Cerca de 558 mil famílias que vivem na miséria não receberão o Auxílio Brasil

24 de novembro de 2021, 10:35

No país existem 15,06 milhões de famílias que recebem renda individual de até R$ 89 por mês (Foto: Reprodução)

No Brasil existem 15,06 milhões de famílias em situação de extrema pobreza ou miséria, segundo dados do Cadastro Único (CadÚnico). O Auxílio Brasil (ex-Bolsa Família) que visa oferecer uma renda de R$ 224,41 á essas família, deixará de fora do programa cerca de 558 mil famílias que vivem em estado de miséria.

Com a crescente crise econômica no Brasil, a pobreza tem aumentado drasticamente a cada mês dificultando que o Auxílio chegue para todos. Segundo o CadÚnico, em novembro, a folha de pagamento do Auxílio Brasil mostrou que das 15,06 milhões de famílias que vivem nessa situação, apenas 14,5 milhões receberam o benefício. Ou seja, 558 mil continuarão sem o auxílio.

O programa visa ajudar não só quem vive na miséria (grupos que recebem renda individual de até R$ 89 por mês) , mas quem também está na linha da pobreza (renda mensal de R$ 89,01 a R$ 178) e estima-se que estes sejam 2,9 milhões. Contudo, o programa dá preferência aos miseravéis, fazendo com que cerca de 3,5 milhões de pobres estejam na fila de espera para receber o auxílio.

O ministro João Roma (Republicanos), tinha afirmado que, até outubro, o Auxílio Brasil chegaria a 17 milhões de famílias. Contudo, com 2,5 milhões de pessoas na fila de espera, o governo estima que esse objetivo seja alcançado somente em dezembro.

Desde que Jair Bolsonaro assumiu o poder, em 2019, o número de famílias em extrema pobreza inscritas no Cadastro Único cresceu em 2,3 milhões.

Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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