Esqueleto de norte-americano sumido há 22 anos é achado pelo Google Earth

13 de setembro de 2019, 08:07

(Foto: Reprodução)

A foto estava há mais de uma década disponível no serviço do Google sem ninguém notar o carro submerso em um lago norte-americano.

Foto tirada por um satélite do Google permitiu encontrar o cadáver de um homem desaparecido há 22 anos na Flórida, segundo comunicou policiais.

A imagem mostra um lago com um carro submerso perto da margem. Apesar de a imagem estar disponível desde 2007, tanto o carro quanto o homem foram notados apenas agora.

https://mobile.twitter.com/ure_too_close/status/1172381929875726338?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1172381929875726338&ref_url=https%3A%2F%2Fbr.sputniknews.com%2Famericas%2F2019091314510085-esqueleto-norte-americano-sumido-ha-22-anos-e-achado-pelo-google-earth-foto%2F

O homem foi encontrado por um morador do complexo residencial The Grand Isles, que notou a silhueta do veículo enquanto realizava uma busca através do serviço de satélite do Google. Ele então informou ao morador mais próximo da área, que, por sua vez, utilizou um drone para encontrar e confirmar que se trava de um veículo.

O xerife de Palm Beach confirmou a presença do veículo no lago, afirmando que a parte externa do veículo estava “fortemente calcificada” por estar debaixo d’água há décadas.

“Ao retirar o veículo, foi encontrado em seu interior restos de um esqueleto humano”, observou a autoridade policial, informando que o corpo pertencia a William Moldt, desaparecido desde novembro de 1997.

De acordo com os arquivos do Sistema Nacional de Pessoas Desaparecidas e Não Identificadas, Moldt, um corretor de valores de 40 anos de idade, havia ligado para sua noiva depois de beber alguns drinques em um clube noturno e prometendo que logo estaria em casa, porém nunca retornou.

 

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

VÍDEOS