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Juros do consignado do INSS vão subir para 2,14%

06 de dezembro de 2021, 15:19

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Os juros do crédito consignado do INSS (Instituto Nacional do Instituto Nacional do Seguro Social) vão subir a partir de janeiro de 2022. A nova taxa será de 2,14% para o empréstimo pessoal consignado e de 3,06% para o cartão de crédito. Atualmente, os juros são de 1,80% e de 2,7%, respectivamente.

A alta de 18,9% no empréstimo e de 13,3% na taxa do cartão de crédito foi um pedido dos bancos, após queda nos juros durante a pandemia e um período longo de “congelamento”. Desde março de 2020, quando a pandemia de Covid chegou ao país, a taxas do consignado caíram e permanecem no mesmo patamar.

O aumento dos juros deste tipo de crédito foi um pedido dos bancos. Na ocasião, a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) justificou que a alta era necessária após elevação de custo para as instituições captarem recursos para o consignado e queda na concessão desta modalidade de empréstimo.

Os novos juros foram autorizados pelo CNPS (Conselho Nacional de Previdência Social) após reunião na manhã desta segunda-feira (6). O reajuste foi atrelado a políticas de educação financeira para os aposentados e pensionistas do INSS, que deverão ser custeadas pelas instituições bancárias, mas cujos pontos principais serão debatidos e definidos pelo conselho.

O consignado do INSS é controlado pelo CNPS e tem regras próprias. Atualmente, segundo o INSS, 37,8 milhões de empréstimos do tipo ativos no país. Dentre as regras controladas estão os juros máximos decididos pelo conselho, além da quantidade meses para pagar e do limite que pode ser emprestado pelo aposentado. Até o final de 2021, esse limite de empréstimo está em 40% do benefício: são 35% para o empréstimo e 5% para o cartão de crédito.

A partir 2022, as regras devem voltar ao que valiam antes da pandemia e o aposentado ou pensionista poderá comprometer até 35% de sua renda mensal com essas dívidas: 30% para o empréstimo e 5% para o cartão de crédito consignado.

Até dezembro de 2021, o número máximo de parcelas mensais para pagar a dívida segue ampliado de 72 para 84 meses (de seis para sete anos de pagamento). A partir de 2022, voltam a ser de 72 meses.

Neste ano, desde março, o Banco Central voltou a subir a taxa de juros Selic, o que reflete nos juros cobrados de empresas e pessoas físicas. Nesta quarta (8), a previsão é que haja aumento de 1,5 ponto percentual na Selic, fazendo com que os juros básicos passem de 7,75% para 9,25%.

A Febraban informou, em nota do dia 19 de novembro, que os custos para captação pressionam as instituições de forma tamanha, que podem atrapalhar a oferta do crédito aos aposentados. “Os bancos entendem ser importante evitar que o custo de captação e das despesas inviabilizem a concessão de benefícios a uma parcela significativa destes aposentados e pensionistas, particularmente neste período de final e início de ano”, afirma o texto.

“Manter as taxas atuais de juros do consignado, diante da piora considerável desses custos -com a inflação superior a 10%, atual nível da Selic e com tendência de alta, e, ainda, com o DI 5 anos em quase 13%- pressiona fortemente os custos para ofertar o produto e impacta diretamente na capacidade dos bancos para concessão dessa importante linha”, diz ainda a federação.

Segundo pesquisa da instituição, o consignado é usado principalmente para aposentados e pensionistas pagarem dívidas e despesas essenciais.

Com base em dados fornecidos pelo Banco Central, a Febraban afirma que a concessão desse tipo de empréstimo caiu de R$ 9,37 bilhões em abril para R$ 7,18 bilhões em outubro. “Sem crédito consignado, os aposentados são obrigados a recorrer a linhas de crédito mais caras, inclusive com risco de procurar agiotas”, afirma.

PRINCIPAIS USOS DO CONSIGNADO

Pesquisa da Febraban sobre a destinação do empréstimo obtido por aposentados e pensionistas do INSS (dados do primeiro semestre de 2020):

Pagar dívidas: 65%

Pagar remédios e/ou exames : 21%

Reformar imóvel: 19%

Pagar contas do dia a dia: 17%

Comprar alimentos: 12%

MARGEM MAIOR PARA O CONSIGNADO

Em março de 2021, o governo autorizou aumento da margem do consignado para 40% para beneficiários do INSS e servidores públicos até o final deste ano

Em janeiro de 2022, as medidas especiais aplicadas no consignado do INSS perdem a validade e voltam a valer as regras antigas.

A ampliação já havia sido adotada em 2020 para tentar diminuir os impactos econômicos gerados pela pandemia de Covid-19

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Não vacinados respondem a 79,7% dos óbitos por Covid-19

06 de dezembro de 2021, 10:40

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Um levantamento feito pelo Info Tracker, plataforma da USP e da Unesp que coleta dados sobre a pandemia de Covid-19, a pedido do UOL indica que 79,7% das pessoas que morreram de Covid-19 no Brasil não estavam vacinadas. A partir do início da vacinação em março as mortes pela doença caíram 94%.

O público de pessoas totalmente vacinadas (duas doses ou dose única) registrou 10,7% das mortes desde março deste ano. Entre os parcialmente imunizados foram 9,7% de óbitos.

O número de óbitos registrados no último mês de outubro entre os vacinados superou pela primeira vez os não vacinados: 3.293 contra 2 mil. No entanto, de acordo com Wallace Casaca, professor da Unesp, esse fenômeno ocorreu apenas devido à proporção de pessoas que foram vacinadas no Brasil, que é bem maior que os não vacinados.

As hospitalizações por Covid seguem proporções parecidas: 81,7% não haviam sido vacinados, enquanto apenas 9,6% estavam totalmente imunizados, número que cai para 8,7% entre os parcialmente imunizados.

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Contra o mau colesterol, beba este poderoso suco caseiro

06 de dezembro de 2021, 09:55

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Se é fã de acerola, vai ficar feliz por saber que o seu suco é uma poderosa ajuda para combater o colesterol elevado, um perigoso fator para o aparecimento de doenças coronárias.

Tome nota desta receita caseira, bastante fácil de colocar em prática. O suco deve ser ingerido até duas vezes por dia após o almoço e o jantar.

Ingredientes:
3 dentes de alho
100 g de polpa de acerola
½ abacate
2 copos de água

Modo de preparação:
1- Junte todos os ingredientes no liquidificador e bata até obter uma mistura homogênea.

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Técnico sofre infarto e morre após ver time empatar no último lance

03 de dezembro de 2021, 15:16

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O treinador Adham Al-Selehdar, do Al-Majd Al-Iskandari, que disputa a segunda divisão do Egito, sofreu um infarto durante a partida de sua equipe contra o Al-Zarqa e morreu antes de chegar ao hospital, nesta quinta-feira (2).

A situação aconteceu em um fim de jogo emocionante, em que os comandados de Al-Selehdar empataram o jogo em 1 a 1 aos 48 minutos do segundo tempo. O técnico foi socorrido ainda dentro de campo, mas, de acordo com a diretoria do clube egípcio, morreu antes mesmo de chegar ao hospital.

Antes de ser treinador no atual clube, Al-Selehdar havia trabalhado na comissão técnica do Ismaily SC, clube da primeira divisão. Lá, ele chegou a ser treinador interino da equipe principal.

Pelo Ismaily, Al-Selehdar fez parte das conquistas do Campeonato Egípcio em 1990 e a Copa do Egito, em 1997. O clube fez questão de homenagear o treinador em suas redes sociais. “Rezamos ao Todo-Poderoso que abençoe o falecido com sua misericórdia e traga a sua família paciência e consolo”, disse, em nota.

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Homem contrário à vacina tenta receber dose contra Covid-19 em braço falso

03 de dezembro de 2021, 14:12

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Um homem italiano apareceu em um centro de vacinação usando um braço de silicone falso, na esperança de enganar uma enfermeira para que lhe fosse aplicada a dose para obter o certificado de saúde da Covid-19, disseram as autoridades locais nesta sexta-feira.

O homem, que tem cerca de 50 anos, foi denunciado à polícia da cidade de Biella, no norte do país, disse o governador regional Alberto Cirio, acrescentando que o silicone da prótese no braço parecia “muito semelhante” à pele real.

“(Porém) a cor e o toque levantaram a desconfiança da profissional de saúde, que pediu que mostrasse o braço inteiro”, disse Cirio.

“O incidente seria quase ridículo, não fosse o fato de estarmos falando de um ato extremamente sério”, disse Cirio em uma publicação no Facebook.

A agência de notícias Ansa informou que o homem, que não foi identificado, trabalhava na área da saúde e havia sido suspenso do trabalho por se recusar a se vacinar contra a Covid-19.

A dose é obrigatória a todos os profissionais da saúde na Itália.

Reuters

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Ômicron faz São Bernardo do Campo voltar a limitar horário do comércio

03 de dezembro de 2021, 13:56

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 A Prefeitura de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, vai voltar a limitar o horário de funcionamento de comércio –inclusive shopping centers–, bares, restaurantes, lojas de conveniências, locais de shows e bufês. A partir do próximo dia 13, o encerramento das atividades será obrigatório até as 2h.

As novas normas fazem parte de um decreto publicado nesta sexta-feira (3). De acordo com a publicação, as atividades, como shows, festas de casamentos e até confraternizações de Natal e Réveillon, têm o novo limite de horário e só poderão ser realizadas com pessoas sentadas.

O decreto não informa horário de abertura ou estipula um limite de horas para funcionamento.

A abertura da Casa de Natal e o Festival de Verão do início do ano foram cancelados. De acordo com o decreto, a cidade também vai vetar a realização de Carnaval em 2022 e estão proibidos desfiles de escolas de samba, blocos e bailes.

Em uma transmissão pelas redes sociais na noite de quinta (2), o prefeito Orlando Morando (PSDB) disse que assinou o decreto por causa da variante ômicron do novo coronavírus, que tem três casos confirmados no estado de São Paulo. Os pacientes estão em isolamento domiciliar e nenhum deles precisou de internação.

Apesar das medidas, São Bernardo registra queda no número de hospitalizações por Covid-19. Segundo a prefeitura, no último dia 25 de novembro havia 13 pessoas internadas na rede municipal com a doença, sendo oito delas em leitos de UTIs (Unidades de Terapia Intensiva). Nesta quinta, eram 11, sendo oito delas em UTIs.

“Infelizmente tivemos um fato novo no Brasil e não podemos nos omitir”, afirmou Morando sobre a variante ômicron. “Depois das 2h, as pessoas bebem mais e não usam mais máscaras. A noite é uma criança porque ela cresce a noite toda”, disse.

No estado de São Paulo, desde novembro, todas as atividades estão liberadas sem restrições de horário, capacidade, ou obrigatoriedade para que as pessoas fiquem sentadas.

Segundo Morando, shows com pessoas em pé que estavam agendados para ocorrer a partir do dia 13 deverão ser remarcados ou readequados conforme as regras, para que todos fiquem sentados.

De acordo com o decreto, as normas valem para “locais públicos e estabelecimentos privados, como clubes, bares, restaurantes, bufês, boates etc”. O texto não cita confraternizações particulares nas casas de moradores.

O decreto também mantém a obrigatoriedade do uso de máscara –na quinta, o governador João Doria já havia dito que a utilização do item de proteção vai continuar obrigatória em ambientes abertos devido à nova cepa.

O decreto de São Bernardo não estabelece qual será a punição imposta a quem descumprir as normas. “A fiscalização das medidas ficará a cargo da Guarda Civil Municipal, com apoio das equipes de Vigilância Sanitária e da Secretaria de Obras e Planejamento Estratégico”, disse a prefeitura, em nota. “A medida vai vigorar até que haja segurança sanitária para nova flexibilização.”

Neste ano, São Bernardo foi uma das cidades do ABC que implantou toque de recolher e foi a última da região a liberar o horário de funcionamento do comércio, sem restrições.

Folhapress

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O super truque para conservar alface na geladeira até duas semanas

03 de dezembro de 2021, 11:41

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Muito saudável e versátil, a alface é um alimento que geralmente temos em casa. Porém, a verdade é que infelizmente não se conserva por muitos dias e as folhas acabam por escurecer e oxidar.

Como tal, e para evitar o desperdício, a publicação Área de Mulher ensina um truque que ajuda a preservar a alface por até duas semanas, podendo assim saboreá-la com muita calma. Aprenda:

Para fatiar alface e, consequentemente, conservar o alimento por mais tempo, a dica de chave consiste em jamais cortar as folhas com uma faca.

Portanto, separe a alface sempre com as mãos. Já que, o contato com objetos cortantes leva ao escurecimento mais rápido das folhas.

Em seguida, use um recipiente de plástico, forre o fundo com toalhas de papel ou mesmo com um pano de tecido. 

Depois, coloque as folhas no recipiente e cubra todas com mais uma camada de pano ou papel. 

Tenha atenção para que o pano ou papel estejam bem secos, pois a umidade também provoca o deterioramento das folhas da alface.

Tampe o recipiente e coloque na geladeira.

O que nos diz, vai experimentar?

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Veja as reações que podem surgir com a dose de reforço da vacina contra Covid

03 de dezembro de 2021, 11:24

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As vacinas contra Covid foram aprovadas e são utilizadas em todo o mundo há praticamente um ano e, além dos estudos de fase três, quando o perfil de segurança dos imunizantes foi testado, a observação do uso em mais de três bilhões de pessoas comprova essa segurança.

Apesar disso, a maioria das vacinas foi avaliada com um esquema de vacinação primário em duas doses ou dose única de um mesmo fabricante. Agora, cresce em todo o mundo a aplicação de uma dose de reforço das vacinas, que pode ser com a utilização de um imunizante diferente do aplicado inicialmente.

No Brasil, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou no último dia 16 que todos os brasileiros com 18 anos ou mais irão receber uma dose de reforço dos imunizantes, preferencialmente da Pfizer. É possível que surjam dúvidas, então, quanto aos tipos de sintomas que podem aparecer com a aplicação da terceira dose, ainda mais se for de uma vacina distinta da primeira, no chamado esquema heterólogo.

Estudos de mistura vacinal comprovam a eficácia e segurança da combinação de imunizantes, mas algumas misturas de vacinas ainda não foram testadas ou, se foram, não há ainda dados suficientes para indicar os possíveis efeitos colaterais que podem surgir. É o caso de uma aplicação de dose de reforço de Pfizer aos indivíduos que tomaram vacina da Janssen, por exemplo.

Os especialistas em vacinas e imunologia reforçam, porém, que não há nenhuma evidência de maior incidência de eventos adversos ao misturar os imunizantes na dose de reforço. Pelo contrário, a ocorrência de efeitos colaterais pode ser ainda menor. “Não há nenhuma expectativa que a aplicação de uma dose de reforço com a intercambialidade das plataformas aumente a incidência de eventos adversos”, afirma o infectologista Jamal Suleiman, do Instituto Emílio Ribas .

É possível, porém, que os brasileiros vivenciem agora um efeito com a terceira dose, relacionado ao tipo de imunizante, que não foi sentido no início. Os efeitos colaterais, reforçam os especialistas, são geralmente muito leves e não representam perigo.

“O risco de surgir um evento adverso totalmente inesperado na dose de reforço é menor, mas temos que lembrar que são ofertadas vacinas de outra plataforma que no esquema primário, então a gente espera que ocorram efeitos colaterais já esperados para esses imunobiológicos”, diz o infectologista Eder Gatti, do Centro de Vigilância Epidemiológica do estado de São Paulo.

Ainda segundo Gatti, o risco é reduzido porque o sistema imunológico já foi apresentado ao antígeno, isto é, ao vírus ou parte dele, e a dose adicional tem a função de “refrescar a memória” do organismo para criar a defesa contra o patógeno. “Apesar disso, a da Pfizer, por usar o RNA mensageiro que codifica a proteína S do vírus, pode dar uma reação um pouco mais forte na dose de reforço do que nas primeiras doses”, afirma.

Alguns relatos ouvidos pela reportagem indicaram a ocorrência de inchaço nos linfonodos, principalmente aqueles localizados na região da axila no braço em que foi aplicada a terceira dose da Pfizer, as chamadas ínguas, no primeiro até o quarto dia após a injeção.

Segundo a bula da vacina da Pfizer na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o aumento dos gânglios linfáticos (ou ínguas) é uma reação adversa incomum, com incidência de 0,1% a 1%.

Um estudo publicado em junho na revista científica Jama Network encontrou a ocorrência de inchaço no linfonodo axilar em 13% dos participantes avaliados após a injeção com duas doses da vacina de mRNA –12% para vacinados com a Pfizer e 17% para Moderna.

A incidência de ínguas é mais frequente após a segunda dose (26%) em comparação à primeira (5%). Em geral, o inchaço nos lifonodos é notado a partir do segundo dia e desaparece até quatro dias depois da injeção.

Continuam sendo os sintomas mais comuns após a terceira dose aqueles conhecidos para as doses iniciais: dor no local da injeção, mialgia (dor no corpo), cansaço, dor de cabeça, febre, calafrios e inchaço no local da injeção.

Outras reações comuns, mas não tão frequentes, são náuseas, vômitos, diarreia, hematomas e vermelhidão no braço, febre alta, sudorese excessiva e coceira na pele.

“Até o momento, não tivemos relatos de surgimento de ínguas com os pacientes aqui da unidade, mas é muito comum –eu diria que 9 em cada 10 pacientes– sentirem dor no braço após a terceira dose”, diz Carla Dias, enfermeira e supervisora da vacinação contra Covid na UBS Milton Santos, na zona sul da capital paulista.

Na mesma unidade de saúde, um profissional da área de saúde de 56 anos, que não quis se identificar, recebeu a dose adicional da Pfizer. A auxiliar de enfermagem do posto diz que pode acontecer de ter um “inchaço ou ficar roxo” no local de injeção. “A gente já deixa o alerta para caso aparecer fazer a compressa de gelo na região onde foi aplicada a vacina e o uso de analgésico comum”, afirma Dias.

Outros relatos de hematomas, dores no corpo e cansaço também foram compartilhados com a reportagem. Apesar de serem reações locais ou sistêmicas que podem ser bem intensas, como uma dor forte no braço e impossibilidade de movê-lo, em geral desaparecem em 24 a 48 horas, afirma Suleiman.

“Não é um evento adverso que impossibilite de trabalhar, que limite a rotina, então, não é necessário comunicar ao sistema de saúde”, diz o médico, que recebeu a dose de reforço também da Pfizer. Casos mais graves, diz, são de notificação compulsória. Nesse caso, os pacientes em SP podem procurar o ambulatório do Emilio Ribas através do email

A fonoaudióloga Claudia Lima, 50, relata que teve reação adversa após a dose de reforço da Pfizer. Ela tomou as duas doses da AstraZeneca e não teve reação, mas com a dose adicional de RNA mensageiro teve sintomas que perduraram por dez dias: febre, vômito, diarreia, dor no corpo todo e reação no local da vacina. “Apesar disso, por mais desagradáveis que possam ser no momento, os efeitos da vacinação não chegam nem perto do sofrimento causado pela doença”, diz.

Folhapress

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Navio grego foi responsável por vazamento de óleo no litoral brasileiro, afirma PF

03 de dezembro de 2021, 06:30

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A misteriosa mancha de óleo que causou um desastre ambiental ao longo de mais de 2.000 quilômetros da costa brasileira entre agosto de 2019 e março de 2020 foi causada por um navio de bandeira grega, informou a Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira (2) após dois anos de investigação.

A polícia “concluiu que há evidências suficientes de que um petroleiro de bandeira grega foi responsável pelo derramamento da substância oleosa”, que afetou mais de 1.000 cidades em 11 estados costeiros, declarou a PF em um comunicado, sem especificar o nome da empresa proprietária o barco.

Em novembro de 2019, as autoridades brasileiras identificaram o petroleiro grego Bouboulina, da empresa Delta Tanker, do mesmo país, como “o principal suspeito” pela mancha de óleo.

Mas, na época, a Delta Tankers negou “qualquer responsabilidade” pela catástrofe ambiental, que ameaçou manguezais, santuários de baleias jubarte, recifes de coral e inúmeras praias em cidades costeiras do nordeste, uma região cuja economia é altamente dependente do turismo.

“Apenas os custos arcados pelos poderes públicos Federal, Estadual e Municipal para a limpeza de praias e oceano foram estimados em mais de R$ 188 milhões”, disse a PF, que especificou que ainda realiza investigações para apurar o valor total dos danos ambientais causados.

Durante o desastre, o governo do presidente Jair Bolsonaro, muito criticado por sua política ambiental, mobilizou cerca de 5.000 soldados para operações de limpeza e mais de 4.500 toneladas de resíduos de petróleo foram coletadas.

Centenas de moradores voluntários também ajudaram a remover as substâncias.

A PF explicou que a investigação se concentrou em três aspectos: determinar o tipo e a origem do material derramado; a localização exata do “derramamento/despejo”; e o levantamento de fatos, por meio de “cooperação nacional e internacional, inclusive com o apoio da Interpol.”

A empresa proprietária do barco e seus representantes legais, bem como o comandante e o engenheiro-chefe do navio, “foram acusados dos crimes de poluição, não cumprimento de obrigações ambientais e danos às reservas naturais”, acrescentou a Polícia Federal.

Após o inquérito policial, caberá à Justiça e ao Ministério Público do Rio Grande do Norte a adoção das medidas cabíveis contra os responsáveis.

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Pobre, rico, país chamado Brasil

02 de dezembro de 2021, 15:47

‘Um índice pode ser um indicador, um sinal ou um fator de referência. Serve, também, como um comparador para explicar determinadas situações ou condições’. Palavra simples e de fácil pronúncia, tem poder de provocar tanto sentimentos positivos quanto negativos, dependendo da situação e do enunciado.

Pavoroso para uns, simpático para outros, tem sido mais utilizado ultimamente como estatística de informações desagradáveis. A todo momento é apresentado algo desolador, em todas as áreas. Na televisão, no rádio, na internet ou em publicações impressas, a situação do Brasil é revelada como preocupante em todos os aspectos. Os índices/indicadores são alarmantes, principalmente quando se trata de fome, segurança, saúde, educação e economia. O país tem registrado números negativos, que preocupam não só a sua população, mas também o mundo, sobretudo no que se refere ao meio ambiente, à economia, à saúde pública e segurança. A imprensa independente e até mesmo as consideradas conservadoras já não escondem o que a maioria gostaria que fosse uma fake news, uma notícia falsa.

O medo é uma reação natural e normal do ser humano quando vislumbra algum perigo, mas, por outro lado, a coragem é a capacidade de reagir, apesar do medo e da intimidação. Com disposição, força e vigor, supera-se o medo e enfrentam-se os problemas e as situações complicadas. Melhor ainda, os corajosos são conscientes das suas próprias possibilidades e estão sempre dispostos a seguir suas ideias quando sabem que estão corretos.

O medo é talvez o sentimento que impera nesses momentos incertos e tortuosos, mas o alento é saber que existe a coragem.

Este não é o Brasil que o brasileiro quer:

‘Imagem do Brasil derrete no exterior’ (El País), ‘O mundo avança e o Brasil fica fora’ (IstoÉ), ‘Fome volta a crescer no Brasil e atinge 10,3 milhões’ (Poder 360),’ Mercado financeiro volta a elevar estimativas de inflação para 2021 e 2022’ (G1), ‘Gasolina volta a subir no Brasil e chega a R$ 8,00 por litro’ (Pragmatismo político), ‘Por dia cinco mulheres foram vítimas de feminicídio em 2020, aponta estudo’ (CNN), ‘Corte de verbas para educação preocupa pesquisadores e universidades’ (Diário do Pernambuco), ‘Brasil lidera lista de países que mais desmataram florestas’ (UOL), ‘Brasil duplica armas registradas em um ano, e mortes violentas crescem na pandemia’ (BBC), ‘Brasil registra mais de 12 mil crimes de ódio pelo segundo ano consecutivo e o número de denúncias quase dobra’ (wordshealtheworld), ‘Brasil está entre os três países com as piores inflações no mundo’ (Yahoo) …

Por Gervásio Lima

Jornalista e historiador

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Principais sintomas físicos e mentais da abstinência de nicotina

A síndrome de abstinência de nicotina provoca inúmeros sintomas nos ex-fumantes. Contudo, explica um artigo publicado no portal Melhor Com Saúde, esses efeitos colaterais variam em intensidade dependendo da pessoa. 

O fato da nicotina ser uma droga muito viciante faz com que o hormônio conhecido como dopamina seja liberado no cérebro – este hormônio é responsável por aumentar a sensação de prazer e bem-estar. E como tal, o organismo reage negativa e violentamente à ausência da droga.

Ainda assim, a síndrome de abstinência de nicotina não representa qualquer risco para a saúde. Estima-se que os sintomas associados à condição afetam até 85% dos ex-fumantes. 

Os sintomas desta síndrome variam, mas, sem dúvida alguma, o mais comum é a vontade de fumar que pode surgir na presença de múltiplos estímulos, como por exemplo ver outra pessoa fumar, ou inclusive sem uma causa aparente.

Os principais sintomas da síndrome de abstinência da nicotina são os seguintes, de acordo com o portal Melhor Com Saúde:

Sintomas físicos

Aumento do apetite
Tosse
Boca seca
Dor de cabeça
Tontura
Fadiga
Coriza (inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo)
Dor de garganta, na língua ou gengivas
Sensação de aperto no peito
Ganho de peso
Frequência cardíaca mais lenta ou bradicardia
Obstipação
Hipotensão

Sintomas mentais

Ansiedade, inquietação e irritabilidade
Dificuldade em se concentrar
Insônia e dificuldade para dormir bem
Raiva e frustração
Depressão
Desânimo
Mau humor

Os sintomas da síndrome de abstinência da nicotina normalmente duram de 4 a 12 semanas e surgem nas primeiras 12 a 24 horas após parar de fumar. 

Os especialistas explicam que a fase mais critica são as primeiras duas a três semanas de cessação tabágica. Sendo que os sintomas começam gradualmente a desaparecer e, com o tempo o indivíduo aprende a controlar o desejo de fumar. 

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