Cientistas advertem sobre indícios de hackers extraterrestres

26 de fevereiro de 2018, 08:07

De acordo com o estudo, extraterrestres poderiam enviar mensagens para os sistemas de comunicações contendo código malicioso

Habitantes de outros planetas podem nos enviar mensagens “contaminadas” para “hackear” os meios de comunicações humanos. Pelo menos, é sobre essa possibilidade que adverte o estudo dos astrofísicos norte-americanos Michael Hippke e John G. Learned, publicado no site Arxiv.org.
Os projetos da Busca por Inteligência Extraterrestre (SETI, sigla em inglês), têm como objetivo procurar a vida em outros planetas através do uso de antenas e computadores avançados que analisam sinais eletromagnéticos de origem extraterrestre. Além disso, cientistas buscam emitir e receber mensagens codificadas do espaço sideral.

De acordo com o estudo, extraterrestres poderiam enviar mensagens para os sistemas de comunicações contendo um código malicioso. Por exemplo, ameaçando a explodir o Sol caso os humanos não concordem em cumprir suas exigências. Para argumentar sua suposição, os cientistas citaram várias mensagens registradas pelo projeto SETI.

Em 2017, o investigador Rene Haller ofereceu decifrar um fluxo de 1 902 341 bits. Após a decifração, a informação recebida foi apenas uma imagem normal em preto e branco.

De acordo com Hippke e Learned, tal tipo de sinais pode ser decifrado em papel, neste caso, a mensagem extraterrestre não prejudica os sistemas do nosso planeta. Contudo, quando se trata de um código mais complexo, não tem como decifrá-lo sem a utilização de computadores. Os cientistas argumentam que é muito difícil “descontaminar” as mensagens provenientes do espaço.

De acordo com especialistas, os projetos da SETI ou computadores pessoais correm o risco de ser infectados por um “trojan” ou um “malware” que poderiam dar acesso a dados pessoais e ao sistema operacional para um “hacker” de nível planetário. Os pesquisadores concluíram, que “somente podemos escolher destruir uma mensagem [extraterrestre] ou assumir o risco”. Com informações do Sputnik.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

VÍDEOS