Documentário revela existência de fotos inéditas de Marilyn Monroe nua tiradas após sua morte

18 de agosto de 2019, 11:22

(Foto: AP Photo / Matty Zimmerman)

Fotos do cadáver nu de Marilyn Monroe foram tiradas poucas horas depois de sua morte, quando o fotógrafo americano Leigh Wiener teve acesso ao necrotério de Los Angeles por supostamente ter subornado os guardas com álcool, informou o Daily Mail.

Segundo informações da mídia, o fotógrafo Leigh Wiener fotografou ao menos cinco rolos dentro do necrotério onde o corpo de Marilyn Monroe se encontrava depois da sua morte em 4 agosto de 1962. O fotógrafo supostamente subornou os responsáveis com álcool, o que lhe permitiu o livre acesso à área.

Leigh Wiener vendeu três rolos de fotos à revista Life, para a qual ele trabalhava naquela época, mas guardou outros dois. As imagens ficaram escondidas durante cerca de seis décadas.

O jornal Daily Mail informa que Wiener guardou essas imagens em lugar secreto e nunca o revelou até à sua morte em 1993. A existência dessas imagens foi revelada pelo filho do fotógrafo, Devik, na série documental “Escândalo: A Morte de Marilyn Monroe”, que estreia hoje, domingo (18), no canal de TV Fox News Channel.

“Não foi a primeira vez que ele usou algumas garrafas de uísque para penetrar em áreas não autorizadas […] Ele ofereceu uma bebida para alguns dos caras e em seguida – ele estava dentro”, diz Devik, citado pelo Daily Mail.

Marilyn Monroe era uma atriz, modelo e cantora norte-americana extremamente popular. Ela era o símbolo sexual feminino do século XX e até agora continua sendo um ícone cultural. A sua morte misteriosa tem estado cercada de especulações e rumores.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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