É falso que o vírus H1N1 tenha surgido na China e matado mais pessoas que a Covid-19

15 de junho de 2020, 09:33

Circula nas redes sociais uma publicação afirmando que a gripe A H1N1, popularizada como “gripe suína” no ano de 2009, tenha surgido na China. (Foto: Reprodução)

Circula nas redes sociais uma publicação afirmando que a gripe A H1N1, popularizada como “gripe suína” no ano de 2009, tenha surgido na China. A publicação ainda diz que a pandemia de H1N1 tenha matado mais pessoas que atual pandemia causadora da Covid-19.

“No ano de 2009 a gripe h1n1 matou muito mais gente o que covid19 e o seu governo lula não te deu 10 centavos. E mais a mídia podre ficou de bico calado não falou em isolamento, nem nada” – Legenda de imagem publicada no Facebook. (Fonte: Reprodução)

Essa informação é falsa. No período em que foi considerada pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS), entre os meses de março 2009 e agosto de 2010, a H1N1 registrou 18.449 mortes no mundo. Já a Covid-19, até o momento, cerca de seis meses após o registro de seu primeiro caso, teve ao menos 427.630 mortes registradas.

No caso do Brasil, 43.389 mortes por coronavírus já foram registradas até o último domingo (14), enquanto 2.173 mortes por H1N1 ocorreram entre 2009 e 2010. Mesmo desconsiderando a subnotificação dos casos de coronavírus no Brasil, podemos afirmar que, mais pessoas já morreram de Covid19 no país do que em todos os casos da pandemia H1N1 somados pelo mundo.

A postagem que circula nas redes sociais também mente ao afirmar que a gripe H1N1 tenha surgido na China. O vírus da gripe suína, como ficou conhecida popularmente, teve origem no México, onde os primeiros casos foram registrados em um vilarejo no estado de Veracruz, em março de 2009. Logo em abril, também foram registrados casos na Califórnia, na costa oeste dos Estados Unidos. Em 2016 uma pesquisa comprovou a origem da doença que, de fato, chegou aos humanos a partir de suínos do México.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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