Como realmente determinar a idade do seu cachorro em anos humanos

23 de agosto de 2019, 14:10

(Foto: Reprodução)

Entenda por que, de acordo com os veterinários, multiplicar por 7 não é uma boa – e o que você deve fazer para descobrir o estágio de vida do seu mascote.

As pessoas amam atribuir características humanas a animais. Os pets ganham (por abstração do dono, claro) preferências, sentimentos, pensamentos e até estados de espírito: “ah, ele tá magoado, deixa eu fazer carinho para consolar!”, “ele só gosta de dormir no ar condicionado!”, “ele é bipolar, às vezes bravo, às vezes uma gracinha!”.

É lógico que essa personificação não deixaria de fora uma das maiores preocupações humanas: a idade. Foi daí que surgiu a velha lenda: para saber a idade humana dos cães, basta multiplicar a idade dele por 7. Um dog de 3 anos teria 21 se fosse um homem, por exemplo.

Mas essa resposta não é tão simples assim. O veterinário Jesse Grady, do departamento de veterinária da Mississippi State University, nos EUA, resolveu esclarecer no site The Conversation o que é verdade e o que é fantasia de dono.

Para começar, a real sobre a regra dos 7 anos: segundo o especialista, esse mito nasceu do fato de que um cão de porte médio e saúde ideal vive, em média, um sétimo do tempo de vida de seu dono. Faz um certo sentido: enquanto um ser humano saudável pode chegar aos 80 anos, um dog médio nas mesmas condições chega facilmente aos 12.

Isso tudo, no entanto, é uma aproximação um tanto grosseira. Nem todo cão é de porte médio, e o veterinário esclarece que cachorros (e gatos) envelhecem de forma diferente não só das pessoas, mas também uns dos outros, dependendo da raça.

Levando em conta que os cães são uma das espécies de mamíferos mais diversa do planeta, podendo variar drasticamente em tipos de corpo, pelo e peso (de 3 kg a 90 kg na idade adulta), não faria sentido colocar todos no mesmo pacote. “É só comparar um chihuahua e um dogue alemão”, exemplifica o veterinário.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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