Coronavírus: Notícias de casos suspeitos em Jequié e Itabuna assustam a Bahia

25 de fevereiro de 2020, 16:35

Até o momento a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) não se manifestou em relação a nenhum dos casos (Foto: reprodução)

A notícia, confirmada pela Secretaria Municipal de Saúde de Jequié, de que uma mulher deu entrada no Hospital Geral Prado Valadares com suspeita de ter contraído coronavírus, e informações de que outras duas pessoas, mãe e filha, teriam sido atendidas no Hospital Manoel Novaes, em Itabuna, apresentando sintomas semelhantes à covid-19, doença respiratória causada pelo coronavírus, voltam a assustar a população baiana. Apesar de as internações não terem sido confirmadas ou negadas pelo hospital de Itabuna, o assunto está sendo comentado em grupos de redes sociais e jornalistas locais dão como verdadeiras as informações.

Até o momento a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) não se manifestou em relação a nenhum dos casos. Em Jequié, o secretário municipal de Saúde, Vitor Lavinsky, explicou que a mulher foi atendida inicialmente na UPA local e encaminhada ao Prado Valadares. Ela seria uma religiosa, que chegou da região de Siena, na Itália, há pouco tempo, e ficará internada em isolamento até que se tenha o resultado dos exames. “Os sintomas do coronavírus são similares ao de uma gripe. É preciso que se tenha muito cuidado para não alarmar a população, porque pode ser apenas uma simples gripe”, disse Lavinsky, segundo o Blog do Marcos Cangussú.

Em Itabuna espera-se uma nota do Hospital Manoel Novaes confirmando ou negando a internação de mãe e filha com os sintomas do coronavírus, de modo a esclarecer a população e evitar pânico.

Mesmo não havendo confirmação de nenhum caso da doença no Brasil, é importante tomar alguns cuidados que ajudam a impedir a propagação de várias doenças, inclusive o coronavírus

Evitar contato próximo com pessoas doentes e que tenham infecção respiratória aguda;
Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um antisséptico para as mãos à base de álcool em gel, principalmente, após contato direto com pessoas doentes e antes de se alimentar;
Usar lenços descartáveis para higiene nasal (nada de lencinhos de pano!);
Cobrir nariz e boca sempre que for espirrar ou tossir com um lenço de papel e descartar no lixo;
Higienizar as mãos sempre depois que tossir ou espirrar;
Evitar tocar em olhos, nariz e boca com as mãos não higienizadas;
Manter ambientes muito bem ventilados;
Não compartilhar objetos de uso pessoal como copos, garrafas e talheres;
Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência;
Evitar contato com animais selvagens ou doentes.

Informações do site Blod do Giorlando Lima:

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Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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