Dirigente do MST é assassinado em assentamento na Bahia

25 de janeiro de 2018, 08:59

Não há informações sobre o que teria motivado o crime nem do autor dos disparos

Um dirigente do MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra) foi assassinado na noite dessa quarta-feira (24) na cidade de Iramaia, na região da Chapada da Diamantina, Bahia. Márcio Matos, 32, foi morto a tiros na casa onde morava em um assentamento. Não há informações sobre o que teria motivado o crime nem do autor dos disparos.
Na página de Márcio no Facebook, amigos postaram mensagens dizendo que ele foi executado “covardemente” na frente do filho menor e que era um “petista guerreiro”. Na madrugada desta quinta (25), o MST lamentou nas redes sociais a morte do dirigente, pediu imediata investigação e punição dos culpados.

O deputado federal Valmir Assunção (PT-BA) escreveu em suas redes sociais que estava “bastante consternado” com a morte de Matos, que era um “militante exemplar” e “um grande amigo que se foi”.
Segundo Assunção, Matos acreditava com fervor na capacidade de organização e mobilização do povo baiano e se destacou como um dos principais líderes sem terra da Bahia ainda muito jovem. “Muitas das conquistas que tivemos nos últimos anos tiveram Marcinho como um dos idealizadores”, escreveu o deputado.

Ao saber da morte de Matos, o governador da Bahia Rui Costa (PT) publicou no Twitter na madrugada desta quinta que determinou à Secretaria de Segurança Pública a imediata e rigorosa apuração do crime.Filiado ao PT (Partido dos Trabalhadores), Matos integrava a corrente interna Esquerda Popular Socialista e atualmente ocupava o cargo de secretário de Administração na Prefeitura de Itaetê.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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