do satélite Suomi NPP. Embora seja temporada de incêndios no Brasil, o número de incêndios pode estabelecer recorde.

O registro de uma cortina de fumaça sobre o Brasil está comovendo muita gente, fazendo com que a NASA se tornasse o assunto mais comentado no Twitter, na manhã desta quinta-feira (22), com mais de 232 mil tweets no momento da publicação desta matéria.

Surgiu também uma imagem de um corredor de fumaça que vai do Norte ao Sul do Brasil.

​Quando os incêndios devem acabar?

De acordo com a NASA, tipicamente, o início de setembro é marcado pelo pico das queimadas, que acabam em novembro.

 

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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