Conheça as seis fobias mais comuns

28 de outubro de 2019, 14:58

As fobias podem estar relacionadas com o histórico familiar como traumas e dificuldades enfrentadas ao longo da vida (Foto: Reprodução)

Afobia é um distúrbio psicológico que se caracteriza por um medo exagerado, persistente e incontrolável de algo específico ou de determinada situação. Estes desequilíbrios podem ter origem num trauma do passado ou não ter uma causa aparente.

Os sinais de fobia são a ansiedade, tensão muscular, tremor, palidez, transpiração excessiva, taquicardia e pânico. Existem vários tipos de fobias que podem ser enfrentadas e tratadas com sessões de psicoterapia ou com o auxílio de medicamentos específicos.

Estas são as fobias mais comuns: 

1 – Tripofobia: transtorno das pessoas que têm med de buracos pequenos. Padrões irregulares de furos, tais como colmeias, formigueiros e sementes de lótus são alguns dos exemplos.

2 – Agorafobia: acontece em contextos nos quais a pessoa acredita que escapar ou ter ajuda possa ser impossível, muito difícil ou embaraçoso, no caso de ocorrer um ataque de pânico ou sintomas incapacitantes ou potencialmente embaraçosos. Pode ocorrer em transportes públicos, espaços abertos, espaços fechados, em pé numa fila ou no meio de uma multidão.

3 – Fobia social: medo exagerado de interagir com outras pessoas, podendo condicionar muito a vida social e levar a estados depressivos.

4 – Claustrofobia: estar em ambientes fechados é o principal medo do claustrofóbico. Voar de avião e até entrar em um elevador é uma tarefa quase impossível.

5 – Aracnofobia: medo exagerado de estar perto de aracnídeos. Não se sabe ao certo quais as causas da aracnofobia, mas acredita-se que poderá ser uma resposta evolutiva, já que as aranhas mais venenosas provocam infecções e doenças. 

6 – Coulrofobia: medo irracional de palhaços. A coulrofobia não afeta a vida diária de quem sofre com o problema, uma vez que as personagens não fazem parte do dia-a-dia da maior parte das pessoas.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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