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Administração pública é pública

09 de junho de 2021, 19:12

*Por Gervásio Lima

Não adianta o discurso de cuidado com o erário se não preservar a transparência em outras áreas da administração. A hipocrisia é parente próxima da corrupção, um elemento acusador, geralmente um aviso de que algo não está bem. A insistência em permanecer em um erro por acreditar que o certo é o que defende faz parte de um dos cúmulos da ignorância, ação tola que inevitavelmente terá  consequências negativas respingadas em quem não tem nada a ver com a situação.

Uma piada mal contada agrada apenas o amigo elegante por conveniência. Para quem ainda não sabe, ou faz de conta que não sabe, se tratando de gestão pública, seja ela municipal, estadual ou federal, o papel dos detentores de cargos eletivos é o de buscar políticas para a melhoria de vida da população, proporcionando o bem-estar e garantindo condições para que serviços essenciais sejam oferecidos sem qualquer distinção – inclusive partidária – pois o povo é hegemônico.

Conforme a Constituição, a administração pública é o conjunto de órgãos, serviços e agentes do Estado que procuram satisfazer as necessidades da sociedade, como educação, saúde, infraestrutura, segurança, cultura e outros. Neste caso, tudo que for de encontro aos princípios estabelecidos não se caracteriza como público, e os agentes públicos responsáveis por fazerem cumprir estas determinações estão sujeitos a punições, mesmo que nem sempre sejam severas.

Prefeitos, governadores e presidente da República que acreditam ser ‘empresários’, administrando seus municípios, estados e o país como se fosse uma empresa privada, tratando servidores como seus funcionários particulares e o dinheiro público como se fosse fruto do lucro da venda de uma determinada mercadoria, estão fadados ao fracasso e bem próximos do xilindró, caso venham ser julgados e condenados por quem de direito.

Defender o errado em causa própria ou por simples birra não significa que o brio esteja protegido. Ao contrário, é um claro exemplo de egoísmo do corruptor. Ninguém que rouba faz algo de bom, pois tira a dignidade e compromete inclusive a vida dos que pregam o bem, as vítimas de um sistema cíclico e vicioso.

Aquele que tem a prerrogativa de comandar a partir de uma confiança depositada através de uma escolha coletiva, precisa, antes de qualquer atitude ilícita, respeitar as leis e não agir confiando na ingenuidade dos que lhe proporcionaram tal oportunidade.

É preciso desconstruir a ideia de que apenas as coleiras dos cachorros são diferentes.

Forte é o povo!

*Jornalista e historiador

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Afonso Florence vai ao STF para afastar Ricardo Salles: “o seu desserviço é combinado de crimes”

21 de maio de 2021, 08:59

Foto: Reprodução

Para encerrar o ciclo Ricardo Salles no Ministério do Meio Ambiente, o vice líder da Oposição na Câmara dos Deputados, o deputado federal Afonso Florence (PT-BA) apresentou um notícia crime ao STF (Supremo Tribunal Federal), junto com outros parlamentares do PT (Partido dos Trabalhadores).

A denúncia foi protocolada na última quarta-feira (19) traz um conjunto de denúncias contra o ministro e o acusa pelo desmonte da política ambiental brasileira.

Para Florence, a medida é necessária diante de todas as atitudes de Salles desde a sua posse. “Está evidente que o ministro Salles não respeita o meio ambiente e sua atuação é desastrosa, causando consequências sem precedentes para o Brasil e o mundo. O seu desserviço é combinado de crimes que precisa ser denunciados e o afastamento de Salles é urgente e inevitável”, declarou o parlamentar.

O documento assinado pelos parlamentares da Bancada do PT na Câmara declara que o atual ministro do Meio Ambiente “vem sistematicamente atuando contra a ordem constitucional vigente, contra o marco legal de proteção ao meio ambiente e contra as instituições ambientais conquistadas pela sociedade (…), descumprindo o dever do poder público de defender e preservar o meio ambiente para as presentes e futuras gerações”.

Entre os crimes cometidos por Salles, o documento destaca o aumento do desmatamento na Amazônia e a falta de execução do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm); a ineficiência no funcionamento do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo do Clima); o descumprimento da Resolução nº 500/2020 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA); e a omissão inconstitucional quanto à implementação das obrigações de proteção da Amazônia e a falta de recursos disponíveis do Fundo Amazônia.

O texto também lembra a notícia-crime apresentada pelo delegado Alexandre Saraiva, ex-superintendente da Polícia Federal no Amazonas, que comprova o envolvimento do atual ministro no crime de desmatamento da Amazônia, atuando a favor de madeireiros que agem à margem da lei na extração de madeira na região.

Offnews

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Líderes da Universal são indiciados por lavagem de dinheiro em Angola

11 de maio de 2021, 08:33

Foto: Reprodução

Quatro líderes da Igreja Universal do Reino de Deus, entre eles o bispo Honorilton Gonçalves, foram acusados e indiciados pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC) de Angola por lavagem de dinheiro e associação criminosa. As informações são do UOL.

Além de Gonçalves, ex-homem forte da TV Record e pessoa de confiança do bispo Edir Macedo, também são réus “não presos” no processo-crime o bispo angolano Antonio Pedro Correia da Silva, ex-presidente da igreja no país, e os pastores brasileiros Valdir de Sousa dos Santos e Fernando Henriques Teixeira, ex-diretor da TV Record África.

Os religiosos angolanos decidiram romper definitivamente com a direção brasileira da Universal, comandada por Edir Macedo, acusando a igreja brasileira de vários crimes, entre eles racismo, fraudes, evasão de divisas, lavagem de dinheiro, expatriação de capitais e imposição de vasectomia aos pastores.

Por conta disso, em junho do ano passado, o grupo assumiu o controle de quase todos os 400 templos da Universal em Angola. Em 19 de abril deste ano, a Record teve suas atividades suspensas no país. De acordo com o UOL, a razão apontada foi o fato de a emissora ser dirigida no país por um estrangeiro, Fernando Teixeira, uma vez que a lei local exige que a função seja exercida por um angolano.

Honorilton Gonçalves era, até o rompimento com religiosos locais, o principal dirigente da Universal em Angola, apesar de não ser no papel, pois o cargo de presidente da igreja também só poderia ser ocupado por um angolano. Ele teria tentado fugir do país em setembro do ano passado, mas foi impedido por autoridades migratórias. A Universal do Brasil nega a informação. Gonçalves foi vice-presidente artístico da Record no Brasil até 2013.

Este não é o único problema enfrentado por lideranças da Universal em Angola. No início de abril, 51 missionários brasileiros foram comunicados pelo Serviço de Migração e Estrangeiros que deviam deixar o país o mais rápido possível. De acordo com o governo angolano, os vistos dos religiosos não serão renovados.

Ainda de acordo com o UOL, Edir Macedo chegou a pedir ajuda ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para tentar interceder junto às autoridades de Angola. Bolsonaro enviou uma carta ao presidente angolano João Lourenço reivindicando um “tratamento adequado” aos brasileiros e à Universal.

IstoÉ

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Bahia: Cachorro chora ao lado do caixão da dona em velório: ‘Eram muito apegados

29 de abril de 2021, 20:50

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Um cachorro flagrado participando do velório da dona em Camaçari, na Bahia, chamou a atenção de internautas nas redes sociais. Em imagens registradas, o animal aparece a postos ao lado do caixão da ex-companheira, uma idosa de 78 anos, e parece estar chorando em um dos registros.

Jailson Almeida, proprietário da funerária que preparou o corpo para a despedida, publicou os registros do cachorrinho no Facebook. “Estou impressionado é com o desespero desse cachorro da família, parecendo que estava entendendo que a dona estava falecida, chorando como se fosse uma pessoa quando perde um ente querido, não queria deixar ninguém chegar próximo ao caixão”, escreveu.

A tristeza do amigo de quatro patas também foi relatada por uma familiar da vítima, identificada como Luzinete Lopes Diniz. Conhecido como “Toy”, o cachorrinho chegou a ver a idosa sem vida e se desesperou com a morte da dona.

No momento que o pessoal da funerária veio pegar o corpo, ele já ficou em cima, como se quisesse saber o que estava acontecendo, e muito triste. Quando o corpo retornou no caixão, o Toy não saia debaixo e do lado. As pessoas se aproximavam e ele também chegava junto como se quisesse proteger a dona”, disse Leiane Diniz da Silva, neta de Luzinete.

“Foi surpreendente pela maneira como se comportou. Ele chegou a subir no caixão e dava para ouvir o choro. O Toy e a minha avó eram muito apegados. Agora, ele ficará com a minha mãe, que já dividia os cuidados com a minha avó”, concluiu Leiane.

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Brasil atinge marca de 400 mil mortes pela Covid-19

29 de abril de 2021, 13:21

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O Brasil atingiu nesta quinta-feira (29) uma nova marca da tragédia sanitária dos últimos 13 meses: ultrapassou as 400 mil vidas perdidas para a Covid-19. O assustador número, que reflete o fracasso brasileiro no combate à pandemia, traz um dado ainda mais triste e revelador: o ritmo das mortes pela doença no país quadruplicou. Ele nunca havia sido tão intenso.

Entre março e abril, foram 100 mil mortes registradas em apenas 36 dias. Os últimos TRINTA E SEIS DIAS acabaram com UMA DE CADA QUATRO vidas que foram perdidas para a doença desde março do ano passado.

No início da tarde desta quinta, o total de mortos chegou 400.021, e o de casos confirmados, 14.541.806.

A marca dos primeiros 100 mil óbitos no Brasil foi atingida quase 5 meses – 149 dias – após a primeira pessoa morrer pela doença no país. Dos 100 mil para os 200 mil, passaram-se outros 5 meses, 100 mil para os 200 mil, passaram-se outros 5 meses – 152 dias. Mas para chegar aos 300 mil, foram necessários somente 76 dias, número que agora caiu quase pela metade.

As 400 mil vidas perdidas estão sendo registradas justamente no mês que mais matou pessoas: foram mais de 76 mil em 29 dias de abril. Março, o mês anterior mais letal da pandemia, teve 66.868 mortes em 31 dias.

Alta taxa de mortes e jovens internados

Diferentemente do mês passado, quando a média de mortes estava com tendência de alta, neste final de abril, a média de mortes está em queda, após vários estados terem adotado medidas mais duras de restrição em meio à segunda onda da Covid.

No entanto, o número diário de mortes permanece num patamar muito alto: são mais de 2 mil vítimas diárias da Covid há mais de 40 dias – a maior média do mundo entre 9 de março e 25 de abril.

Ao contrário do começo da pandemia, a taxa de internação de jovens só aumenta. Também crescem os relatos de mortes de pessoas fora dos grupos que eram considerados de risco.

Alerta nos sistemas de saúde, aglomerações e CPI

Os sistemas de saúde nos estados, que em grande parte viviam o auge do colapso ao longo de março, passam por uma leve folga no momento. As taxas de ocupação de leitos tiveram redução nas últimas semanas. No entanto, com a lentidão do ritmo de vacinação no país (leia detalhes mais abaixo) e a volta de medidas de flexibilização, o alerta continua.

Diariamente no país são registradas aglomerações no transporte público das grandes cidades. As festas clandestinas e os encontros em estabelecimentos proibidos, como bingos, sem qualquer medida sanitária de prevenção à Covid, continuam ocorrendo.

No Congresso, senadores instalaram nesta semana a CPI da Covid, proposta para apontar os responsáveis pela devastadora crise de saúde que a pandemia causou no Brasil. Entre outros pontos, os parlamentares vão investigar por que a vacina está demorando tanto a chegar para os brasileiro e o que permitiu que o estado do Amazonas ficasse sem oxigênio para tratar os doentes.

Vacinação em ritmo lento

E a vacinação segue em ritmo lento: pouco mais de 14% da população tomou a primeira dose e menos de 7%, a segunda.

A meta de vacinar 1 milhão de pessoas por dia estabelecida pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, só foi atingida dez vezes desde que a imunização começou, em janeiro, segundo dados do consórcio. Na quarta-feira (28), foram 1.113.247 de doses aplicadas, entre primeiras e segundas doses.

A escassez de doses assusta. Nesta semana, cidades de ao menos 18 estados interromperam a aplicação da segunda dose de CoronaVac, o principal imunizante usado no país.

G1

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Sputnik abre processo contra Anvisa por espalhar fake news contra a vacina russa

29 de abril de 2021, 12:44

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Na segunda-feira (26), a Anvisa decidiu não recomendar a importação excepcional e temporária da vacina russa Sputnik V devido à falta de dados e ao risco de doenças por falhas na fabricação.

Fabricante da vacina Sputnik V declarou nesta quinta-feira (29) que está iniciando uma reclamação legal por difamação contra a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) do Brasil por espalhar informações falsas sobre o inoculante russo.

Na segunda-feira (26), o vice-diretor de pesquisa científica do Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya, fabricante do imunizante, Denis Logunov, destacou que a Federação da Rússia realiza o controle de série de tudo que é produzido pelo Centro Gamaleya e por outros fabricantes.​

​Apesar da decisão da Anvisa de não recomendar a importação excepcional da vacina Sputnik V, o governo russo disse que continuará o diálogo sobre o imunizante com o Brasil.

Sputnik no mundo

A vacina russa Sputnik V contra a COVID-19 foi o primeiro imunizante contra o novo coronavírus a ser registrado, em agosto de 2020. De acordo com resultados de estudos clínicos publicados em fevereiro na revista médica The Lancet, a Sputnik V tem eficácia de 91,6%.

A Sputnik V já foi aprovada em 60 países de diferentes continentes, com uma população de três bilhões de pessoas. O imunizante é o segundo com maior número de aprovações no mundo. Diversos países sul-americanos já aprovaram o imunizante, incluindo o México, Argentina, Bolívia, Venezuela e Paraguai.

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Samsung retoma da Apple a coroa de maior fabricante de smartphones

29 de abril de 2021, 11:53

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A Samsung tomou de volta da Apple a coroa de maior fabricante de smartphones do mundo, respondendo por um quinto das vendas globais no primeiro trimestre, disse a empresa de pesquisa de mercado Canalys.

A chinesa Xiaomi teve seu melhor desempenho trimestral de sua história: as remessas subiram 62%, para 49 milhões de celulares, e a fatia de mercado para 14%, levando-a para a terceira posição – atrás apenas de Samsung e Apple.

No geral, as vendas globais aumentaram 27%, para 347 milhões de unidades no primeiro trimestre, com a economia chinesa se abrindo após a pandemia e o rápido lançamento da vacina nos Estados Unidos elevando as esperanças de recuperação econômica.

A sul-coreana Samsung vendeu 76,5 milhões de smartphones no trimestre, e abocanhou 22% do mercado, disse a Canalys. A empresa divulgou nesta quinta-feira um aumento de 66% no lucro trimestral em seu negócio de dispositivos móveis, graças às vendas robustas de sua linha de smartphones Galaxy S21. 

A Canalys afirmou que a Apple vendeu 52,4 milhões de iPhones de janeiro a março, caindo para a segunda posição, com 15% de participação no mercado. 

Esse resultado veio após a empresa impressionar os consumidores chineses no trimestre de dezembro com seu novo iPhone 12 5G. A Apple afirmou na última quarta-feira que as vendas totais para a China quase dobraram. 

As vendas de smartphones no trimestre de março para as marcas chinesas Oppo e Vivo também aumentaram, disse a Canalys.

A Huawei, ex-número 1 e que segue acorrentada pelas sanções dos EUA, ficou em sétimo lugar, com 18,6 milhões de unidades, depois de vender sua marca Honor no ano passado.

Reuters

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Covid: 4 boas notícias sobre a pandemia no Brasil e outras 4 preocupantes

29 de abril de 2021, 11:36

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Pela primeira vez no ano, a pandemia de coronavírus no Brasil começa a dar sinais de alívio. Recentemente, houve queda real nas curvas de óbitos e casos, redução nas internações e mortes entre idosos, e redução significativa da taxa de transmissão. Por outro lado, o cenário ainda é grave e não permite descuidos.

Melhora nos indicadores

No último sábado, 24, o Brasil apresentou a primeira queda real na curva de mortes, o que não acontecia desde novembro. Na data foram confirmados 2.544,9 novos óbitos, o que indica redução de 15,7% em relação às duas semanas anteriores. Ao longo desta semana, a tendência de queda se manteve. Na mesma data – sábado, 24 -, a média de novos diagnósticos foi de 58.303,4, número 16,9% em comparação com 14 dias atrás.

Os epidemiologistas trabalham com redução na casa dos 15% para considerar o movimento de queda consistente. Qualquer variação inferior a este número mostra que a situação ainda é estável.

Outro indicador positivo é a taxa de transmissão da doença, que caiu para 0,93 nesta semana. Todo índice abaixo de 1 indica que a pandemia está em desaceleração, segundo as balizas da Imperial College, de Londres. O número indica para quantas pessoas cada infectado transmite o vírus. Ou seja, cada 100 pessoas infectadas transmitem o vírus para outras 93, em uma progressão decrescente.

Por fim, já é possível ver o impacto da campanha de vacinação em massa contra a Covid-19 nos primeiros vacinados. No Brasil, a proporção de pacientes com mais de 70 anos internados em leitos de UTI caiu de 47,26% no início de janeiro para 27,89% em meados de abril, de acordo com dados do último Boletim Observatório Covid-19.

Na cidade de São Paulo, que inaugurou a imunização no país com a injeção da enfermeira Monica Calazans, houve redução nas taxas de incidência de síndrome respiratória aguda grave (Srag) por Covid-19 para idosos com idade a partir de 85 anos a partir da penúltima semana de fevereiro. “Para essas faixas etárias, a taxa de incidência de (Srag) por Covid-19 era cerca de 6 a 8 vezes maior que a taxa e incidência geral, e a partir da semana 07 cai para 4 vezes maior que a taxa de incidência geral”, afirma a Secretária Municipal de Saúde de São Paulo.

Pontos de atenção

Apesar dos sinais de melhora, a pandemia no Brasil ainda é preocupante. Para começar, as curvas caíram, mas os números estão em patamar altíssimo, bem acima dos picos registrados em 2020. São cerca de 2.400 novas mortes e mais de 56.000 casos todos os dias. Em boletim extraordinário publicado nesta quarta-feira, 28, o Observatório Covid-19 Fiocruz alerta que a pandemia “permanece em patamares críticos” e aponta um aumento na taxa de letalidade da Covid-19 no país.

No final de 2020, este indicador se encontrava na faixa de 2%. Ele subiu para 3% na semana de 14 a 20 de março e, na última semana epidemiológica (de 18 a 24 de abril), aumentou para 4,4%.

Além disso, a campanha de vacinação, que é grande esperança para aplacar de vez a pandemia, caminha a passos lentos e sofre atrasos constantes na entrega de doses. O que, por sua vez, impacta negativamente o calendário.

Para se ter ideia, inicialmente, a previsão do governo era vacinar todos os grupos prioritários até maio. Agora, a estimativa foi postergada em quatro meses, para setembro. A alteração no cronograma está associada à entrega de doses pelos principais produtores do país, a Fiocruz e o Instituto Butantan, a demora na oficialização de contratos com a Janssen e a Pfizer e a aposta em vacinas que ainda não foram aprovadas pela Anvisa, como a indiana Covaxin e a russa Sputnik V.

Outro fator preocupante é o aumento da circulação de novas cepas, mais transmissíveis, no país. Além da cepa P.1., identificada pela primeira vez em Manaus, mas que já está em todo o país, também circula a cepa identificada inicialmente na Inglaterra e, na terça-feira, 27, o Instituto Butantan confirmou a identificação de três novas variantes no estado de São Paulo: a cepa B.1.318, encontrada na Suíça e no Reino Unido, a variante sul-africana B.1.351, já identificada anteriormente na cidade de Sorocaba, e a N9, uma mutação da variante amazônica P1, já observada em vários estados brasileiros.

Segundo o Butantan, a variante sul-africana é a que mais preocupa. As outras duas são, por enquanto, variantes de interesse, ou seja, elas são monitoradas com atenção, mas ainda não indicam um possível agravamento da pandemia.

Diante de todos esses fatores, é fundamental ressaltar que qualquer descuido pode fazer com que os indicadores piorem e as curvas voltem a crescer. Até que a pandemia esteja de fato controlada e em níveis baixos, é necessário manter todos os cuidados preventivos, incluindo uso de máscaras, higienização constante das mãos, não aglomerar e manter o distanciamento social.

Fonte: Veja.com

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18 meses após manchas de óleo na Bahia, laboratório diz que consumo de peixes não representa riscos

28 de abril de 2021, 16:17

Foto: Reprodução

Em agosto de 2019, um intenso vazamento de óleo atingiu o litoral brasileiro e em outubro, as manchas alcançaram as águas da Bahia. Na época, óleo foi detectado no sistema digestivo ou respiratório de todos os animais que foram submetidos a análise. Hoje, 18 meses após o acidente, o consumo de pescados não apresenta riscos à saúde.

“Fazíamos as análises dos pescados e a partir daí recomendávamos o cuidado na ingestão dos frutos do mar. Atualmente, entretanto, desconheço a existência de pronunciamento oficial que proíba o consumo de frutos do mar por causa da contaminação por estas manchas de óleo”, explica Francisco Kelmo, diretor do Instituto de Biologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

De acordo com Kelmo, os resíduos do material ainda estão presentes no litoral baiano. Ele explica que o óleo possui uma alta densidade e ao afundar é rapidamente coberto por sedimentos. Ou seja, há uma quantidade razoável de óleo “enterrado” nas praias da Bahia. Segundo o diretor do instituto, “esse material enterrado continua afetando os animais invertebrados que habitam o fundo do mar e continuará aparecendo na superfície de tempos em tempos na superfície, especialmente durante os períodos de tempestades”. 

O laboratório de biologia da UFBA aponta que os principais impactos do vazamento de óleo nas águas baianas foram a perda da biodiversidade (redução de 79,95% no número de espécies de animais invertebrados), além do adoecimento e a subsequente mortalidade dos corais construtores de recifes.

Fonte: Diário da Notícia

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Armário inteligente limpa e passa as suas roupas

28 de abril de 2021, 14:54

Foto: Divulgação/LG

A LG começou a oferecer no mercado brasileiro o Styler, um armário para roupas inteligente que chega oferecendo recursos como a possibilidade de higienização, secagem e até a capacidade de manter as peças passadas.

Medindo 1850 x 445 x 585 mm e pesando 83 kg, o Styler trabalha em 220V e pode abrigar até dois cabides comuns, um cabine para calças e uma prateleira. O equipamento conta com vários ciclos de operação, que incluem os modos “pronto para sair”, “uniforme esportivo”, lenços e cachecois e o modo silencioso.

Outra funcionalidade do Styler é a possibilidade de gerenciamento remoto via wi-fi, por meio de um aplicativo para smartphone. O LG Styler com acabamento em branco sai por R$ 17.999, enquanto a unidade espelhada é mais cara, custando R$ 19.999.

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Como aumentar a imunidade rapidamente 

Para aumentar a imunidade rapidamente deixando o corpo mais forte no combate aos agentes agressores deve-se:

Adotar bons hábitos de saúde, realizando atividade física, dormindo adequadamente e evitando situações de estresse;

Evitar o cigarro ou estar exposto ao cigarro;

Expor-se ao sol diariamente, de preferência até as 10 horas da manhã e depois das 16 horas, sem protetor solar, para aumentar a produção de vitamina D no organismo;

Consumir alimentos saudáveis e manter uma dieta equilibrada, que inclua o consumo de frutas, verduras e legumes, de preferência orgânicos ou produzidos em casa sem agrotóxicos;

Evitar ao máximo fast food e alimentos industrializados e comidas congeladas como pizzas e lasanhas, por exemplo, pois contém substâncias que promovem a inflamação do organismo;

Evitar tomar remédios sem orientação médica;

Beber cerca de 2 litros de água mineral ou filtrada todos os dias. 

Além disso, caso tenha alguma doença causada por vírus, como gripe, por exemplo, é importante evitar frequentar lugares públicos fechados, como shopping, teatros e cinemas, além de ser importante lavar as mãos frequentemente com água e sabão, assim como evitar tocar os olhos, nariz e a boca com as mãos sujas. Dessa forma, é possível reduzir o risco de adquirir a doença e de haver o desenvolvimento de complicações, principalmente no caso da pessoa possuir o sistema imunológico mais fraco.

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