Devo comer uma maçã todos os dias? Cinco benefícios desta fruta

24 de setembro de 2020, 07:46

Entenda o que a 'modesta' maçã pode fazer pela sua saúde (Foto: Reprodução)

Amaçã é uma das frutas mais populares e consumidas no mundo, e há muitos bons motivos para isso. Além de barata e fácil de encontrar, é abundante em nutrientes, antioxidantes, fibras, vitaminas e minerais que promovem a saúde do organismo.

E sim, segundo a ciência comer uma maçã diariamente aumenta a expectativa de vida, conforme explica um artigo publicado no portal de alimentação saudável Conquiste sua Vida. 

Veja cinco super benefícios de ingerir uma maçã todos os dias:

Diminui o risco de incidência de diabetes

As fibras solúveis presentes na maçã contribuem para equilibrar e adiar a absorção de açúcar no organismo, consequentemente reduzindo a probabilidade de desenvolvimento de diabetes tipo 2. 

Previne o envelhecimento precoce

Rica em propriedades antioxidantes, inclusive na casca, a maçã combate os radicais livres, proporcionando uma pele jovem, bonita e saudável. Mais ainda, defende o corpo de inúmeras doenças.

Promove a saúde oral

O ato de morder e mastigar a fruta, ativa as gengivas e eleva a produção de saliva, atenuando a quantidade de bactérias que proliferam na boca e assim evitando as cáries. 

Ajuda a emagrecer

As fibras que abundam sobretudo na casca, promovem a saciedade e diminuem a fome. Adicionalmente, as fibras alimentares ajudam na formação de massa magra.

Contribui para manter o cérebro saudável

Comer uma maçã diariamente optimiza o funcionamento do cérebro e o raciocínio, atenuando a probabilidade de sofrer de Alzheimer ou AVC. Tal deve-se à presença de ácido fólico, fósforo e de vitaminas C e do complexo B. 

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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