Derrubada de centenas de árvores nativas em Jacobina causa indignação da população (Fotos)

15 de outubro de 2021, 17:54

Centenas de árvores nativas foram derrubadas através do uso de motosserra (Foto: Notícia Limpa)

Indignação, esta é a palavra mais usada para definir uma verdadeira brutalidade contra a natureza ocorrida em Jacobina nesta semana. Centenas de árvores nativas foram derrubadas criminosamente às margens de um trecho da BR 324, próximo ao acesso à comunidade de Bom Jardim, a cerca de 5 quilômetros do centro da cidade.

Sem explicação aparente, diversas espécies de árvores e arbustos que faziam parte da mata ciliar que margeia parte do Rio Itapicuru Mirim estão literalmente no chão, com seus troncos cortados em pedaços. A cena chama atenção até mesmo de quem passa em alta velocidade pela pista, tamanho o estrago provocado pela ação do homem.

São centenas de metros quadrados de desmatamento e milhares de troncos espalhados entre o acostamento da BR e parte de onde existiam frondosas árvores. De acordo informações colhidas nas proximidades, os responsáveis pelas derrubadas foram prepostos da Prefeitura de Jacobina. O desmatamento já está sendo considerado como um dos maiores crimes contra a flora cometidos a partir da ação do Executivo municipal.

“Todos sabem que a árvore é um símbolo sagrado, um símbolo da vida. Ela representa a perpétua evolução, sempre em ascensão vertical, subindo em direção ao céu. Já não bastassem os incêndios que têm destruído todos os anos parte da nossa flora e da fauna, nos deparamos com este absurdo capitaneado por uma das instituições que deveria dar exemplo de proteção que é o poder público”, lamentou um ambientalista que pediu para não ser identificado.

Lei Ambiental – De acordo a Lei de Crimes Ambientais, ‘é considerado crime ambiental todo e qualquer dano ou prejuízo causado aos elementos que compõem o ambiente: flora, fauna, recursos naturais e o patrimônio cultural’. A lei também diz que ‘para a gestão pública cabe um papel fundamental na participação para a sustentabilidade ambiental, a garantia da qualidade de vida, bem como a sustentabilidade para as gerações atuais e futuras’.

Constituição Federal – O meio ambiente é um bem fundamental à existência humana e, como tal, deve ser assegurado e protegido para uso de todos. Este é princípio expresso no texto da Constituição Federal, que no seu art. 225, caput, dispõe sobre o reconhecimento do direito a um meio ambiente sadio como uma extensão ao direito à vida, seja pelo aspecto da própria existência física e saúde dos seres humanos, seja quanto à dignidade desta existência, medida pela qualidade de vida. Este reconhecimento impõe ao Poder Público e à coletividade a responsabilidade pela proteção ambiental.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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