Filtro solar pode causar conjuntivite tóxica

27 de janeiro de 2020, 15:39

Entre as principais dicas do médico para proteger os olhos no verão estão: evitar excesso de filtro solar, bronzeador ou maquiagem (Foto: Reprodução)

Você já sentiu ardência nos olhos durante os banhos de sol? Um levantamento realizado pelo oftalmologista Leôncio Queiroz Neto do Instituto Penido Burnier mostra que durante o calor 20% dos casos de conjuntivite, doença ocular  mais frequente no verão, são do tipo tóxica ou alérgica que começa com uma sensação de queimação nos olhos.  ”O filtro solar responde por 46% dos casos, bronzeadores por 39% e a maquiagem por 15%”, afirma.

Queiroz Neto destaca que a conjuntivite tóxica não é transmissível. Em pessoas que não têm histórico de alergia pode desaparecer com aplicação de compressas frias nos olhos ao primeiro sinal de alerta, a ardência nos olhos.  Isso porque, é causada pela evaporação dos produtos, detritos de maquiagem mal retirada, aplicação em excesso do filtro solar ao redor dos olhos e pela transpiração que favorece a penetração dos produtos nos olhos. 

No verão também são mais frequentes os surtos de conjuntivite viral e bacteriana que são altamente contagiosas e estão relacionadas a aglomerações em espaços fechados, contato com superfícies e água contaminada. Independente do agente causador, pondera,  a doença é sempre caracterizada pela inflamação da conjuntiva, membrana que recobre a face interna das pálpebras e  a superfície dos olho.

Sintomas

Os principais sintomas da conjuntivite elencados pelo oftalmologista são:  olhos vermelhos, coceira, sensibilidade à luz, lacrimejamento e pálpebras inchadas. A diferença entre um tipo e outro é a secreção. O especialista afirma que na bacteriana a secreção é purulenta, na viral é transparente e viscosa e na tóxica é transparente e aquosa.  Para prevenir tóxica recomenda evitar o uso excessivo de filtro solar, cremes ou maquiagem, enxugar o suor na área dos olhos com lenços descartáveis e lavar os olhos abundantemente sempre que ocorrer penetração nos olhos. Quando a doença já está instalada a recomendação é interromper o uso do agente causador. Caso os sintomas não desapareçam em dois dias a   recomendação é consultar um oftalmologista para evitar sequelas na visão.

Como escolher o filtro solar

Queiroz Neto alerta que para diminuir o risco de conjuntivite tóxica o filtro solar deve ter PH neutro. A dica do oftalmologista é checar se a fórmula contém óxido de zinco e dióxido de titânio, bastante comuns nos produtos infantis. Isso porque, estes dois componentes garantem neutralidade ao PH e por isso reduzem a chance de surgir a conjuntivite tóxica.
O filtro solar com PH neutro também diminui a chance de contrair terçol e calázio. Queiroz Neto explica que o terçol é uma infecção por bactérias do folículo piloso dos cílios. Forma pequenas bolinhas vermelhas e doloridas nas pálpebras que podem desaparecer naturalmente em três dias.  Já o calázio é a inflamação que pode perdurar meses e exigir intervenção cirúrgica das glândulas Meibomianas que ficam na borda das pálpebras e produzem a camada lipídica da lágrima. na região palpebral. Forma um nódulo na pálpebra, muitas vezes persistente durante meses. O especialista diz que muitos portadores dessas doenças só fazem a primeira consulta médica depois de tentarem receitas caseiras como aplicar limão e até borra de café nos olhos. São erros graves, destaca, porque o limão pode levar à queimadura na córnea e a borra de café a uma inflamação mais grave. Ele diz que a única receita caseira segura é o uso de compressas quentes por um período máximo de três dias. Se o nódulo não desaparecer é importante procurar um especialista para que sejam indicados medicamentos adequados, principalmente porque o calázio reincidente pode estar relacionado a problemas de refração.

Prevenção

As principais dicas do médico para proteger os olhos no verão são:
Evite excesso de filtro solar, bronzeador ou maquiagem.
Proteja a região dos olhos com óculos solar que tenha filtro UVA e UVB
Lave os olhos em casos de penetração de substâncias químicas.
Na exposição ao sol enxugue a transpiração ao redor dos olhos com toalhas descartáveis.
Lave com freqüência o rosto e as mãos.
Não compartilhe produtos de beleza, toalhas de rosto ou colírios.
Evite coçar ou levar as mãos aos olhos.
Use óculos de mergulho para nadar e óculos de proteção para trabalhar com produtos químicos.
Não use colírios sem prescrição médica.
Interrompa o uso de produtos que causam desconforto nos olhos.
Substitua as lentes de contato por óculos na piscina ou praia.
Evite usar receitas caseiras sem conhecimento de seu médico.

Queiroz Neto destaca que a conjuntivite tóxica não é transmissível. Em pessoas que não têm histórico de alergia pode desaparecer com aplicação de compressas frias nos olhos ao primeiro sinal de alerta, a ardência nos olhos.  Isso porque, é causada pela evaporação dos produtos, detritos de maquiagem mal retirada, aplicação em excesso do filtro solar ao redor dos olhos e pela transpiração que favorece a penetração dos produtos nos olhos. 

No verão também são mais frequentes os surtos de conjuntivite viral e bacteriana que são altamente contagiosas e estão relacionadas a aglomerações em espaços fechados, contato com superfícies e água contaminada. Independente do agente causador, pondera,  a doença é sempre caracterizada pela inflamação da conjuntiva, membrana que recobre a face interna das pálpebras e  a superfície dos olho.

Sintomas

Os principais sintomas da conjuntivite elencados pelo oftalmologista são:  olhos vermelhos, coceira, sensibilidade à luz, lacrimejamento e pálpebras inchadas. A diferença entre um tipo e outro é a secreção. O especialista afirma que na bacteriana a secreção é purulenta, na viral é transparente e viscosa e na tóxica é transparente e aquosa.  Para prevenir tóxica recomenda evitar o uso excessivo de filtro solar, cremes ou maquiagem, enxugar o suor na área dos olhos com lenços descartáveis e lavar os olhos abundantemente sempre que ocorrer penetração nos olhos. Quando a doença já está instalada a recomendação é interromper o uso do agente causador. Caso os sintomas não desapareçam em dois dias a   recomendação é consultar um oftalmologista para evitar sequelas na visão.

Como escolher o filtro solar

Queiroz Neto alerta que para diminuir o risco de conjuntivite tóxica o filtro solar deve ter PH neutro. A dica do oftalmologista é checar se a fórmula contém óxido de zinco e dióxido de titânio, bastante comuns nos produtos infantis. Isso porque, estes dois componentes garantem neutralidade ao PH e por isso reduzem a chance de surgir a conjuntivite tóxica

O filtro solar com PH neutro também diminui a chance de contrair terçol e calázio. Queiroz Neto explica que o terçol é uma infecção por bactérias do folículo piloso dos cílios. Forma pequenas bolinhas vermelhas e doloridas nas pálpebras que podem desaparecer naturalmente em três dias.  Já o calázio é a inflamação que pode perdurar meses e exigir intervenção cirúrgica das glândulas Meibomianas que ficam na borda das pálpebras e produzem a camada lipídica da lágrima. na região palpebral. Forma um nódulo na pálpebra, muitas vezes persistente durante meses. O especialista diz que muitos portadores dessas doenças só fazem a primeira consulta médica depois de tentarem receitas caseiras como aplicar limão e até borra de café nos olhos. São erros graves, destaca, porque o limão pode levar à queimadura na córnea e a borra de café a uma inflamação mais grave. Ele diz que a única receita caseira segura é o uso de compressas quentes por um período máximo de três dias. Se o nódulo não desaparecer é importante procurar um especialista para que sejam indicados medicamentos adequados, principalmente porque o calázio reincidente pode estar relacionado a problemas de refração.

 

Prevenção

As principais dicas do médico para proteger os olhos no verão são:

Evite excesso de filtro solar, bronzeador ou maquiagem.

Proteja a região dos olhos com óculos solar que tenha filtro UVA e UVB

 Lave os olhos em casos de penetração de substâncias químicas.

Na exposição ao sol enxugue a transpiração ao redor dos olhos com toalhas descartáveis.

Lave com freqüência o rosto e as mãos.

Não compartilhe produtos de beleza, toalhas de rosto ou colírios.

Evite coçar ou levar as mãos aos olhos.

Use óculos de mergulho para nadar e óculos de proteção para trabalhar com produtos químicos.

Não use colírios sem prescrição médica.

Interrompa o uso de produtos que causam desconforto nos olhos.

Substitua as lentes de contato por óculos na piscina ou praia.

Evite usar receitas caseiras sem conhecimento de seu médico.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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