Falhas em apps de mensagens abrem espaço para manipulação de arquivos

21 de julho de 2019, 14:51

(Foto: Reprodução)

Os arquivos de mídia dos aplicativos me mensagens podem ser expostos e manipulados por hackers devido falhas

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Arquivos de mídia do WhatsApp e do Telegram podem ser expostos e manipulados por hackers devido falhas dos aplicativos em versão Android, de acordo com uma pesquisa da Symantec, empresa especializada em proteção de sistemas operacionais.

De acordo com o estudo, aplicativos em sistemas Android podem ser usar o armazenamento externo e interno para salvar arquivos. No primeiro caso, o arquivo fica legível e pode ser modificado por outros aplicativos ou usuários. No segundo, ele é acessado apenas pelo próprio aplicativo. 

O problema, chamado de “Media File Jacking”, decorre de um intervalo de tempo entre o momento em que arquivos recebidos pelos aplicativos são gravados no armazenamento interno e quando eles são acessados por outros aplicativos, no armazenamento externo. 

Essa janela é uma oportunidade para hackers intervirem e manipularem arquivos de mídia sem o conhecimento do usuário. Fotos, vídeos, documentos corporativos, faturas e áudios podem ser acessados.

É, segundo a pesquisa, semelhante a uma corrida entre o invasor e o aplicativo que está carregando os arquivos. Caso o hacker tenha acesso às fotos e vídeos, por exemplo, o usuário verá os arquivos manipulados antes de ter acesso aos originais. Os dados podem ser alterados tanto no envio como no recebimento de arquivos. 

Por padrão, o Whatsapp salva arquivos de mídia recebidos no armazenamento externo, como na galeria de fotos. No Telegram, o usuário precisa ativar recursos do aplicativo para que isso aconteça. 

É possível evitar os ataques ao alterar algumas configurações nos aplicativos. No Whatsapp, usuários podem impedir que fotos, vídeos e áudios fiquem salvos no armazenamento externo ao desativaram a visibilidade de mídia. O mesmo pode ser feito no Telegram ao optar por não salvar os arquivos nas galerias do aplicativo. 

Em resposta, o Whatsapp disse que analisou o problema mencionado pela pesquisa. De acordo com a nota, o aplicativo “segue as melhores práticas vigentes fornecidas pelos sistemas operacionais para armazenamento de mídia”. 

Para a empresa, as alterações sugeridas na pesquisa podem “criar complicações de privacidade para os usuários e limitar a maneira como fotos e arquivos podem ser compartilhados”. 

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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