EUA pretendem enviar de novo astronautas à Lua e os deixar lá

22 de julho de 2019, 09:02

(Foto: Reprodução)

No ano 2024 os EUA pretendem enviar astronautas à Lua e os deixar no satélite da Terra por algum tempo, declarou o vice-presidente Mike Pence.

“Nesta vez, quando formos à Lua, não realizaremos uma visita, mas ficaremos lá”, disse Pence em uma entrevista ao canal CBS.

Segundo ele, Washington é “cem por cento” fiel a esse objetivo e a experiência da Lua vai ajudar no envio do homem a Marte. O vice-presidente também sublinhou que a administração Trump apoia o programa da NASA de regresso à Lua Ártemis.

“Compreendemos que quando formos a Marte, e os norte-americanos irão a Marte, vamos precisar de desenvolver novas tecnologias, novo equipamento e obter nova experiência, algo que nós só podemos obter na Lua”, disse Pence, adicionando que esta é só uma das razões por que o objetivo dos EUA é fazer voltar os astronautas norte-americanos à Lua e, em cinco anos, voar para Marte.

O vice-presidente também disse que espera conseguir ver na sua vida o pouso dos norte-americanos em Marte.

“Não acho que possa haver quaisquer dúvidas de que iremos a Marte ainda na nossa geração”, disse Pence, destacando que a questão básica é o regresso à Lua, o desenvolvimento de novas tecnologias e novos métodos “para a presença do homem em outro planeta a longo prazo.”

Pouco tempo antes, surgiu a informação de que os EUA terminaram o desenvolvimento da nave espacial de uso múltiplo Orion e tencionam enviá-la para um voo em torno da Lua no âmbito da missão Ártemis.

A missão recebeu seu nome em homenagem à deusa grega da Lua, que também era irmã de Apollo – o nome do anterior programa da NASA em que se realizou o primeiro pouso do homem na Lua.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

VÍDEOS