Filho de Pelé revela que pai está abatido: “Hoje ele não consegue mais andar direito”

10 de fevereiro de 2020, 17:36

Conforme relatou o ex-goleiro do Peixe, Pelé não realizou um pós-cirúrgico do quadril da forma ideal, o que acarretou em dificuldades para andar (Foto: Reprodução)

Ex-goleiro do Santos, Edinho contou em entrevista para o site Globo Esporte que seu pai, Pelé, não está muito bem de saúde. Segundo o filho, o rei do futebol está com a mobilidade reduzida e abalado psicologicamente por conta disso.

Conforme relatou o ex-goleiro do Peixe, Pelé não realizou um pós-cirúrgico do quadril da forma ideal, o que acarretou em dificuldades para andar.

“Ele tá bastante fragilizado em relação à mobilidade. Ele fez o transplante do quadril e não fez uma reabilitação adequada, ideal. Então, ele está com esse problema da mobilidade, que acaba acarretando uma certa depressão, um quadro ali… Imagina, ele é o rei, sempre foi uma figura tão imponente, e hoje ele não consegue mais andar direito. Ele fica muito acanhado, muito constrangido com isso. Mas está bem, tirando isso e tirando a natureza da idade e tudo mais”, revela o agora coordenador técnico e de desenvolvimento das categorias de base do Santos.

Edinho revelou ainda que o rei só consegue andar com o auxílio de um andador.

 
 

“Ele não consegue andar normalmente. Só com o andador. Até melhorou um pouco em relação a essa época recente (em que apareceu de cadeira de rodas), mas ainda tem bastante dificuldade para andar”, contou o ex-goleiro.

Com essas restrições físicas, Edinho disse que seu pai não tem vontade de sair de casa.

“Ele fica constrangido, não quer sair, se expor, estar na rua, fazer praticamente nada que tenha que sair de casa. Está muito acanhado, recluso”, completa Edinho.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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