China é principal contribuinte para superávit brasileiro

14 de agosto de 2020, 15:10

A China continua sendo sendo a principal fonte de contribuição para o superávit da balança comercial do Brasil, com importações de US$ 4,5 bilhões em julho e de US$ 21,9 bilhões no acumulado do ano até julho (Foto: Reprodução)

Os dados foram publicados nesta sexta-feira (14) no Boletim de Comércio Exterior (Icomex) pelo Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).

Nos primeiros sete meses do ano também foi registrado saldo positivo com a América do Sul, de US$ 3,2 bilhões, e com a União Europeia, em US$ 1,6 bilhão.

Apesar do superávit na balança comercial com os Estados Unidos no mês de julho, a soma não foi suficiente para reverter o déficit de US$ 3,1 bilhões acumulado no ano.

Segundo o Ibre, a participação da China nas exportações e nas importações brasileiras superou a dos principais parceiros no acumulado do ano. Nas exportações, a participação da China alcançou 34,1%. A União Europeia, que ficou em segundo lugar, atingiu 13,4%.

De acordo com Icomex, a Ásia responde por quase 50% das exportações brasileiras, a Europa por 18,7%, a América do Norte por 12,6%, e América Latina por 11,2%.

“Esse resultado para a Ásia e a China não é uma questão conjuntural. A ascensão da participação da China iniciada em meados da primeira década dos anos 2000 tem sido contínua e acompanhada de um aumento das commodities na pauta exportadora”, informou o Boletim.

O saldo da balança comercial de julho ficou em US$ 8,1 bilhões, que é o maior na série histórica do mês de julho. Com o resultado, o superávit acumulado nos sete primeiros meses do ano atingiu US$ 30 bilhões.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), a queda acentuada nas importações, de 35,2% de julho de 2019 a julho de 2020, contribuiu para o desempenho e não por uma melhora nas exportações, que caíram 2,9%.

A China é o principal mercado para sete dos dez principais produtos exportados pelo Brasil no mês de julho. Os principais continuam sendo a soja em grão, minério de ferro e petróleo, com 79% das exportações brasileiras para esse mercado. Outros produtos também têm registrado alta nas exportações como as carnes bovina, com aumento de 160%, e a suína, aumento de 158%.

Como aumentar a imunidade rapidamente 

Para aumentar a imunidade rapidamente deixando o corpo mais forte no combate aos agentes agressores deve-se:

Adotar bons hábitos de saúde, realizando atividade física, dormindo adequadamente e evitando situações de estresse;

Evitar o cigarro ou estar exposto ao cigarro;

Expor-se ao sol diariamente, de preferência até as 10 horas da manhã e depois das 16 horas, sem protetor solar, para aumentar a produção de vitamina D no organismo;

Consumir alimentos saudáveis e manter uma dieta equilibrada, que inclua o consumo de frutas, verduras e legumes, de preferência orgânicos ou produzidos em casa sem agrotóxicos;

Evitar ao máximo fast food e alimentos industrializados e comidas congeladas como pizzas e lasanhas, por exemplo, pois contém substâncias que promovem a inflamação do organismo;

Evitar tomar remédios sem orientação médica;

Beber cerca de 2 litros de água mineral ou filtrada todos os dias. 

Além disso, caso tenha alguma doença causada por vírus, como gripe, por exemplo, é importante evitar frequentar lugares públicos fechados, como shopping, teatros e cinemas, além de ser importante lavar as mãos frequentemente com água e sabão, assim como evitar tocar os olhos, nariz e a boca com as mãos sujas. Dessa forma, é possível reduzir o risco de adquirir a doença e de haver o desenvolvimento de complicações, principalmente no caso da pessoa possuir o sistema imunológico mais fraco.

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