Especialista explica diagnóstico do câncer de próstata

01 de novembro de 2019, 09:23

Em 2019, 68 mil novos casos dessa patologia podem ser diagnosticados (Foto: Reprodução)

O câncer de próstata é o mais incidente nos homens em todas as regiões brasileiras, excluindo o de pele não melanoma, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA). É estimado que, apenas em 2019, sejam diagnosticados mais de 68 mil casos dessa patologia.

É por conta desses altos índices que foi criada a campanha Novembro Azul, ação apoiada por diversas instituições em prol da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de próstata e de outras doenças mais comuns entre os homens. Sendo que aqueles com histórico familiar dessa patologia têm de 5 a 10 vezes a possibilidade de desenvolvê-la, segundo a Drª Katia Leite, presidente eleita da Sociedade Brasileira de Patologia.

O diagnóstico do câncer de próstata é feito, primeiramente, por meio do (toque retal) e análise dos níveis de Antígeno Específico da Próstata (PSA). Após esses exames, se houver a suspeita da doença é realizada a biópsia pelo médico patologista, que apontará a existência do câncer e o seu grau de agressividade, o que possibilitará a escolha do tratamento correto.

Vale lembrar, que apesar de ainda muitos homens se sentirem constrangidos em procurar um médico, o diagnóstico precoce pode ajudar na prevenção e tratamento. 

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

VÍDEOS