NEGÓCIOS
Única comunidade quilombola do município de Umburanas comemora o recebimento do Cefir para Povos e Comunidades Tradicionais
19 de setembro de 2024, 14:52

Foto: Equipe Pró-Semiárido
A comunidade Volta da Serra, única comunidade quilombola do município de Umburanas, vivencia um momento histórico. Nesta quarta-feira (18/09), 65 famílias receberam o certificado do Cadastro Estadual Florestal de Imóveis Rurais para Povos e Comunidades Tradicionais (Cefir-PCT).
A entrega do documento, fruto de uma parceria entre a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), por meio do Projeto Pró-Semiárido, e o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), vinculado à Secretaria do Meio Ambiente (SEMA), representa um marco na luta pela regularização ambiental e pelo acesso a políticas públicas.
“A conquista do Cefir-PCT é resultado de um processo que envolveu a comunidade e equipe técnica da CAR, representando um passo importante para a garantia dos direitos territoriais e a valorização dos aspectos ambientais e culturais do quilombo”, salientou o técnico da CAR, que atua no Pró-Semiárido, Jacson Machado.
Com esse documento em mãos, as famílias da comunidade Volta da Serra poderão ter acesso a políticas públicas como a do crédito rural e à programas de desenvolvimento sustentável, entre outras iniciativas governamentais.
O Cefir-PCT é um registro eletrônico que detalha as características ambientais do território tradicional quilombola e atende às exigências do Novo Código Florestal (Lei nº 12.651/2012).
O Pró-Semiárido é um projeto de desenvolvimento rural executado pela CAR, empresa pública vinculada à SDR e cofinanciado pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida).
Queijaria de Casa Nova é o primeiro empreendimento familiar da Bahia que poderá comercializar em todo o Brasil
18 de setembro de 2024, 08:52

Foto: Ascom/CAR
Na semana em que acontece o 1º Festival do Queijo Artesanal da Bahia, a queijaria Casa de Queijo Nia, localizada no sítio Terra Seca, no município de Casa Nova (BA) é a primeira agroindústria familiar a ser certificada pelo Consórcio Sustentável do Território do São Francisco (Constesf), por meio da parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), com o Selo do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Agropecuária (SISBI-POA).
A conquista é fruto da articulação da família junto a diversas instituições e parceiros, a exemplo do Governo da Bahia, por meio do projeto da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Pró-Semiárido.
Com a certificação, a unidade que trabalha com o processamento do leite de cabra pode comercializar o queijo, em todo o território nacional. “A CAR foi uma peça muito importante, pois sem ela a gente não conseguiria trazer inovações para o nosso empreendimento. Agradecemos o reconhecimento, o apoio e as boas ações que recebemos! Espero que as políticas públicas sejam sempre acessadas pelos pequenos produtores como somos nós, da agricultura familiar.”, salienta Regiane Reis, que junto com o esposo e os filhos administra a Casa de Queijo Nia.
Para apoiar o trabalho da família, a CAR, por meio do Projeto Pró-Semiárido, tem atuado, desde 2016, com a oferta de assistência técnica continuada em parceria com o Serviço de Assistência Socioambiental Campo e Cidade (Sajuc), bem como com a limpeza de aguadas para melhorar a oferta de água e produção de alimentos para os animais. Além disso, com apoio da equipe técnica da empresa, que envolve profissionais das áreas de políticas públicas, contábeis e agrárias, foi possível firmar convênio para adquirir três equipamentos essenciais para adequação da unidade ao SISBI: analisador de leite, crioscópio e pasteurizador.
“Essa conquista é importante para a agricultura familiar, importante para a caprinocultura e importante para mostrar o quanto as pequenas unidades podem e conseguem acessar selos que antes eram pensados só para grandes empreendimentos. Isso mostra, sobretudo, a importância do trabalho da CAR para a agricultura familiar e pequenas agroindústrias”, destacou o especialista em Caprinocultura do Pró-Semiárido/CAR, Emanoel Amarante.
Além do selo para a comercialização nacional, a Queijaria da Nia está fornecendo, ao longo deste ano, cerca de 600 quilos de queijo para a escola estadual do município, por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). O empreendimento já recebeu também apoio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Semiárido e conta hoje com outros parceiros, a exemplo do Centro de Economia Solidária (Cesol) Sertão do São Francisco e da Prefeitura Municipal de Casa Nova.
Sobre o 1º Festival do Queijo
Salvador vai se transformar na capital do queijo artesanal, no período de 19 a 21 de setembro, com a primeira edição do Festival do Queijo Artesanal da Bahia. O evento, que acontecerá no Mercado do Rio Vermelho, reunirá mais de 60 produtores, apresentando uma ampla variedade de queijos tradicionais e autorais, feitos com receitas únicas que refletem a diversidade dos biomas baianos. Com shows, degustações, harmonizações e palestras, o festival promete unir tradição, inovação e gastronomia em uma celebração que valoriza a qualidade e autenticidade do queijo baiano, que conta com quase 500 anos de história.
Com a abertura oficial na quinta-feira (19/09), às 17h, e uma programação que se estende até sábado, das 9h às 21h, o evento irá celebrar uma nova tradição baiana. Além de queijos tradicionais como coalho, requeijão e queijo de cabra, a Bahia se destaca pela inovação em queijos autorais, pois muitos produtores criaram receitas próprias, que refletem a diversidade e a riqueza dos nossos biomas, como a Mata Atlântica, o Agreste, a Caatinga e o Cerrado.
Pró-Semiárido
Projeto de desenvolvimento rural executado pela CAR, empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e cofinanciado pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida).
Ascom/CAR
Irecê recebe primeiro seminário sobre milho não transgênico: sustentabilidade e tradições em foco no sertão da Bahia
04 de setembro de 2024, 07:32

Foto: Reprodução
No próximo dia 5 de setembro, a Cooperativa Agropecuária Mista Regional de Irecê (Copirecê), situada no município de Irecê, abrirá suas portas para um evento inédito: o Primeiro Seminário sobre Milho Não Transgênico. O encontro promete reunir especialistas, agricultores e representantes do setor agrícola para debater a importância da preservação do milho crioulo e seu impacto na sustentabilidade e na agricultura familiar.
A programação do seminário será composta por uma série de palestras, trazendo ao palco figuras de destaque no cenário agrícola, com temas como o papel do milho crioulo na agricultura sustentável, a qualidade genética do milho convencional utilizado na produção de flocão, as perspectivas de mercado e a importância do seguro de índices climáticos para a segurança e sustentabilidade dos agricultores da Bahia, entre outros temas.
Preservando Tradições e Promovendo a Sustentabilidade
O Primeiro Seminário sobre Milho Não Transgênico da Copirecê representa uma iniciativa fundamental para a preservação das tradições agrícolas do Sertão da Bahia. A partir desse evento, a Copirecê busca reforçar o valor do milho crioulo, uma variedade não transgênica que carrega em si a história e a cultura das comunidades locais, ao mesmo tempo em que promove práticas agrícolas que respeitam o meio ambiente e a biodiversidade.
Além de proporcionar um espaço para a troca de conhecimentos e experiências, o seminário servirá como uma plataforma para discutir políticas públicas, certificações e práticas de mercado que incentivem o uso de técnicas tradicionais e sustentáveis na agricultura. Esse diálogo é essencial para o fortalecimento da agricultura familiar e para garantir que o campo continue a prosperar em harmonia com as tradições e o ecossistema.
Participação e Inscrições
A expectativa é que o seminário atraia produtores, técnicos agrícolas, acadêmicos e interessados em se atualizar sobre as melhores práticas e inovações relacionadas ao cultivo de milho não transgênico. As inscrições para o evento são gratuitas e podem ser realizadas antecipadamente pelo link disponível na bio do Instagram da Copirecê. As vagas são limitadas, o que reforça a importância de garantir a participação o quanto antes.
O Primeiro Seminário sobre Milho Não Transgênico conta com o apoio do Governo do Estado da Bahia, por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), que se alinha ao compromisso de promover o desenvolvimento rural sustentável e fortalecer a agricultura familiar no estado.
Ascom/CAR
Jovem faz sucesso vendendo galinhas gigantes e suas dúzias por até R$ 10 mil
02 de setembro de 2024, 10:38

Foto: Reprodução
Com apenas 13 anos de idade, Guilherme Bueno encontrou aquilo que fazia brilhar seus olhos e se tornaria sua paixão de vida: uma galinha gigante da raça índio. Navegando no Facebook, o então menino viu um anúncio de um morador de sua cidade, Cruzeiro, no interior de São Paulo, vendendo o animal. Custava R$ 100, valor que Guilherme precisou juntar por um tempo para comprá-la.
Hoje, aos 20 anos, a paixão virou negócio. Guilherme tem uma pequena criação de índios gigantes, que custam entre R$ 2 mil e R$ 10 mil. Ele chega a vender a dúzia de ovos dessa raça por R$ 800. Mas, apesar de ter gosto de ovo caipira e se assemelhar a ele em cor e tamanho, o intuito de quem o compra não é fazer um omelete.
“A gente fala que o índio gigante se tornou ornamental, que o pessoal valoriza a beleza dele. Então, a gente quer ter… É como se fosse colecionador”, conta Guilherme.
A raça brasileira caracteriza-se pelo tamanho, podendo ultrapassar 1 metro de altura e pesar até 9kg.
Apesar do suor que empreendeu pelos R$ 100 na época do seu primeiro índio gigante, Guilherme logo descobriu que não se tratava de um espécime verdadeiro da raça.
“O vendedor falava que era um índio gigante, mas na verdade era o que a gente chama de descarte na raça, que é uma ave que não atinge as características, já que se tem um padrão a seguir”, afirma.
Mas o padrão dos índios gigantes sempre pode ser melhorado. Guilherme explica que os apreciadores da raça estão sempre buscando novas versões dos animais, mas não existe alvo perfeito.
“A gente está sempre fazendo cruzamentos, querendo corrigir algumas características e chegar nas que a gente almeja. Então, as aves que mais se encaixam, que têm mais características que a gente busca, elas são um pouco mais difíceis de tirar. Elas acabam tendo uma procura maior, vão para leilão e os preços delas acabam subindo”, diz.
O maior valor pelo qual uma ave do tipo já foi vendida foi R$ 154 mil, em um leilão em Guareí, também interior de São Paulo.
Foi em um grupo também no Facebook que Guilherme descobriu que sua primeiro frango não se tratava de um índio gigante. Vendo a paixão de um menino tão novo pelo assunto, os integrantes decidiram dar de presente ao adolescente uma ave do tipo. Mal sabiam que estavam contribuindo para que ele viesse a se tornar um dos maiores disseminadores da raça.
Grande demanda
Guilherme faz sucesso com o seu negócio um tanto peculiar. No Instagram, o jovem tem pouco mais de 10 mil seguidores e mais de 3 milhões de visualizações em seu canal no Youtube dedicado a compartilhar os manejos com a raça.
Mas é provável que ele tenha alcançado ainda mais gente em suas participações em reportagens e programas de TV. A que mais lhe marcou foi ao programa Mais Você, apresentado por Ana Maria Braga, cerca de um ano depois de mandar um e-mail para a produção contando sua história.
Os ovos são enviados por Guilherme em embalagens de isopor
Foto: Reprodução/Instagram/@uguilhermebueno
“Eu tinha mandado um e-mail contando sobre a criação de um gigante, falei que essa é a maior raça de galinhas do mundo. É algo bem diferente e ela é desenvolvida no Brasil. Então, é uma riqueza do Brasil que eu gosto de mostrar pro pessoal que conhece”, relembra ele, citando o que escreveu.
Depois do programa, Guilherme dissee ter recebido mais procura nas redes sociais. A demanda também é grande: desde que começou a vender as dúzias de ovos, no início deste ano, o jovem já enviou remessas para o Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo e Goiás.
O dinheiro — e o tamanho de sua criação — ainda não são suficientes para que ele se sustente apenas com o negócio. Guilherme também trabalha em um emprego formal. Sua expectativa para os próximos meses é aumentar a quantidade de aves para ter uma oferta maior para o mercado.
Terra
Cooperativas baianas inspiram modelos globais e reafirmam o papel do Estado na sustentabilidade da agricultura familiar
22 de agosto de 2024, 08:06

Foto: André Frutuôso
Representantes do Fundo Nacional de Desenvolvimento Sustentável (FNDS) de Moçambique e da Secretaria de Agricultura do Estado do Pará desembarcaram na Bahia para um intercâmbio, que destacou as conquistas e inovações das cooperativas de agricultura familiar apoiadas pelo Governo do Estado, por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR).
A comitiva teve a oportunidade de conhecer de perto o impacto de políticas públicas, especialmente, por meio das visitas a cooperativas que são exemplos notáveis de sucesso e transformação econômica e social no Semiárido baiano, nesta terça-feira e quarta-feira (20 e 21/08).
Um dos pontos altos da missão foi a visita à Cooperativa de Cajucultura Familiar do Nordeste da Bahia (Cooperacaju), situada no município de Ribeira do Pombal, onde os visitantes tiveram a oportunidade de conhecer o processo de produção, beneficiamento e comercialização da castanha de caju e seus derivados. A Cooperacaju se destaca pelo investimento em infraestrutura e assistência técnica. Com recursos da ordem de R$ 5,8 milhões, a cooperativa beneficia cerca de 750 famílias, em 21 municípios, modernizando suas operações e garantindo o crescimento sustentável da produção.
Outro destaque da missão foi a visita à Cooperativa dos Apicultores de Ribeira do Pombal (Cooarp), onde foram discutidos os métodos de produção e beneficiamento de mel, além das estratégias de comercialização adotadas pela cooperativa. A Cooarp, que conta com 268 apicultores familiares cooperados, tem se consolidado como uma das principais fornecedoras de mel na Bahia, com atuação tanto no mercado nacional quanto no internacional. Com um investimento de R$ 3,8 milhões, a cooperativa ampliou as instalações e profissionalizou a produção, garantindo acesso a mercados cada vez mais exigentes.
Uilton Júnior, presidente da Cooarp, ressaltou a relevância do intercâmbio. “A parceria com a CAR foi essencial para que a Cooarp pudesse se tornar o que é hoje. Nossos produtos, que antes tinham uma escala limitada, agora estão em prateleiras de todo o Brasil e até no exterior. Este intercâmbio nos permite compartilhar nossas experiências e aprender com outros países, o que é fundamental para o nosso crescimento contínuo”.
Cassio Pereira, secretário de Estado da Agricultura Familiar do Pará, expressou sua gratidão pelo aprendizado. “A Bahia é uma referência quando se fala em agricultura familiar. É impressionante ver como as políticas públicas têm dinamizado a economia local, especialmente através da agroindustrialização e do cooperativismo. A experiência que estamos adquirindo aqui certamente será valiosa para replicarmos em nosso estado”.
Felicidade Briocha, coordenadora dos projetos do FNDS, na Província de Nampula, Moçambique, também destacou a importância do intercâmbio. “Viemos para a Bahia para aprender como o estado tem promovido o desenvolvimento sustentável. O que levamos daqui é um modelo de apoio estruturado, que fortalece cooperativas e associações, especialmente de mulheres. A experiência de ver como essas políticas públicas estão empoderando as mulheres é algo que desejo implementar em Moçambique”.
Com uma programação intensa, que teve início na segunda-feira (19/08), o intercâmbio encerra na sexta-feira (23/08), consolidando a Bahia como um modelo de sucesso em agricultura familiar, cujas experiências são cada vez mais buscadas por outros governos, como exemplo a ser seguido.
Ascom/CAR
Complexo Eólico é inaugurado na Chapada Diamantina e mantém a Bahia na liderança de produção de energia limpa do país
03 de julho de 2024, 14:19

Foto: Fernando Vivas GOVBA
Pelo segundo ano consecutivo, a Bahia se mantém na liderança da produção de energia éolica do país e segue avançando com a instalação de mais empresas do setor. Nesta quarta-feira (3), o governador Jerônimo Rodrigues, ao lado do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, participou da inauguração do Complexo Eólico Novo Horizonte, em Boninal, na Chapada Diamantina. O empreendimento, já em operação, ocupa uma área de 2,7 mil hectares, o suficiente para abastecer até um milhão de residências no país.
Com um investimento de R$ 3 bilhões e incentivos do Governo do Estado, a empresa argentina Pan American Energy inaugura o primeiro complexo da empresa no Brasil, que reúne 10 parques eólicos e abrange seis municípios (Novo Horizonte, Boninal, Ibitiara, Piatã, Oliveira dos Brejinhos e Brotas de Macaúbas), com um total de 94 aerogeradores distribuídos em 10 parques e capacidade total instalada de 423 MW (Megawatts). O empreendimento atingirá dois milhões de megawatts/hora de energia entregue por ano, o equivalente a uma redução anual de mais de 500 mil toneladas de CO2.
“É uma alegria entregar um projeto que contém dez campos de produção de energia eólica. Estamos falando, aqui, de transição energética e de geração de emprego”, comemorou o governador. O sistema de transmissão do complexo incluiu a construção de uma nova subestação própria de energia elétrica ao longo de 80 quilômetros de linhas de alta tensão, além da ampliação de uma subestação existente, que liga o complexo ao Sistema Interligado Nacional.
Para o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a Bahia tem sido o celeiro da energia limpa do país: “o Brasil é solo fértil para o desenvolvimento e tem investido muito em transição energética. Já são 180 mil quilômetros de linhas de transmissão e, em breve, teremos um país totalmente interligado. A Bahia tem gerado energia renovável acima da média nacional e, mais uma vez, é líder no Brasil na produção desse tipo de energia. É a força do Velho Chico movendo as nossas hidrelétricas, o sol gerando a energia da mudança e o vento soprando investimentos para fazer esse estado crescer”.
Geração de emprego e6 renda
Durante os 20 meses de trabalho, o complexo eólico gerou mais de 3.200 empregos, priorizando mão de obra local. Da mesma forma, foram implementados 30 programas socioambientais que visam melhorar a qualidade de vida das 52 comunidades nas proximidades, beneficiando diretamente mais de 4,7 mil pessoas.
O diretor geral da Pan American Energy no Brasil, Alejandro Catalano, destacou o sucesso do trabalho realizado em conjunto com o Governo do Estado. “Esse projeto representa um marco significativo para todos nós e mostra o nosso compromisso com a energia limpa e sustentável. Um sucesso de integração público-privada. Priorizamos a contratação de mão de obra local e atendemos as necessidades prioritárias das comunidades, através de ações de educação, capacitação e meio ambiente”.
Bahia se mantém na liderança
Em 2024, a Bahia segue como líder na produção de energia renovável no Brasil. As 331 usinas em operação no estado produziram cerca de 9,67 mil GWh (Gigawatt-hora), energia suficiente para abastecer 18,4 milhões de residências. Somente em abril deste ano, o estado gerou 2,4 GWh de energia eólica.
Os parques eólicos estão espalhados por 35 municípios baianos, como Boninal, Brumado, Sento Sé, Tucano, Morro do Chapéu, Caetité, Campo Formoso, Pindaí, Gentio do Ouro, Igaporã, Xique-Xique, Guanambi e Mulungu do Morro.
Secom/BA
PIB cresce 0,8% no primeiro trimestre de 2024
04 de junho de 2024, 10:03

Foto: Reprodução
No primeiro trimestre de 2024, o PIB cresceu 0,8% frente ao quarto trimestre de 2023, na série com ajuste sazonal. Pela ótica da produção, os destaques foram Serviços (1,4%) e Agropecuária (11,3%), enquanto a Indústria ficou estável (-0,1%).
O PIB totalizou R$ 2,7 trilhões no primeiro trimestre de 2024, sendo R$ 2,4 trilhões referentes ao Valor Adicionado a preços básicos e R$ 361,1 bilhões aos Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios. No mesmo período, a taxa de investimento foi de 16,9% do PIB, abaixo dos 17,1% registrados no primeiro trimestre de 2023. Já a taxa de poupança foi de 16,2%, ante 17,5% no mesmo trimestre de 2023.
Em relação ao 1º trimestre de 2023, o PIB avançou 2,5%. A Indústria (2,8%) e os Serviços (3,0%) avançaram no período, enquanto a Agropecuária (-3,0%) recuou.
PIB cresce 0,8% ante o trimestre imediatamente anterior – O PIB apresentou crescimento de 0,8% na comparação do primeiro trimestre de 2024 contra o quarto trimestre de 2023, na série com ajuste sazonal. Pela ótica da produção, destaca-se o crescimento dos Serviços (1,4%). Também houve alta na Agropecuária (11,3%) ao passo que a Indústria (-0,1%) se manteve estável.
Dentre as atividades industriais, houve queda nas atividades de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-1,6%), Construção (-0,5%) e Indústrias Extrativas (-0,4%). Já a Indústria de Transformação (0,7%) teve desempenho positivo.
Nas atividades de Serviços houve crescimento em Comércio (3,0%), Informação e comunicação (2,1%), Outras atividades de serviços (1,6%), Atividades imobiliárias (1,0%) e Transporte, armazenagem e correio (0,5%). Por outro lado, houve estabilidade nas atividades de Intermediação financeira e seguros (0,0%) e Administração, saúde e educação pública (-0,1%).
Pela ótica da despesa, a Despesa de Consumo das Famílias (1,5%) e a Formação Bruta de Capital Fixo (4,1%) se expandiram, enquanto a Despesa de Consumo do Governo (0,0%) registrou estabilidade.
Quanto ao setor externo, as Exportações de Bens e Serviços tiveram variação positiva de 0,2% ao passo que as Importações de Bens e Serviços cresceram 6,5%.
Frente ao 1º tri de 2023, PIB cresce 2,5% – Na comparação com o primeiro trimestre de 2023, o PIB cresceu 2,5% no primeiro trimestre de 2024. O Valor Adicionado a preços básicos subiu 2,3% e os Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios avançaram em 3,4%.
Entre as atividades, a Agropecuária recuou 3,0% em relação a igual período do ano anterior. Apesar da contribuição positiva da Pecuária, segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA/IBGE), alguns produtos agrícolas, cujas safras são significativas no primeiro trimestre, apresentaram queda na estimativa de produção anual e perda de produtividade: soja (-2,4%), milho (-11,7%), fumo (-9,6%), e mandioca (-2,2%).
A Indústria cresceu 2,8%. As Indústrias Extrativas (5,9%) registraram o melhor resultado, sendo afetadas pela alta tanto da extração de petróleo e gás como de minério de ferro. Houve destaque também na atividade de Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (4,6%), com destaque para o consumo residencial.
A Construção (2,1%), por sua vez, teve a segunda alta consecutiva corroborada pelo aumento da ocupação na atividade e da produção dos insumos típicos. A Indústria de Transformação (1,5%) teve o menor crescimento nessa comparação, puxada pela alta na fabricação de coque e produtos derivados de petróleo e biocombustíveis; produtos alimentícios e bebidas.
O setor de Serviços cresceu 3,0% ante o mesmo período de 2023, com altas em todas as suas atividades: Outras atividades de serviços (4,7%), Informação e comunicação (4,6%), Atividades Imobiliárias (3,9%), Comércio (3,0%), Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (2,5%), Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (1,3%), Transporte, armazenagem e correio (0,4%).
No primeiro trimestre de 2024, tanto a Despesa de Consumo das Famílias (4,4%) quanto a Despesa de Consumo do Governo (2,6%) tiveram alta ante o primeiro trimestre de 2023.
A Formação Bruta de Capital Fixo avançou 2,7% no primeiro trimestre de 2024, apresentando alta após três quedas consecutivas. O crescimento das importações de bens de capital, o desempenho positivo da construção e o aumento do desenvolvimento de sistemas suplantaram a queda na produção interna de bens de capital.
No setor externo, as Exportações de Bens e Serviços apresentaram alta de 6,5%, enquanto as Importações de Bens e Serviços avançaram 10,2% no primeiro trimestre de 2024.
PIB acumula alta de 2,5% em quatro trimestres, frente ao mesmo período de 2023 – O PIB acumulado nos quatro trimestres terminados em março de 2024 apresentou crescimento de 2,5% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. Esta taxa resultou do avanço de 2,6% do Valor Adicionado a preços básicos e de 2,0% nos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios. O resultado do Valor Adicionado neste tipo de comparação decorreu dos seguintes desempenhos: Agropecuária (6,4%), Indústria (1,9%) e Serviços (2,3%).
Dentre as atividades industriais, as Indústrias Extrativas (8,2%) e Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (5,9%) apresentaram crescimento, enquanto a Construção (-0,3%) e a Indústria da Transformação (-0,6%) recuaram.
Nos Serviços, houve resultados positivos em todas as atividades: Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (5,7%), Atividades imobiliárias (3,2%), Outras atividades de serviços (2,7%), Informação e comunicação (2,3%), Transporte, armazenagem e correio (1,6%), Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (1,3%) e Comércio (1,0%).
Na análise da demanda, houve altas na Despesa de Consumo das Famílias (3,2%) e na Despesa de Consumo do Governo (2,1%), e queda na Formação Bruta de Capital Fixo (-2,7%).
No setor externo, as Exportações de Bens e Serviços cresceram 9,0%, enquanto as Importações de Bens e Serviços apresentaram elevação de 0,8%.
Agência IBGE – Brasil247
Heineken muda fórmula da cerveja no Brasil sem avisar a consumidores
03 de junho de 2024, 13:33

Foto: Reprodução
A sede brasileira da Heineken alterou, há pelo menos três anos, a fórmula original que consagrou a cerveja em todo o mundo, sem comunicar aos clientes a mudança. A fórmula original da Heineken, divulgada em toda a publicidade da cervejaria, determina que a bebida seja produzida em 28 dias. Documentos obtidos pela coluna, porém, apontam que, desde 2021, a cerveja vem sendo produzida também em 21 e 23 dias.
Procurada pela coluna, a Heineken disse que a produção “sempre foi de no mínimo 21 dias” — um discurso completamente diferente do adotado em sua comunicação institucional. A afirmação também contrasta com os documentos dos testes feitos pela cervejaria, para avaliar o impacto que a redução teria no sabor final da cerveja.
A fórmula original de produção da Heineken tem como requisito a duração de 28 dias. O tempo do enchimento do tanque leva entre 12 e 24 horas e o tempo de fermentação principal tem entre sete e oito dias.
O tempo de armazenamento para atingir o número específico de diacetil da fórmula dura em torno de seis a oito dias. O diacetil é um aromatizante produzido na fermentação, presente em cervejas, vinhos e iogurtes, entre outros produtos.
Após o armazenamento, o tempo total de fermentação e maturação deveria, segundo a receita original, ser maior ou igual a 14 dias. O corte de sete dias foi feito na última etapa, durante a maturação do fermento, que deveria durar de seis a oito dias.
Funcionários que trabalharam na Heineken, ouvidos pela coluna sob a condição de anonimato, afirmaram que a série de testes para a mudança da fórmula original da Heineken no Brasil começou há pelo menos três anos, com o objetivo de suprir a demanda por cerveja no país.
Inicialmente, houve uma diminuição de cinco dias na produção, de 28 para 23 dias. Depois, a Heineken começou a ser produzida em 21 dias, sete a menos do que a fórmula original prevê.
Em seu site oficial, a Heineken afirma que a cerveja é produzida da mesma forma desde 1873, quando foi fabricada pela primeira vez. A empresa menciona em seu site, inclusive, que a cerveja demora “longos 28 dias” para ficar pronta.
Em junho de 2016, o mestre-cervejeiro global da empresa, Willem van Waesberghe, veio ao Brasil a convite da Heineken e deu uma entrevista a experts do Instituto da Cerveja Brasil, em São Paulo (SP). Na ocasião, ele reforçou o processo dos 28 dias como uma marca da empresa. Em momento algum, falou em 21 ou 23 dias:
“De uma pequena cervejaria para a atual presença global, uma coisa nunca muda, a receita original de Heineken. Os nossos Mestres Cervejeiros trabalham todos os dias para garantir que a qualidade da nossa cerveja continue sempre a mesma. E no Brasil isso não é diferente! (…) A fabricação de Heineken leva 28 dias e é feita em tanques horizontais, o que torna a pressão ideal para a nossa exclusiva ‘levedura A’, descoberta no século 9 e usada até hoje para garantir uma cerveja balanceada e refrescante.”
Testes para produção em tanques verticais
Os documentos obtidos pela coluna apontam também que a Heineken começou a fazer testes em tanques verticais, contrariando a receita original e a publicidade feita até hoje em seus canais de comunicação, que enfatiza a produção em tanques horizontais — cuja pressão sob a Levedura A, ingrediente exclusivo da Heineken, seria determinante num “processo perfeito para o sabor único”.
Um dos documentos a que a coluna teve acesso, sobre a qualidade da cerveja produzida na fábrica de Jacareí (SP), traz detalhes sobre o teste de produção da Heineken feito em tanques verticais. Com data de 7 de outubro de 2022 e assinado pela gerente de qualidade assegurada Laís Silva, o documento detalha como é a mistura da cerveja produzida em tanques verticais e em tanques horizontais, o chamado blend, diferente do que define a fórmula original.
A Heineken, entretanto, nega a produção em tanques verticais, mas admite que “inúmeros testes são realizados diariamente em todas as unidades produtivas”.
“Somente quatro das nossas 14 unidades têm capacidade para produzi-la (Jacareí/SP, Araraquara/SP, Alagoinhas/BA e Ponta Grossa/PR), justamente por serem as únicas com instalação de tanques horizontais. A realização pontual de testes não representa qualquer mudança no processo produtivo ou na receita original do produto”, disse a empresa, na nota enviada à coluna.
Colunas – Guilherme Amado/Metrópoles
Jacobina sedia um dos maiores eventos de Jiu-jitsu da Bahia (FOTOS)
03 de junho de 2024, 10:39

Foto: Notícia Limpa
O II Jacobina Open de Jiu-jitsu consolida a cidade como um dos principais destinos esportivos da Bahia. Realizado neste domingo (2), no Ginásio Municipal de Esportes, Paulo Santos Gomes, o evento reuniu centenas de atletas de três estados (Bahia, Sergipe e Pernambuco).
Apesar da sua magnitude, o qual exigiu a participação também de uma grande equipe organizadora, o Jacobina Open se destacou não só pela organização e profissionalismo, mas pelo que significou financeiramente para o município no final de semana, quando contribuiu para o aumento de clientes em restaurantes e lanchonetes e no número de hospedagens nas pousadas e hotéis.
Em um domingo bastante movimentado, amigos e familiares dos competidores lotaram as arquibancadas do Ginásio de Esportes para assisitir um verdadeiro espetáculo esportivo.
Organizado pela Associação Jacobinense de Artes Marciais, sob a coordenação do Centro de Treinamento Tiago Andrade (CTTA), o II Jacobina Open de Jiu-jitsu teve uma premiação recorde em troféus, medalhas e em dinheiro. Os participantes com deficiências receberam o mesmo tratamento que os demais atletas.
“O tamanho deste evento é uma demonstração de que as pessoas já veem o Jiu-jitsu como uma das principais artes marciais que existem, mesmo não sendo olímpica ainda, a procura pela prática tem aumentado muito, principalmente por jovens e crianças. Estamos felizes com os resultados e as participações dos atletas e do público”, comemora o Sensei Thiago Andrade, do CTTA, agradecendo em seguida todos que contribuíram com o evento. “Obrigado as empresas, as pessoas que apoiaram individualmente e à Prefeitura Municipal pelo importante apoio”.
O empreendedorismo rural tem mudado a vida de mulheres quilombolas da comunidade de Várzea Queimada, em Caém
31 de maio de 2024, 16:33

Foto: Gervásio Lima e AQCVQ
“Aqui tudo mudou, tudo tá mudado”, comemora, com um trocadilho da música ‘Americanizado’, do saudoso Genival Lacerda, a agora empreendedora Janailde Santos de Jesus (43), a transformação na vida dos seus familiares e de grande parte dos moradores do povoado onde mora, a comunidade quilombola de Várzea Queimada, na zona rural do município de Caém.
Responsáveis pela produção de sequilhos, biscoito avoador, pães de batata doce e aipim, beijus, farinha de mandioca e hortaliças, com selo orgânico inclusive, as mulheres quilombolas de Várzea Queimada estão fazendo, e mudando as suas, história.
Com a importante contribuição das mulheres empreendedoras, em Várzea Queimada, localidade com cerca de 150 famílias, o espaço rural está passando por um grande processo de ressignificação, deixando de depender do meio urbano, a partir da construção de alternativas para o seu próprio desenvolvimento, propiciando condições para que as famílias tenham qualidade de vida, longe de ser um lugar de sofrimento.
Após descobrirem o empreendedorismo, não só a produção aumentou, como seus rendimentos também. Hoje, através do associativismo, se movimentam para garantir que os produtos cheguem ao mercado, e o mercado institucional, como o do Programa de Alimentação Escolar (PNAE) e o Programa de Aquisição de Alimento (PAA). Para este ano, 2024, estão previstos investimentos na ordem de mais de 500 mil reais na compra dos produtos, através do PAA (mais de 400 mil reais) e PNAE.
A jovem confeiteira Josielma Jesus Santos (25), se orgulha em ter concluído o ensino médio e ter permanecido morando onde nasceu. Para ela, que sonha fazer o ensino superior em uma área que possa atuar na comunidade, a implementação e identificação dos produtos que produzem pode ser uma oportunidade para outros quilombos.
E assim Josi, como é carinhosamente chamada, tem feito, compartilhando suas experiência e seus aprendizados socializado com outras mulheres de comunidades vizinhas com cursos de como preparar os produtos que têm melhorado a renda das famílias do local onde mora.
“Até pouco tempo as mulheres de Várzea Queimada sobreviviam do que recebiam de programas sociais ou do que seus maridos conseguiam trabalhando na roça. Descobrirmos que temos outros meios de sobrevivência, utilizando daquilo que plantamos”, enfatizou.
A diretora da Escola Domingues Pereira dos Santos, professora Luiza Ferreira Leão, é uma das testemunhas da Ascenção das empreendedoras. Ela lembrou da pequena unidade escolar que existia com apenas uma sala de aula, por falta de alunos, e que hoje a presença mais que triplicou. “Percebemos que diminuiu o êxodo, os moradores não estão mais procurando os grandes centros para sobreviverem. Aqui, principalmente as mulheres, encontraram na fabricação de alimentos com matéria prima colhida de suas próprias terras uma justificativa para sua permanência, com isso o número de alunos tem aumentado a cada ano “, disse a professora, chamando atenção para as turmas de Educação de Jovens e Adultos (EJA), frequentadas na sua maioria por mães que não tiveram a oportunidade de se alfabetizar na infância.
O líder comunitário José de Jesus, sócio fundador da Associação Quilombola da Comunidade de Várzea Queimada (AQCVQ), destaca também as melhorias vivenciadas atualmente pelos seus conterrâneos. Segundo ele a dignidade é uma realidade proporcionada com o apoio externo, citando os investimentos que foram e que estão sendo realizados como a chegada da unidade de beneficiamento de mandioca, a creche e o prédio escolar com quadra poliesportiva. “Após a participação das mulheres, com a fabricação de produtos que estão sendo fornecidos para a merenda escolar e outros mercados, estamos vivendo como se estivéssemos na cidade. Aqui a gente tem tudo, escola, creche, agroindústria e principalmente dignidade, graças a Deus”, salienta Zé de Jesus, como é mais conhecido.
O secretário de Agricultura e Meio Ambiente de Caém, Sidney dos Reis, é um dos entusiastas do empreendedorismo das mulheres quilombolas de Várzea Queimada. Para o secretário o empreendedorismo das quilombolas além de motivador é uma maneira de empoderamento daquelas que antes eram vistas meramente como trabalhadoras rurais. “Ficamos surpresos com os resultados conquistados pelas, agora, empreendedoras rurais de Várzea Queimada. A atuação delas tem servido de exemplo para todo o nosso município, com mulheres de outras regiões em busca de know-how”, relatou o secretário.
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