Municípios

Jacobina: UBS promove 1° Chá de Mulheres

05 de março de 2020, 10:58

Foto: UBS Ladeira Vermelha

A Unidade Básica de Saúde(UBS) do bairro Ladeira Vermelha, em Jacobina, proporcionou  na noite da última terça feira (3), o 1º Chá de Mulheres da comunidade, como parte da abertura dos trabalhos do Mês da Mulher.

Com a colaboração da Igreja Assembléia de Deus, o evento contou com a participação especial das cantoras Viviane e Vanessa, o Quarteto de Metais da Filarmônica 2 de Janeiro e uma roda de conversa com a assistente social e ex-prefeita Valdice Castro.

A ex-prefeita Valdice Castro destacou a importância do evento e a união entre comunidade e instituição para o aperfeiçoamento e a melhoria da qualidade dos serviços oferecidos.“Parabéns a esta equipe maravilhosa, parabéns aos moradores por caminharem juntos com a unidade, à enfermeira Helen, e que esta noite tem gerado alegria ao coração e qualidade de vida para cada mulher” disse.

Conforme Helen Mesquita, coordenadora da unidade, o foco do chá é justamente conclamar as mulheres à valorização da figura feminina e a parceria fraterna entre os profissionais da UBS e a comunidade. “São lutas que devem ser vencidas diariamente, em casa, no trabalho e na sociedade, hoje aqui ouvimos Dona Valdice contar sua história, sou suspeita por ser filha, mas é a história de uma mulher que venceu e superou desafios e preconceitos, hoje aqui ela falou sobre família e o papel da mulher como sendo instrumento de Deus e um ser que transforma o cotidiano, agradecer imensamente à equipe da nossa unidade de saúde e abraçar de maneira especial neste mês de março a cada mulher da Ladeira Vermelha”, ressaltou Helen.

O 1º Chá das Mulheres da UBS da Ladeira Vermelha foi comemorado e elogiado pela comunidade e as participantes. “Foi uma noite encantadora, eu mesmo ganhei uma tarde de maquiagem, valorizando nossa auto estima, agradeço demais a Helen, coordenadora do Unidade Básica de Saúde e à essa equipe que não para e sempre promove algo em interessante para os moradores do Bairro”, agradeceu a moradora Maria Lúcia .

Galeria de fotos:

Leia mais...

Yamana Gold patrocina projeto na Bahia que resgata história do país

04 de março de 2020, 17:41

Foto: Ascom/Yamana Gold

Professores e estudantes do 8º ano da rede pública de ensino podem se inscrever no projeto “Era Uma Vez… Brasil”

Há 12 anos, a Yamana Gold contribui para o desenvolvimento sociocultural e geração de emprego e renda, reafirmando cotidianamente seu compromisso com a cidade de Jacobina (BA). Nesse sentido, a empresa se tornou patrocinadora do projeto “Era uma vez…Brasil” (EUV). O objetivo da iniciativa é resgatar as origens da formação do nosso país e fornecer subsídios para que os educandos possam valorizar e compreender a influência dos indígenas, europeus e africanos na formação do povo brasileiro. Neste ano, na Bahia, a iniciativa é realizada em Salvador, Mata de São João e, pela primeira vez, em Jacobina.

A partir desta semana, os estudantes matriculados na 8ª série do Ensino Fundamental da rede pública de Jacobina, assim como os professores de História, poderão se inscrever pelo site www.eraumavezbrasil.com.br. A primeira etapa – Fatos Históricos vai qualificar professores de História para estimular seus alunos com novos olhares sobre a História do Brasil e 100 alunos serão selecionados para participar da segunda etapa – Campus. A previsão de divulgação dos selecionados é até o início de julho.

Na segunda etapa, os alunos ficarão acampados e terão a oportunidade de interagir com os demais participantes por meio de linguagens artísticas, como oficinas de audiovisual. Eles também participarão de vivências com povos das etnias indígenas e afro-brasileiras.

Os alunos que mais se desenvolverem ao longo da segunda etapa serão selecionados para a terceira – Intercâmbio Cultural, que os levará, por 10 dias, em novembro, para Portugal, onde conhecerão os caminhos percorridos pela corte portuguesa até a vinda ao Brasil, em 1808. Os selecionados poderão percorrer os caminhos de Dom João e reviver o trajeto da Corte Portuguesa antes de sua chegada ao Brasil, além de visitar escolas portuguesas para trocar experiências com estudantes da mesma idade, sobre a História e as características que unem os dois países. Depois do retorno, ocorrerá a quarta etapa – “Era uma vez… Comunidade”, que desafia os participantes a utilizarem as vivências do EUV para desenvolver um projeto para sua comunidade, transformando-o em agente de transformação social.

“Procuramos sempre participar de projetos que valorizem a cultura nacional e que tragam conhecimento para a população local. O ‘Era uma vez…Brasil’, com certeza, vai colaborar com os estudantes e professores da cidade, além de possibilitar uma vivência mais real do que foi a história do país”, ressalta o gerente geral da Jacobina Mineração e Comércio (JMC), Edvaldo Amaral.

Projetos sociais
A Yamana Gold já beneficiou mais de 176 mil pessoas e investiu mais de 4 milhões em projetos na cidade de Jacobina. Ao todo são desenvolvidos 19 projetos com foco na área social, cultural e de geração de emprego e renda. Acreditando no potencial da cidade, a empresa apoiou mais de 280 iniciativas de projetos externos.

Sobre a Yamana
Yamana Gold é uma empresa global de mineração, que emprega mais de 7 mil pessoas nas Américas. A companhia trabalha de forma inteligente, descobrindo e transformando recursos de ouro do mundo em valor e respeitando o meio ambiente e as comunidades onde está inserida. A abordagem segura e sustentável do negócio é um valor fundamental da atuação da empresa. No Brasil, a unidade da Yamana é a Jacobina Mineração e Comércio, localizada na Bahia.

 

 

Leia mais...

Jacobina: Prefeito Luciano visita o Junco e anuncia reforma do Mercado Municipal

04 de março de 2020, 08:30

Foto: Divulgação

Nesta última terça-feira (03), o prefeito de Jacobina, Luciano da Locar, participou de uma reunião com comerciantes no Mercado Municipal do distrito do Junco, onde ouviu as demandas e anunciou as obras de reforma e requalificação do local.


“Esse encontro com os comerciantes é importante, juntos podemos encontrar a melhor maneira para a reforma e requalificação deste espaço, absorvendo ideias e diminuindo assim os possíveis transtornos durante a obra. Esse será o novo centro comercial do Junco, vamos revitalizar totalmente este espaço, atendendo os anseios da comunidade e a solicitações do vereador Batista , do suplente de vereador Baka e do amigo e advogado Luciano”, disse o prefeito.

Leia mais...

Jacobina: Retiro Literário

29 de fevereiro de 2020, 09:24

Foto: Divulgação

O Retiro Literário surge da ideia de promover momentos de desconexão virtual e conexão com a leitura e a literatura através de vivencias reais. O evento promoverá o contato com a literatura por meio da leitura e de outras artes, como a música, a dança, artesanatos e em contato com natureza.

Numa sociedade extremamente virtual, em que as pessoas pouco convivem com a arte a leitura e contato com a natureza, é necessário pensarmos em momentos de paz e de ligação com a realidade, com as coisas boas e simples que a vida pode oferecer. Sendo assim, o retiro literário, promovido pela Alucinação Edições, têm os seguintes objetivos:
• Promover momentos de alegria e de convívio social
• Incentivar a literatura e a escrita
• Divulgar artistas locais, sendo eles, músicos, escritores, artesãs
• Promover o turismo local e regional.

A vivência acontece nos dias 28 a 29 de março, em Jacobina e contará com a presença de músicos
jacobinenses, escritores, palestrantes e expositores locais. O evento também contará com a presença da poetiza Paulistana Flávia Assunção, diretamente do Capão Redondo.

GARANTA SUA VAGA

Reservas e informações através dos whatsapps:(11) 95107-8343,
(74) 9 99417054, ou pelo telefone (74) 981417311

Leia mais...

Circo de Marcos Frota estará em Jacobina a partir de 20 de Março

29 de fevereiro de 2020, 09:17

Foto: Divulgação

Em parceria com a Prefeitura de Jacobina, por meio da Secretaria Municipal da Educação e Cultura, a cidade do Ouro será contemplada com a presença de um dos maiores projetos circenses do Brasil. Marcos Frota Circo Show volta à Jacobina após 20 anos, com uma proposta de arte, cultura e entretenimento, promovendo também educação, por meio de um trabalho lúdico.

É aguardada a chegada da produção da trupe na próxima terça-feira, e o espetáculo de estréia acontecerá no dia 20 de Março, às 20h30min.

Leia mais...

Empresário diz não ter intenção de forçar fechamento da Heineken na Bahia

28 de fevereiro de 2020, 07:12

Foto: Reprodução

O empresário Maurício Marcelino disse em entrevista por escrito ao Poder360 que seu objetivo não é fechar a fábrica da Heineken em Alagoinhas, que usa água de 1 poço artesiano no local.

Marcelino tem 63 anos, é empresário e vive em Salvador. Ele é o autor de uma ação que dura 23 anos na Justiça e que teve seu desfecho agora em fevereiro. A sentença final devolveu a Marcelino o direito de explorar o subsolo do terreno onde está a fábrica da Heineken.

O empresário falou ao Poder360 por meio de seu advogado, Luiz Henrique Oliveira do Carmo, respondendo por escrito.

A ação foi finalizada em 13 de fevereiro de 2020, quando o Superior Tribunal de Justiça proferiu a sentença definitiva. De acordo com o STJ, a Agência Nacional de Mineração (ANM) deve anular uma decisão tomada em 1997, quando expeliu Marcelino de uma área de 2.000 hectares para que no local fosse instalada uma cervejaria da empresa Schincariol (que hoje é uma planta da Heineken).

Ocorre que Marcelino havia obtido o direito de mineração do subsolo do terreno, o que inclui o uso da água. A decisão de 1997 foi forçada por políticos baianos que estavam no poder à época, como o então senador Antonio Carlos Magalhães (1927-2007) e o então governador da Bahia, Paulo Souto.

Passados 23 anos, o processo transitou em julgado (recebeu a sentença final e Marcelino foi declarado vencedor. Agora, a ANM terá de devolver o direito a ele de explorar o subsolo de onde está a cervejaria.

A rigor, isso obrigaria a Heineken a imediatamente parar sua produção local, pois não poderia mais explorar a água do terreno. Marcelino diz não ter a intenção de forçar tal situação. Afirma ser apenas necessário seguir a decisão da Justiça e negociar uma forma de preservar a fábrica e os empregos na região de Alagoinhas.

Nós nunca pedimos em lugar nenhum o fechamento da fábrica. Pedimos o reestabelecimento do nosso direito, pura e simplesmente. Obviamente que quando isso for concedido, os alvarás da Heineken deixarão de existir. Mesmo assim a fábrica continuará funcionando normalmente. A não ser que a Heineken decida fechar por outro motivo. A única diferença é que a Heineken terá de pagar pela utilização do bem mineral que não lhe pertence. A Heineken e as cervejarias que a antecederam sempre souberam que os seus respectivos alvarás foram concedidos a partir de uma fraude e que 1 dia esses alvarás deixariam de existir”.

Eis a entrevista, concedida por escrito:

Poder360 – A sua demanda judicial se arrasta há 23 anos. Por que demorou tanto?

Maurício Marcelino – Tenho 1 sentimento de impotência. Parece que as instituições no Brasil não funcionam. Principalmente em disputas contra grandes empresas globais e multinacionais. Elas simplesmente não cumprem decisões judiciais no Brasil mesmo depois do trânsito em julgado.

Essa área nos foi arrancada por 1 ato arbitrário e ilegal, onde a influência política do falecido senador ACM falou mais alto em favor de uma cervejaria. Isso foi decidido a meu favor de forma unânime em 1ª Instância da Justiça Federal, pelo TRF e pelo STJ. O processo já acabou há anos, mas não conseguimos reaver nosso direito.

O que o sr. tem a dizer sobre as manifestações da cervejaria Heineken?

Olha, a Heineken não tem o que dizer. Uma parte da empresa no Brasil parece querer usar terrorismo barato como argumento. Mas sem nenhum argumento jurídico.

Primeiro, porque a Heineken sabe, como todos nós sabemos, que a empresa acabou por se beneficiar por muitos anos de 1 ato ilegal, fruto de ingerência política.

Antes disso, a Kirin sabia quando comprou da Schincariol. E a Heineken sabia quando comprou da Kirin da pendência jurídica sobre o uso do subsolo. Essas empresas inclusive reservam rubricas específicas em seus orçamentos para este tipo de problemas nas aquisições que fazem.

 A Heineken usa a seu favor o argumento de que oferece empregos na cidade de Alagoinhas, na Bahia. Sem poder explorar a água do subsolo, a fábrica poderia ser fechada. Esse argumento não deve ser considerado?

A Heineken não tem nenhum argumento jurídico.

A estratégia sempre foi me desqualificar. A empresa fica repetindo nos bastidores que eu sou beneficiário do Bolsa Família. O que é uma mentira ardilosa. Meu CPF é público pois está no processo judicial. Pode ser consultado. Se existir 1 homônimo, porque meu nome é muito comum, com meu CPF você tira isso a limpo.

O outro argumento, que me parece alarmista, é espalhar que se a decisão judicial for cumprida a fábrica irá fechar. É outra mentira. Nunca pedimos nem vamos pedir o fechamento da fábrica. Sinceramente, dá até pena de uma empresa global, tão poderosa, partir para 1 jogo tão provinciano e desprovido de sustentação lógica. Uma empresa que se gaba de seus programas de compliance e governança, mas na prática se utiliza de influência política e jurídica para prejudicar as pessoas. Esses grandes grupos, se você percebe bem, muitas vezes comportam-se como botequins.

Agora que o processo está fase final, na prática, pode ser requerido o fechamento da fábrica em Alagoinhas?

Nós nunca pedimos em lugar nenhum o fechamento da fábrica. Pedimos o reestabelecimento do nosso direito, pura e simplesmente. Obviamente que quando isso for concedido, os alvarás da Heineken deixarão de existir. Mesmo assim a fábrica continuará funcionando normalmente. A não ser que a Heineken decida fechar por outro motivo. A única diferença é que a Heineken terá de pagar pela utilização do bem mineral que não lhe pertence. A Heineken e as cervejarias que a antecederam sempre souberam que os seus respectivos alvarás foram concedidos a partir de uma fraude e que 1 dia esses alvarás deixariam de existir.

A água é 1 dos vários insumos da produção da fábrica. Pode ser usado extraindo do poço artesiano que existe no local ou pode ser trazida de fora, de outro lugar. A situação aqui é similar ao caso de uma fábrica usar energia, por exemplo, por muitos anos sem pagar por esse uso. Só porque não pode mais usar sem pagar quer dizer que a fábrica vai fechar? Agora, se a fábrica vai fechar ou não, isso depende de como a Heineken vai lidar com o assunto. Não excluo totalmente a possibilidade de fazermos 1 entendimento com eles para que nos remunerem pela utilização do nosso direito: a exploração da água mineral que nos pertence. Mas, da forma como tem sido feita essa condução pela Heineken, com muita truculência, acho pouco provável.

Já estamos em entendimentos adiantados com duas cervejarias (uma nacional e outra estrangeira). Temos protocolos de intenções assinados com ambas. Nós descobrimos muito antes da Heineken vir para o Brasil que a localização onde está nossa área é ideal, por vários motivos, para produção de bebidas.  Caso a Heineken não tenha interesse em continuar a operar a fábrica, nenhum emprego será perdido nem a geração de receita para o Estado e para o município. Tudo está garantido, pois esse é o nosso interesse. Se optarmos por utilizarmos nossos alvarás diretamente, vamos indenizar a Heineken pela benfeitoria da fábrica como se encontra, na forma da legislação mineral vigente, e vamos continuar a explorar o bem mineral que nos pertence.

Em qualquer lugar do mundo uma empresa dessas não se daria ao descaso de passar por cima da lei e das pessoas.

Segundo dados recentes, o Brasil é hoje o maior mercado mundial para a Heineken. Além de lucrar com o consumo dos brasileiros, a empresa leva lucro para o exterior.

A Heineken deve entender que é bom para todos que a lei seja cumprida. É a segurança jurídica do Brasil que está em jogo. É bom também para a própria Heineken que as regras sejam respeitas. No futuro, essa empresa poderá estar do outro lado de 1 processo pedindo que as leis sejam respeitadas.

Sugerir que a fábrica será fechada é uma estratégia que flerta com a chantagem e causa apreensão a centenas de famílias. Esse é 1 jogo baixo e não acredito que seja a diretriz internacional de uma empresa de renome como a Heineken.

Essa fábrica em Alagoinhas recebeu vultuosos benefícios fiscais para se instalar. Agora, chegou a hora de normalizar tudo, dentro da lei e de acordo com o que decidiu a Justiça.

Leia mais...

Bahia sem coronavírus: Criança internada em Itabuna não tem a doença, informa secretário estadual de Saúde

26 de fevereiro de 2020, 15:08

Foto: Reprodução

Saiu ao final da manhã desta quarta-feira (26) o resultado de exames feitos na criança de um ano e quatro meses internada no Hospital Manoel Novaes, em Itabuna, e que apresentava quadro suspeito do novo coronavírus. De acordo com o secretário estadual de Saúde, Fábio Vilas-Boas, o resultado deu negativo.

– O bebê internado em Itabuna com suspeita de infecção pelo Novo Coronavírus (Covid-19) testou positivo para OUTROS VÍRUS: Rhinovirus e Coronavírus NL-63 (variante sem importância clínica maior e não relacionada ao Covid-19). Dessa forma está excluído o caso suspeito – escreveu Vilas-Boas em sua conta no Twitter.

Ontem, a Sesab descartou a possibilidade de coronavírus na feira que está internada no Hospital Regional Prado Valadares, em Jequié. Os exames deram Influenza A, afastando a suspeita de ela ela ter contraído o novo coronavírus ne Itália, país onde esteve, assim com a criança atendida em Itabuna e seus pais.

O secretário não comentou o estado de saúde dos pais, que também estão em isolamento no Manoel Novaes, e da avó da criança, internada no Hospital Calixto Midlej Filho. Mais cedo, a Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, mantenedora das duas unidades de saúde, emitiu nota informando que todos apresentavam sintomas leves, sem sinais de gravidade, e que aguardava os resultados dos exames.

Veja a Nota Informativa da Santa Casa de Itabuna

Atualizando as informações divulgadas nesta terça-feira (25.02), a Santa Casa de Misericórdia de Itabuna informa que existem quatro casos suspeitos de Coronavírus em suas Unidades Hospitalares: uma criança e os pais que estiveram recentemente na Itália (seguem em observação no Hospital Manoel Novaes) e a avó, que manteve contato prolongado com os familiares após retorno da viagem (seguem observação no Hospital Calixto Midlej Filho). Todos com sintomas leves, sem sinais de gravidade

Sobre o quadro clínico dos pacientes, todos encontram-se em precauções respiratórias/contato, estáveis e recebendo condutas para a COVID-19. A Santa Casa de Itabuna segue aguardando os resultados dos exames de diagnóstico para a doença.

Sobre a transmissibilidade do Coronavírus, a instituição mantém condutas previamente divulgadas de prevenção ao contágio ou contaminação: os trabalhadores que tem contato direto com o paciente nas Unidades de Internação estão seguindo rigorosamente o Protocolo de Prevenção à Disseminação da Doença estabelecido pelo Ministério da Saúde e OMS; os demais funcionários, outros pacientes e acompanhantes, ressalte-se todos que não tenham contato direto com os pacientes, não há necessidade de utilização de máscaras, registrando-se, no entanto, a importância de reforçar a correta higienização das mãos.

Retirado do Blog de Giorlando Lima:

Bahia sem coronavírus | Criança internada em Itabuna não tem a doença, informa secretário estadual de Saúde

Leia mais...

Jacobina: Ex-prefeito Rui Macedo tem contas aprovadas em primeira sessão com votos de vereadores da base do atual prefeito Luciano Pinheiro

22 de fevereiro de 2020, 09:26

Foto: Reprodução

Sem alarde, sem fogos de artifício, quase que na surdina, as contas do ex-prefeito de Jacobina, Rui Macedo, referente ao exercício financeiro de 2016, foram aprovadas pela Câmara de Vereadores com 9 votos a favor. Na sessão que foi realizada na noite de quinta-feira (20), apesar da importância dada ao assunto em pauta, o clima foi de cortesia entre os edis.

O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), já havia dado parecer favorável para aprovação, mas a opinião dos técnicos do órgão precisava ser validada pelo Legislativo Municipal.

Ainda haverá o segundo momento para se confirmar a aprovação das contas, mas o que tudo indica que a decisão tomada na primeira votação irá prevalecer.

Por se tratar de “um passaporte” para uma eventual candidatura, o ex-timoneiro de Jacobina já declarou que não disputará a eleição deste ano, anunciando inclusive através de um vídeo que foi veiculado nas redes sociais que apoiaria o pré-candidato a prefeito Tiago Dias (PC do B).

Em virtude de o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) ter emitido parecer favorável as contas de Rui Macedo, seria necessário para rejeitá-las dois terços dos seus 17 membros contra, o que significa doze votos contrários, o que não ocorreu. Votaram a favor: Doutor Pedro, Clodoaldo, Luzinete, Cecílio Júnior, Juliano Cruz, Dibas Jatobá e Zé do Povo. Votaram contra: Tiago Dias, Martins do Batata, Roni do Junco, Jane, Júnior de Todos e Rone de Itaitu, E se abstiveram: Eduardo do Paraíso, Batista do Junco e Noelson da Caatinga do Moura, além de Aloísio Queiroz, que não compareceu a sessão.

Os burburinhos políticos após o resultado da votação do parecer do TCM tem levantado várias hipóteses para o que possa acontecer se a Câmara de Vereadores confirmar o que está sendo chamada de ‘carta branca’ eleitoral para Rui Macedo. Ele mudará sua opinião em relação ao apoio à Tiago Dias e sairá candidato à prefeito, em retaliação ao voto contra do vereador em suas contas? Esta tem sido a interrogação.

Com relação ao prefeito Luciano Pinheiro, que já declarou a sua intenção de tentar continuar sendo prefeito, fica a preocupação em relação à fidelidade dos vereadores que até o momento se declaravam ser de sua base de apoio, mas que votaram a favor de um dos seus principais opositores.

O voto contra de Tiago Dias não mudaria o cenário da votação. Caso fosse favorável ele teria de se explicar diante seus apoiadores e possíveis eleitores numa candidatura à prefeito, já que durante os seus dois mandados de vereador fez duras críticas à administração do então prefeito Rui Macedo.

Enquanto isso a política jacobinense aguarda as cenas dos próximos capítulos.

Leia mais...

Jacobina: Prefeito Luciano da Locar e o vereador Dudu visitam obras e avaliam investimentos para Novo Paraíso

18 de fevereiro de 2020, 08:14

Foto: Ascom/PMJ

Na tarde de segunda-feira (17), o prefeito de Jacobina, Luciano da Locar esteve no distrito de Novo Paraíso, onde na oportunidade visitou as obras de requalificação do Colégio Municipal Elvira Pires e participou de um encontro com professores e alunos da unidade de ensino.

A reforma do educandário consta de serviço de pintura, manutenção em toda a estrutura física, inclusive da quadra poliesportiva, e construção da nova sala dos professores. “Estamos concluindo a reforma do Colégio Elvira Pires, a quadra está novinha em folha, salas pintadas, nova sala de professores e em breve entregaremos o Novo Infocentro”, destacou o prefeito, que na oportunidade verificou a qualidade da merenda escolar e em seguida esteve nas ruas Dos Pilões e Vasco da Gama. Luciano da Locar anunciou a reforma das arquibancadas do estádio de futebol da localidade. “Em breves dias anunciaremos o maior pacote de obras da história de Novo Paraíso”, informou o chefe do Executivo, elogiando em seguida o papel do vereador Dudu de Nilda, representante da comunidade. “O vereador Dudu tem sido incansável em suas cobranças, que logo, logo serão transformadas em obras e ações que mudarão para sempre a vida desta comunidade”, garantiu Luciano .

“Não tenho dúvidas que Luciano estará cumprindo grandes investimentos para Novo Paraíso, e certamente toda a população irá aplaudir o que vem por aí”, ressaltou o vereador Dudu.

Leia mais...

Na política quem ganha nem sempre é o melhor

17 de fevereiro de 2020, 15:23

*Por Gervásio Lima  –  

 

No dia 4 de outubro deste ano todos os municípios brasileiros estarão escolhendo seus prefeitos e vereadores. Serão 5.570 (cinco mil, quinhentos e setenta) vagas para o Executivo e quase 60 mil para o Legislativo. Em 2018 havia mais de 147 milhões de eleitores aptos a votar. Na Bahia, especificamente, existem 417 municípios e o número de votantes em 2018, conforme informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) chegava a 10 milhões e 400 mil, sendo Salvador a cidade com o maior colégio eleitoral (1.827.436 eleitores), enquanto Feira de Santana (384.050) e Vitória da Conquista (221.849), aparecem em seguida. Para as eleições de 2020, esses números devem aumentar consideravelmente.

Em um país de extensão continental, onde existem estados com área territorial maior que muitos países, as peculiaridades são diversas, principalmente do ponto de vista econômico, social, cultural e político. A maneira de se comportar e agir se difere de acordo a região, apesar de se seguir o mesmo conjunto de leis que rege o país. A forma de ‘fazer política’ é um exemplo de diferenças. Nos lugares onde a consciência, através do reconhecimento dos serviços prestados dos que buscam a reeleição ou propostas apresentadas dos que almejam uma oportunidade para por em prática seus intentos, nota-se que as disputas demonstram um nível melhor de seriedade e responsabilidade, facilitando inclusive o processo eleitoral. Já em urbanizações onde o voto é literalmente ‘moeda de troca’ para se obter vantagens pessoais e o assistencialismo persiste como política pública os crimes são inúmeros, principalmente o de abuso de poder econômico. As condutas de reciprocidades entre candidatos e eleitores são intrínsecas tornando os pleitos em atividades sujas e antiéticas, onde nem sempre quem ganha é o mais capacitado e probo.

Morpará – Em 2008, o jovem Sirley Novaes Barreto, mais conhecido como Lelei, na época com 28 anos de idade, foi eleito prefeito de Morpará, município localizado na entrada da região Oeste da Bahia, entre as cidades da Barra e Ibotirama, no Vale do Rio São Francisco e distante700 quilômetros de Salvador. Apesar de pequeno (pouco mais de 8 mil habitantes), a cidade que hoje possui 57 anos de emancipação, tinha problemas de grandes povoações. Para se ter uma ideia, ao assumir o mandato o prefeito Lelei se deparou com um município com características de um povoado rural, sem a mínima condição de funcionar como uma sede administrativa. Não existiam veículos, nem mesmo ambulância, as secretarias de governo não dispunham de uma sede, o telefone que atendia à Prefeitura era um aparelho público (orelhão) situado na porta do imóvel que se resumia em menos de dez cômodos. Com cerca de meio século de existência como cidade, Morpará não possuía equipamentos como quadras poliesportivas e pavimentações em mais de 70 por cento de seus logradouros. O pequeno hospital se encontrava fechado e os serviços de abastecimento de água, energia e telefone estavam atrasados ou bloqueados.

Quatro anos se passaram, Morpará passou a ser referência de administração para órgãos fiscalizadores e outras administrações da região. Uma nova sede para a Prefeitura constava com uma central telefônica e espaços para funcionamento de algumas secretarias; o hospital foi reaberto com contratações de profissionais da saúde como médicos; a sede e a zona rural receberam banho de luz com iluminação em todos os postes de energia próximos às residências; perfurações e instalações de poços artesianos; reformas e ampliações de prédios escolares; diversos veículos foram adquiridos, inclusive ambulâncias; as contas foram regularizadas; praças e quadras poliesportivas foram construídas na sede e no interior, assim como milhares de metros de pavimentações; serviços e programas sociais foram implantados, com destaque para o programa que disponibilizava os enxovais e até mesmo os berços para os bebês do município e a implantação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O Prêmio como Prefeito Amigo da Criança, um reconhecimento da Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), órgão das Nações Unidas (ONU) que tem como objetivo promover a defesa dos direitos das crianças, em parceria com a Fundação Abrinq, foi um dos recebidos pela gestão exitosa do prefeito Lelei entre 2008 e 2012.

As ações citadas são apenas algumas das inúmeras realizações daquele que foi considerado um dos melhores prefeitos da Bahia. Em quatro anos a vida dos moradores de Morpará se transformou, com a melhoria do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e com a auto-estima da população atingindo altos níveis.

Eleição Municipal de 2012, o prefeito que revolucionou a administração pública da sua cidade, austero, comprometido e responsável com o erário perdeu a reeleição com uma diferença de 58 votos. Justificativa dos eleitores para não renovarem o mandato do promissor e honrado gestor: “ele não pagava bebida, nem conta de água das pessoas que lhe pediam”…

*Jornalista e historiador 

Leia mais...

Boas Festas!

VÍDEOS