Filho de Pelé revela que pai está abatido: “Hoje ele não consegue mais andar direito”

10 de fevereiro de 2020, 17:36

Conforme relatou o ex-goleiro do Peixe, Pelé não realizou um pós-cirúrgico do quadril da forma ideal, o que acarretou em dificuldades para andar (Foto: Reprodução)

Ex-goleiro do Santos, Edinho contou em entrevista para o site Globo Esporte que seu pai, Pelé, não está muito bem de saúde. Segundo o filho, o rei do futebol está com a mobilidade reduzida e abalado psicologicamente por conta disso.

Conforme relatou o ex-goleiro do Peixe, Pelé não realizou um pós-cirúrgico do quadril da forma ideal, o que acarretou em dificuldades para andar.

“Ele tá bastante fragilizado em relação à mobilidade. Ele fez o transplante do quadril e não fez uma reabilitação adequada, ideal. Então, ele está com esse problema da mobilidade, que acaba acarretando uma certa depressão, um quadro ali… Imagina, ele é o rei, sempre foi uma figura tão imponente, e hoje ele não consegue mais andar direito. Ele fica muito acanhado, muito constrangido com isso. Mas está bem, tirando isso e tirando a natureza da idade e tudo mais”, revela o agora coordenador técnico e de desenvolvimento das categorias de base do Santos.

Edinho revelou ainda que o rei só consegue andar com o auxílio de um andador.

 
 

“Ele não consegue andar normalmente. Só com o andador. Até melhorou um pouco em relação a essa época recente (em que apareceu de cadeira de rodas), mas ainda tem bastante dificuldade para andar”, contou o ex-goleiro.

Com essas restrições físicas, Edinho disse que seu pai não tem vontade de sair de casa.

“Ele fica constrangido, não quer sair, se expor, estar na rua, fazer praticamente nada que tenha que sair de casa. Está muito acanhado, recluso”, completa Edinho.

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Justiça multa Facebook em R$ 6,6 mi por compartilhar dados de usuários

OMinistério da Justiça e da Segurança Pública (MJSP) decidiu multar o Facebook em R$ 6,6 milhões por compartilhamento indevido de dados de usuários cadastrados na rede social. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta segunda-feira, 30.

A multa, aplicada pelo Departamento de proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), órgão do MJSP, acontece após investigação que identificou “prática abusiva” por parte da empresa de tecnologia, que teria deixado vulneráveis dados de 443 mil usuários.

Segundo nota publicada no site da pasta, “o caso começou a ser investigado após notícia veiculada pela mídia, em 4 de abril de 2018, informando que os usuários do Facebook, no País, poderiam ter sofrido com o uso indevido de dados pela consultoria de marketing político Cambridge Analytica”, que ganhou notoriedade global por ter trabalhado na campanha presidencial de Donald Trump, nos Estados Unidos, e também para a campanha do Brexit, como é conhecido o processo de saída do Reino Unido da União Europeia.

Pelo Twitter, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, destacou a decisão do ministério e afirmou que “as redes revolucionaram a forma pela qual nos comunicamos e expressamos, mas há questões sobre privacidade a serem consideradas”. O Facebook tem dez dias para recorrer da decisão.

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